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O Brasil que está aprendendo a orar


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Como ser cristã durante o Ramadã?


Naida recebe e visita parentes, amigos e vizinhos durante o Ramadã e aproveita para compartilhar sobre Jesus (foto representativa)

Naida recebe e visita parentes, amigos e vizinhos durante o Ramadã e aproveita para compartilhar sobre Jesus (foto representativa)

Desde pequena, Naida* costumava celebrar o período do Ramadã com a família na Ásia Central. Ela visitava vizinhos, parentes, amigos e também recebia convidados em casa. Como uma boa muçulmana, ficou enfurecida quando os filhos dela tiveram um encontro com Jesus, na década de 1990.

“Para ser honesta, eu estava preocupada com a segurança deles, porque tínhamos muitos parentes e todos eles eram muçulmanos. Pensei que meus filhos poderiam ser agredidos ou até mesmo mortos pelo pai ou tios”, revela.

O medo da violência não era infundado, já que Naida foi vítima de agressões do marido. Na época, a União Soviética estava em colapso e a família enfrentava muitos problemas financeiros. “Por causa do meu medo, me tornei a principal fonte de perseguição para meus filhos. Tentei impedi-los de visitar a igreja e os forcei a ficar em casa. Joguei fora livros cristãos e Bíblias, os ameacei e até agredi só para forçá-los a serem muçulmanos novamente. Eu não sabia que Deus os protegia”, reconhece. :: LEIA MAIS »

Interceda por casos de perseguição no Quirguistão


As comunidades muçulmanas no Quirguistão pressionam os cristãos do país a abandonar a fé em Jesus

As comunidades muçulmanas no Quirguistão pressionam os cristãos do país a abandonar a fé em Jesus

Através de parceiros locais, a Portas Abertas soube de novos casos de perseguição aos cristãos no Quirguistão, em fevereiro deste ano. No país, as autoridades locais têm um poder considerável e tendem a estar sob a influência da comunidade muçulmana local, o que afeta os seguidores de Jesus. Os cristãos nativos de origem muçulmana suportam o peso da perseguição. Alguns são presos por longos períodos pelas famílias e agredidos. Professores islâmicos locais pregam contra eles e podem fazer com que sejam expulsos das comunidades. Confira três relatos de cristãos perseguidos no Quirguistão.

Família enfrenta pressão na aldeia

Uma cristã de 75 anos aceitou Jesus junto com os familiares e todos eles vivem juntos em uma pequena vila do país. Toda a família está sob constante pressão e ameaças de aldeões e parentes. Na aldeia, uma feiticeira está pressionando os moradores e parentes a não seguir outra crença diferente da praticada pelos moradores locais. Os aldeões pediram que a família abrisse mão da fé ou se mudasse para outro lugar.

Eles não são aceitos nessa aldeia, ninguém está se comunicando com eles; os netos têm dificuldades na escola. O filho pediu um empréstimo, para que eles manterem a fazenda, mas foi negado. Como precisam de dinheiro, ele agora encontrou um emprego longe como agente de segurança. A família da cristã nunca foi a uma igreja depois de aceitar Jesus, mas é como se fossem convertidos há muito tempo.

Uma das filhas da cristã disse a um parceiro da Portas Abertas: “Antes dessas dificuldades eu não sabia que as pessoas, especialmente parentes próximos, são tão más, e que Deus é tão cheio de amor. Então, vamos ficar aqui, mesmo que não vamos a uma igreja; somos seus filhos e sempre acreditaremos em Deus”. :: LEIA MAIS »

Corpo de cristão é encontrado no rio Nilo no Egito


Muitos homens cristãos são sequestrados no Egito porque os criminosos esperam receber uma quantia em dinheiro como resgate

Muitos homens cristãos são sequestrados no Egito porque os criminosos esperam receber uma quantia em dinheiro como resgate

O cristão Girgis Nan Yacoub, de 32 anos, morava na região de Sohag, no Egito, e era diácono na igreja que frequentava. No dia 20 de fevereiro, Yacoub foi sequestrado e há um mês os familiares procuravam pelo cristão. No dia 22 de março, o corpo de Yacoub foi encontrado boiando no rio Nilo e com sinais aparentes de tortura.

É comum que cristãos no Egito, principalmente em áreas rurais, sejam alvos de sequestros. Enquanto algumas meninas e mulheres nas aldeias podem ser sequestradas para convertê-las ao islã e casá-las forçadamente com muçulmanos, alguns homens cristãos são sequestrados para que os criminosos consigam dinheiro com o resgate. Muitos sequestradores acreditam que as igrejas pagariam altos valores pelos resgates. A família de Yacoub não foi capaz de pagar o resgate, em resposta ele foi morto pelos captores.

O Egito ocupa o 16º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, onde os cristãos são pressionados a abandonar a fé em Jesus. De acordo com os parceiros da Portas Abertas no país, houve um aumento nos casos de sequestro. O número total de casos registrados no período de 1 de outubro de 2019 até 30 de setembro de 2020 foi de 53. Mas, desde 1 de outubro de 2020 até hoje, apenas na metade do período de pesquisa, já foram registrados 63 casos. :: LEIA MAIS »

Os dez lugares mais perigosos para os cristãos


Atualmente, mais de 340 milhões de cristãos são perseguidos no mundo por razões relacionadas à fé em Jesus

Lista Mundial da Perseguição 2021 mostra que, hoje, mais de 340 milhões de pessoas no mundo enfrentam perseguição e discriminação por causa da fé. Um em cada oito cristãos é alvo de perseguição, sendo discriminados e atacados por seguir a Jesus. Em diversos países, a perseguição é uma realidade e é muito difícil viver como cristão. Em muitos lugares, tomar a decisão de seguir a Jesus é uma escolha que coloca a vida em risco. Além disso, em 2020, a pandemia da COVID-19 revelou o horror da perseguição de novas formas, como famílias cristãs que tiveram negada a ajuda do governo que precisavam para sobreviver. Veja abaixo os dez lugares mais perigosos para os cristãos.  :: LEIA MAIS »

A liberdade religiosa continua a ser um problema nas Maldivas


Mesmo com as recomendações da ONU, os líderes das Maldivas não se preocuparam em garantir liberdade religiosa

Mesmo com as recomendações da ONU, os líderes das Maldivas não se preocuparam em garantir liberdade religiosa

As Maldivas disseram ao Conselho de Direitos Humanos da ONU que continuarão a melhorar seu registro de direitos humanos, mas rejeitam as recomendações de liberdade religiosa. O país respondeu às recomendações dos estados-membros da ONU e organizações da sociedade civil como parte de sua Revisão Periódica Universal (UPR, da sigla em inglês) perante o Conselho. A UPR permite que o Conselho revise periodicamente os registros de direitos humanos de todos os 193 estados-membros da ONU.

Das 259 recomendações recebidas, 187 foram aceitas e cinco parcialmente aceitas, enquanto as restantes foram apenas observadas, principalmente porque as questões levantadas eram inconsistentes com a Constituição do país, disse o representante das Maldivas na ONU. A Constituição das Maldivas afirma que o islã sunita é a religião do Estado e que todos os cidadãos devem ser muçulmanos. Abandonar o islã – ato chamado de apostasia – é ilegal e a punição inclui perda de cidadania e pode incluir a pena de morte. Criticar o islã também é visto como um crime.

A Aliança Evangélica Mundial (WEA, sigla em inglês), rede internacional de igrejas e organizações cristãs, apresentou um relatório como parte da UPR em que apontou as principais preocupações em relação ao estado de liberdade religiosa no país 100% muçulmano. “De acordo com o direito internacional dos direitos humanos, a liberdade de ter ou adotar a religião ou a crença de sua escolha é um direito absoluto e não são permitidas limitações”, disse o relatório da WEA ao pedir ao governo das Maldivas que esclarecesse como concilia a negação da liberdade religiosa internamente com sua assinatura em convênios internacionais que obrigam o país a permitir a liberdade religiosa.  :: LEIA MAIS »

Ataque em Moçambique deixa mortos e feridos


A aldeia em Cabo Delgado, Moçambique, foi atacada e ainda não se sabe o número exato de vítimas (foto representativa)

A aldeia em Cabo Delgado, Moçambique, foi atacada e ainda não se sabe o número exato de vítimas (foto representativa)

No dia 24 de março, um grupo extremista invadiu a aldeia de Palma, na província de Cabo Delgado, em Moçambique. Além da invasão, o grupo radical islâmico Ansar al-Sunna realizou uma série de ataques deixando dezenas de cidadãos mortos e feridos. Com os ataques, muitos cidadãos também foram forçados a fugir da região.

“As Forças de Defesa e Segurança registraram a morte de sete pessoas da região, que foram surpreendidas pelos extremistas enquanto tentavam fugir da região durante o ataque”, conta Omar Saranga, porta-voz das Forças de Defesa e Segurança de Moçambique. De acordo com o portal de notícias britânico The Guardian, os moradores da aldeia tentaram fugir pelo mar, mas fracassaram e realizaram uma fuga em um comboio de veículos, mas foram emboscados pelos criminosos.

Ainda de acordo com o portal, dos 17 veículos que faziam parte do comboio, apenas sete chegaram em segurança. Os integrantes dos demais carros foram mortos pelos agressores durante a emboscada. Testemunhas locais disseram que as ruas de Palma foram tomadas pelos corpos dos cidadãos mortos nos ataques.  :: LEIA MAIS »

Cristãos são sequestrados a caminho de comemoração da Páscoa na Nigéria


Os cristãos viajavam para se preparar para uma programação de Páscoa quando homens armados pararam o ônibus e os levaram em outro veículo

Os cristãos viajavam para se preparar para uma programação de Páscoa quando homens armados pararam o ônibus e os levaram em outro veículo

Cerca de oito cristãos foram sequestrados por homens armados na última sexta-feira enquanto viajavam em um ônibus para uma programação da igreja no estado de Kaduna, na Nigéria. Os membros da Igreja Cristã Redentora de Deus estavam viajando para se preparar para as celebrações de Páscoa da igreja em Kafanchan quando um atirador os retirou do ônibus e os levou em um veículo, disse um porta-voz da igreja ao portal de notícias nigeriano The Punch.

Um usuário teria postado uma foto no ônibus vazio no Facebook e disse que todos os passageiros foram sequestrados ao longo da Kachia Road. O pastor Olaitan Olubiyi, chefe de mídia e relações públicas da igreja, confirmou o sequestro. De acordo com a agência de notícias nigeriana, o pastor disse que o ministério está trabalhando com agências de segurança para garantir o retorno dos sequestrados.

“Nos sentimos tristes com a notícia do sequestro e o melhor que podemos fazer é orar para que Deus intervenha, e esses irmãos voltem para casa para seus entes queridos. Como igreja, estamos orando agora e pedindo a Deus que tome conta da situação”, disse Olubiyi ao The Punch. A polícia iniciou uma busca pelos cristãos sequestrados, e os sequestradores exigiram o pagamento de um resgate da igreja, informou o jornal Vanguard Daily:: LEIA MAIS »

Vivenciando a paz de Deus em meio à perseguição


Sarita e a irmã são as únicas cristãs da família e enfrentam perseguição no Nepal

Sarita e a irmã são as únicas cristãs da família e enfrentam perseguição no Nepal

A cristã Sarita* vive com os pais e os irmãos no Nepal, onde lida com a perseguição. Apenas ela e uma das irmãs seguem a Jesus e se converteram após testemunhar a cura de uma cristã que sofria de uma doença mental. Ao conhecer o evangelho, Sarita e a irmã foram batizadas e passaram a ser perseguidas pela própria família. Elas foram ameaçadas e forçadas a seguir rituais hindus durante festivais.

Em algumas ocasiões, elas foram agredidas enquanto iam para a igreja e, muitas vezes, tiveram as Bíblias rasgadas. Por causa disso, elas começaram a viver separadamente em um quarto alugado. Mas o irmão das cristãs entrou no quarto, jogou fora todos os pertences e trancou o quarto, não permitindo que elas permanecessem lá. Então ele as arrastou à força e as levou para casa, as forçando a fazer as tarefas domésticas.

Mais tarde, elas foram obrigadas a sair da casa por causa de mais agressões e perseguições. Sarita e a irmã estão vivendo separadamente em outro lugar, longe da família. Apesar da severa perseguição, elas são firmes na fé. “Quando meu irmão me bateu, senti dor no corpo por algumas vezes, mas depois, não senti dor; em vez disso experimentei paz e alegria em meu coração. É porque Deus sempre esteve comigo e me confortou. Estou sempre pronta para suportar as dores que tenho por amor a Cristo”, testemunha Sarita.  :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristão é preso na Argélia


As igrejas cristãs na Argélia permanecem fechadas e o número de prisões de cristãos tem aumentado (foto representativa)

As igrejas cristãs na Argélia permanecem fechadas e o número de prisões de cristãos tem aumentado (foto representativa)

Hamid, um cristão de 43 anos, casado e com quatro filhos se converteu ao cristianismo em 2001, na Argélia. Em 2018, ele compartilhou uma caricatura do profeta do islã em uma conta nas redes sociais. No dia 20 de janeiro de 2021, ele foi convocado pela polícia para uma investigação, em que foi acusado de insultar o líder islâmico.

No dia 21 de janeiro, ele foi julgado por blasfêmia e recebeu a pena máxima – cinco anos de prisão. No dia 22 de março, o tribunal de apelações do país confirmou a sentença. Os parceiros da Portas Abertas na Argélia ainda não sabem se o cristão recorrerá da sentença à Suprema Corte.

Várias acusações e punições semelhantes foram relatadas contra outros seguidores de Jesus no país. No dia 27 de fevereiro, o pastor Rachid Seghir e Nouh Hamimi foram condenados por propagar o evangelho. Eles foram condenados a dois anos de prisão e multados. O recurso deles será julgado em 18 de abril.

Dois cristãos de origem muçulmana da área de Cabília foram recentemente condenados por blasfêmia, recebendo sentenças de seis meses e três anos, respectivamente. Além disso, em meados de fevereiro, as autoridades permitiram a reabertura dos locais de culto que haviam sido fechados devido às restrições da pandemia da COVID-19. No entanto, as igrejas cristãs permanecem fechadas e não foram incluídas na ordem de abertura. :: LEIA MAIS »

Cristãos são feridos em ataque a igreja na Indonésia no Domingo de Ramos


Igreja é atacada na Indonésia por dois homens-bomba, deixando mais de dez feridos e um morto (imagem: Reuters)

Igreja é atacada na Indonésia por dois homens-bomba, deixando mais de dez feridos e um morto (imagem: Reuters)

Na manhã de hoje, cristãos foram surpreendidos por uma explosão enquanto saíam de uma igreja em Makassar, Sulawesi do Sul, Indonésia. A polícia disse a repórteres que dois homens-bomba tentaram entrar no templo antes de uma explosão acontecer na entrada lateral da igreja.

Sam (pseudônimo)colaborador da Portas Abertas no Sudeste Asiático, conta: Alguns cristãos foram gravemente feridos e todos os presentes ficaram traumatizados. Suas vidas nunca mais serão as mesmas. Pedimos à igreja em todo o mundo que ore por seus irmãos e irmãs em Makassar”.

Um segurança abordou um dos supostos terroristas, que chegou de moto e tentou entrar na igreja. Imagens de câmeras de segurança mostraram fumaça e destroços lançados na estrada devido à explosão.

De acordo com o canal de TV News Asia, cinco membros da equipe da igreja e quatro fiéis estão entre os feridos. Eles disseram que havia poucas pessoas assistindo à missa devido às restrições da COVID-19. Sam acrescentou: “Na Indonésia, a situação dos cristãos tem piorado nos últimos anos. É importante estar ao lado deles quando sofrem. Eles devem saber que não estão sozinhos”. Parceiros da Portas Abertas na Indonésia estão no local avaliando a situação e fornecerão mais atualizações conforme surgirem.  :: LEIA MAIS »

Acampamento rohingya é incendiado em Bangladesh


Após o incêndio aos campos rohingya em Bangladesh, os refugiados retornaram ao local para ver os danos causados pelo fogo (foto: Reuters)

Após o incêndio aos campos rohingya em Bangladesh, os refugiados retornaram ao local para ver os danos causados pelo fogo (foto: Reuters)

No dia 22 de março, chamas tomaram conta de cinco campos rohingya, em Bangladesh. De acordo com fontes locais, mais de 10.000 casas improvisadas foram queimadas, cerca de 45.000 pessoas ficaram desabrigadas. Além disso, onze pessoas foram mortas e mais de 500 ficaram feridas. Ainda não se sabe ao certo o número de desaparecidos.

As crianças e idosos foram os mais feridos e a maioria das vítimas mortas também eram crianças. De acordo com as notícias, esses campos eram bem povoados e as casas improvisadas, construídas com bambu e lona. Os lares foram construídos muito próximos uns dos outros. Então, quando o fogo começou, juntamente com a falta de água, as casas foram queimadas em poucos minutos.

Os caminhos de saída dos campos também eram estreitos, o que dificultou a saída e muitas pessoas se machucando enquanto tentavam fugir das chamas. Mas eles conseguiram escapar apenas com as roupas que estavam usando e todo o resto foi deixado para trás. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Ataque deixa dezenas de mortos no Níger


Esse não é o primeiro ataque liderado por grupos radicais no Níger desde o início do ano (foto representativa)

Esse não é o primeiro ataque liderado por grupos radicais no Níger desde o início do ano (foto representativa)

No dia 21 de março, homens armados em motocicletas invadiram três aldeias no Sudoeste do Níger, matando cerca de 137 pessoas em ataques coordenados. Os agressores atacaram os vilarejos de Intazayene, Bakorat e Wistane, e outros vilarejos na região de Tahoua, na fronteira com o Mali. De acordo com parceiros da Portas Abertas no local, o número de mortes deve aumentar. Os líderes do país decretaram três dias de luto nacional após o ataque.

Embora ninguém tenha reivindicado a responsabilidade por esse ataque, o grupo Estado Islâmico Grande Saara é visto como autor do ataque, pois já realizou diversos ataques nesta área, localizada perto das fronteiras do Níger, Mali e Burkina Faso. Os parceiros no local ainda não sabem se existem cristãos entre as vítimas, mas é preocupante o fato de que esses ataques desafiam a coesão religiosa e social pela qual o Níger é conhecido há muitas décadas.

Os atacantes têm uma agenda expansionista islâmica e querem estabelecer um califado. À medida que esses grupos radicais islâmicos buscam esse objetivo, eles trabalham para interromper a coesão social colocando pessoas de diferentes grupos étnicos umas contra as outras. Exemplos disso podem ser encontrados em Burkina Faso, onde o pico da violência radical muçulmana colocou pessoas de diferentes grupos étnicos umas contra as outras.  :: LEIA MAIS »

Cristãs são luz em meio às trevas da prisão no Irã


Em 2009, Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh foram presas porque se converteram e eram ativas na igreja local

Em 2009, Maryam Rostampour e Marziyeh Amirizadeh foram presas porque se converteram e eram ativas na igreja local

No Dia Internacional do Direito à Verdade sobre Graves Violações aos Direitos Humanos e da Dignidade das Vítimas, a população mundial se concentra em entender a importância de investigações em locais onde as pessoas enfrentam todo tipo de violência. A partir disso, são tomadas decisões para corrigir as ações que ferem a dignidade de todo ser humano e fazer justiça em nome daqueles que sofreram a violação dos próprios direitos. De acordo com a cristã Maryam Rostampour, um dos piores lugares da terra é a prisão de Evin em Teerã, Irã. No local, os prisioneiros são torturados por meio de privação de sono, estupro, eletrochoque e agressões.

A cristã e Marziyeh Amirizadeh cumpriram pena em Evin, porque são convertidas e eram ativas em uma igreja no Irã. Em entrevista a um jornal britânico em 2017, elas contaram que os dias demoram a passar na prisão e a o medo da violência é constante. Mas apesar do sofrimento, elas têm a esperança de que Deus está no controle e tem um plano para elas em Evin. “Deus tem um propósito para estarmos neste lugar escuro”, disse Marziyeh ao canal de notícias Alarabiya. Nos primeiros dias na prisão, elas oravam pela libertação, mas com o passar dos dias, entenderam que precisavam compartilhar sobre Jesus com outras mulheres, algumas eram sem-teto e tinham problemas com drogas.

“Deus nos deu oportunidade de compartilhar a mensagem do cristianismo com as pessoas que precisam ouvir mais”, reconhece Maryam. As duas amigas já apresentaram Jesus para centenas de prisioneiras e algumas carcereiras. No Irã, elas estão mais livres para compartilhar a fé dentro da prisão do que fora dela. Outras cristãs que estiveram detidas por causa da fé são Fatemeh Bakhteri e Rokhsareh Ghanbari. Ambas foram sentenciadas a um ano de reclusão por propagandas contra o regime e o sistema. A primeira cristã também ficou em Evin, já a segunda cumpriu a pena em Karaj.

Pedidos de oração

  • No Dia Internacional do Direito à Verdade sobre Graves Violações aos Direitos Humanos e da Dignidade das Vítimas, ore para que a justiça prevaleça e as pessoas sejam tratadas com dignidade, conforme são imagem e semelhança de Deus.
  • Interceda pelos cristãos presos no Irã por causa do evangelho. Peça que Deus encha-os de coragem, alegria e esperança, para que testemunhem do amor dele mesmo nessas situações.
  • Clame para que as autoridades, que concordam com a violação dos direitos dos cristãos presos, encontrem Jesus e tenham as vidas mudadas por ele.

Fonte: Portas Abertas

Neste Dia da República, ore pelo Paquistão


No Paquistão, país que ocupa o 5º lugar na LMP, os cristãos são vistos como inferiores e lidam com perseguição extrema

No Paquistão, país que ocupa o 5º lugar na LMP, os cristãos são vistos como inferiores e lidam com perseguição extrema

Hoje é celebrado o Dia da República do Paquistão, data que marca o início da nação, em 1940. Há 81 anos, a Declaração de Lahore foi assinada, garantindo a unidade e independência do país. O Paquistão é um dos maiores países islâmicos do mundo, o que faz com o que a maioria islâmica exerça pressão sob a minoria cristã. A grande parte dos cristãos vive na província de Punjab, onde ocorre a maioria dos incidentes de perseguição.

Os seguidores de Cristo no país enfrentam perseguição extrema em todas as áreas da vida e os convertidos do islã enfrentam maiores níveis de hostilidade. Todos os cristãos são considerados cidadãos de segunda classe e recebem empregos considerados inferiores e podem até ser vítimas de trabalho forçado. As igrejas cristãs existem, mas as que são ativas no evangelismo enfrentam severa perseguição da sociedade. Até os mais jovens enfrentam a hostilidade por amor a Cristo. As meninas cristãs correm o risco de sequestro e abuso sexual e, muitas vezes, são forçadas a se casarem com os agressores e a se converterem ao islã. 

No país, que ocupa o 5º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, os cristãos lidam com a perseguição vinda de oficiais do governo, grupos religiosos violentos, líderes religiosos não cristãos, amigos, familiares, líderes de grupos étnicos, redes criminosas e muito mais. Os principais tipos de perseguição são paranoia ditatorial, opressão islâmica, hostilidade etno-religiosa, corrupção e crime organizado. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristãos são presos na Eritreia


Na Eritreia, muitos cristãos são presos por não abdicarem da fé em Jesus

Na Eritreia, muitos cristãos são presos por não abdicarem da fé em Jesus

No início do mês, a Portas Abertas noticiou a libertação de 21 cristãs que haviam sido presas na Eritreia há cerca de três anos, e agradecemos a Deus pela libertação. Mas, na semana passada, novas prisões de cristãos aconteceram no país e 21 fiéis foram presos na área residencial Mai Chehot da capital Asmara.

Fontes locais ainda não sabem detalhes sobre o motivo da prisão dos seguidores de Cristo, ou para onde foram levados e as circunstâncias que eles podem estar enfrentando. Os cristãos presos no país são mantidos pelo governo em péssimas condições e muitos ficam enclausurados em contêineres em temperaturas altas. Milhares de cristãos foram detidos e presos nos últimos anos, alguns dos quais estão na prisão há mais de dez anos.

A Eritreia ocupa o 6º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021 e os seguidores de Jesus no país enfrentam perseguição em níveis extremos em todas as esferas da vida. A perseguição vem dos amigos e familiares, grupos criminosos, líderes não cristãos e autoridades do país. Muitos são presos por não abdicarem da fé e centenas permanecem detidos.  :: LEIA MAIS »

Cristão com Doença de Parkinson é convocado a prisão no Irã


Homayoun Zhaveh e Sara Ahmadi foram acusados de participar de igrejas domésticas e cumprirão pena no Irã (foto: Article18)

Homayoun Zhaveh e Sara Ahmadi foram acusados de participar de igrejas domésticas e cumprirão pena no Irã (foto: Article18)

Homayoun Zhaveh e a esposa Sara Ahmadi são um casal de cristãos no Irã que aguardam a convocação das autoridades para se apresentarem à prisão. O casal é acusado de participar e liderar cultos em igrejas domésticas. Para Zhaveh, a sentença foi de dois anos, enquanto para Sara, foi de oito anos. O cristão, de 62 anos, tem Doença de Parkinson em estado avançado.

O casal foi preso em junho de 2019 enquanto estava de férias com outras famílias cristãs na cidade de Amol, no Norte do Irã. Enquanto todos os membros do grupo foram interrogados, apenas Zhaveh e Sara foram detidos, primeiro em Amol e depois na prisão de Evin, em Teerã. Homayoun foi libertado após um mês, mas Sara permaneceu na prisão por mais de dois meses, metade dos quais ela passou em confinamento solitário. Ela também foi exposta a severas torturas psicológicas.

O caso foi ouvido por um juiz em novembro de 2020 e, após a sentença, uma audiência de apelação foi realizada em dezembro. Após recurso, a pena de Sara foi reduzida de 11 para oito anos de prisão, mas os outros aspectos de sua sentença foram mantidos: após a libertação, o casal deve cumprir seis meses de serviço comunitário e eles não estão autorizados a deixar o país ou se tornar membros de um grupo social ou político por dois anos.

“Entregar uma sentença de prisão a um homem da idade de Zhaveh, sofrendo com Parkinson avançado – e apenas por causa de sua adesão a uma igreja doméstica – seria chocante se não fosse o histórico comprovado do Irã de perseguir os cristãos, independentemente da idade, saúde ou quaisquer outras considerações razoáveis”, disse o diretor de advocacy do Article18, Mansour Borji.  :: LEIA MAIS »

Após libertação do Boko Haram, cristãos lutam para sobreviver


Hannatu, o marido e os sete filhos foram capturados pelo Boko Haram, na Nigéria

Hannatu, o marido e os sete filhos foram capturados pelo Boko Haram, na Nigéria

A Portas Abertas contou a história de como Hannatu Ezra, o marido e os sete filhos dela foram sequestrados pelo Boko Haram, na Nigéria. Todos foram levados para a floresta de Sambisa, onde os jihadistas têm uma base militar. Quando completaram seis meses no local, o esposo da cristã conseguiu fugir, mas ela ficou mais dois anos presa, juntamente com os filhos.

O resultado da má alimentação que recebia fez com que Hannatu ficasse doente e só deitada. Mas foi quando ela não tinha mais forças para lutar pela vida, que o exército da Nigéria invadiu o acampamento para prender os militantes. Muitos fugiram, mas a cristã doente foi deixada para trás.

“Depois que o Boko Haram fugiu, o tiroteio parou. Minha filha saiu para informar aos soldados que eu estava morrendo. Eles entraram onde eu ficava e mandaram que me levantasse. Mas eu não conseguia andar. Em seguida, eles me ajudaram a entrar em um carro e me levaram para o hospital”, relembra.

Depois a cristã e os filhos foram levados para Pulka, uma cidade entre a floresta Sambisa e a fronteira com Camarões, que abriga seis campos de deslocados. Por ser uma região afastada, o local é de difícil alcance para as agências humanitárias. Muitos deslocados vivem sem alimento e estão desnutridos.

Os desafios dos cristãos deslocados na Nigéria

“Eles me deram comida e roupas para vestir, alimentaram meus filhos também. Mas a vida no campo de deslocados era terrível. Não é um lugar onde um cristão gostaria de ficar. Então, nós partimos. Eu disse que preferia ficar com minha mãe idosa. Eles me trouxeram para onde meus pais estão. Hoje, eu ainda estou lá”, explica Hannatu.

A vida não tem sido fácil, já que a renda da família com agricultura não é suficiente para suprir nem as necessidades alimentares de todos. Alguns vizinhos receberam Hannatu e os filhos muito bem, mas outros zombaram da situação da cristã. “Posso dizer que o meu tempo com o Boko Haram fortaleceu o meu amor a Deus e tornou-me muito próxima dele”, conclui. :: LEIA MAIS »



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