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O Brasil que está aprendendo a orar


agosto 2018
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Projeto missionário “Watoto” resgata crianças abandonadas em Uganda


Coral Watoto
Coral Watoto. (Foto: Divulgação)

O Projeto Watoto, representado por um coral de crianças órfãs, está no Brasil para uma turnê de 3 meses. Sua mais nova produção chama-se Signs & Wonders (Sinais e Maravilhas) e tem como foco evidenciar “que Jesus trabalha milagrosamente na vida de pessoas que estavam perdidas”, conforme a própria equipe explica.

Tudo começou com uma pequena igreja fundada por Gary e Marilyn Skinner – Watoto Church. Com o tempo, a igreja foi transformada num programa de atendimento integral. O objetivo é resgatar um grande número de crianças órfãs e mulheres que vivem em situação vulnerável, na África.

A visão do Watoto é educar para que cada criança seja líder em sua esfera de vida, e assim possa reconstruir sua nação, que já passou por grandes dificuldades por conta das guerras civis. O projeto provê cuidados físicos, médicos (incluindo tratamento de HIV/AIDS), educação, aconselhamento e discipulado.

Em entrevista ao programa “De tudo um pouco” da Rede Super, Nathan Kisabilaruwa, que é líder do coral, disse que o começo foi bem simples, apenas oito crianças e uma mãe. “Hoje temos mais de 3 mil crianças em três vilas diferentes em Uganda”, ele cita.

A equipe de apoio já conta com mais de mil pessoas. “Temos sete corais que viajam pelo mundo e vão para diferentes continentes. Apresentações já foram feitas nos Estados Unidos, Canadá, Holanda, Reino Unido, Suíça, Austrália, entre outros países”, conta Nathan.

As crianças do Coral Watoto são embaixadoras da causa das crianças órfãs de Uganda. Através de canções, danças e testemunhos, eles compartilham sobre como suas vidas foram transformadas.

Assista a entrevista ao “De tudo um pouco”:

Oriente Médio: O crescimento na fé de nada


O crescimento na fé de Nada 
O desafio de crescer na fé é uma realidade para jovens cristãos do Oriente Médio, como Nada

Quando estudava em uma escola cristã e fazia perguntas sobre o cristianismo, os professores diziam para Nada* não pensar demais em questões sobre Deus, mas simplesmente acreditar. Certo dia, um de seus parentes a convidou para um grupo de estudo bíblico de jovens e ela foi. “Durante as atividades, a abordagem deles é exatamente a oposta. Eles nos dizem para cavar e realmente pensar sobre o que ouvimos na palavra de Deus”, compartilha a jovem cristã jordaniana de 21 anos.

Apesar de ser de uma família cristã, foi a participação em um acampamento de jovens que fez com que Nada se envolvesse mais nas reuniões de estudo bíblico. Hoje ela lê a Bíblia e ora todos os dias. Seu versículo favorito é Romanos 8.28: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito”, porque sabe que Deus tem um plano e ele funciona.

Para Nada é muito importante ter a Bíblia sempre à mão, pois “é como Deus fala comigo”, afirma. Antes ela pensava que podia ter uma vida cristã isolada e praticar sua fé sozinha, mas “agora que faço parte do grupo, experimento o que é ser parte do corpo de Cristo – compartilhar suas fraquezas e dor com outros. Isso fez uma grande diferença em meu coração”, conclui.

Participe do Shockwave e reúna seu grupo para orar por jovens cristãos da Igreja Perseguida. Eles desfrutam da mesma fé que nós, mas não da mesma liberdade. O Shockwave acontecerá entre os dias 21, 22 e 23 de setembro. Mergulhe nesta onda de oração. A sua fé e a deles será fortalecida. Cadastre-se.

*Nome alterado por segurança.

Fonte: Portas Abertas

Resultado da escolha de se tornar cristão


Resultados da escolha de se tornar cristão 
Nossos irmãos no Niger contam com as nossas orações

O Níger é um país africano que não está na Lista Mundial da Perseguição 2018, mas mesmo assim os cristãos nigerinos enfrentam perseguição, principalmente ocasionado por opressão islâmica. Esse é o caso de Sani Saidou, que encara severas pressões da família por ter escolhido se tornar cristão.

Durante o período do Ramadã, o pai o ameaçou de morte caso ele se recusasse a participar do jejum. O pai também conversou com o chefe da vila, pedindo que o filho fosse mandado embora. O chefe por sua vez pressionou Saidou a se divorciar da esposa e os filhos foram tirados deles. Além disso, tomaram a fazenda do cristão, alegando serem donos do local.

Saidou não teve outra escolha senão fugir. Ele via que o pai estava ansioso para matá-lo. Desde então, ele está escondido, morando com um pastor em outra cidade. Ele contou que na primeira noite fora de casa não conseguia dormir ao lembrar dos filhos, da esposa e da vila. “Eu orei a noite toda e o Senhor me confortou. Hoje estou pronto a deixar tudo. Tenho paz no meu coração. O Senhor me disse que está no controle e que eu não deveria fazer tantas perguntas”, concluiu.

Pedidos de oração

  • Ore pela esposa de Saidou e os dois filhos.
  • Peça a Deus por fortalecimento e conforto para Sani.
  • Interceda por Sani e outros cristãos ex-muçulmanos, para que recebam cuidados adequados e sejam discipulados.

Fonte: Portas Abertas

A difícil realidade dos cristãos secretos


A difícil realidade dos cristãos secretos  
Cristãos secretos reunidos em igreja doméstica na Ásia Central

A realidade dos cristãos secretos é muito comum em países islâmicos da Ásia Central. Eles são, principalmente, convertidos de outras crenças e por causa de ameaças, precisam manter em segredo a nova fé. Viver assim significa não poder cultuar todos os domingos em edifícios tradicionais de igreja. É preciso se reunir em lugares que não chamem a atenção. Nesses países, a igreja é tão escondida que a maioria das pessoas não sabe que ela existe.

Em países muçulmanos, os cristãos costumam se reunir às sextas, dia em que os islâmicos vão à mesquita para fazer as orações. Uma família cristã recebe algumas pessoas em casa, mas se um estranho chegar, a reunião se torna uma refeição ou uma festa. Os locais e horários dos encontros podem mudar a cada semana, tudo para evitar chamar atenção. Muitas vezes é mais seguro para o grupo se reunir em lugares públicos, como uma casa de chá ou uma cafeteria.

A conversão ao cristianismo é considerada em vários países da Ásia Central uma traição às normas e valores da cultura dominante. Para evitar a desonra ou vergonha, os cristãos evitam revelar a nova fé. Caso a família ou a comunidade descubram, nossos irmãos podem ser mantidos sob prisão domiciliar, pressionados a voltar ao islamismo ou agredidos.

Fortaleça nossos irmãos
A Portas Abertas ajuda os cristãos secretos a viverem de forma mais profunda com a distribuição de Bíblias e literatura cristã, discipulado e treinamento bíblico. Com a sua contribuição, esses irmãos se tornam mais fortes, podendo influenciar toda a comunidade e discipular novos convertidos.

Pedidos de oração

  • Ore pela Igreja Perseguida nos países onde os novos convertidos enfrentam sérias retaliações ao tornar conhecida a nova crença.
  • Peça ao Senhor que guarde os cristãos nos momentos de reunião, seja em casas ou outros locais.
  • Clame para que esses irmãos se fortaleçam no Senhor e tenham sabedoria para compartilhar o evangelho.

Fonte: Portas Abertas

Arqueólogos encontram ruínas de igreja em Armagedom


Mosaico no chão da prisão
Mosaico no chão da prisão. (Foto: Reuters)

O fim de “Armagedon” está próximo. Pelo menos para a antiga prisão israelense que fica perto das ruínas de Megido. Depois de vários anos de atraso e muita burocracia, a prisão será transferida e o local será liberado para futuras escavações arqueológicas, previstas para 2021.

Entre os detentos de Armagedon estão militantes do Hamas e membros adeptos ao movimento da “jihad islâmica”. O nome da prisão pode ter sido um erro de tradução da palavra hebraica Har Meggido. O correto seria Monte Megido. Mas é assim que o local ficou conhecido desde então.

Estes nomes chamam a atenção dos cristãos pelos seus significados bíblicos. A palavra “Armagedon” é interpretada como o lugar onde acontecerá a batalha final entre o bem e o mal. E “Megido” é a localização geográfica dessa batalha.

Descobertas Arqueológicas

Em 2005, arqueólogos israelenses encontraram na prisão de Armagedon evidências de que ali existiu uma igreja que pode ter funcionado entre os séculos III e IV, provavelmente numa época em que os romanos perseguiam os cristãos. Onde parece ter sido uma sala de orações, havia um mosaico com a inscrição “Deus Jesus Cristo”.

O local que os arqueólogos passaram a chamar de “Grande Megido” foi escavado durante 18 meses e alguns artefatos foram encontrados. “Ficamos animados por um minuto, mas depois percebemos que há uma prisão de segurança máxima ali, então não poderíamos avançar com nossos planos”, disse Matthew Adams, diretor do W.F. Albright Institute of Archaeological Research. :: LEIA MAIS »

Missões: Mais de 8 mil igrejas já foram fechadas em Ruanda


Mais de 8 mil igrejas já foram fechadas em Ruanda 
Número de igrejas fechadas em Ruanda já passa de 8 mil (Imagem: BBC)

O Conselho do Governo em Ruanda continua fechando igrejas que dizem não cumprir requisitos estabelecidos no começo deste ano. Mais de 8 mil igrejas já foram fechadas e o número continua crescendo. Novos requisitos também foram criados para congregações que querem continuar o ministério, mas essas também estão enfrentando dificuldades para cumpri-los. Os fechamentos são vistos como parte de um esforço do governo em tomar uma posição agressiva e clara contra o secularismo.

Em uma das vilas, uma igreja foi fechada enquanto um casamento estava acontecendo. As autoridades simplesmente disseram ao casal e aos convidados que deixassem a igreja durante a cerimônia porque a igreja seria fechada. Outra congregação foi impedida de ter cultos e reuniões (mesmo grupos domésticos) no salão de uma escola que usavam como alternativa após todas as igrejas da comunidade terem sido fechadas. Uma das igrejas agora se encontra em um prédio de outra vizinhança e membros de uma congregação caminham 20 km para ir à igreja depois de ter a sua fechada.

No início, as autoridades locais de diferentes distritos pareciam ter alguma liberdade quanto ao grau com que imporiam os novos requisitos. Entretanto, agora parece que aqueles mais tolerantes foram repreendidos, se tornando mais rígidos.

Pedidos de oração

  • Ore para que as igrejas tenham condições financeiras para cumprir os requerimentos estabelecidos.
  • Peça a Deus por sabedoria e coragem aos cristãos para saberem como colaborar com o governo.
  • Interceda pelos cristãos de Ruanda, para que possam testemunhar a Cristo em meio a tantos desafios.

Fonte: Portas Abertas

Um milhão de evangélicos argentinos nas ruas contra o aborto


Marcha contra o Aborto na Argentina
Marcha contra o Aborto na Argentina. (Foto: Divulgação)

Durante final de semana, centenas milhares de evangélicos protestaram contra o aborto na Argentina. O senado do país votará dia 8 a lei que legaliza a prática, podendo mudar a decisão da Câmara dos Deputados que a aprovou em junho.

O ato organizado diante do Obelisco da avenida 9 de Julio, um tradicional ponto de protesto no país, foi o maior dos últimos anos. Durante da marcha, que teve como lema “Salvemos as duas vidas”, os participantes usaram lenços azuis, que caracteriza o movimento pró-vida no país.

Além da marcha, pastores evangélicos organizaram vigílias e promoveram campanhas de orações para que a lei não passe. O presidente Maurício Macri disse que não pretende vetá-la, caso passe no Senado.

Os organizadores acreditam que havia 650 mil em Buenos Aires. Entre os muitos discursos, os líderes do movimento lembraram aos evangélicos que, nos períodos eleitorais, muitos candidatos visitam seus templos para obter votos. Os pastores avisaram que farão um alerta nacional para que os fiéis não votem naqueles que se mostrarem a favor da legalização do aborto.

No domingo, outras cidades argentinas também tiveram manifestações do tipo. Em Tucuman foram cerca de 150 mil e, em Córdoba, a movimentação atraiu um número similar. Não existe uma contagem oficial, mas estima-se que elas mobilizaram mais de um milhão em todo o país. Jornais argentinos dão conta que havia muitos católicos e pessoas sem religião participando também. :: LEIA MAIS »

Ex-ateu, Anthony Hopkins revela que teve encontro com Deus


Anthony Hopkins
Anthony Hopkins. (Foto: Divulgação)

Alguns atores de Hollywood não escondem que são ateus. Esse era o caso de Anthony Hopkins, 80 anos, que ganhou cerca de 50 prêmios por suas atuações, incluindo um Oscar.

Durante uma aparição na semana passada na 11ª Conferência Anual da LEAP, Hopkins falou sobre um importante “ponto de virada” em sua vida, quando abandonou seu o ateísmo pela crença em Deus.

Ele explica que a mudança veio em 1975, quando, durante uma reunião dos Alcoólicos Anônimos, uma mulher fez uma pergunta que deixou Hopkins intrigado. “Por que você não confia em Deus?”, questionou a mulher. O ator conta que, a partir daquele momento, seu desejo insaciável por álcool desapareceu.

Aos participantes da conferência da Fundação Leap, que mantém diversos programas educacionais, Hopkins disse acreditar que poderia ter morrido “bêbado ou algo assim” há muito tempo atrás.

Em 2011, durante uma entrevista ao jornalista da BBC Piers Morgan, Hopkins havia falado pela última vez sobre sua luta contra alcoolismo, reconhecendo sua própria necessidade de Deus.

“Eu estava focado na destruição. Mas então eu pedi por ajuda e, de repente, pow. Foi assim, aconteceu”, lembrou ele, explicando como parou de beber. “Meu vício era como ser possuído por um demônio. Eu não conseguia parar”.

Já no lançamento do filme “Noé” (2014), ele afirmou que, quanto mais ficava velho, mais se apoiava na fé. “Eu sinto todos os dias, à medida que envelheço, que é tudo um milagre. Veja bem, meu coração bate, meus pulmões respiram. Isso é extraordinário – um fenômeno extraordinário.” :: LEIA MAIS »

Missões: Avanço no Sul da Ásia


O casal de missionários Benjamin e Sarah Vilela conta as bênçãos vividas no mês de junho.

Tivemos a oportunidade de participar de um treinamento cujo o tema era “Criando ciclos seguros”, com foco em crianças com traumas emocionais. Foi abordado sintomas psicológicos do trauma e como ajudar a essas crianças. Estamos trabalhando diretamente com meninos e meninas que infelizmente passaram por situações de abuso. Algumas por parte da própria família e outras que foram resgatadas do tráfico humano. Foram vendidas, muitas vezes pela própria família, para bordéis. Louve a Deus conosco pois temos visto mudança na vida de algumas jovens, com resgate da autoestima e dos sonhos.

Outro motivo para louvarmos a Deus é que há um tempo, uma professora da escola veio se consultar conosco dizendo que estava tentando engravidar e não conseguia. Após fazer algumas perguntas e checar alguns exames, compartilhei da minha fé com ela e perguntei se poderia orar. Ela aceitou. Este mês, recebemos a notícia que ela engravidou.

Não posso me esquecer também de Bigruhit, um refugiado de Guerra. Ele nasceu no Burundi e foi para Moçambique ainda criança. Bigruhit conheceu a Cristo na Faculdade de Medicina, na cidade da Beira, onde eu lecionava. Tivemos o privilégio de discipular esse rapaz, que em junho se graduou e nos escreveu agradecendo pelos conselhos e por ajuda-lo na forma de estudar.

Fez-se além de um médico, alguém com grande potencial de influenciar a sua sociedade e acima de tudo um discípulo do Mestre. :: LEIA MAIS »

Muçulmano encontra a verdade ao estudar a Bíblia


 

A verdade é encontrada na Bíblia 
Ore para que o Senhor alcance os filhos de Moussa e Mariam (Foto representativa)

Moussa é um cristão ex-muçulmano de 31 anos que mora no Chade. Ele foi rejeitado pela família e forçado a se separar da esposa e dos dois filhos após se converter a fé em Cristo. Moussa ouviu o evangelho por meio de um amigo no final do ano passado que deu a ele uma cópia do Novo Testamento em árabe. “Eu descobri alguns versículos que eram opostos ao que eu aprendi no islamismo. Cada vez que procurava explicações dos imãs (pregadores de mesquitas), as respostas eram insatisfatórias”, conta.

Depois de estudar o Novo Testamento, Moussa encontrou a verdade na Bíblia. Porém, antes mesmo de fazer a confissão de fé, a perseguição começou. Ele, a esposa Mariam, de 24 anos, e os filhos de 1 e 7 anos viviam com familiares. Os parentes descobriram que ele tinha interesse pelo evangelho e dúvidas sobre o islamismo. Por conta disso, ele deveria deixar a casa. Os pais de Mariam também agiram rapidamente e levaram ela e as crianças para viver com um irmão mais velho, que morava bem afastado.

Moussa não perdeu apenas a família, mas todos os meios de obter renda ao confiscarem suas duas motos e a comida que estava na dispensa. Então ele pediu ajuda em uma igreja, que o acolheu, colocando-o em um curso básico de discipulado. Ali ele decidiu oficialmente dedicar a vida a Jesus. A igreja alugou um quarto e também providenciou algumas roupas. Porém pouco tempo depois, um grupo de membros da família invadiu o quarto e queimou todos os pertences de Moussa. Após isso, a igreja alugou outro local.

Mariam, que se interessou pelo evangelho, também começou a enfrentar perseguição. Após a separação forçada, ela enviou uma carta para Moussa dizendo que gostaria de mais informações. A igreja ajudou a conseguir uma cópia do Novo Testamento e outros materiais de literatura cristã para ela. Como era muito perigoso manter isso em casa, ela os escondeu em uma montanha para ler secretamente. Mas o irmão desconfiava dela e um dia ele a seguiu e a pegou lendo a Bíblia. Ele arrancou um galho de uma árvore próxima e começou a bater nela, quebrando seu braço direito.

Milagrosamente a família permitiu que Moussa visitasse Mariam e as crianças. Ele conseguiu oferecer alguma ajuda emocional e financeira para os cuidados médicos, mas quer ter uma renda para que ela volte a morar com ele. Moussa está perseverando na fé apesar da zombaria, humilhação e ameaças que enfrenta constantemente. “Ore por aqueles que nos perseguem. Que Deus possa transformar seus corações e abrir seus olhos para a verdade”, ele pediu.

Pedidos de oração

  • Agradeça ao Senhor pela salvação de Moussa. Peça que ele continue crescendo espiritualmente.
  • Ore pela cura física e emocional de Mariam e que ela continue crescendo no conhecimento de Cristo.
  • Ore por provisão para todas as necessidades físicas e emocionais de Moussa e Mariam. Que essa família esteja reunida em breve.

Fonte: Portas Abertas

Cristã norte-coreana conta como sobreviveu ao regime ditador


Kim Yong Sook
Kim Yong Sook* recebendo oração de colaboradores do Portas Abertas. (Foto: Portas Abertas)

Kim Yong Sook* nasceu numa família norte-coreana muito pobre. Sua história é trágica e triunfante ao mesmo tempo. A família toda foi deportada do país quando o regime ditador descobriu que seu avô pertencia a um pequeno grupo de cristãos. No começo, Sook achava que esses cristãos tinham destruído sua vida, mas depois ela percebeu que Deus estava escrevendo sua história.

“Eu queria poder voltar no tempo e reviver aqueles dias, assim eu poderia amar as pessoas que estavam ao meu redor”, disse ela. Quando sua família decidiu voltar para a Coreia do Norte, Sook tinha sete anos de idade, mas tanto na China quanto na Coreia o comunismo estava em alta. As fronteiras entre os dois países estavam abertas, então todos podiam viajar com facilidade.

O governo norte-coreano encorajou os coreanos da China e do Japão a “voltarem para casa”. “Nossa família morava na China há vinte anos, mas nossa nação era a Coreia, então meu pai achou boa a ideia de retornar”, ela conta. A cristã também se lembra que na época ainda não havia aulas de ideologia nas escolas e que a doutrinação e a lavagem cerebral começaram somente a partir dos anos 60.

“Meus avós falavam sobre a segunda vinda de Cristo e sobre como Esaú vendeu sua primogenitura por um prato de comida. Eu pensava comigo ‘deve ter sido um guisado muito, muito bom’”, disse ela. Mas os tempos mudaram, a perseguição aos cristãos chegou ao país, o pai e o avô de Sook foram presos. “Meu pai voltou para casa mais morto do que vivo. Ele nunca nos contou sobre suas experiências na prisão, mas ele retornou de lá um homem diferente, calado e deprimido”, lamentou. :: LEIA MAIS »

ENCONTRO INTERNACIONAL TRATA SOBRE LIBERDADE RELIGIOSA


Encontro internacional trata sobre liberdade religiosa
 Um dos depoimentos no evento foi da esposa de pastor preso que atuava em Mianmar (Foto representativa)

Na semana passada, ocorreu na capital dos Estados Unidos a abertura do primeiro Ministerial para Avanços na Liberdade Religiosa. O encontro, que durou três dias, reuniu 350 delegados de 80 países, além de representantes de diversas fés, líderes governamentais, políticos e sociedade civil. De acordo com Sam Brownback, embaixador americano para Liberdade Religiosa Internacional, o objetivo era trabalhar juntos para melhorar a questão ao redor do mundo.

Em seu discurso, Brownback falou que a liberdade religiosa está sob ataque e sua falta “em qualquer lugar é uma ameaça à paz, prosperidade e estabilidade”. Os participantes puderam ouvir algumas vítimas da perseguição. Uma delas foi Jamie Powell, esposa de um pastor chinês sentenciado a sete anos de prisão. Ele estava envolvido com trabalho humanitário em Mianmar. Segundo ela, o marido já perdeu quase 23kg e não é capaz de falar com a família. “Meu filho e eu viajamos até lá, cerca de 16.000 km, e não tivemos permissão de vê-lo”.

Também foi abordada a situação dos uigures e cazaques na província de Xinjiang, no nordeste da China. A informação é que centenas de milhares – podendo chegar a mais de um milhão – de homens têm sido detidos e levados para “campos de reeducação”, onde ficam presos por semanas ou meses. Famílias e comunidades têm sido separadas e muitas crianças acabam em orfanatos.

O Secretário de Estado americano, Mike Pompeo, foi quem anunciou a iniciativa em maio e disse desejar que o encontro seja mais que “apenas conversa”. “Nós acreditamos que apenas colocando pessoas de todo mundo em uma sala e falando sobre esse tópico as capacitaremos a voltar para seu país de origem e defender a liberdade religiosa também”, concluiu.

Pedidos de oração

  • Ore por cada um dos participantes desse encontro. Que eles possam ser usados por Deus para trabalhar por mais liberdade religiosa em seus países.
  • Apresente a Igreja Perseguida, que eles possam estar firmados em Cristo para enfrentar a perseguição.
  • Interceda pelo marido de Jamie, que o Senhor possa ajudá-lo no período em que estiver na prisão e que ele possa ser liberto.
  • Fonte: Portas Abertas

Arqueólogo diz ter encontrado relicário de restos mortais dos apóstolos


Relicário
Relicário encontrado em el-Araj, esculpido em rocha basáltica. (Foto: Mordechai Aviam)

Mordechai Aviam, arqueólogo e professor na Faculdade Acadêmica Kinneret, descobriu um bloco de 661 quilos de basalto, com três compartimentos no topo, nas ruínas de el-Araj, onde seria a antiga cidade israelense de Betsaida. Foi também achado um relicário que pode ter sido usado para guardar os restos mortais dos apóstolos Pedro, André e Filipe.

A cidade é mencionada na Bíblia em João 1.44 como a cidade natal dos três apóstolos. Aviam admitiu que ainda deve acontecer uma avaliação por outros pesquisadores para entender se el-Araj é de fato a antiga Betsaida, mas já adiantou que há uma grande possibilidade. Enquanto um grupo de arqueólogos cavavam as ruínas de uma igreja que existia naquela cidade, o relicário foi encontrado.

“Não encontramos na escavação, mas nos escombros de uma casa de dois andares, construída por um homem rico de Damasco”, disse o professor. Ele explicou que aquela casa fazia parte do terreno que esse homem possuiu no final do século XIX. De acordo com as evidências, o relicário pode ter sido colocado no piso abaixo do altar da igreja, já que o fundo da pedra era áspero e não esculpido como no topo. :: LEIA MAIS »

Governo “declara guerra” à Igreja da Nicarágua


Bispos protestam na Nicarágua
Silvio José Báez, com microfone, e o cardeal Leopoldo Brenes, se dirigiram aos moradores de Masaya, na Nicarágua. (Foto: Getty)

A Igreja Católica está na linha de frente de um conflito crescente entre o governo ditatorial do presidente Daniel Ortega e os movimentos populares que pedem sua renúncia. Em um país onde a igreja sempre teve participação na política, os sacerdotes acabaram se tornando peças importantes no meio da crise que assolou o país nos últimos três meses e ceifou mais de 300 vidas.

“Continuamos a ser pastores e um autêntico pastor da Igreja nunca se colocará ao lado dos executores”, disse o monsenhor Silvio José Báez. “Ele sempre estará com as vítimas.”

Nos primeiros dias em que os manifestantes tomaram as ruas, Ortega apelou aos bispos para serem “mediadores” nas conversações com a oposição, um grupo heterogêneo que inclui movimentos estudantis, associações empresariais e organizações de agricultores. Mas, à medida que o governo intensificou sua repressão e os paramilitares que o apoiam começaram a matar cidadãos, Ortega deixou de tratar os bispos como árbitros neutros. Logo começaram os ataques contra sacerdotes e a invasão de igrejas.

O governo “declarou guerra à Igreja”, disse Juan Sebastián Chamorro, um dos líderes oposicionistas. Nos últimos dias, monsenhor Báez acabou se tornando a principal face da oposição, especialmente por causa de suas publicações nas mídias sociais, denunciando os abusos do governo sem reservas.

“O que há aqui é um estado armado contra um povo desarmado”, disse ele em uma entrevista no seminário onde mora, na capital Manágua. “Esta não é uma guerra civil”.

Ao mesmo tempo, igrejas se tornaram locais de abrigo para quem foge dos soldados e dos grupos paramilitares que perseguem e agridem todos que se manifestam contra Ortega.

Questionado sobre sua postura, monsenhor Báez, 60 anos, disse que não havia contradição entre suas duas posições. “Uma coisa que deve ficar clara é que ser mediador de um diálogo não nos torna neutros diante da injustiça, das violações dos direitos humanos e da morte de inocentes”, disse ele. :: LEIA MAIS »

Levante sua voz em favor do pastor Raymond Koh e de outras pessoas sequestradas na Malásia


Destaques - Página inicial

No dia 13 de fevereiro de 2017, o pastor Raymond Koh foi sequestrado perto de casa em Petaling Jaya, na Malásia. Ele foi levado em uma ação coordenada, em que sequestradores mascarados em três vans cercaram seu carro e desde então não se tem notícias dele. Além do pastor Koh, os cristãos Joshua Hilmy e a esposa, Ruth Sitepu, e o ativista Amri Che Mat também desapareceram em circunstâncias parecidas em novembro de 2016.

No último dia 9 de maio, um novo primeiro ministro foi eleito na Malásia, derrotando a coalizão que governava o país há 60 anos, desde a independência da Grã-Bretanha. Alguns sinais indicam que o novo governo pode ser mais favorável aos cristãos. Logo após a posse do novo primeiro ministro, a Comissão de Direitos Humanos da Malásia reabriu o inquérito sobre o desaparecimento do pastor Raymond Koh.

Um delator da polícia se pronunciou denunciando evidências do envolvimento de uma parte da força policial da Malásia nos sequestros de Koh e do ativista Mat. Esses fatores combinados abriram a oportunidade para a ação de advocacy (ação em que um grupo de pessoas se mobiliza para trazer uma mudança na lei em favor de uma causa que julgam legítima).

Por isso, pessoas de todo o mundo estão enviando cartas às embaixadas da Malásia em cada país, pedindo para que os representantes da Malásia em diferentes países se posicionem, fazendo da libertação do pastor Raymond Koh um clamor mundial. Aqui no Brasil, através da Portas Abertas, você tem a oportunidade de fazer parte desse movimento, assinando a carta abaixo que será enviada ao embaixador da Malásia no Brasil.

Preencha o formulário com seus dados para assinar a petição em favor de Raymond Koh, Joshua Hilmy e esposa, Ruth Sitepu, e Amri Che Mat, todos desaparecidos que precisam de nosso apoio e oração para que possam voltar em segurança para às famílias.

É só clicar no link abaixo e assinar:

https://www.portasabertas.org.br/categoria/destaques/peticao-pastor-koh

Fonte: Portas Abertas

“Gênio” de 11 anos se forma e declara: “vou provar pela ciência que Deus existe”


William Maillis
William Maillis em sua formatura. (Foto: CNN)

Um menino de 11 anos, que se formou na faculdade no sábado (21), revelou que irá se tornar um astrofísico para provar a existência de Deus.

William Maillis é o aluno mais jovem a se formar no St. Petersburg College, na Flórida. Ele já tem garantido uma vaga na Universidade de South Florida para aprofundar seus estudos.

Maillis começou a faculdade em 2016, depois de se formar no ensino médio com apenas nove anos de idade. Seu pai – que é um padre ortodoxo, revelou que seu filho mostrava habilidades incomuns para a matemática desde os dois anos de idade.

“Todo mundo recebe dons de Deus. Eu fui dotado de habilidade para ciência e história”, disse o menino gênio à CNN. “Quero provar que Deus existe através da ciência. Para que o mundo todo possa saber.”

Seu objetivo é concluir o doutorado quando tiver 18 anos.

Inteligência impressionante

A história do menino teve grande repercussão na imprensa. O evangelista Franklin Graham o elogiou por que, além da “inteligência impressionante”, William “não hesitou em falar sobre Deus”.

“Obrigado William, por querer que as pessoas conheçam a Deus. A infinita criação de Deus é um sinal para a humanidade de Sua existência e testifica do Seu poder e grandeza. Espero que você sempre mantenha seu foco nEle”, escreveu em seu perfil do Facebook, lembrando ainda da passagem de Provérbios 3:5-6: “Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas”.

Ex-muçulmano relata que sonhos e milagres estão levando milhões a Jesus



Imagem: Mohsin Raza

Um pastor que já ajudou a plantar centenas de igrejas no Paquistão, narra sua jornada de fé e sobrevivência à intensa perseguição em um novo livro. Fundador da missão Grito da Igreja Perseguida, o pastor M El Masih relata que milagres como curas divinas e sonhos proféticos estão levando muitos muçulmanos a Jesus Cristo.

O paquistanês conta que nasceu seguiu os ensinamentos do Alcorão por muitos anos e chegou a ser professor em uma escola islâmica. Porém, a desesperança e a falta de paz sempre o acompanharam. Até que, em 1993, ele conheceu um pastor que compartilhou com ele o Evangelho.

Após decidir se tornar cristão, enfrentou uma forte perseguição e foi perseguido num país onde a quase toda a população é muçulmana. Mesmo assim, continuou pregando. Ele relata em seu livro que, embora o Islã esteja crescendo em todo o mundo devido às altas taxas de natalidade, todos os anos mais de 6 milhões de muçulmanos se tornam cristãos em países islâmicos.

Segundo Masih, muitos muçulmanos não têm acesso a uma Bíblia nem podem ouvir pregações, mas crescem os relatos que o próprio Jesus os visitou, através de sonhos e visões. Ele vem ouvindo esse tipo de testemunho de outros cristãos que vivem em regiões onde há grande perseguição.

No livro, que não tem previsão de lançamento no Brasil, Masih fala como testemunhou o poder de Deus em de vários milagres de cura durante suas cruzadas. O pastor diz que, pela em nome de Jesus, mulheres paralisadas se levantarem e começarem a andar; e um homem quase cego, teve a “visão restaurada imediatamente”.

“As pessoas que vivem no Oriente muitas vezes são analfabetas e incapazes de ler a Bíblia, então Deus usa esse método para alcançá-las. Os orientais veem os sinais e milagres como prova que a Palavra de Deus é verdadeira”, explica. :: LEIA MAIS »



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