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O Brasil que está aprendendo a orar


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200 famílias cristãs atacadas por radicais islâmicos no Paquistão, em nova onda de violência


Uma multidão de radicais islâmicos atacaram cerca de 200 famílias cristãs no Paquistão. Elas foram expulsas de suas casas depois que quatro mulheres cristãs foram falsamente acusadas de blasfêmia, na semana passada.

International Christian Concern (ICC), organização que monitora a perseguição contra cristãos em vários locais do mundo, denunciou a onda de violência ocorrida em Karachi, quinta cidade mais populosa do Paquistão. A ICC revelou que uma mulher muçulmana chamada Samina Riaz acusou quatro mulheres cristãs com idades entre 14 e 30 anos de profanarem o Alcorão.

A acusação foi feita após o cristão Amjad Dildar, pedir que Riaz e seu marido desocupassem a casa que estavam alugando porque o casal muçulmano estava “causando problemas entre as famílias cristãs da comunidade”. Como vingança, Riaz acusou três das filhas de Dildar e outra mulher cristã de danificar uma cópia do Alcorão, o livro sagrado do Islã.

As acusadas ??de blasfêmia são Soneha Amjad (14 anos), Sophia Amjad (18), Sunaina Amjad (22) e Sophia Qamar (30).

Embora sem nenhum tipo de prova, a notícia de que mulheres cristãs haviam tentando destruir um Alcorão espalharam-se rapidamente, o que fez com que uma multidão de moradores muçulmanos do bairro passassem a atacar várias propriedades cristãs na área e uma igreja local.

A casa de Dildar fo bastante danificadas por pedras jogadas pela multidão. O grupo armado também matou animais de estimação e gado.

Posteriormente, uma investigação policial mostrou que foi a própria Riaz que mergulhou o livro sagrado do Islã em água suja, para simular a tentativa de destruição. Riaz e seu marido foram presos e a mulher admitiu que ela orquestrou a coisa toda.

A reação desproporcional mostra como as leis antiblasfêmia paquistanesas são usadas por muçulmanos radicais como desculpa para a perseguição de cristãos. Em especial por conta da absolvição recente de Asia Bibi, uma cristã acusada de blasfêmia em 2009 que foi condenada à morte, mas acabou absolvida no ano passado pela Suprema Corte do país justamente por falta de provas.

Apesar da absolvição de Bibi, há muitos outros cristãos que foram falsamente acusados ??de blasfêmia. A ICC informa que, nos últimos 30 anos, 1.500 indivíduos foram acusados ??de cometer blasfêmia no Paquistão, país que ocupa a quinta posição no ranking de perseguição religiosa da Missão Portas Abertas. Fonte: Gospel Prime

Tornado destrói igreja e batismo acontece em meio aos destroços


Batismo na Primeira Igreja Pentecostal de Colombo

Batismo na Primeira Igreja Pentecostal de Colombo. (Foto: Reprodução / Facebook)

No último sábado (23) a Primeira Igreja Pentecostal de Colombo, no Mississippi (EUA), foi destruída por conta de um tornado que levou o telhado e as paredes do templo.

O pastor Steve Blaylock ficou feliz por não ter ninguém dentro da igreja quando a tempestade atingiu a região. Mas ele resolveu não cancelar o culto do domingo pela manhã e ainda batizou nove pessoas em meio aos destroços.

“Eu não sei qual é o plano de Deus, sempre sei que vai funcionar em conjunto para o nosso bem”, disse Blaylock, 61 anos, durante o culto. Ele chorava emocionado ao ver as pessoas reunidas do lado de fora da igreja e a cerimônia de batismo sendo conduzida.

Para que fosse possível realizar o culto ao ar livre, os fiéis armaram cadeiras dobráveis e o tanque de batismo foi emprestado. Aproximadamente 100 pessoas participaram do culto.

“A reconstrução está definitivamente no futuro”, disse ele. “É apenas um edifício, nossa igreja é o povo”, completou o pastor em entrevista à CNN.

De acordo com Serviço Nacional de Meteorologia, nove tornados foram registrados na noite daquele sábado, atingindo os estados do Alabama, Geórgia e Mississippi.

Maduro deporta jornalistas que filmaram venezuelanos comendo lixo


Um grupo de três jornalistas foi detido por ordem do ditador Nicolás Maduro por terem filmado venezuelanos comendo lixo. Os profissionais da Univision Notícias, rede de televisão dos Estados Unidos com programação em espanhol, foram deportados.

Os jornalistas ficaram quase três horas no Palácio Miraflores, sede do governo venezuelano. Eles entrevistavam o ditador que se sentiu contrariado ao ver as pessoas comendo o que encontravam no lixo e ordenou que o material gravado e os equipamentos fossem confiscados.

Segundo o jornalista Jorge Ramos, eles foram soltos após três horas, mas seus equipamentos, registros e artigos pessoais não foram devolvidos.

Pelo Twitter, Enrique Acevedo, parte da equipe da Univision, publicou o vídeo que Jorge Ramos mostrou a Nicolás Maduro. É possível ver claramente três venezuelanos buscando restos de comidas no caminhão de lixo. Um dos homens fala com os jornalistas dizendo que está com fome e que pela primeira vez na sua vida está buscando alimentos no lixo.

Vídeo incorporado

Enrique Acevedo

?@Enrique_Acevedo

Estas son las imágenes que ?@jorgeramosnews? le mostró a Nicolás Maduro y que provocaron que Maduro se levantara de la entrevista,? que retuvieran al equipo de Univision y que confiscaran su trabajo. Esto es lo que Maduro no quiere que vea el mundo.

“Maduro não serve como presidente, estamos na rua porque você não serve como presidente”, disse o homem enquanto segurava nas mãos o alimento que colhera no lixo.

“O que eu disse Nicolas Maduro é que milhões de venezuelanos e muitos governos ao redor do mundo não o consideram um presidente legítimo, mas um ditador. Isso é o que eu disse Nicolas Maduro, obviamente, não gostou e por isso parou a entrevista“, disse o jornalista Jorge Ramos. As informações são do site Gospel Prime

Venezuelanos choram ao receber comida de missionários em Roraima


Um grupo de missionários que está em Roraima para ajudar refugiados flagraram crianças venezuelanas chorando ao receberem alimentos.

Uma foto compartilhada pela Aliança de Misericórdia mostra uma menina chorando ao receber um sanduíche no último domingo (24), durante uma visita que os missionários fizeram às ruas e abrigos de Boa Vista.

“A criança chorou quando deu a primeira mordida. Meu coração [chorou] muito mais”, contou a missionária Maria Clara, ao divulgar o depoimento na página do grupo católico no Facebook.

A menina fica em um abrigo voltado para crianças de até 13 anos. Eles vivem em barracas e recebem apenas uma refeição por dia. Segundo relatos, mães e pais dessas crianças passam a maior parte do dia pedindo esmolas pelas ruas e, alguns casos, até mesmo se prostituindo.

A equipe enviada para Roraima conta com cinco padres e 28 missionários vindos do Ceará e São Paulo. Para o padre José Vicente dos Santos, da Diocese do Crato (CE), que faz parte da ação missionária, a  situação dos refugiados é dramática.

“O momento é de tensão, choro e fome. Precisamos realmente ajudar porque a situação está muito caótica”, disse ele em entrevista ao UOL.

Trump assina projeto que ajuda cristãos vítimas do terrorismo islâmico



Imagem: White House/Shealah Craighead

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na terça-feira (11) um projeto de lei que vai ajudar as vítimas do genocídio cometido pelo Estado Islâmico. A iniciativa animou líderes religiosos e ativistas de direitos humanos.

O projeto intitulado por “Lei de Socorro e Responsabilidade do Genocídio no Iraque e na Síria” pode impulsionar os esforços para ajudar os cristãos e outras minorias religiosas que foram vitimadas através dos crimes cometidos pelo grupo extremista islâmico nesses países.

“Esperamos que isso signifique o início de um tempo de ajuda para as nossas minorias e que aponte para os responsáveis por tudo o que aconteceu de injusto”, disse Bashar Warda, em entrevista ao Christian Post. O padre iraquiano é responsável pela ajuda a milhares de cristãos deslocados no Curdistão.

Ele conta que a situação era difícil porque o único apoio a esses cristãos em situação de crise vinha da própria igreja e suas organizações. Mas, desde agosto, houve grandes mudanças, com a chegada do enviado especial do vice-presidente dos EUA para supervisionar o programa de ajuda no norte do Iraque. :: LEIA MAIS »

Na Coreia do Norte, alunos são estimulados a “dedurarem” que pais são cristãos



O missionário Vernon Brewer, da ONG cristã World Help, há anos de dedica a contrabandear Bíblias para a Coreia do Norte. Ele sabe que é arriscado, mas diz que “nossos irmãos e irmãs perseguidos continuam a pedir por elas”.

Conforme destaca, os cristãos norte-coreanos estão enfrentando “mais perseguição que nós poderíamos imaginar, mas ainda clamam pela Palavra do Senhor”. Em artigo recente para o site Faith Wire ele conta que ouve “trágicas histórias” sobre o que acontece na ditadura comunista.

“Ouvi o relato de um cristão chamado Eun. Sua história é de partir o coração. Anos atrás, quando estava na terceira série sua professora lhes deu uma dever de casa “diferente”.

“Quando você for para casa, quero que procure um livro”, ela disse. “Normalmente, tem a capa preta e ficam escondido. Sua mãe ou seu pai o leem quando você está dormindo. Se você procurar bastante, encontrará este livro. E se o trouxer, nós te daremos um presente”, disse a professora.

Logo que chegou em casa, Eun começou a procurar o livro. Acabou encontrando a Bíblia de seus pais. “No dia seguinte, orgulhosamente o apresentou a sua professora e recebeu um lenço vermelho como recompensa. Mas quando voltou para casa para mostrar o lenço para seus pais, eles não estavam lá. Haviam sido presos … junto com os pais de outras 14 crianças que foram “honradas” por completar aquela tarefa”, conta Vernon. :: LEIA MAIS »

Cristãos enfrentam extinção iminente no Oriente Médio”


Religioso em escombros de igreja no Iraque
Religioso em escombros de igreja no Iraque. (Foto: Getty Images)

Os cristãos no Oriente Médio estão enfrentando “extinção iminente”, advertiu neste domingo (2) o arcebispo da Cantuária, líder máximo dos cerca de 80 milhões de anglicanos do mundo. Justin Welby disse à BBC que os seguidores de Jesus estavam sujeitos à “ameaça diária de execução” e que sua situação era a pior desde as invasões mongóis do século 13.

O arcebispo pediu que o governo do Reino Unido aceite mais refugiados cristãos, que acabam preteridos em muitos países. Ele destaca que apenas um em cada 400 refugiados sírios que receberam asilo no Reino Unido no ano passado era cristão.

A Abadia de Westminster, sede da Igreja Anglicana, realizou um culto especial hoje para lembrar a perseguição religiosa. Welby disse aos fiéis que “a situação dos cristãos em muitas partes do Oriente Médio está cada vez mais difícil”. Insistiu também que “precisamos orar por eles e falar em nome deles.”

Falando ao jornal The Telegraph, acrescentou: “Os cristãos enfrentam diariamente ameaças, violência, assassinato, intimidação, preconceito e pobreza. Nos últimos anos, eles foram massacrados pelo Estado Islâmico e, em muitos países, encontram-se aprisionados em meio aos conflitos que tomam conta da região”.

O arcebispo lembra ainda que “centenas de milhares de cristãos foram forçados a sair de suas casas. Muitos foram mortos, escravizados ou convertidos [ao Islã] à força”. Destacou o Iraque como exemplo, onde a população cristã atual é menos da metade do que era em 2003. Muitas igrejas foram destruídas e não há mais cultos em diversas regiões. :: LEIA MAIS »

“Estamos sendo abatidos como animais”, denunciam pastores perseguidos


Cristãos nigerianos
Cristãos nigerianos. (Foto: Reprodução)

Dezenas de líderes da igreja nigeriana se reuniram com o presidente Muhammadu Buhari, quando condenaram o massacre de cristãos no país e as mentiras propagadas pela imprensa sobre o tema.

O pastor evangélico Dacholom Datiri, presidente da Igreja de Cristo na Nigéria, disse que entregou um relatório a Buhari, que é muçulmano, descrevendo o assassinato de 646 cristãos somente no estado de Plateau este ano.

“A devastação em termos de vidas perdidas e a destruição de propriedade é inimaginável. Milhares de cristãos, pastores e membros de igrejas, foram mortos a sangue frio, abatidos como animais ou queimados até a morte. Suas casas e empresas foram queimadas ou saqueadas e as fazendas foram destruídas”, disse ele, assegurando que são anos de sofrimento.

Milhares de outros cristãos foram deslocados dentro do país ou fugiram para nações vizinhas, desde o início de 2018, enquanto o governo nigeriano não toma providências efetivas para proteger seus cidadãos.

“A narrativa é que essas pessoas são mortas por desconhecidos, ou que é um conflito étnico entre agricultores e pastores de gado da etnia fulani”, disse Datiri em seu relatório. “Todas estas versões são enganosas e deliberadamente criadas para esconder a verdade e continuar a perpetrar o mal.”

O pastor Datiri lembra que depois dos ataques muitas igrejas são destruídas, o que não faria sentido se fosse apenas uma questão tribal. “O modo de operação em todos esses ataques, como testemunham os sobreviventes, não nos deixa dúvida do uso de armamentos militares das milícias Fulani”, ressaltou.

Como prova, ele apontou para imagens de militantes empunhando armas sofisticadas, incluindo rifles AK-47, metralhadoras e granadas, que foram usados para matar cristãos desarmados.

No relatório entregue ao presidente Buhari, Datiri apontou ainda que até 38.000 cristãos foram forçados a fugir para campos de deslocados, com 30 igrejas e 4.436 casas cristãs destruídas no estado, todas no espaço de meio ano.

Emeka Umeagbalasi, presidente da Sociedade Internacional de Liberdades Civis e Estado de Direito, disse ao The Christian Post que o governo e muitas agências de notícias estão divulgando uma narrativa falsa e que o mundo não sabe o que ocorre na Nigéria. :: LEIA MAIS »

Estudantes cristãos recebem regras rígidas do governo chinês


Estudante
Estudante

Na China, país onde prevalece a opressão comunista, professores e estudantes não têm permissão para falar sobre sua fé em locais onde são controlados pelo governo. Recentemente, autoridades fecharam um local de encontro de estudantes de uma escola no distrito de Zhoucun, na cidade de Zibo.

Os alunos do Haidu College, em Shandong, também foram advertidos a deixar de participar de reuniões cristãs, de acordo com informações do Bitter Winter, um site de notícias sobre liberdade religiosa e direitos humanos.

Em outubro, alunos do ensino médio de duas escolas na província de Zhejiang foram obrigados a preencher um formulário negando sua fé.

Instruções rígidas

O site relatou também que autoridades municipais de uma cidade na província de Hebei, no norte da China, receberam instruções sobre como lidar com estudantes e professores que expressam suas crenças religiosas. Caso sejam estrangeiros, não têm permissão para pregar ou promover religião.

Além disso, os estudantes locais são proibidos de falar com outros sobre sua religião ou incluí-los em atividades religiosas. Na província de Shandong, leste da China, os estudantes foram informados pelas autoridades escolares a renunciarem à sua fé.

Uma aluna contou à reportagem do site, que se ela mantivesse sua fé cristã, não receberia diploma. Outra estudante de uma universidade de medicina, disse que foi questionada e pressionada a desistir de sua fé. Além disso, disseram-lhe que ela poderia ser chamada para ter uma “conversa sobre ideologia” em breve.

Violência contra as mulheres vira “pandemia global”, segundo a ONU


Violência contra mulher
Violência contra mulher

No dia 25 de novembro foi celebrado o “Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher”. Para conscientizar as pessoas sobre essa realidade, a ONU preparou uma campanha de 16 dias de ativismo que vai ocorrer até o dia 10 de dezembro.

Para a organização, a violência contra a mulher alcançou o nível de “pandemia global” e abrange a agressão sexual, o estupro no contexto de guerra, a mutilação genital feminina e a violência doméstica. De acordo com a pesquisa “Mulheres, empresas e a lei”, realizada pelo Banco Mundial, em 2017, uma em cada três mulheres já foi vítima de alguma violência.

Durante o período dos 16 dias de campanha haverá vários encontros e ações de conscientização sobre a escala massiva e mundial da violência contra elas. Um dos objetivos é colocar fim à cultura do silêncio que impede a quebra do ciclo de atos violentos e abusivos. :: LEIA MAIS »

Terrorismo islâmico provoca fuga em massa de cristãos em Moçambique


Soldados de Moçambique
Soldados de Moçambique. (Foto: AFP)

Jihadistas muçulmanos continuam deixando um rastro de violência em Moçambique. Na última sexta-feira (23), 12 pessoas, incluindo crianças e mulheres, morreram em uma localidade isolada da região norte do país. A onda de violência provocou a fuga de milhares de moradores para a vizinha Tanzânia. A maioria são cristãos que temem ser as próximas vítimas.

Os habitantes do vilarejo de Chicuaia Velha, a poucos quilômetros da fronteira tanzaniana, relatam que durante a invasão, seus parentes foram assassinados com golpes de machado ou dentro de suas casas incendiadas pelos islâmicos.

“Aconteceu um ataque contra um vilarejo do distrito de Nangane, em uma zona onde as forças de segurança não fazem patrulha. Os agressores mataram 12 pessoas”, confirmou uma fonte policial da província de Cabo Delgado à Agência France Press.

Um policial que coordena as operações contra os extremistas diz que eles “Usam estratégias de guerrilha atacando quase simultaneamente várias localidades distantes. Então é difícil controlar a situação”.

Há cerca de um ano, grupos islâmicos que defendem a aplicação literal do Alcorão, espalham o terror em Cabo Delgado, província do norte do país. Inicialmente foi divulgado que o conflito estava “fora de controle”, algo negado pelo governo. :: LEIA MAIS »

Idoso de 99 anos se entrega a Jesus, após ser evangelizado em país comunista


O nome do idoso e o país onde o fato ocorreu não foram revelados por motivos de segurança. (Foto: My Modern Met)
O nome do idoso e o país onde o fato ocorreu não foram revelados por motivos de segurança. (Foto: My Modern Met)

Um idoso de 99 anos que vive em um país comunista (não especificado por motivos de segurança), onde alguns não têm nenhuma concepção do Evangelho, declarou que quer seguir a Jesus, segundo o relato de um pastor e missionário.

Jordan Standridge, pastor de evangelismo da Igreja Bíblica Immanuel em Springfield, Virgínia, escreveu no site ‘The Cripplegate’ na última terça-feira (13) que ele conheceu o homem em questão durante uma viagem missionária a um país comunista na semana passada.

Standridge explicou que a viagem o levou a uma região remota do país, onde as pessoas estavam em grande parte isoladas do mundo exterior.

“Quando entrei na primeira casa e sentei na cadeira para começar, fomos informados pelo pai e pela filha que eles nunca haviam falado com ninguém sobre o Evangelho antes. A filha estava com pouco mais de 70 anos e o pai com 99”, disse o pastor.

“Enquanto conversávamos, parecia que as escamas caíam de seus olhos, quando a percepção de seu próprio pecado enchia seus olhos de lágrimas. Era como falar com o ladrão na cruz. Ele simplesmente pedia a Deus para perdoá-lo pecado e dar-lhe um novo coração “, continuou ele.

Enquanto se despedia daquela família, o pastor se surpreendeu ao ver relato da filha sobre o quão lúcido seu pai ainda era.

“Ao final de nosso tempo juntos, quando eu estava escrevendo alguns versos em sua nova Bíblia e escrevendo seu nome, o tradutor perguntou a sua filha se ela iria ler para ele, ela disse: ‘Ele lê melhor do que eu! Vou ler para mim!’. Era bastante óbvio o quão radiante ele estava por causa das perguntas que ele fez por toda parte”, acrescentou.

Outros desafios em falar com as pessoas na aldeia eram que muitos estavam carentes até mesmo da compreensão mais fundamental para compreender o Evangelho.

“Quando começamos a falar sobre o Evangelho, finalmente cheguei a Jesus. Quando expliquei a eles que Ele era o único mediador para nós entre Deus e os homens, estava começando a perceber que eles não tinham nenhuma pista sobre quem Jesus era”, lembrou Standridge sobre o evangelismo em outras aldeias.

“Perguntamos a eles se eles já haviam ouvido falar de um judeu chamado Jesus antes. Eles não tinham. Enquanto conversávamos, ficou claro que precisávamos voltar ao básico. No final da conversa, percebi que eles nem sabiam o que era um soldado romano ou o que era uma cruz. Foi uma experiência surreal!”, exclamou.

Refletindo sobre as lições que surgiram durante a viagem missionária, o pastor disse que “você pode entregar a sua vida a Jesus até mesmo no seu último suspiro”.

“Não importa quantos anos você tem. Não importa quantas vezes você compartilhou o Evangelho com o membro da sua família. Contanto que eles tenham o fôlego em seus pulmões, eles ainda podem receber um novo coração”, escreveu ele.

“Porque o Evangelho não depende das obras de uma pessoa, mas é um milagre instantâneo de Deus sobre o coração de um pecador, sabemos que qualquer um pode ser salvo a qualquer momento”, finalizou. Fonte: Guiame

Família de missionário morto a flechadas perdoa tribo


John Allen Chau
John Allen Chau indo à ilha North Sentinel. (Foto: Instagram / The Sun)

O missionário norte-americano John Allen Chau, morto a flechadas ao entrar em uma ilha da Índia onde habita uma tribo indígena não alcançada pelo homem, ainda não teve seu corpo resgatado pelas autoridades.

A ilha Sentinela do Norte, no arquipélago de Andamã e Nicobar, é proibida para estrangeiros. Porém, o jovem de 27 anos decidiu levar o evangelho aos nativos.

Em um comunicado publicado no Instagram de Chau, a família afirmou que ele “amava Deus, a vida, ajudar quem precisa e não tinha nada além de amor pelos Sentineleses. Nós perdoamos os responsáveis por sua morte”. Eles também pediram na postagem que as sete pessoas presas por ajudarem o missionário a chegar à ilha sejam soltas.

Seus familiares admitem que o missionário “se aventurou por conta própria e seus contatos locais não precisam ser perseguidos por suas ações”.

Segundo a polícia, o corpo dele foi arrastado pelos indígenas com a ajuda de uma corda presa ao pescoço e abandonado em uma praia. Os pescadores viram o cadáver, mas não conseguiram recuperá-lo. O resgate ainda deva levar alguns dias. :: LEIA MAIS »

Dilma diz que PT vai fazer “aliança até com o Diabo” para combater Bolsonaro


Dilma Rousseff
Dilma Rousseff em Bueno Aires. (Foto: Reuters)

A ex-presidente Dilma Rousseff participou do Fórum do Pensamento Crítico, em Buenos Aires, Argentina, nesta segunda-feira (19). Em um discurso inflamado, repercutido pela rádio Jovem Pan, ela falou sobre a formação de uma frente de oposição liderada pelo Partido dos Trabalhadores.

“Uma frente democrática, que seja a mais ampla possível. Para sermos capaz de fazer todas as alianças necessárias, com todos os segmentos. A gente fará aliança até com o diabo para combatê-los”, insistiu Dilma na cerimônia de abertura do evento que reuniu dirigentes da esquerda de vários países.

Durante seu discurso ela explicou que tais alianças devem ter como base “corações antiliberais e antiautoritarismo” para combater o que chamou de “neofascismo”. Segundo ela, o governo de Bolsonaro é de extrema-direita, que “tem essa característica de querer moderar os neofascistas que agora chegaram ao poder”.

Insistindo no discurso adotado pelo PT desde a derrota de Fernando Haddad, Dilma criticou o fim do programa Mais Médicos, assinado com Cuba durante o seu primeiro mandato. “Isso significa que milhões de brasileiros não terão acesso ao atendimento básico de saúde. E essa sistemática alteração dos direitos vai provocar uma reação popular”, prevê.

Mesmo não tendo sido eleita para o Senado, ela comentou o resultado das urnas, dizendo que seu partido não sofreu, em nível nacional, “uma derrota estratégica”. “Elegemos a maior bancada no Congresso e o maior número de governadores por partido. Eles dizem de forma clara que querem a nossa destruição. É um método fascista. E também querem destruir as conquistas dos movimentos sociais como os Sem Terra (MST) e os Sem Teto (MTST), dois movimentos que tratam de um grande problema do Brasil: a desigualdade”, assegurou.

Assista!

Terroristas islâmicos dizer ser responsáveis por incêndios na Califórnia



Incêndio. Imagem Michael Held

Com uma longa história de incentivo à chamada “jihad incendiária”, partidários do grupo terrorista islâmico Al-Qaeda estão afirmando que são responsáveis pelos incêndios florestais que arrasam Califórnia nas últimas semanas.

“Quando eles questionarem você sobre as montanhas, diga: Allah os espalhará como cinzas”, diz um dos textos divulgados nos canais do grupo extremista citando um trecho do Alcorão. A frase aparece sobre fotos de notícias da destruição pelo fogo.

Para especialistas trata-se de uma tática de propaganda da al-Qaeda, que tentam fazer com que os incêndios mortais no norte e no sul da Califórnia pareçam retribuições pelos bombardeios da coalizão na Síria.

A imagem divulgada online pela Al-Ansar Media faz ligações com o Estado Islâmico, com a promessa: “Ó América, esta é a punição por bombardear os muçulmanos na Síria. Este é o castigo de Allah sobre vocês. Vocês verão mais incêndios! Louvado seja Allah”.

Em uma edição de 2012 da revista oficial da al-Qaeda, Inspire, são abordados os danos causados ??por incêndios florestais na Austrália. Os mentores do grupo também ensinam como os jihadistas devem escolher as condições climáticas ideais para incêndios criminosos, incluindo vegetação seca e ventos fortes, para que haja a maior devastação possível.  “O resultado mais importante é a disseminação do terror entre a comunidade-alvo”, disse o texto da publicação. :: LEIA MAIS »

Jornalista da Globo diz que oração por Bolsonaro “causou preocupação”


Miriam Leitão
Miriam Leitão fazendo comentários na Globo. (Foto: Reprodução / Globo)

Logo após o TSE anunciar a vitória de Jair Bolsonaro como novo presidente do Brasil, o político ignorou a grande imprensa e fez um pronunciamento nas redes sociais. Sua opção incomodou a Rede Globo, que reclamou da “quebra” de protocolo.

Minutos depois, Bolsonaro foi para a frente de sua casa, onde um repórter representando um pool de emissoras da TV aberta e também de canais pagos mostraria a primeira declaração oficial do 38º presidente do país. Porém, antes de falar, o capitão reformado participou de uma roda de oração, puxada pelo senador Magno Malta.

Tudo foi transmitido ao vivo em rede nacional de televisão. “Os tentáculos da esquerda jamais seriam arrancados sem as mãos de Deus”, enfatizou Malta durante sua prece. Também citou o texto bíblico de João 8:32 – “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” – adotado como slogan de campanha por Bolsonaro.

A jornalista Mirian Leitão, da Globo News, disse que aquilo gerava “um pouco de preocupação” porque, enfatizou, separar Estado de Igreja é fundamental”.

“O Estado brasileiro é laico. Um grupo de cristãos… Aquilo [a oração] cria um pouco de preocupação. O compromisso de um estado laico é fundamental. É conquista da reforma protestante, inclusive. Separar Estado de Igreja é fundamental”, destacou Leitão.

Não é a primeira vez que a jornalista reclama do fato de Bolsonaro falar sobre sua fé. Em um texto publicado no jornal O Globo, ela reclamou da aproximação dele com pastores. “Essa mistura jamais dará um bom resultado. Púlpito e palanque devem estar distantes”, escreveu. Também avalia que “O uso da Bíblia e da religião serve para atemorizar ou enganar eleitores. Isso ameaça a soberania do voto”. :: LEIA MAIS »

Cresce o número de protestos contra legalização do aborto no Brasil



Imagem: Luciney Martins

No último domingo (30), milhares de pessoas se concentraram na Av. Brigadeiro Luís Antônio, em São Paulo, para uma caminhada até a Praça da Sé. Muitas famílias, crianças, jovens, religiosos e organizações pró-vida saíram com lenços azuis no pescoço, faixas e bandeiras.

Mesmo debaixo de forte chuva os manifestantes levantaram faixas que diziam “Vida sim, aborto não!” ou “Salvemos as duas vidas”, em alusão à defesa tanto da mulher quanto do feto em formação.

A marcha reuniu pelo menos 15 mil pessoas, segundo os organizadores. A iniciativa faz parte da chamada “onda celeste latino-americana” que já aconteceu em vários países. Na Argentina o movimento reuniu milhões e conseguiu pressionar o Senado para que não aprovasse a legalização do aborto.

Ana Valoy, pastora que ajudou a coordenar as marchar por lá, reclamou da morosidade da Igreja, que não se posicionou como deveria. “Acho que ainda precisamos de muita conscientização, ensinando os cristãos a deixar a apatia e a indiferença de lado. Muitos pastores não quiseram que as pessoas faltasse aos cultos para estar conosco nas marchas aos domingos. A maioria não se ‘atreveu’ a pregar sobre isso. Agora, quando viram os resultados é que foram falar algo sobre o aborto. Infelizmente, muitos deles não querem usar seus púlpitos para falar de ‘questões seculares’ “, avaliou. :: LEIA MAIS »



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