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:: ‘Artigos’

Artigo: A Síndrome do pernilongo

por Wal Cordeiro

pernilongo

O que é isso? Síndrome do pernilongo? Como entender que estamos com essa síndrome?

É a luta com o inseto mais chato da noite. Noite que se torna longa. Geralmente, noite de imensa solidão.

Observe que ele passa em torno de dois dias sugando o máximo de sangue possível, picando todas as pessoas e animais que encontra pela frente. Ele faz tudo isso entoando uma cantiga noturna. Essa, com certeza, ganharia o primeiro lugar como a música mais ouvida e mais odiada de todos os tempos. Entretanto, o período de sobrevivência e alegria dele é curto; após dois dias de alegrias, entre “picadas e overdoses sanguíneas”, o pernilongo explode e morre. Vai literalmente ao óbito!

Isso serve de alerta para nós. Não podemos começar pelo meio ou final do processo da vida para tornar-nos homens e mulheres justos e vitoriosos. Trilharemos, assim, o caminho de auto-condenação se fizermos como o pernilongo. Para ser bom é necessário começar a mudança de dentro para fora! Leva tempo. É uma escola.

Não podemos jogar tudo para cima, deixar as responsabilidades de filhos para com os pais e de pais para com os filhos.

O caminho não é por aí! Geralmente, a “síndrome do pernilongo” aparece após um congresso sobre criação de filhos, ou, como obedecer aos pais. Participar de eventos, como esses, é importante e edificante, mas devemos tomar cuidado porque experiência e crescimento espiritual e reconciliação familiar não se adquire da noite para o dia, num final de semana, leva tempo; é uma vivência diária de: prática do bem; oração, leitura da Bíblia, de auto-análise, buscas e renúncias. Como diz a Palavra do Senhor em Provérbios 4.18: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.”

Se estamos dispostos a nos tornarmos bons filhos e trilharmos a vereda do justo, temos que andar pelo caminho certo. Precisamos começar do início e entender que o justo é justo porque foi justificado por Deus, e não por sacrifício humano, grau de escolaridade, diploma teológico e méritos pessoais. :: LEIA MAIS »

Reflexão: Poder, a linha tênue da mediocridade

Por Wal Cordeiro

A vida é cheia de surpresas e nos ensina, constantemente, acerca dos valores humanos e suas reais conseqüências, quando tais valores são praticados ou não em decorrência da busca incessante do poder.

Olhando para as figuras destacadas da história, que sempre lemos nos livros corriqueiros das bibliotecas empoeiradas e na Bíblia Sagrada, podemos constatar que o exemplo dos mesmos nos demonstra várias lições sobre a vida de cada um e revela o lado sombrio de suas ações.

Um dos exemplos mais clássicos é o de Maquiavel, quando numa época de poucas mudanças escreveu para um príncipe dando orientações sobre a busca e permanência do poder. O que podemos chamar de a “linha tênue da mediocridade”, pois ninguém consegue permanecer a vida todo no poder.

Podemos ter a sensação por um período de tempo de que dominamos pessoas e exercemos poder sobre elas, mas na realidade o poder é abstrato e misterioso, pois quanto mais adquirimos mais o veneramos e acabamos reféns das nossas próprias ambições e automaticamente perdemos o controle do mesmo que é transferido a outros. Então, o poder é prazeroso, mas não é permanente. O poder é fascinante, mas não é eterno. O poder é necessário, porém nos sucumbe. :: LEIA MAIS »

Artigo: Deus existe?

 

 

 

 

 

 

 

 

(por Marilyn Adamson)

Pelo menos uma vez na vida, você não adoraria que alguém simplesmente lhe mostrasse a prova da existência de Deus? Sem quebra-de-braço, sem afirmações como: “Você tem que acreditar”. Bem, tentaremos apresentar aqui algumas das razões que sugerem a existência de Deus.

Mas, considere que, se alguém se opõe radicalmente à possibilidade de Deus existir, então qualquer prova ou explicação apresentada aqui poderá ser imediatamente refutada. Ou seja, isso seria como se uma pessoa se recusasse a acreditar que o homem andou na lua. Nenhuma informação, por melhor que fosse, iria mudar o seu modo de pensar. Imagens via satélite de homens andando na lua, entrevistas com os astronautas, pedras lunares… todas as provas seriam sem valor porque a pessoa já concluiu que o homem não pode ir à lua.

Quanto à existência de Deus, a Bíblia diz que há pessoas que têm prova suficiente de que Ele existe, mas encobrem essa verdade (Romanos 1:19-21). Por outro lado, há aquelas que querem saber se Deus existe; a essas Ele diz: “Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês…”. (Jeremias 29:13-14) Antes que você olhe para os fatos relacionados à existência de Deus, pergunte-se: “Se Deus realmente existe, eu gostaria de conhecê-lo?”.

1. Deus Existe? Durante a história, em todas as culturas do mundo, as pessoas vêm sendo convencidas de que há um Deus.

Podemos dizer, com algum grau de confiança, que todas essas pessoas estiveram ou estão erradas? Bilhões de pessoas, que representam diversos compostos sociológicos, intelectuais, emocionais, educacionais etc., todas chegaram à mesma conclusão de que há um Criador, um Deus para ser adorado:

Pesquisas antropológicas atuais indicam que entre os povos primitivos mais distantes e remotos, existe uma crença universal em Deus. E, nas primeiras lendas e histórias dos povos de todo o mundo, o conceito original era de um único Deus, o qual foi o Criador. Um Deus altíssimo e original parece ter, uma vez, estado em suas consciências, mesmo naquelas sociedades que hoje se apresentam politeístas (Paul E. Little, Saiba O Porquê Você Acredita, Victor Books, 1988, pág. 22).

2. Deus Existe? A complexidade do nosso planeta aponta para um Desenhista, que, intencionalmente, não apenas criou nosso universo, mas também o sustenta hoje.

Poderiam ser dados muitos exemplos mostrando o desenho que Deus fez da criação, e, possivelmente, não chegaríamos ao fim desse desenho. Mas aqui estão alguns traços dele: :: LEIA MAIS »

Massacre: A realidade que se repete a cada instante

Por Wal Cordeiro

columbine

Era uma tarde de sábado, quente e tranquila, me parece que foi ontem pois as cenas estão muito vivas em minha mente. A rodovia era larga e bem sinalizada. O trânsito fluía normalmente, não haviam buracos na pista. A paisagem era muito bonita; as montanhas despontavam brilhantemente a cada curva, as nuvens pareciam tímidas, mas seguras. O vento soprava suavemente nas árvores. Lá no fim do horizonte, surgia uma nuvem carregada e escura, parecia que a chuva chegaria e nos alcançaria rapidamente.

Estávamos a caminho de Denver, uma cidade americana, situada no estado do Colorado. Quem não se lembra das notícias que sacudiram o mundo em 1999? Quando alguns garotos fortemente armados invadiram a escola Columbine em Denver e mataram vários colegas seus; que se encontravam nos corredores, salas e biblioteca da escola.

Era justamente para lá que estávamos nos dirigindo alguns dias após a tragédia, com o intuito de orar naquele colégio e quebrar em intercessão a influência ruim que aquela história causou em vários colégios do Brasil, onde adolescentes começaram a ir para a escola portando uma arma na cintura.

As informações que tínhamos sobre o ocorrido eram poucas, mas dava para tocar e quebrantar qualquer coração sensível à real situação do mundo. Sabíamos do sofrimento recente daquela cidade, principalmente dos pais que perderam seus filhos naquela tragédia. A dor ainda era notada nos rostos das poucas pessoas que circulavam pelas ruas, pois o incidente havia acontecido alguns meses atrás. Ainda, alguns repórteres permaneciam na cidade e faziam a cobertura do ocorrido.
Enquanto não chegávamos ao local desejado, eu e mais quatro amigos missionários que se encontravam no interior do veículo resolvemos gastar o nosso tempo da viagem orando pelos Estados Unidos, que sempre tem sido vítima ou cúmplice desse tipo de massacre entre os jovens. Esse tipo de tragédia acontece sempre. :: LEIA MAIS »

Reflexão: O filho do Rei

por Wal Cordeiro

Foto: ilustração

rei

O rei estava voltando, alegremente, da batalha. Ao lado de sua carruagem havia um grande batalhão de soldados que o escoltava, diante da multidão, nas ruas da cidade, que aclamava o seu nome gritando em alta voz: “Salve o rei, salve o rei!”

De repente, numa cena inusitada, apareceu no meio da multidão um menino que conseguiu furar a barreira de soldadela e correu alegre, e apressadamente, em direção à carruagem. O soldado que fazia a guarda do rei saltou brutalmente com o seu cavalo branco e estendeu a sua lança, enraivecido, na frente do jovem valente e exclamou em alta voz:

– Ei garoto, você não está vendo que é o rei que está passando? – Gritou o soldado firmemente.

– Para você ele é o rei, mas para mim ele é simplesmente meu pai.

O garoto, corajosamente, entrou na carruagem, sentou-se no colo do rei e prosseguiu o desfile ao lado de seu pai que o acariciava constantemente e falava-lhe ao ouvido.

O que essa pequena fábula nos ensina? O que podemos tirar de princípio para nós, nos dias de hoje?

Ensina-nos que Deus está interessado que, tenhamos um relacionamento com Ele de pai para filho e aprendamos a depender dEle sempre em qualquer área da vida. Inclusive, na labuta do dia a dia; na escola, no trabalho, na faculdade, na família, na igreja, e principalmente quando imaginamos que estamos nadando contra a maré e não vemos resultados imediatos. Fazendo assim, agindo como filhos do rei, teremos mais condições de saber o que Ele realmente pensa e sente em relação a nós, e quais são os seus planos para o nosso futuro.

Podemos trabalhar para Ele com mais dedicação, sabendo que não estamos trabalhando para um estranho, bem distante, que é aclamado pelo povo. Estamos trabalhando para o nosso pai, e como filhos amados desejamos fazer o melhor para ele. Queremos fazer a vontade dEle.

Um princípio, muito, importante pode nos ensinar através desta fábula. O rei é poderoso, majestoso e adorado, mas é ao mesmo tempo um rei simples e acessível.

Ao Deus acessível, através do seu filho Jesus Cristo, entregamos os nossos sonhos. Ele está interessado em nos abençoar e nos capacitar para que possamos realizar esses sonhos, mesmo que sejam grandes ou pequenos, mas são sonhos. :: LEIA MAIS »

Artigo: As 07 características do gestor visionário

por Wal Cordeiro

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Nos dias atuais estamos precisando de verdadeiros líderes, que têm a capacidade de fazer uma excelente gestão à frente das organizações governamentais, religiosas e seculares. Líderes que, na verdade, trabalhem pelo bom desenvolvimento dos seus liderados. Líderes de visão, que saibam e consigam ver além das circunstâncias e possibilidades. Segundo o dicionário, visionário é aquele que a visão à competência. Alguém que enxerga além o presente e o futuro. Ou seja, é alguém que, ao enxergar o presente, visualiza o futuro e suas tendências. Assim, não se deixando levar pelas mudanças. São Líderes capazes de olhar para as dificuldades, da vida, através de uma luneta holística especial. São gestores de verdade. Gestores visionários.

O gestor visionário, diante dos seus liderados, deve adotar uma abordagem de atuação holística. A palavra holística provém de holos, que em grego significa “totalidade”. Isto é:

A compreensão da realidade que articula o todo nas partes e as partes no todo, pois vê tudo como um processo dinâmico, diverso e uno”.

Para ter e manter uma equipe de sucesso, o gestor visionário precisa desenvolver 07 (sete) características em sua vida que alisto a seguir:

1 – Inspirar

Numa visão holística, o líder vai além de estratégias de controle e comando, para atuar também como inspirador de sonhos, estimulador de relações e criador da visão de futuro. O verdadeiro papel do gestor visionário!

2 – criar

Preocupar não apenas com o que fazemos nas equipes, mas também com o como fazemos, e o que podemos criar num ambiente organizacional onde todos possam desenvolver seus talentos e dons especiais. A verdadeira missão do gestor visionário!

3 – servir 

Além disso, o gestor visionário sabe servir como exemplo de ser humano e profissional para sua equipe, atuando com base em valores positivos, transparência e comunicação clara. O verdadeiro legado do gestor visionário!

4 – atuar 

Estes são tempos muito difíceis para os gestores, que estão sendo convidados a dar um verdadeiro salto quântico em nível de consciência de atuação profissional. São tempos, no entanto, que guardam fantásticas oportunidades para todos aqueles gestores que estão abertos ao crescimento, e que desejam ir além de meramente sobreviver às transformações, para atuar fazendo diferença no mundo. O verdadeiro compromisso do gestor visionário! :: LEIA MAIS »

Ser brasileiro é ser ingênuo

Por Wal Cordeiro

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Ser brasileiro é ser ingênuo. É ser sonhador. É saber que foi roubado, mas crê na recuperação de quem o roubou. Foi enganado, mas não desiste de lutar por uma nova realização. Não tem a casa própria, mas espera um dia consegui-la. Talvez, através de um milagre divino, ou quem sabe ganhar na mega- sena?

Brasileiro é simples, mas convicto. Isso me motiva a crer no Brasil. A orar pelo Brasil. Visualizar uma pátria nova e reformada pelos valores bíblicos. Esperar que Deus manifestasse sua infinita glória e majestade nessa terra distante e misteriosa.

Quem não gosta do Brasil? Quem não se encanta com o Brasil? Quem não se envolve com o Brasil?

O Brasil é lindo, grande, misterioso e rico. Riqueza escassa, que não se encontra em qualquer lugar. Não estou falando de dinheiro, sim de riqueza. Riqueza essa, que enobrece uma pátria pelos seus valores naturais e culturais.  O Brasil a tem, e a tem em abundância!

Aqui tudo que se planta colhe em beleza e vigor. Tudo que se escava encontra em brilho e magnitude. Tudo que se cria dá certo em expansão e naturalidade. O Brasil é rico. É especial.

Se você quiser banhar-se nas praias mais belas do mundo, vá ao Nordeste. Se quiser comer o melhor churrasco do mundo, vá ao Sul. Se quiser assistir o melhor futebol do mundo, vá ao Sudeste. Se quiser passear na maior riqueza natural do mundo, vá ao Norte. Se quiser comer o melhor arroz com pequi e conhecer a segunda maior praça do mundo, vá ao Centro Oeste.

O Brasil é como uma folha verde de Taioba. Depende de quem a prepara. Tem que está no ponto! Pode ser uma delícia na hora do almoço, ou uma folha amarga e indesejada mais tarde.  Depende do ponto de vista de cada um. O meu desafio neste texto é de absorver esperança, e o seu?

Críticas e desânimos em relação a nossa pátria já têm muito. Então, vamos deixar de lado a parte amarga da Taioba e vamos ver as coisas boas que ela pode nos proporcionar na hora do almoço brasileiro. Você sabia que a Taioba é desprezada em muitos lugares? Algumas pessoas a jogam fora na hora de colher às folhas comestíveis.

Vamos ver o que Deus pensa e tem para nós. É melhor olhar assim, pelo menos sofreremos menos e teremos mais condições de experimentar e ver um futuro melhor.

A ingênua euforia da Copa do mundo de futebol toma conta do coração do sofredor brasileiro.  Todos reclamam de Neymar mas, não perdem um jogo. As eleições que se aproximam e nos dá um sentimento de invalidez e dúvida. As informações catastróficas da operação Lava Jato que a mídia tem prazer em jogar em nossas casas todos os dias. A insegurança nas escolas e ruas, que tiram o sono dos pais preocupados em ver os filhos sobreviverem na guerra diária deste mundo cão. :: LEIA MAIS »

O que é uma universidade cristã?

por  Físico-químico, deixou a Universidade de Illinois para fundar, junto com Loren Cunningham, a Universidade das Nações. Faleceu em 2003 deixando grande legado para a obra missionária, especialmente na Jocum.

Perguntam-me com frequência: “O que é uma Universidade Cristã?” e “Como é ela diferente das outras universidades?” Em primeiro lugar, creio que uma Universidade Cristã é um povo -um povo chamado por Deus, um povo de destino eterno.
É, tipicamente, um povo de muitos lugares, um povo com várias funções e responsabilidades, mas com um enfoque na Criador do universo. Os prédios e o equipamento são importantes – MAS pessoas são a VIDA da universidade. TODAS as pessoas associadas direta ou indiretamente com a universidade são importantes. Elas incluem os alunos, os funcionários ligados ao ensino e à administração, funcionários ligados à operações e manutenção, e as famílias, amigos e associados de alunos e funcionários. Estas são PESSOAS que SÃO a UNIVERSIDADE.

Quando eu era professor na Universidade de Illinois nos Estados Unidos, eu geralmente perguntava aos meus alunos de doutorado: “Qual seria a solução realmente IDEAL para seu projeto de pesquisa?” Dois anos atrás, em uma conferência científica, vários de meus antigos alunos, alguns há 20, 30 e alguns até 40 anos mais tarde, me relataram que agora estavam perto da resposta ideal à pergunta. Disseram-me que a pergunta sobre “o ideal” que lhes perguntei que previssem tantos anos antes para suas áreas de pesquisa científica havia sido o catalizador e os desafiou a procurarem a resposta, “quais são as características que fariam uma “Universidade Cristã” ideal?

Consideremos algumas dessas características:

  1. As pessoas, que são a universidade, conheceriam a Deus intimamente, e teriam em seus corações um ardor intenso de fazê-lo conhecido.
  2. As pessoas seriam comprometidas e se engajariam na Grande Comissão dada por Jesus em Mateus 28:18-20.
  3. A comunidade do campus expressaria o amor de Jesus de inúmeras maneiras tangíveis. João 17:20-23
  4. As pessoas trabalhariam juntas em unidade e seriam um catalizador para unidade no corpo de Cristo. John 17:20-23
  5. As pessoas seriam obedientes à Palavra de Deus.
  6. Os programas, curso e atividades seriam inspiradas pelo Espírito Santo e seriam projetados para liberar os dons de criatividade de Deus nos alunos e obreiros, BEM COMO nos grupos que eles servissem em ministério.

E a lista poderia ir mais e mais longe. O que você adicionaria a esta lista? Será possível atingir o ideal? :: LEIA MAIS »

Conhecendo Deus pessoalmente

O que é preciso para se iniciar um relacionamento com Deus?

Esperar que um raio caia? Devotar-se a obras de caridades em diferentes religiões? Tornar-se uma pessoa melhor para ser aceita por Deus? NADA disso. Deus deixou muito claro na Bíblia como podemos conhecê-lo. Aqui estão Quatro Princípios que irão explicar como você pode iniciar um relacionamento pessoal com Deus, agora mesmo…

 PRIMEIRO PRINCÍPIO: Deus ama você e tem um plano maravilhoso para sua vida.

O AMOR DE DEUS

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).

O PLANO DE DEUS

Cristo afirma: “…eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” [Uma vida completa e com propósito] (João 10.10).

Por que a maioria das pessoas não está experimentando essa “vida em abundância”?

Porque…

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A teoria do brilho natural

Por Wal Cordeiro

Não existe coisa mais formidável do que o brilho do sol. Não existe coisa mais linda do que o brilho de uma esmeralda. Não existe coisa mais estupenda do que o brilho do ouro. Não existe coisa mais admirável do que o brilho de um diamante. Não existe coisa mais esplêndida do que o brilho da prata. Não existe coisa mais suntuosa do que o brilho das estrelas. Não existe coisa mais majestosa do que o brilho da lua.

O brilho natural sobrepõe a todos os brilhos artificiais. Mesmo que algumas imitações sejam quase idênticas não conseguem atingir o ápice de brilhar naturalmente.

Uma jóia preciosa só tem o seu devido valor quando é verdadeira. Os maiores ourives e artífices podem fabricar imitações, mas nunca conseguirão produzir uma jóia natural, isto é, emanada da natureza unicamente divina.

O sol produz o seu próprio brilho, não depende de nenhuma fonte geradora de energia. A lâmpada (imitação necessária) depende de vários fatores para produzir luz.

Os verdadeiros rubis são raros e têm valor inestimável. As bijuterias são vendidas em bancas de promoção e são encontradas em todo lugar.
A teoria do brilho natural nos chama a atenção para quatro reflexões sobre os valores humanos.
Primeiro, o homem foi criado para brilhar naturalmente.
Segundo, cada um de nós recebeu de Deus dons e habilidades naturais.
Terceiro, quando esses dons são utilizados naturalmente as pessoas são abençoadas.
Quarto, não adianta tentar imitar o brilho de alguém. Cada um tem o seu próprio brilho.
Bethovem compreendeu claramente a forma de brilhar através da música.
Mahatma Gandhi brilhou naturalmente em defesa da libertação do seu povo indiano.
Luter King soube brilhar na promoção dos direitos humanos.
Madre Teresa de Calcutá exalou o brilho da bondade entre os pobres da Índia.
Pablo Picasso se dedicou ao brilho das telas por ele pintadas.
Carlos Drummond expressou o brilho da poesia através da escrita.
Vinicius de Moraes soube apresentar o seu brilho nas composições musicais.
Pelé e garrincha brilharam, naturalmente, nos gramados do mundo.
Michael Phelps brilhou nas águas mornas das piscinas olímpicas.
Gisele brilhou nas passarelas da moda.
Jesus Cristo brilha nos corações e rostos daqueles que o amam e o servem.
E VOCÊ?
Qual é o seu brilho natural?
Já parou para pensar sobre isso?
Lembre-se! O homem não foi criado para imitar e sim com a missão de brilhar naturalmente.
Brilhar naturalmente é fazer aquilo que você gosta e faz muito bem, é ter prazer em realizar o papel de ator principal na cena da vida preparada por Deus com o intuito de abençoar pessoas. :: LEIA MAIS »

Bondade, virtude dos nobres

Por Wal Cordeiro

Assistindo a uma reportagem, há algum tempo, sobre uma mulher do interior de São Paulo, catadora de papel, que encontrou uma sacola de lixo próxima a um supermercado, contendo mais de quarenta mil reais em dinheiro. Fiquei emocionado e chateado com o desfecho da história.

Aquela mulher deu uma lição de bondade e honestidade para milhões de brasileiros.
Mesmo vivendo num pobre casebre de uma favela e dependendo, unicamente, do seu árduo trabalho de catar papel pela cidade para sobreviver, a jovem senhora não hesitou em devolver o dinheiro encontrado.

O que mais me deixou estarrecido com essa história não foi, simplesmente, a devolução do dinheiro, mas a forma como a mulher foi tratada e recompensada pelos donos do supermercado. Pasmem, mas a gerente ao receber os quarenta mil reais de volta (dinheiro que estava basicamente perdido) deu para a honesta mulher, uns míseros duzentos reais de recompensa. Se, chama isso de recompensa. :: LEIA MAIS »

Missões! Vida ou Morte?

Por Wal Cordeiro

Um casal de missionários recém chegados para trabalhar na Índia, estavam à beira do rio Ganges. Rio que corta quase todo país indiano. O casal orava e observava atentamente as pessoas que ali faziam suas preces; que banhavam nas águas sujas do rio, depositavam os cadáveres de seus entes queridos que morreram seguindo as leis do Hinduísmo e a multidão de turistas que ali estavam para fotografar e receber uma bênção especial do rio mais sagrado, misterioso e adorado da Ásia.

De repente uma cena estranha e bizarra lhes roubou a atenção. Uma mulher que descia em direção ao rio, com passos firmes e rápidos, segurava em seus braços uma criança imóvel e indefesa. Aquela mulher ao aproximar-se da margem do rio, desenrolou a criança que estava se mexendo lentamente e a lançou com toda força nas correntezas do Ganges. Tudo foi muito rápido, estranho e inesperado.

As águas barrentas do rio engoliram ferozmente a pobre criança indefesa, que não teve nem tempo de dar o último suspiro. Como será a reação de alguém que está se afogando em águas fundas e escuras de um rio? E como se sente uma criança de colo que se afoga sem ter o direito de chorar?

Após essa ação trágica e triste, a jovem mulher prostrou-se diante das águas e começou a fazer alguns rituais e súplicas. Coisas estranhas aos olhos humanos de um cristão, que não está acostumado a ver tais práticas.

O casal de missionários perplexos, resolveu se aproximar da jovem mulher para abordá-la e fazer-lhes algumas perguntas e quem sabe talvez, ajudá-la a mudar de vida:
– Quem era aquela criança? – Perguntou o casal.
– Era meu filho – Respondeu firmemente a jovem mulher.
– Você o amava? :: LEIA MAIS »

Artigo: O Brasil que está aprendendo a orar

Por Wal Cordeiro

Por muitos anos trabalhei como coordenador nacional da campanha:” 31 DIAS DE ORAÇÃO PELO BRASIL”, durante o mês de agosto. Talvez você não saiba a batalha que enfrentamos a cada ano para realizá-la. A guerra no preparo do material de divulgação e na confecção do manual de oração diária que era distribuído para os intercessores de todo Brasil. Por ser uma campanha a nível nacional, envolvia muita despesa financeira para confecção e distribuição do material, pois o Brasil é muito grande e tínhamos que mandar material para todas as regiões. Mas, graças á Deus, sempre presenciamos de maneira milagrosa a provisão divina para realizá-la.

PrayerNunca me esqueço, quando numa manhã de oração pelo Brasil no mês de maio de 1993, durante a nossa primeira escola de Intercessão em JOCUM Contagem – MG, quando Deus nos levou a orar contra o espírito de corrupção em nosso país. Passamos por volta de quatro horas de intercessão “agonizante” por nossa pátria. Alguns meses depois houve o impechemam do Presidente. Cremos que o que aconteceu foi resultado da oração do povo de Deus. Não somente nós estávamos empenhados nesta batalha, mas, muitos irmãos espalhados pelo Brasil. Foi também naquela manhã que Deus compartilhou comigo sobre a campanha de oração pelo Brasil. Eu ouvi nitidamente do Senhor:

– Convide a igreja do Brasil para orar pela nação de maneira prática e eficiente.
– Senhor, como vou convidar a igreja – respondi – se ninguém me conhece? E o Brasil é muito grande! A resposta veio de imediato:
– Eu providenciarei tudo!
Então, guardei aquela palavra em meu coração e comecei a dar passo por passo para atingir o objetivo desejado pelo Espírito Santo, conforme eu havia crido.
Coloquei algumas provas diante de Deus para saber se aquela visão era celestial, e todas foram respondidas. Então, só restava começar à trabalhar para que a primeira campanha acontecesse em agosto de 1994, e iniciei minha caminhada de fé. :: LEIA MAIS »

Começando do ponto zero para implantar um departamento missionário na igreja

Texto do livro Missão Sem Fronteiras de Wal Cordeiro

Visão, amor pelos perdidos e disposição

Para iniciar um departamento missionário numa igreja, é necessário globo

primeiramente que, aquelas pessoas interessadas em fazê-lo, se prontifiquem a compreender a vontade de Deus em relação ao assunto. Para isso, precisam ter a visão certa: a visão de Deus. Então podemos fazer algumas perguntas para entendermos melhor sobre essa necessidade. As perguntas lhe ajudarão a saber em que posição missionária você se encontra e quais são as áreas que precisam melhorar em sua vida. Responda friamente e faça uma análise do ponto mais fraco em sua vida que você acha que precisa mudar.

– O que você sente no coração quando ouve alguém falar sobre as necessidades do mundo?

– Idéias novas e diferentes surgem em sua mente quando alguém lhe fala sobre missões?

– Você ora constantemente pelos missionários que estão no campo?

– Você tem influenciado outros para se envolverem com missões?

– Quando alguém compartilha contigo a respeito do seu chamado, você o incentiva a continuar?

– Você já mobilizou pessoas alguma vez a enviar uma oferta missionária para missões?

– Você gosta de participar de conferências, congressos, acampamentos que abordam o tema missões?

– Você envia periodicamente oferta para algum missionário no campo?

Deu para sentir que as perguntas acima apontam uma ligação inquebrável das três áreas necessárias na vida da igreja, para alguém iniciar um departamento missionário. Essas áreas são, na verdade, a essência do compromisso missionário que todo cristão deve ter no seu dia a dia, elas são:

VISÃO + AMOR PELOS PERDIDOS + DISPOSIÇÃO = MISSÕES

VISÃO – Olhar para o mundo sob a perspectiva bíblica. Saber que Jesus morreu por todos os homens. Conhecer as necessidades do homem e ter a verdadeira consciência sobre as  responsabilidades conferidas a você para mudar tal situação. :: LEIA MAIS »

Suas escolhas determinam o seu futuro

Por Wal Cordeiro

“ Você pode decidir o que semear, porém não pode escolher o que vai colher.” Provérbio chinês

A lei da semeadura é muito interessante e nos ensina vários princípios sobre as questões da vida.

Para um agricultor é mais fácil compreender essa lei, pois convive, diariamente, com os desafios de preparar a terra e jogar a semente sobre ela e aguardar pacientemente o processo da germinação e crescimento do produto plantado.

O homem do campo sabe muito bem o que quer. Sabe a hora exata de arar a terra, o momento ideal para o plantio e o tempo certo para colher o que plantou.

Em relação ao tempo e ao clima, o homem rural é um grande especialista. Basta olhar para as nuvens e dizer se vai chover ou não. É um grande conhecedor climático sem ter freqüentado uma faculdade. Pelo tipo de vento e sua direção ele sabe qual é a semente ideal para a época.

Porém, uma coisa ele sabe e tem plena certeza que nenhuma tecnologia de ponta pode interferir: “O que planta colhe”.
– Se planta arroz, vai colher arroz;
– Se plantar feijão, jamais colherá soja;
– Se plantar milho, nunca poderá colher laranja.
A lei da semeadura diz que: “O que plantamos colhemos”. Não é difícil entender, pois as respostas da vida, através de amargas ou benéficas experiências nos ensinam. Para exemplificar, usarei uma historinha interessante:
Ao encontrar caído no chão um pequeno e frágil filhote de passarinho, um dos discípulos de um grande sábio concebeu um jeito de, afinal, provar ser mais esperto que seu mestre.
“Vou levar o passarinho até o sábio e lhe perguntar se ele está vivo ou morto, pensou ele consigo mesmo, se ele responder que o passarinho está morto, eu abro as mãos e o deixo se mexer. Se ele responder que está vivo, eu aperto um pouco as mãos e o mato. De um jeito ou de outro, ele não acertará a resposta”.
Após ensaiar mentalmente suas palavras, aproximou-se do mestre e lhe perguntou: Bom mestre, o que tenho em minhas mãos?
O mestre olhou para suas mãos e, vendo algumas penas por entre seus dedos, respondeu-lhe: Um filhote de passarinho. :: LEIA MAIS »

Artigo: Violência na cidade que atinge a família

Por Wal Cordeiro

“Fiz e faço. Não tenho medo de ninguém. Se você falar com minha mãe, eu acabo com a raça do seu filho e com a sua também, pois o encontro todo dia na escola. Sua filha da… Sua rap… Sua p… (Imagine todas as palavras de baixo calão que uma pessoa pode pronunciar em voz alta).” Os olhos do menino transmitiam muito ódio e perversidade para alguém tão púbere.

Essa foi a grande ameaça que uma mãe que uma mãe, conquistense, m 2009 ouviu ao tentar confrontar um garoto de apenas doze anos, na porta da sua casa. Ele vinha constantemente praticando todo tipo de violência verbal, emocional e física contra o seu filho (mais novo do que o garoto desaforado) na escola em que ambos estudam. O pior disso tudo! Estudam na mesma sala. Se encontram todos os dias.

Conto melhor essa história! Porém, vamos definir primeiro o significado das palavras: cidade, violência e família.

Cidade – Complexo demográfico formado, social e economicamente, por uma importante concentração populacional não agrícola, i. e., dedicada a atividades de caráter mercantil, industrial, financeiro e cultural; urbe.

Violência – Vem do latim violentia: Constrangimento físico ou moral; uso da força; coação.

Família – Pessoas aparentadas, que vivem, em geral, na mesma casa, particularmente o pai, a mãe e os filhos. Também significa: Pessoas unidas por laços de parentesco, pelo sangue ou por aliança.
Continuemos com a história:
Em um determinado colégio público de Vitória da Conquista, um garoto (10 anos) estava sofrendo intimidações constantes do seu colega mais velho (12 anos). O colega de sala o obrigava a fazer, durante o recreio, coisas que ele não queria do tipo: fazer gestos obscenos para as meninas da turma e outras coisas mais, que não vale a pena mencionar, sob a ameaça de bater em sua mãe caso ele não obedecesse. :: LEIA MAIS »

Artigo: Por que adoração sem fronteiras?

Por Wal Cordeiro

Adoração nos dias de hoje é sinônimo de música, choro, riso, pulos, coreografias e danças. Adorador na igreja é aquele que toca, fala, canta muito bem e consegue prender a atenção do público. Adorador para muitos é aquele que gravou um CD ao vivo e suas músicas estão no auge do sucesso. Tudo muito bonito e envolvente, mas…

Será que a visão de Deus é limitada apenas para essas pequenas facetas da adoração? O adorador é aquele que têm algum tipo de habilidade na igreja e consegue levar as pessoas ao êxtase emocional? Ou é algo mais profundo e comprometedor com o reino de Deus?

Será que: Deus só usa na terra aqueles seres especiais, músicos dotados de dons e preparo musical?

Será que adoração é uma arma poderosa usada somente quando estamos congregados cantando na igreja, ou é algo mais amplo para respirarmos, vivermos e experimentarmos a todo instante? Será que adorador é apenas o levita, ou todos são levitas e por isso adoram? E a glória de Deus, qual é a posição dela na adoração? Ela é focalizada? É compreendida? Está em nosso meio? É o nosso foco principal?

Neste livro, não tenho interesse de seguir os caminhos convencionais do ensino teológico sistemático sobre o assunto proposto, pois isso é muito amplo e inesgotável, embora seja importante e indispensável. Talvez num outro livro.

Adoração Sem Fronteiras traz uma proposta ampla e reflexiva sobre o verdadeiro papel daquele que busca conhecer o Senhor na mais íntima e esperançosa comunhão com Ele. Daquele que quer viver para Deus e não daquele que quer usar Deus para viver para si, principalmente quando estão congregados num momento de cânticos espirituais.

Traz para você um estudo profundo sobre a glória de Deus, que nos confronta a assumirmos o verdadeiro papel do adorador (todo cristão). Assumir a visão do reino. Visão de Deus, único autor dessa visão.

Este livro foi escrito para todo cristão, numa linguagem simples, objetiva. Foi escrito para: ministros de louvor, músicos, regente de coral, vocalista de banda, porteiro da igreja, diácono, cozinheira, pastor, missionário, motorista, vendedor, e todos os cristãos que querem achegar-se mais e mais diante do trono de Deus, nosso Criador e Senhor, que nos fez para desenvolvermos uma comunhão constante com Ele. :: LEIA MAIS »



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