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O Brasil que está aprendendo a orar


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Discurso de Kim Jong-un desperta esperança nos cristãos norte-coreanos


O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, se emocionou ao falar sobre a situação do país

O ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, se emocionou ao falar sobre a situação do país

Na Coreia do Norte, no último sábado, 10 de outubro, um desfile celebrou o 75º aniversário do Partido dos Trabalhadores da Coreia, mostrando os diversos tipos de armamento do país. Essas armas foram destinadas a representar a força da nação, mas a construção delas se deu em um período em que milhões de norte-coreanos estão passando fome. Porém, em contraste com essa demonstração de força, o ditador Kim Jong-un fez um discurso de tom amável, com lágrimas nos olhos.

O líder referiu-se a “desafios e imprevistos colocados pela epidemia e pelas forças da natureza”, acrescentando que “meus esforços e sinceridade não foram suficientes para livrar nosso povo das dificuldades em suas vidas”. De acordo com o cristão norte-coreano refugiado Timothy Cho*, o presidente pareceu culpar as forças externas pela situação do país, porém, continuou afirmando que ninguém havia sido infectado pela COVID-19.

Cho, que é colaborador da Portas Abertas, reconheceu que é raro vê-lo fazer um discurso tão sensível. Muitos cristãos em todo o mundo oram pela família Kim, pedindo a Deus que Kim Jong-un perceba a responsabilidade de proteger o povo da fome e perseguição. Cho acrescentou que Cristo pode estar trabalhando na vida do líder, já que ele reconheceu os desafios enfrentados pelos norte-coreanos, o que pode abrir espaço para a comunidade internacional trabalhar com o país. :: LEIA MAIS »

Novos conhecimentos ajudam viúva cristã a sonhar novamente


Peninah recebeu ajuda com alimentos durante a pandemia de COVID-19 e ainda ganhou uma máquina de costura para começar os trabalhos

Peninah recebeu ajuda com alimentos durante a pandemia de COVID-19 e ainda ganhou uma máquina de costura para começar os trabalhos

Hoje é o Dia do Professor e a Portas Abertas agradece a todos que compartilham com os alunos a causa da Igreja Perseguida. Nesta data, também lembramos daqueles que trabalham nos treinamentos, capacitações e alfabetização dos cristãos perseguidos e pedimos a todos que orem pelo fortalecimento e proteção deles. Por meio do conhecimento, muitos seguidores de Jesus estão sendo encorajados a continuar a jornada de testemunhar o amor de Deus.

Peninah é uma das cristãs que viu a vida mudar completamente após a morte do marido, Paul, em 2018, no Quênia. Ele e outros colegas de trabalho foram abordados por militantes do Al-Shabaab, mas por não saber recitar um trecho do Alcorão e ter a fé em Jesus, o cristão foi morto. A jovem viúva de 26 anos ficou sem entender os  planos de Deus para a vida dela, mas encontrou esperança de dias melhores, quando aprendeu a costurar.

Esperança em meio ao luto

Logo que perdeu o esposo, Peninah precisou conseguir sustento para ela e o filho, já que os parentes negaram ajuda. “A vida ficou difícil, eu lutei porque estava sozinha, fiquei sem ninguém para me ajudar. Até conseguir comida era um desafio”, testemunha. Foi então, que conheceu a Portas Abertas e passou a cursar costura e alfaiataria. Ela também participou de um treinamento sobre perseguição e de um seminário sobre trauma. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Estudante cristã é morta em Bangladesh


A jovem havia saído com amigos na noite anterior e teve o corpo encontrado próximo a sua casa no dia seguinte (foto representativa)

A jovem havia saído com amigos na noite anterior e teve o corpo encontrado próximo a sua casa no dia seguinte (foto representativa)

A jovem cristã Rukhia Raut, de 23 anos, sofreu agressão sexual e depois foi morta por extremistas islâmicos. Ela era de uma família pobre do Norte de Bangladesh e cursava o último ano da Universidade Carmichael em Rangpur.

Rukhia havia saído com amigos no dia 5 de outubro, dizendo à família que voltaria no dia seguinte. Ela não retornou para casa e o corpo foi encontrado em uma rua próxima. As mãos e pés da jovem estavam amarrados com o próprio cachecol, os dentes foram quebrados e o rosto foi desfigurado. A polícia acredita que os criminosos machucaram intencionalmente o rosto da jovem para que ninguém pudesse identificá-la.

De acordo com as investigações, um homem muçulmano, Anishul Haque, havia pedido a jovem em casamento. Ele sempre a assediava e ela chegou a escrever em seu diário que estava com medo que ele fizesse algo contra ela. Acredita-se que ele seja o autor do ataque.

Haque e outros dois homens foram presos pela polícia. Eles confessaram o envolvimento no crime durante o interrogatório. Agora, os pais de Rukhia têm medo de abrir um processo contra o assassino da filha, pois não têm dinheiro suficiente e temem a perseguição por parte dos extremistas.  :: LEIA MAIS »

O impacto de um curso pós-trauma para iraquianos


Décadas de guerra e conflito deixaram os cristãos iraquianos com cicatrizes profundas. Por esse motivo, o professor Juwaid* se reúne com líderes religiosos, profissionais da saúde e assistentes sociais a fim de compartilharem o que enfrentam no trabalho diário com os traumatizados. A variedade de contextos e experiências torna a conversa rica.

Juwaid, um psicólogo que fugiu da Síria, está feliz com o entusiasmo dos participantes. “É importante desenvolver a saúde mental e serviços de apoio psicossocial nesse país destruído pela guerra. Há muita necessidade, mas são poucos os profissionais. É por isso que devemos treinar líderes para ajudar a completar os espaços”, disse.

Durante a palestra, Juwaid fala sobre como sobreviventes do conflito possuem alto risco de estresse psicológico e condições que afetam a saúde mental. Muitos cristãos iraquianos testemunharam violência e crimes durante a fuga e vivem com grande incerteza sob condições de pobreza nos campos. Eles também enfrentaram a perda de pessoas e bens materiais. Todas essas condições podem causar traumas.

Mais que uma dor física
Embora haja muito trauma entre os iraquianos, há pouca conscientização. Miray, de 27 anos, é uma das participantes que trabalha no hospital de Qaraqosh como assistente de médico. “Eu vejo muitas pessoas sofrendo de problemas psicológicos e emocionais em vez de doenças físicas. Muitos de nossos pacientes não reconhecem o próprio problema psicossocial, mas percebem uma dor no corpo e vêm por causa dos remédios.”

“O que esses pacientes realmente precisam é de terapia, mas terapeutas são escassos no Iraque”, explica Miray, que também é deslocada de Mossul. Por isso, ela começou um programa de ensino de seis meses. Isso inclui quatro semanas de lições, supervisão do trabalho e sessões de consulta para universitários e seus colegas. Ela não é terapeuta, mas pelo menos pode prover cuidados básico para amigos e familiares.

Mesmo não estando no final do curso, Miray já pode ver os frutos: “Muitas pessoas pedem conselhos e que as ouça. Elas gradualmente confiam em mim e me falam sobre as dificuldades e do estresse que enfrentam. Por causa do curso, sei o que estou fazendo. Eu tento me ater às diretrizes que aprendi para ajudar essas pessoas efetivamente”.

Quer conhecer mais a realidade de deslocados no Iraque? Assista ao vídeo abaixo e conheça a história de Dalia.

“Ao lidar com as histórias dos outros, é importante não esquecer de si mesmo. Nós enfatizamos o autocuidado para construir a resiliência dos participantes e sua capacidade de lidar com estresse no trabalho. Isso os ajudará em seu próprio bem-estar e os exercícios os permitem experimentar o que pode ser útil para aqueles a quem servem”, disse Juwaid. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Sequestro de meninas cristãs é arma de jihadistas no Egito


As meninas cristãs são sequestradas e depois preparadas para se tornarem muçulmanas no Egito (foto representativa)

As meninas cristãs são sequestradas e depois preparadas para se tornarem muçulmanas no Egito (foto representativa)

A desigualdade entre homens e mulheres começa na infância. Por isso, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o dia de 11 de outubro como o Dia Internacional da Menina. Quando as garotas são de alguma minoria religiosa, como a cristã, a situação de vulnerabilidade pode ainda ser pior. A especialista em perseguição da Portas Abertas, Helene Fisher explica que esse tipo de hostilidade afeta diretamente o futuro da jovem.  “Em contextos de severa repressão religiosa, as desigualdades e a violência com que as adolescentes crescem regularmente também são usadas para colocar em risco a liberdade e o futuro das meninas cristãs por causa da fé”.

No Egito, Lisa Romani Mansi foi uma das vítimas da violência. Ela tinha 17 anos quando desapareceu num bairro de Cairo. Desde novembro de 2019, ela nunca mais foi vista e as investigações policiais não tiveram resultado. Sadiya Amos tinha a mesma idade de Lisa quando foi sequestrada por extremistas islâmicos na Nigéria. Ela ficou presa e foi obrigada a se converter ao islã, mas conseguiu escapar.

Guerra “santa” contra adolescentes cristãs

O caso de Lisa é um dos exemplos do relatório “Jihad do útero: Tráfico de mulheres e meninas coptas no Egito”. O documento foi elaborado pela organização Coptic Solidarity e revela como o desaparecimento forçado de meninas coptas é algo generalizado no país. O processo começa com os sequestros das menores, depois são coagidas a se converterem ao islã e a casarem com muçulmanos. Neste período, elas são doutrinadas a respeito da superioridade do islamismo. Este método é eficaz principalmente se a adolescente é de área rural e não tem acessos à boa educação e igrejas. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Governo fecha igreja em Cuba sem justificativa


As igrejas que se negam a se submeter ao governo comunista são perseguidas e interditadas em Cuba (foto representativa)

As igrejas que se negam a se submeter ao governo comunista são perseguidas e interditadas em Cuba (foto representativa)

Todas as reuniões da igreja Jeová Shalom passaram a ser ao ar livre, desde que as autoridades cubanas interditaram o prédio religioso. Os cristãos da cidade de Holguin começaram a ser perseguidos em 2019, mas foi em julho de 2020 que a situação piorou. Os pastores Uberney Aguilar e Yalina Proenza foram ameaçados em seis ocasiões pelo governo e por integrantes do Partido Comunista.

De acordo com o site de notícias Evangelical Focus, os líderes cristãos não tiveram oportunidade de argumentar, nem negociar. “Em vez disso, foi um fechamento retumbante, arbitrário e sem qualquer solução”, explicaram os pastores em entrevista. Há suspeita de que a perseguição à igreja está sendo realizada por um alto funcionário do Partido Comunista que se mudou para o bairro há dois anos.

Os 60 membros da igreja, credenciada às Assembleias de Deus em Cuba, começaram a se reunir em 2017. No ano passado, solicitaram uma permissão para usar uma propriedade de um cristão como sede. Mas, apenas em julho de 2020, eles receberam a resposta negativa. A situação das igrejas cristãs cubanas depende de como elas se submetem e obedecem às ordens do governo. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Mais 3 igrejas são fechadas na Argélia


Antes do fechamento das igrejas na Argélia, o número de pessoas que frequentavam os cultos era crescente e preocupava as autoridades

Antes do fechamento das igrejas na Argélia, o número de pessoas que frequentavam os cultos era crescente e preocupava as autoridades

Em agosto de 2020, mais três igrejas foram fechadas por um tribunal administrativo na ArgéliaA Portas Abertas noticiou o fechamento de diversas igrejas pelo governo em 2019. A ação de lacrar os templos cristãos é resultado de uma portaria que obriga os locais de adoração não muçulmanos a terem uma autorização prévia para funcionamento. Na prática, as autorizações não são emitidas, porque o comitê responsável não se reúne. Apesar disso, mais seis outras comunidades cristãs estão esperando a resposta das autoridades para regularizar o funcionamento.

O governo argelino também continua recusando o pedido de renovação do registro da Associação das Igrejas Protestantes da Argélia (EPA, da sigla em francês). O fato é contraditório às promessas governamentais de aprovar uma nova Constituição que respeite mais os Direitos Humanos. “O problema não é mudar a Constituição, mas é mudar a mentalidade daqueles que governam nosso país”, explica o pastor Salah Chalah, presidente da EPA.

O impacto da nova Constituição para as igrejas

Segundo o líder cristão, o trecho da nova Constituição que prevê a liberdade de crença é bem semelhante ao documento anterior. Mas não altera a lei que obriga os locais de adoração não muçulmanos a terem uma licença especial para funcionamento. “Sabemos que esta lei é repressiva e está destruindo a liberdade. Até que a portaria de 2006 seja revogada, o problema permanecerá como está, e os cristãos ainda sofrerão injustiças e serão prejudicados nos direitos fundamentais e principalmente no de adorar pacificamente”, acrescenta o pastor Chalah. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos no Sudão


Os cristãos perseguidos no Sudão precisam ter entendimento dos princípios bíblicos da perseguição

Os cristãos perseguidos no Sudão precisam ter entendimento dos princípios bíblicos da perseguição

Na Lista Mundial da Perseguição (LMP) 2020, o Sudão se classificou em 7º lugar, com 85 pontos. Nos períodos de análise das listas de 2017 a 2019, a pontuação foi 87. Uma das principais razões pela qual o país caiu dois pontos foi a mudança na situação do país durante a segunda metade do período de análise, causada pela população sudanesa que focou nos protestos contra o governo de al-Bashir.

O extremismo islâmico no país está enraizado na ideologia da Irmandade Muçulmana, defendida pelo fundador do partido que está no poder, Hassan al-Turabi, que ajudou o presidente al-Bashir a consolidar seu poder durante um golpe, em 1989. O governo sudanês não tem trabalhado apenas para formar um Estado islâmico às custas de outros grupos religiosos no país, mas também é acusado de apoiar militantes islâmicos radicais nas últimas três décadas.

A primeira vez que os Estados Unidos rotularam o Sudão como um Estado que financia o terrorismo, em 12 de agosto de 1993, foi por, conhecidamente, abrigar terroristas locais e internacionais e permitir que o país fosse usado como ponto de passagem para terroristas e armas. Osama Bin Laden esteve lá antes de se mudar para o Afeganistão, por exemplo. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Governo chinês paga por informações sobre cristãos secretos


Todas as reuniãos de cristãos, que não foram autorizadas pelo governo chinês, são consideradas ilegais

Todas as reuniãos de cristãos, que não foram autorizadas pelo governo chinês, são consideradas ilegais

A perseguição aos cristãos na China está cada vez mais acirrada. Agora, as autoridades do Escritório de Assuntos Étnicos e Religiosos do condado de Gushi anunciaram uma campanha para recompensar as pessoas que denunciassem atividades religiosas “ilegais”. Cada foto ou vídeo que provem a desobediência vale o equivalente a 72,80 dólares.

Como consequência, a igreja doméstica de Gushi foi acusada de organizar evento religioso sem aprovação do Estado. A denúncia resultou no confisco de propriedades pessoais e da instituição. Além disso, o pastor e a esposa dele foram levados para a delegacia. Em agosto, um acampamento cristão em Henan foi interrompido quando funcionários do governo invadiram o local e determinaram que as atividades que estavam acontecendo eram ilegais. :: LEIA MAIS »

Cristãos indianos são forçados a voltar ao hinduísmo


Os cristãos atacados foram obrigados a participar de rituais de retorno à fé hindu, na Índia

Os cristãos atacados foram obrigados a participar de rituais de retorno à fé hindu, na Índia

Hoje é o Dia Internacional da Não Violência, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em homenagem ao ativista indiano Mahatma Gandhi. Ele foi um dos símbolos do pacifismo, respeito aos direitos humanos e compromisso com a justiça. Muitas mudanças aconteceram na Índia desde que Gandhi viveu, mas a violência no território ainda é comum, principalmente contra os cidadãos que decidem deixar o hinduísmo para seguir a Jesus.

O pastor Raj Singh, a esposa e outros quatro cristãos foram espancados, ameaçados e tiveram parte dos cabelos raspados por uma multidão de extremistas, no estado de Jharkhand. O incidente aconteceu na manhã de 16 de setembro, mas só ganhou atenção da mídia indiana quando um ativista local comentou o caso, após 11 dias. As 80 pessoas que cercaram a casa do líder cristão acusaram o pastor de converter pessoas por meios fraudulentos e matar vacas, um dos deuses hindus.

Em seguida, as cabeças dos cristãos foram raspadas e colocaram guirlandas nos pescoços deles. Todos foram coagidos a pronunciar frases hindus e andar pela aldeia onde moravam. Depois, foram levados para uma comunidade vizinha para fazer um ritual que simbolizava que estavam retornando ao hinduísmo. Então, os cristãos foram entregues para a polícia, sob a acusação de matar vacas. “Eles nos espancaram muito com paus e alegaram que estamos abatendo vacas e vendendo no mercado. Também fomos forçados a cantar ‘Jai Sri Ram’. Quando nos opusemos, eles nos cobriram com guirlandas e nos levaram para a vila vizinha Kumhar Toli e rasparam as cabeças parcialmente”, testemunha o pastor Singh ao portal de notícias The New Indian Express. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos na Jordânia


Na Jordânia, os cristãos têm liberdade aparente, mas os valores islâmicos estão impregnados na sociedade

Na Jordânia, os cristãos têm liberdade aparente, mas os valores islâmicos estão impregnados na sociedade

Os dois tipos de perseguição predominantes na Jordânia são a opressão islâmica e o antagonismo étnico. No país que ocupa a 33ª posição na Lista Mundial da Perseguição 2020, os cristãos recebem uma ilusão de liberdade, mas na verdade as tradições islâmicas estão embutidas na sociedade e impõem restrições à vida cristã.

No geral, a pressão aos cristãos na Jordânia, principalmente convertidos do islamismo, está em um nível muito alto e a média da pontuação subiu levemente quando comparado ao ano anterior. A pressão está em níveis muito altos em todas as esferas da vida, com exceção da família, que alcançou um nível extremo e afeta especialmente convertidos ao cristianismo. Já a pontuação para violência diminuiu de 3,0 para 1,7.

O monitoramento por parte do governo é comum e cristãos ex-muçulmanos podem enfrentar marginalização e violência por parte da família. Mais e mais jordanianos estão se tornando radicais, aderindo à ideologia do Estado Islâmico, o que coloca os cristãos sob risco ainda maior. A sociedade jordaniana é basicamente tribal, principalmente fora das grandes cidades. Depois da guerra de 1967 com Israel, a Jordânia ficou dividida entre puros jordanianos do Ocidente e palestinos-jordanianos da Cisjordânia. É provável que cristãos de ascendência palestina enfrentem dupla desvantagem. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristã falece e deixa quatro filhos pequenos na Índia


Sujata e os quatro filhos foram beneficiados com a distribuição de alimentos durante a pandemia da COVID-19 na Índia

Sujata e os quatro filhos foram beneficiados com a distribuição de alimentos durante a pandemia da COVID-19 na Índia

A Portas Abertas lamenta a morte da cristã Sujata*, na Índia, e pede oração pelos quatros filhos dela, que já perderam o pai há alguns anos. Segundo um parceiro local, a cristã de 30 anos estava com uma infecção de garganta e faleceu após alguns dias. “Estamos chocados ao ouvir isso, pois ela não nos contou que o estado de saúde era crítico”, lamenta.

Sujata teve um encontro com Cristo há alguns anos e sempre enfrentou perseguição dos familiares e amigos. Quando o esposo faleceu, a comunidade expulsou a cristã e os quatro filhos da vila onde moravam. Os parentes também negaram ajuda à família. “Ela costumava trabalhar como diarista e também como empregada doméstica para cuidar dos filhos pequenos”, explica o cristão.

O filho mais velho da cristã é Raj*, de 10 anos, as outras três meninas Seema*, Reena* e Diya* são bem mais novas, e estão sob os cuidados dos cristãos da igreja que Sujata frequentava. “Ela veio aos nossos programas de treinamento e foi uma participante ativa, disposta a ajudar sempre que possível. Costumava trabalhar muito, provavelmente isso afetou a saúde dela. Sujata queria educar os filhos adequadamente e estava sempre se empenhando para isso”, completa. :: LEIA MAIS »

Cristãos são excluídos de ajuda humanitária no Vietnã


No Vietnã, cristãos foram excluídos de ajuda governamental, mas receberam auxílio dos parceiros da Portas Abertas

No Vietnã, cristãos foram excluídos de ajuda governamental, mas receberam auxílio dos parceiros da Portas Abertas

Além de mortes e de colapsos dos sistemas de saúde, a pandemia da COVID-19 aumentou a vulnerabilidade de muitas pessoas que já lutavam para não passar fome. No Vietnã, a população necessitada ganhou apoio financeiro do governo, com valores equivalentes a 33 dólares por pessoa. Porém, 13 famílias cristãs ficaram de fora da ajuda humanitária. “Este apoio é apenas para as famílias que seguem o governo, não inclui os cristãos que seguem a Deus”, justificaram as autoridades locais.

Os cristãos excluídos trabalhavam em oficinas de carpintaria e com construção, mas foram obrigados a voltar às comunidades de origem porque perderam os empregos durante a pandemia. Além disso, as chuvas torrenciais provocaram inundações e deslizamentos de terra e danificaram as plantações deles.

De acordo com testemunhas locais, não é comum que o governo negue ajuda a cristãos, mas isso varia com as lideranças das aldeias, onde os chefes locais é que “fazem as leis”. Porém, enquanto muitos irmãos e irmãs são deixados de fora da assistência social, a Portas Abertas providenciou ajuda financeira aos necessitados. “As autoridades locais não me incluíram porque sou cristão. Quero agradecer a todos por suas orações e por ajudar minha família e meus filhos a terem comida”, reconhece Gya*, um dos beneficiados. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: A perseguição aos cristãos na Nigéria


A pontuação da violência no mesmo período está muito estável, porém, com nível extremo, visando cristãos

A pontuação da violência no mesmo período está muito estável, porém, com nível extremo, visando cristãos

Nigéria é um gigante na África repleto de problemas complicados. Devido ao seu tamanho e recursos humanos e naturais, tem potencial para ser uma força enorme no continente. No entanto, a instabilidade política, a insegurança e a corrupção desenfreada que caracterizaram o país durante décadas ainda persistem e enfraquecem a Nigéria consideravelmente. A média de pressão aos cristãos na Nigéria está em um nível muito alto de 12,7, a mesma pontuação do ano anterior.

Todas as esferas da vida pontuaram acima de 11 pontos, sendo que o máximo é 16,7, por isso considera-se que a pressão está em um nível muito alto em todas elas. O índice é mais alto na comunidade (13,4) e a pontuação para violência está na pontuação máxima possível (16,7), a mesma comparada ao ano anterior.

A perseguição aos cristãos tem sido estável, porém se mantém em um nível muito alto, com os níveis mais altos nos períodos de análise de 2019 e 2020. A comunidade tem marcado 13 pontos ou mais. Embora as diferenças sejam limitadas, principalmente entre comunidade, nação e igreja, o que é um reflexo de que a perseguição aconteça em comunidades locais onde atores não estatais têm um papel-chave.

A média de pressão tem sido consistentemente muito alta, marcando acima de 12 nos últimos cinco anos, chegando a 12,7 nos dois últimos períodos. A pontuação da violência no mesmo período está muito estável, porém com nível extremo, visando cristãos. Nos últimos três anos o país teve pontuação máxima em violência. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristão egípcio é preso por “blasfemar” contra o islã no Facebook


Cristão egípcio foi preso enquanto trabalhava na farmácia que tinha há 30 anos (foto representativa)

Cristão egípcio foi preso enquanto trabalhava na farmácia que tinha há 30 anos (foto representativa)

Uma opinião religiosa no Facebook custou a liberdade de um cristão no Egito. Em agosto, o homem que prefere não se identificar foi detido sob a acusação de insultar o islã na rede social. Apesar da ausência de provas, o seguidor de Jesus continua preso aguardando a decisão judicial.

De acordo com a esposa do farmacêutico, ele não sabe usar o Facebook e nem tem familiaridade com tecnologia. No dia da prisão, a farmácia do cristão foi invadida pela polícia, que prendeu a filha e ele. No dia seguinte, a filha foi solta e testemunhou que uma multidão furiosa também cercou o estabelecimento no momento da detenção.

“Meu marido é um homem muito pacífico. Ele tem a farmácia há mais de 30 anos e atende cristãos e muçulmanos. E nunca teve problemas com ninguém”, explica a esposa. Ela acredita que outras pessoas postaram as mensagens ofensivas em nome do marido e suspeita de que foram extremistas islâmicos, que abriram duas farmácias próximas a do cristão. “Talvez alguém queira prejudicar os negócios do meu marido para ajudar os concorrentes”, revela.

Para o advogado do cristão, a situação foi forjada. Já que no momento da prisão, o policial pegou o celular do farmacêutico, imprimiu a postagem e colocou dentro de um envelope. Mais tarde, o oficial afirmou que encontrou a prova dentro de uma gaveta da farmácia. Além disso, as filmagens do sistema de vigilância, que poderiam funcionar como provas, foram retiradas do local. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Arábia Saudita oprime mulheres e nega liberdade religiosa


Mulheres da Arábia Saudita têm os direitos negados pelas leis governamentais

Mulheres da Arábia Saudita têm os direitos negados pelas leis governamentais

Em 23 de setembro de 1932, o reino da Arábia Saudita foi proclamado, indicando que várias tribos, emirados e xerifados da Península Arábica seriam governados pela família Saud. O maior país do Oriente Médio também é o número um em produção de petróleo do mundo. Apesar de manter boas relações com os Estados Unidos e demais países do Ocidente, e desejar ser visto como líder do mundo árabe e do islamismo, nos quesitos liberdade religiosa e igualdade de gênero está longe de ser um exemplo mundial.

A representante da Dinamarca no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas em Genebra, Suíça, pediu que a Arábia Saudita libertasse todos os detidos políticos, juntamente com defensores dos direitos das mulheres, presos desde 2018. “Os direitos básicos das mulheres são severamente limitados na Arábia Saudita”, explica um porta-voz da Portas Abertas.

Inaptas para tomar as próprias decisões

Segundo ele, as mulheres do país ainda são dependentes dos homens para exercerem direitos comuns a todos os cidadãos. “As limitações mais severas estão ligadas ao sistema de tutela, sob o qual as mulheres são legalmente consideradas menores de idade e precisam de um tutor para tomar decisões críticas em seu nome”, revela.

Apesar da lei permitir que as sauditas possam viajar e obter passaporte sem a permissão do tutor, a implementação do novo direito é lenta e muitas vezes inexistente, ainda mais em regiões onde as famílias são conservadoras. Se para as mulheres islâmicas a situação é difícil, quando o assunto envolve cristãs ex-muçulmanas fica ainda pior. “As consequências podem ser terríveis, incluindo abusos graves se o tutor homem desaprovar a decisão delas. E há pouca esperança de escapar e buscar proteção em uma situação tão abusiva”, diz o porta-voz. :: LEIA MAIS »

Tráfico de pessoas e exploração sexual: seja a voz dos oprimidos


Na Nigéria, Ruth foi sequestrada pelo Boko Haram e teve dois filhos com um soldado extremista. Mas conseguiu fugir e ter a vida restaurada por Deus

Na Nigéria, Ruth foi sequestrada pelo Boko Haram e teve dois filhos com um soldado extremista. Mas conseguiu fugir e ter a vida restaurada por Deus

Em 23 de setembro de 1999, os países participantes da Conferência Mundial de Coligação contra o Tráfico de Mulheres escolheram a data como o Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças. A ação foi inspirada na Argentina, que em 1913, promulgou a Lei Palácios, criada para punir quem promove ou facilita a prostituição e a corrupção de menores de idade. Isso motivou outros países a protegerem a população, sobretudo mulheres e crianças, contra a exploração sexual e o tráfico de pessoas.

Apesar de ser um crime internacional, em muitos países a exploração sexual e o tráfico de mulheres e crianças ainda é uma ferramenta de perseguição contra cristãos. A Nigéria, por exemplo, é um dos países que registra esse tipo de atividade com frequência. O Boko Haram, principal grupo extremista do país, costuma sequestrar mulheres e, em seus cativeiros, abusa delas. Muitos são os relatos de mulheres que tiveram “filhos do Boko Haram”, divulgados até mesmo pela mídia internacional.

Uma história de dor e restauração

A cristã Ruth* foi sequestrada pelo grupo extremista quando tinha 14 anos, durante uma invasão ao vilarejo onde vivia, no estado de Adamawa. “O primeiro ano foi um inferno. Cada dia que retornavam dos ataques, os soldados do Boko Haram batiam em nós e nos estupravam. Meu corpo inteiro estava coberto de feridas e eu fiquei muito magra porque eles não nos davam comida suficiente. Eles nos disseram para negar a Cristo e nos tornarmos muçulmanas se quiséssemos ser mais livres no acampamento. Recusei-me a negar a Cristo e continuei chorando e orando para Deus me resgatar”, testemunha a cristã.

Porém, Ruth se cansou de esperar o alívio para a aflição e decidiu aceitar o islamismo: “Minha decisão tirou parte do meu sofrimento físico, mas ainda estava péssima. Quando éramos levadas para fazer a salat (oração islâmica), eu recitava o Salmo 23 em meu coração. Eu ainda queria acreditar que Jesus era meu bom pastor”. Em 2017, a nigeriana conseguiu fugir e voltar para a casa dos pais, mas agora ela carregava um bebê chamado Samaila com ela. “Meu pai começou a me tratar como uma infiel por causa do meu filho e do bebê que carregava no ventre. Ele dizia: ‘Não quero ver você nem esse menino perto de mim’. Essas palavras partiram meu coração”, recorda Ruth. :: LEIA MAIS »



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