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:: ‘missões’

Vamos orar: Cristãos continuam a enfrentar pressão e violência na Tunísia

Um relatório sobre a violência na Tunísia explica que os cristãos continuam vulneráveis no país

Um relatório sobre a violência na Tunísia explica que os cristãos continuam vulneráveis no país

Tunísia, país que desencadeou a Primavera Árabe há dez anos, está lutando para “gerenciar a diversidade e o pluralismo” na sociedade, diz um novo relatório sobre a liberdade de crença no território. O “Relatório de Liberdade Religiosa 2020”, publicado pela Attalaki, uma organização de Direitos Humanos com sede na Tunísia, disse que a política de Estado considera as minorias religiosas mais como uma ameaça do que como uma força para o bem da sociedade.

A Constituição da Tunísia reconhece o islã como a religião do Estado, mas garante a liberdade religiosa. Não há leis que criminalizam a blasfêmia ou a renúncia à fé. “Os cristãos podem frequentar igrejas internacionais, mas a pressão social e familiar continua sendo obstáculos”, disse um parceiro da Portas Abertas na região.

“Ainda não há igreja tunisiana reconhecida pelo governo e os serviços de segurança estão monitorando os cristãos tunisianos. Sabemos que, em várias ocasiões, policiais à paisana tentaram se infiltrar em grupos, apresentando-se como cristãos”, completa o parceiro.  :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Quatro cristãos são decapitados em ataque na Indonésia

Os agressores já realizaram outros ataques contra cristãos na região (foto representativa)

Os agressores já realizaram outros ataques contra cristãos na região (foto representativa)

Na manhã de hoje, quatro homens da aldeia Kalimago, na região de Sulawesi, foram decapitados por extremistas islâmicos. As vítimas eram seguidores de Jesus e tinham entre 42 e 61 anos. A Portas Abertas noticiou um outro ataque que aconteceu na região em novembro de 2020, em que quatro cristãos foram assassinados na Indonésia.

Os ataques foram supostamente realizados por membros do grupo terrorista Mujahideen da Indonésia Oriental (EIM, da sigla em inglês), e 5 milhões de IDR (cerca de 350 doláres) pertencentes a uma das vítimas foram levados pelos suspeitos. Duas eram membros da Igreja Mamasa Toraja, outra da Igreja de Toraja, e a última vítima frequentava uma outra igreja na região.

O parceiro local da Portas Abertas Ari Hartono* compartilhou como isso é um choque para os seguidores de Cristo em Sulawesi, que ainda se recuperam dos ataques de novembro: “Os moradores ainda estão traumatizados com o ataque terrorista em Sigi em novembro passado e ainda não se recuperaram. Eles precisam de nossas orações”, conta.

“Não temos certeza se o ataque tem motivação religiosa, por mais que as vítimas sejam cristãs, pode ser um ato de sobrevivência. Após o incidente de Sigi, os terroristas em Sulawesi têm sido cada vez mais pressionados pela polícia e pelo exército. A única maneira de sobreviver é roubar dinheiro e alimentos. Nessa área, há muitos agricultores que vivem na floresta longe da aldeia e eles foram os alvos dos terroristas”, compartilha o parceiro. :: LEIA MAIS »

Parabéns ao Irmão André pelos 93 anos

O Irmão André começou o ministério fortalecendo cristãos em países comunistas e agora no mundo muçulmano

O Irmão André começou o ministério fortalecendo cristãos em países comunistas e agora no mundo muçulmano

No dia 11 de maio de 1928, nascia Anne van der Bijl, em Witte, Holanda. O menino era um dos seis filhos de um ferreiro e de uma dona de casa. Hoje, o garoto virou um homem que é destaque no mundo pela ousadia em dizer sim ao chamado de Jesus. Ele se tornou um pioneiro na missão de levar Bíblias e esperança até centenas de cristãos que vivem em países fechados para o evangelho.

A conversão de Anne aconteceu em 1950 e, cinco anos depois, passou a rodar pelos países comunistas com um fusca azul abarrotado de Bíblias para entregar aos cristãos locais. Foi nesta época que ele adotou o pseudônimo Irmão André, como é conhecido mundialmente hoje. Em uma viagem que fez pela Alemanha Oriental, um pastor o comparou ao José do Egito que procurava os irmãos a pedido de Jacó.

“Hoje ainda procuro meus irmãos e irmãs do mundo inteiro que sofrem por causa da fé — não só porque eles precisam de mim, mas porque eu preciso deles. Todos fazemos parte da mesma fraternidade de cristãos, que a Bíblia chama de corpo de Cristo. Precisamos uns dos outros. Todos somos chamados a realizar a obra de Deus — juntos”, explica o fundador da Portas Abertas. :: LEIA MAIS »

Pastor e esposa são feridos em ataque na Índia

O líder cristão é deficiente desde criança e já tinha enfrentado ataques de radicais outras vezes na Índia (foto representativa)

O líder cristão é deficiente desde criança e já tinha enfrentado ataques de radicais outras vezes na Índia (foto representativa)

No dia 22 de abril, um pastor e a esposa dele estavam orando em casa, na aldeia Sitamahri, na Índia, quando os quatro irmãos do líder e um aldeão chegaram e forçaram a entrada na casa com um martelo. Os cinco homens atacaram o casal e bateram neles. Outro cristão que estava no local também sofreu ferimentos graves.

Durante o ataque, um grupo de partidários de Bajrang Dal, a ala militante do grupo nacionalista hindu Vishwa Hindu Parishad, se reuniu do lado de fora da casa. Um vídeo gravado do ataque, capturado por uma câmera na casa do pastor, foi entregue ao líder local Arun Singh, do partido BJP.

O pastor, que é deficiente físico desde a infância, recebe ameaças desde 2018 por causa do trabalho entre os mais pobres da casta dalit. Em um incidente, ele foi avisado de que, se ele quisesse ficar na aldeia, deveria se converter ao hinduísmo.

Depois que ele foi atacado por uma multidão no ano passado, o líder da igreja apresentou uma queixa à polícia. Mas, até agora, nada foi feito para apurar o incidente. “A falha da polícia local em investigar alegações de intolerância religiosa e perseguição e a falha em apresentar queixas criminais criaram um ambiente de impunidade para os agressores”, afirma um relatório da Portas Abertas sobre a posição dos cristãos na Índia. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristã é agredida por vizinhos em Bangladesh

Por meio dos estudos bíblicos, Anjoli aprendeu a ler e conseguiu perdoar os agressores em Bangladesh

Por meio dos estudos bíblicos, Anjoli aprendeu a ler e conseguiu perdoar os agressores em Bangladesh

Anjoli Rani é uma cristã ex-muçulmana de Bangladesh, que participa do programa de alfabetização de adultos da Portas Abertas no país. No dia 10 de abril, algumas mulheres muçulmanas da aldeia de Anjoli atacaram a cristã e alguns familiares dela. Então, a seguidora de Jesus indagou e pediu: “Por que vocês nos repreendem por causa de nossa fé? Nós não prejudicamos vocês, por favor, nos deixe em paz”.

Mas as perseguidoras ficaram ainda mais irritadas e  começaram a atacá-la com bastões e galhos de bambu. Anjoli teve ferimentos graves e foi levada imediatamente para o hospital local para tratar os ferimentos. “É muito difícil conviver com aqueles que não conhecem o evangelho, especialmente quando eles são a maioria na comunidade. Não podemos dizer nada e quando dizemos algo, há briga. É difícil tolerar tudo, mesmo quando vemos que eles estão fazendo errado”, disse o professor de alfabetização de Anjoli. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Garota cristã é agredida na escola no Sri Lanka

Após anos da agressão, Rashmi teve a medula espinhal lesionada e tem dificuldades para andar no Sri Lanka (foto representativa)

Após anos da agressão, Rashmi teve a medula espinhal lesionada e tem dificuldades para andar no Sri Lanka (foto representativa)

Rashmi, uma cristã de 10 anos, estava brincando do lado de fora da escola no Sri Lanka durante o intervalo quando três meninos encontraram um escorpião e tentaram colocá-lo nela. Ela gritou e pediu que não colocassem o animal nela, mas eles não a ouviram e começaram a agredir a menina. No momento, as crianças gritavam: “Garota cristã!”. Por seguir a Jesus, a menina é minoria em uma área budista, o que significa que é comum que os cristãos sejam hostilizados por isso.

Quando Rashmi foi para casa naquela noite, ela contou aos pais sobre o incidente e disse que estava com dor, mas eles não prestaram muita atenção nas queixas dela. “Meu filho teve um acidente naquele dia e ficou gravemente ferido. Como ele estava em más condições, todos nós demos nossa atenção para ele”, compartilhou a mãe de Rashmi.

Nos anos seguintes, Rashmi foi para a escola como de costume. No entanto, ela continuava a se queixar de dores nas costas. Mas, recentemente, a condição dela se tornou mais grave e, de repente, ela não podia mais andar ou fazer nada sozinha. Foi um alerta para a família que ela precisava de cuidados médicos. “Foi chocante perceber que nossa filha, que era tão saudável e ativa, não podia mais andar”, compartilhou a mãe da cristã com parceiros locais da Portas Abertas. :: LEIA MAIS »

Soldado se converte na Ásia Central

Adil conheceu a palavra de Deus durante o culto em uma igreja doméstica na Ásia Central e decidiu entregar a vida a Cristo

Adil conheceu a palavra de Deus durante o culto em uma igreja doméstica na Ásia Central e decidiu entregar a vida a Cristo

Em janeiro, Adil*, um jovem soldado de 20 anos, aceitou Jesus durante a reunião de uma igreja doméstica na Ásia Central. Durante o sermão, ele sentiu no coração um forte arrependimento dos pecados e desejo de entregar a vida a Cristo. Os membros da igreja estavam preocupados com a unidade militar do cristão, porque eles são muito ativos e estão localizados em uma região onde é quase impossível ser cristão.

No exército do país é possível comprar uma demissão. Por isso, a igreja que Adil frequenta decidiu pagar pela saída dele. Há duas semanas, ele finalmente deixou o exército. Mas os soldados descobriram que ele se tornou um cristão e foi agredido por ex-colegas.

Agora, a orelha dele está ferida, e eles levaram todo o dinheiro que ele tinha. Além da perseguição dos soldados, a madrasta e os irmãos de Adil o rejeitaram e expulsaram de casa.

Os irmãos e irmãs da igreja se reuniram e decidiram ajudar Adil e hospedá-lo na comunidade. Por um tempo, a igreja, com o apoio dos parceiros da Portas Abertas na Ásia Central, fornecerá moradia, comida e os ajudará nas despesas. O cristão também será apoiado para estudar e trabalhar, ele também compartilhou o desejo de servir na igreja.  :: LEIA MAIS »

Como é ser um cristão preso?

A prisão por motivos religiosos ainda é uma realidade em diversos países, como Irã, Coreia do Norte e Eritreia

A prisão por motivos religiosos ainda é uma realidade em diversos países, como Irã, Coreia do Norte e Eritreia

Revista Portas Abertas deste mês tem como foco os cristãos presos, que também são o tema do Domingo da Igreja Perseguida 2021, que acontece no dia 30 de maio. Em muitos países, crer em Jesus é um crime que pode levar à prisão e, na revista, você conhecerá o relato de irmãos que passaram por essa experiência.

Mais de 4 mil cristãos foram presos no período de 12 meses. Entre eles, estão cristãos detidos sem julgamento e os que foram, de fato, condenados. O cristão iraniano Taher (pseudônimo) relembra o momento em que foi levado pela polícia secreta e diz: “Bem ali mesmo, senti Jesus ao meu lado”. Ele, a esposa e as duas filhas já tinham feito o compromisso de entregar tudo ao Senhor. Por isso, mesmo quando interrogado repetidamente para entregar o nome de outros cristãos, ele não o fez. Permaneceu firme até que foi solto sob fiança.

No Projeto do Mês, você lerá o testemunho de um cristão secreto que passou pela prisão e que hoje apoia outros que passam pela mesma situação. Queremos nos juntar a ele e estender nosso apoio a nossos irmãos que enfrentam a prisão em vários países onde o simples fato de crer em Jesus pode ser considerado um crime. E você pode fazer parte dessa rede de apoio. :: LEIA MAIS »

Cuba censura mensagens de pastores cristãos na TV e no rádio

Os cristãos de Cuba só tiveram acesso à mensagem do pastor aliado ao governo

Os cristãos de Cuba só tiveram acesso à mensagem do pastor aliado ao governo

Amanhã, 3 de maio, é comemorado o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Na data há uma reflexão sobre a importância de veicular notícias de interesse dos cidadãos sem que exista uma interferência e punição do Estado aos que tornam as informações públicas. Em países onde há paranoia ditatorial, os líderes detêm o poder sobre a população e também sobre a imprensa. Nesse contexto, também existe a intolerância religiosa, pois o Estado não aceita que exista uma devoção a outro, apenas aos governantes. Cuba é um bom exemplo de falta de liberdade de imprensa e de expressão.

Em 2020, alguns líderes cristãos cubanos receberam com alegria o convite para gravarem mensagens de Páscoa para serem veiculadas pelo Instituto Cubano de Rádio e Televisão (ICRT). Cada pastor poderia dar um recado individual para a população celebrando o domingo de Páscoa.  Porém, na noite programada para transmitir as mensagens, apenas o reverendo Antonio Santana discursou. Ele é presidente do Conselho de Igrejas de Cuba (CIC), oficialmente apoiado pelo governo cubano. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristãos presos serão levados à Suprema Corte do Irã

As duas famílias já cumpriam as penas quando souberam que os casos iriam para a Suprema Corte do Irã (foto: Article18)

As duas famílias já cumpriam as penas quando souberam que os casos iriam para a Suprema Corte do Irã (foto: Article18)

Os apelos para dois casos envolvendo cristãos no Irã serão ouvidos pela Suprema Corte do país. Foram apresentadas petições de novo julgamento para Homayoun Zhaveh e sua esposa Sara Ahmadi, que começaram a cumprir as sentenças por fazerem parte e liderarem uma igreja. O outro caso envolve Sam Khosravi e Maryam Falahi, que foram condenados por “promover o cristianismo” e depois ameaçados de perder a custódia da filha adotiva de dois anos.

“Só de saber que a mais alta corte do país agora tem o poder de governar nesses casos é algo para agradecer. Porque mesmo se a Suprema Corte rejeitar esses casos significaria que o regime iraniano seria forçado a assumir a responsabilidade por esses veredictos injustos, e, portanto, deixá-los sem argumento para se posicionarem se continuarem a alegar que os cristãos têm direitos iguais e que ninguém é perseguido por causa de suas crenças no Irã”, disse o diretor de advocacy do portal de notícias Article18.

Na semana passada, quatro cristãos foram presos e alguns outros trazidos para interrogatório em Dezful, Sudoeste do Irã. Em seu relatório anual publicado esta semana, a Comissão dos EUA para a Liberdade Religiosa Internacional disse que as condições de liberdade religiosa no Irã haviam diminuído em 2020 “com o governo aumentando sua severa repressão às minorias religiosas e continuando a exportar extremismo religioso e intolerância”.

“Durante o ano, dezenas de cristãos foram presos, agredidos e injustamente condenados a anos de prisão”, diz o relatório, e recomendou que o país permanecesse na lista de Países de Particular Preocupação. Se a recomendação da Comissão for tomada pelo Departamento de Estado dos EUA, o governo dos EUA terá uma base para impor sanções contra os líderes do país e outros funcionários-chave.

O tratamento do Irã a sua minoria cristã, em particular aqueles que se converteram do islã, também foi criticado pela ONU. Em novembro, especialistas da ONU escreveram uma carta às autoridades iranianas expressando preocupação com a situação dos cristãos iranianos, listando os nomes daqueles que foram presos e pedindo ao governo que proteja seus direitos.  :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Irmãs são expulsas de casa por causa de Jesus no Nepal

Tabita participou de um treinamento para trabalhar em um salão de beleza e vive para encorajar outras jovens cristãs perseguidas

Tabita participou de um treinamento para trabalhar em um salão de beleza e vive para encorajar outras jovens cristãs perseguidas

Tabita Thami* é uma jovem cristã do Nepal que enfrenta perseguição dentro de casa. Ela é a filha mais nova de uma família hindu e é a única cristã entre os pais e os irmãos. Ela conheceu Cristo ao visitar uma igreja pela primeira vez, enquanto acompanhava uma amiga doente que precisava de cura.

Depois de se converter, ela foi perseguida pelos pais e um dos irmãos. A jovem era pressionada e enfrentava abuso psicológico. Ela não tinha permissão para tocar nas coisas da casa e o irmão a ameaçava de a expulsar de casa, se ela não renunciasse à fé. Ele também não permitiu que ela orasse e lesse a Bíblia. Sempre que eles a viam fazendo isso, jogavam a palavra de Deus fora.

Mesmo com a perseguição, Tabita permaneceu firme na fé. Ela compartilhou o evangelho com a irmã, que mais tarde também aceitou a Jesus. Com isso, a família parou de sustentá-la financeiramente e Tabita começou a trabalhar fora para pagar as próprias despesas. A família continuava a perseguir a cristã e, um certo dia, o irmão da jovem jogou um pedaço de pau nela, mas Deus a protegeu. Após isso, a família expulsou a irmã e ela de casa.  :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Família cristã vive com medo nas Filipinas

Os seguidores de Cristo nas Filipinas estão com medo de novas agressões (foto representativa)

Os seguidores de Cristo nas Filipinas estão com medo de novas agressões (foto representativa)

Na sexta-feira, a Portas Abertas começou a contar a história de Muksin*, um jovem cristão que enfrenta perseguição na comunidade onde mora nas Filipinas. O jovem foi agredido e ameaçado por um muçulmano. E, na tentativa de proteger o filho de novas agressões, o pai de Muksin agrediu o perseguidor e foi multado pelas autoridades locais.

A família perguntou aos oficiais encarregados: “Que tipo de multa você vai dar para este homem por bater em Muksin primeiro e provocá-lo?”. Mas as autoridades a ignorou. A família do jovem não tinha muito dinheiro, então pediu emprestado de outros membros da família para pagar a multa, mas não foi o suficiente. As autoridades não deixaram passar, foram à casa de Muksin e forçaram a família a pagar um preço ainda mais alto.

Todos estavam tristes por ter que pagar a multa, mas o que mais os entristeceu foi a agressão sofrida por Muksin. O pai dele ficou arrependido por ter recorrido à violência ao invés de agir com amor. Ele sabia que Deus não estava feliz com o que tinha feito. “Mesmo quando uma pessoa nos machuca fisicamente, eu não deveria ter recorrido à violência”, disse o pai de Muksin.  :: LEIA MAIS »

Cristã ex-muçulmana conduz outros à fé durante Ramadã

Jimmy impediu um vizinho de esfaquear Suraida após uma discussão por terem se convertido

Jimmy impediu um vizinho de esfaquear Suraida após uma discussão por terem se convertido

Ramadã é um mês especial para a maioria dos muçulmanos no Sudeste das Filipinas. É um mês considerado santo quando eles jejuam e oram a Alá com objetivo de ganhar recompensas para a vida após a morte. Suraida*, de 60 anos, costumava acreditar nisso também. Ela veio à fé cerca de sete anos atrás, quando sua neta a convidou para um encontro de oração. “Quando ouvi sobre isso, fui contra imediatamente, porque sabia que a crença deles era diferente da minha”, disse.

Mas então alguém deu a ela um Novo Testamento. Quando o abriu, ficou chocada por estar escrita na língua local. Ela não o leu, mas o manteve no armário. Um dia, ficou muito doente. A neta a aconselhou a ir à missão médica e odontológica próxima, dirigida por cristãos. Ela foi. Lá, além de lhe darem remédios, também oraram por ela. “Alguém orou por mim, mas não como os muçulmanos oram. Ela orou para que Jesus me curasse”, contou. Quando chegou em casa, abriu o Novo Testamento e, enquanto lia, foi curada.

“Naquele dia, me tornei cristã. Deus tem sido bom comigo desde que entrou em minha vida. Ele me dá tudo que preciso”, compartilha. Desde o dia em que Suraida finalmente abriu o Novo Testamento, seu amor pela palavra de Deus cresceu. Graças a suas orações e apoio, parceiros locais da Portas Abertas ofereceram a ela treinamento bíblico, e ela também foi ensinada a conduzir estudos bíblicos para outros. Agora ela ensina a Bíblia em sua casa. :: LEIA MAIS »

Cristã indiana tem Bíblia queimada por vizinhos hindus

Apesar da perseguição, cristãos encontram palavras de conforto e ânimo na Bíblia

Apesar da perseguição, cristãos encontram palavras de conforto e ânimo na Bíblia

No Dia Mundial do Livro e também do Direito do Autor, a Portas Abertas reafirma o compromisso de encorajar os irmãos e irmãs da Igreja Perseguida por meio da distribuição de Bíblias e de literatura cristã. Quando os livros são encontrados nos países onde o cristianismo é hostilizado, eles são destruídos ou apreendidos como “provas de um crime”, no caso a fé do cristão.

A cristã indiana ex-hindu Kirti* sabe da importância da Bíblia. Foi por meio da palavra de Deus que ela solidificou a fé após ser curada de uma doença. Na época, o testemunho dela impactou vários parentes, que também começaram a andar com Deus. Mas os vizinhos hindus da vila não gostaram do que estava acontecendo e reuniram todos os que mudaram de fé. “Eles nos forçaram a ficar no meio de todos e nos alertaram para não irmos mais para a igreja ou eles nos bateriam”, conta a cristã.

Mesmo após outras ameaças e com medo, eles continuaram seguindo a Jesus secretamente. Todos os domingos, Kirti e o marido organizavam um encontro secreto em casa, que logo foi descoberto pelos perseguidores. “Depois de dois meses, os moradores descobriram e nos chamaram para outra conversa. Eles disseram: ‘Vocês pararam de acreditar em Jesus, então por que continuam se reunindo para adorar a Deus?’. Então, o grupo foi à minha casa e procurou por minha Bíblia e hinário. Ameaçaram me matar caso continuasse adorando a Jesus. Então, queimaram minha Bíblia e hinário, e entraram em casa novamente para roubar arroz, trigo e outros alimentos. Eles também pegaram nossos frangos e cabras. As cabras eram de estimação. Tudo foi levado para o salão comunitário, onde cozinharam tudo, incluindo os animais. Assim, toda a vila comeu nossa comida.” Quando terminaram, disseram: “Essa é a punição por sua falta. Não creiam mais em Jesus Cristo”. :: LEIA MAIS »

Cinco países onde os cristãos são mais presos

Seguir a Jesus e agir conforme os preceitos bíblicos podem resultar em prisão para muitos cristãos ao redor do mundo

Seguir a Jesus e agir conforme os preceitos bíblicos podem resultar em prisão para muitos cristãos ao redor do mundo

A prisão de cristãos é uma maneira que governos encontram de impedir a propagação do evangelho e de amedrontar outros seguidores de Jesus a professar publicamente a fé. Nas penitenciárias, muitos de nossos irmãos e irmãs têm os direitos humanos e legais negados.

Eles são obrigados a viver em condições sub-humanas sem acesso a alimentação adequada, celas limpas e até banheiros. Nesses contextos, eles ficam doentes com frequência e não têm acesso a tratamento médico. Outro ponto é que são agredidos e torturados regularmente para que neguem a fé e entreguem outros cristãos.

De acordo com os dados da Lista Mundial da Perseguição 2021, um total de 4.277 cristãos foram detidos ou condenados por causa da fé, durante o período de pesquisa (1 de outubro de 2019 a 30 de setembro de 2020). Na Eritreia, por exemplo, 28 cristãos (12 mulheres e 16 homens) morreram na prisão desde 2006. Porém, é possível que o número de mortes dos seguidores de Jesus seja maior do que as contabilizadas, devido à falta de transparência nas informações.

Atualmente, há cinco países onde há mais prisão de cristãos. Confira a lista.

China: as autoridades comunistas monitoram aqueles que professam a fé em Jesus. Novas restrições na internet, mídias sociais e organizações não governamentais estão sendo aplicadas. Caso o cristão não obedeça às restrições impostas, há uma grande chance dele ser preso e condenado.

Eritreia: os cristãos são presos sem julgamento e mantidos em prisões desumanas. Muitos são levados para locais em meio ao deserto e são trancados em contêineres de metal. As justificativas para as detenções vão desde portar materiais cristãos até compartilhar a fé com outras pessoas.

Irã: os cristãos são vistos como inimigos do Estado e não podem se reunir com outros se forem ex-muçulmanos. Compartilhar a fé com outras pessoas também é um crime no país.

Coreia do Norte: se um cristão é descoberto no país, ele pode ser preso ou até morto imediatamente. Muitos são levados para campos de trabalho forçado e torturados até que neguem a fé.

Paquistão: os cristãos são vítimas de leis baseadas na sharia (conjunto de leis islâmicas), que punem a apostasia e a blasfêmia contra a religião muçulmana com a morte. Muitos cristãos são falsamente acusados de blasfemar e estão presos por isso. :: LEIA MAIS »

Cristão é morto pelo Estado Islâmico no Egito

Nabil Habashy Salama estava em cativeiro no Egito desde novembro de 2020

Nabil Habashy Salama estava em cativeiro no Egito desde novembro de 2020

No domingo, 18 de abril, o cristão Nabil Habashy Salama, de 62 anos, foi morto pelo Estado Islâmico no Egito. Em novembro do ano passado, a Portas Abertas noticiou o sequestro do seguidor de Jesus, que era dono de uma joalheria e tinha financiado a construção da única igreja na cidade de Bir Al-Abd.

O grupo extremista Estado Islâmico divulgou um vídeo em que militares do grupo ameaçam os cristãos no Egito, dizendo que o destino dos fiéis será o mesmo de Salama. O cristão contou que estava em cativeiro há cerca de três meses e que a igreja cristã colabora para combater a ação do grupo extremista no país. Salama foi morto com um tiro na cabeça enquanto estava ajoelhado em frente aos extremistas.

No vídeo, o grupo extremista ameaça outros cristãos egípcios (fonte: Egypt Today)

O Egito ocupa o 16º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, onde os cristãos são pressionados para abandonar a fé e enfrentam perseguição vinda de familiares, amigos, comunidade e autoridades do país. Os grupos extremistas também são responsáveis pela perseguição, com agressões, sequestros e violência. :: LEIA MAIS »

Conhecendo Jesus em meio ao Ramadã

Cristãos tomaram conta de Salamta quando esteve doente e isso fez com que ela decidisse frequentar a igreja

Cristãos tomaram conta de Salamta quando esteve doente e isso fez com que ela decidisse frequentar a igreja

Salamta (pseudônimo) faz parte do grupo étnico nômade fulani. Ela cresceu como muçulmana no Nordeste de Camarões. Sua vida revela os sofrimentos de uma mulher islâmica que vive em um país da África Subsaariana. Quando tinha 11 anos, foi forçada a se casar. “Eu não queria me casar, mas minha mãe insistiu que eu ficasse com ele só por uma semana. Quando eu quis ir embora após uma semana, ela me bateu até meus olhos sangrarem.”

A mãe de Salamta era responsável por ela já que o pai tinha morrido um ano antes. Sendo assim, a jovem teve que ficar com o marido, mas fazia de tudo para evitar sua “casa”, sempre passando as noites na escola que frequentava. Certo dia disse ao marido: “Tive que ficar com você por mais de cinco anos. Já que nosso casamento não foi consumado, ou você me leva de volta para a casa da minha mãe ou me mata”. Ele optou por tentar matá-la. Se não fosse pelo irmão mais novo dela que estava passando naquele momento a caminho da oração, ela teria morrido.

Aquele foi o fim do casamento de Salamta e ela foi viver com a família no Chade, a fim de completar os estudos. Ela voltou para Camarões só depois que a mãe faleceu. Desde que se lembra, Salamta sentia uma tristeza sempre a rondando. Em 2002, ela foi diagnosticada com depressão. Porém, a condição que a atormentou por muitos anos eventualmente ofereceu um caminho para Cristo. Por precisar ir muito ao hospital, ela acabava perdendo empregos e se tornando inapta para a função. :: LEIA MAIS »



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