WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia

ebook gestao financeira


outubro 2020
D S T Q Q S S
« set    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031


:: ‘pré-sal’

Poço de 7,5 mil metros amplia fronteira do pré-sal

Sabrina Lorenzi, iG Rio de Janeiro

A estratégia das empresas de ir cada vez mais fundo na exploração de petróleo pode levar o governo a ampliar o mapa do pré-sal. Em perfuração recorde no País, a Repsol está explorando um poço com objetivo de atingir 7,5 mil metros de profundidade, numa área que ainda não é considerada pré-sal pela União, mas sim pela empresa espanhola e por especialistas do setor. Paralelamente, Shell, Anadarko e Petrobras fazem descobertas sob a camada de sal longe de Tupi, localizado na chamada picanha azul, na Bacia de Santos – onde todos os blocos já explorados apresentaram indícios de hidrocarbonetos.

 A Repsol aposta na existência de petróleo abaixo de uma camada de sal que, segundo uma fonte do setor, pode superar 3 mil metros de espessura no bloco ES-T-737, localizado entre as bacias de Campos e Espírito Santo. Detalhe: em Tupi e na maioria das áreas já conhecidas do pré-sal, a camada de sal possui em média dois mil metros. Antes de alcançar a espessa camada, a sonda Stena Drill Max, que está perfurando o bloco do Espírito Santo, percorreu uma lâmina dágua de 2.160 metros e atravessou um trecho de quase dois quilômetros de sedimentos e rochas marinhas na camada do pós-sal.

A Repsol começou a perfurar o bloco em fevereiro, mas, com problemas mecânicos (natural para tamanha profundidade), teve de interromper a atividade e reiniciá-la em outro poço. O objetivo deve ser atingido até agosto. O ES-T-737 fica entre as bacias de Campos e Espírito Santo, a cerca de 87 quilômetros ao nordeste de Jubarte, campo com reservas abaixo da camada de sal localizado ao Sul do Espírito Santo, próximo ao limite do que atualmente é considerado pré-sal.

O secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Marco Antônio Martins Almeida, admitiu ao iG que um resultado positivo da Repsol no bloco ES-M-737 pode fazer o governo mudar o mapa do pré-sal. O polígono do pré-sal – a área sob concessão considerada até então como tal – vai do Norte de Santa Catarina ao Sul do Espírito Santo.

Se ocorrerem, as mudanças no mapa do pré-sal não vão interferir no direito de exploração e produção das áreas já licitadas, como o bloco da Repsol, mas podem ser consideradas pelo governo na hora de definir os futuros leilões de petróleo. O projeto de lei que prevê o regime de partilha não mapeia os blocos que serão regidos pelo novo modelo. O governo vai escolher áreas de elevado potencial no pré-sal e consideradas estratégicas para os leilões de partilha, pelo qual a Petrobras será operadora única e as empresas privadas poderão entrar como sócias, vão concentrar as melhores áreas do País.

 

Foto: Arte iG

Resultado positivo da Repsol no bloco ES-M-737 pode fazer o governo mudar o mapa do pré-sal

:: LEIA MAIS »

Vaccarezza: votações do pré-sal vão ocorrer após eleição

LEONARGO GOY – Agência Estado

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT), disse hoje que, para que fosse possível votar nesta terça-feira o projeto que cria o fundo social do pré-sal e define o sistema de partilha, seria necessário haver 300 deputados da base governista na Câmara para fazer frente à obstrução que vem sendo aplicada pela oposição. Porém, segundo cálculos do próprio Vaccarezza, há 247 deputados ao todo na Casa. Essa ausência de um maior número de deputados, segundo o líder, se deve ao período eleitoral. Por isso, argumentou que o projeto só será votado após as eleições. “Após as eleições, a Câmara será outra”, disse o líder.

 Ao ser questionado sobre a possibilidade de o sistema de partilha ser deixado de lado, caso a oposição, que é contrária ao modelo, vença as eleições de outubro, Vaccarezza afirmou: “Se a oposição vencer, eu vou lutar pela aprovação do sistema de partilha, mas eles são contra. Vai ganhar quem tiver maioria”.

  :: LEIA MAIS »

Senado aprova proposta de divisão dos royalties do pré-sal

estadão.com.br

SÃO PAULO – Na madrugada desta quinta-feira, 10, os senadores aprovaram, por 41 votos a favor, 28 contra e uma abstenção, a emenda do senador Pedro Simon (PMDB-RS) que trata da divisão de royalties do pré-sal. Segundo a proposta de Pedro Simon, o valor arrecadado com os royalties deve ser divido igualmente entre todos os estados e municípios, conforme critérios do Fundo de Participação dos Municípios e do Fundo de Participação dos Estados. As informações são da Agência Brasil e Agência Senado.

Para não prejudicar os estados produtores, que atualmente ganham mais para compensar os impactos da exploração, a União pagará aos estados, com sua parte nos royalties, a diferença recebida a menos com o novo modelo de divisão. A matéria volta para a apreciação da Câmara. A expectativa, agora, dos senadores dos estados produtores que fazem parte da base aliada é que o presidente Lula vete a emenda ou que o Supremo Tribunal Federal a considere inconstitucional.

:: LEIA MAIS »

PSDB e DEM adotam posições diferentes sobre calendário de votação do pré-sal

Marcos Chagas
Da Agência Brasil
Em Brasília

O PSDB e o DEM tomaram posições diferentes hoje (11) ao analisar a proposta do governo de criar um calendário de votação para os projetos do pré-sal. Os tucanos admitem não obstruir os trabalhos do Senado e votar as medidas provisórias que estão trancando a pauta, bem como as que estão para chegar da Câmara, desde que o governo mantenha o projeto de lei da partilha de acordo com o que foi deliberado pelos deputados.

Dessa forma, a ideia é manter o debate da distribuição igualitária dos royalties entre os estados e os municípios produtores e não produtores de petróleo. Pela proposta, intensificariam-se as discussões sobre o regime de produção a ser adotado na exploração do petróleo da camada pré-sal, se seria o de partilha ou se seria mantido o atual regime de concessão.

O líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), destacou que a retirada da urgência constitucional, requerida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, continua a ser pré-requisito para o andamento de qualquer negociação. “Se eles [governistas] não retirarem, a alternativa será partir para o embate, coisa que nós não queremos”, afirmou Virgílio.

 Além disso, o PSDB espera contar com uma mobilização de prefeitos, que estariam se preparando para comparecer em massa ao Congresso Nacional, a partir da próxima semana. O objetivo seria pressionar os senadores para deliberar, ainda neste semestre, o destino dos royalties do pré-sal. :: LEIA MAIS »

Jucá diz que marco regulatório do pré-sal deve ficar para próxima semana

As negociações para um acordo entre a base aliada e a oposição sobre o marco regulatório do pré-sal devem ficar para a próxima semana, segundo o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), responsável pela intermediação de um acordo entre oposicionistas e Executivo. Nesta terça-feira, ele terá uma série de conversas individuais com os relatores dos quatro projetos nas comissões em que tramitam, mas apenas para verificar como os relatores estão encaminhando os projetos. :: LEIA MAIS »

Casagrande e Simon querem votação sobre pré-sal antes das eleições

Os senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Renato Casagrande (PSB-ES) não aceitam a proposta do líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), de deixar para depois das eleições a votação da parte do projeto que trata da divisão dos royalties do pré-sal. Simon e Casagrande são autores de emendas que mudam o projeto e retiram dinheiro do percentual que cabe ao governo federal para redistribuir a Estados e municípios. Para Simon, a proposta de Jucá retira do projeto o efeito das eleições. “Se ficar para depois, será fácil para o governo usar sua maioria e manter o projeto da forma que lhe interessa, mesmo que não seja o melhor para estados e municípios”, afirma. Já Casagrande argumenta que todos os projetos do pré-sal devem ser votados em conjunto. Ele lembra que foi a votação em separado que permitiu a vitória da emenda Ibsen Pinheiro na Câmara dos Deputados. Informações do UOL.

Senado estuda meio-termo para royalties do petróleo

Um meio termo entre a ideia de distribuição nacional dos royalties do petróleo – como propõe a emenda Ibsen Pinheiro, aprovada na Cãmara – e as regras atuais, que concentram tais pagamentos nos estados produtores, como Rio de Janeiro e Espírito Santo. Levantamento feito pelo Congresso em Foco demonstra que a busca desse meio termo é a solução hoje pensada pela maioria dos senadores.

A emenda apresentada por Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) – e também assinada pelos deputados Humberto Souto (PPS-MG) e Marcelo Castro (PMDB-PI) – ao projeto 5938/90 altera altera o sistema de distribuição dos royalties e da participação especial dos contratos de exploração de petróleo já existentes, além daqueles a serem executados na camada do pré-sal. Ao contrário da regra atual, que concentra o pagamento dos royalties nas regiões produtores de petróleo, Ibsen propôs uma distribuição nacional igualitária. Com isso, estima-se que somente o Rio de Janeiro perderia R$ 7 bilhões da sua atual receita. 

:: LEIA MAIS »

Emenda que redistribui royalties pode parar no STF, diz Mendes

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, voltou a afirmar nesta terça-feira que a polêmica proposta de distribuição dos royalties do pré-sal e de blocos já em produção deve motivar discussões na Suprema Corte, caso o Senado Federal ratifique a chamada Emenda Ibsen. De acordo com o magistrado, a constitucionalidade da distribuição de royalties e participações especiais com base no Fundo de Participação dos Estados (FPE), por exemplo, está em xeque pelo fato de o próprio STF já ter considerado que a lei que define o rateio é uma afronta à Constituição. :: LEIA MAIS »

Lula sobre royalties: ‘O Congresso que resolva o problema

AMÃ, Jordânia – Momentos antes de voltar para o Brasil, depois de uma viagem de cinco dias ao Oriente Médio, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feiraque não vai se envolver na polêmica sobre os royalties, que provocou protestos e resultou em uma passeata com mais de 150 mil pessoas no dia anterior no centro do rio de janeiro.. Lula disse que já havia alertado a todos os líderes sobre o risco de haver problemas este ano, devido às eleições, e avisou que a questão terá de ser resolvida no Congresso Nacional. :: LEIA MAIS »

Milhares protestam por royalties no Rio

Servidores públicos e trabalhadores das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), transportados em ônibus alugados por prefeituras e pelo governo do Estado, foram o público principal da manifestação, ontem, no centro da cidade, contra a Emenda Ibsen. O governador Sérgio Cabral (PMDB) e dezenas de prefeitos recorreram à máquina pública para garantir o quorum na passeata.

 Apesar de tanta mobilização, não houve discursos durante o protesto contra a medida que tira recursos dos royalties de Estados e municípios produtores de petróleo. Apenas música, principalmente funk. Além de políticos, participaram do ato a apresentadora Xuxa, a atriz Letícia Spiller, o sambista Neguinho da Beija-Flor e a cantora Fernanda Abreu. A Assessoria de Imprensa do governo do Estado não informou quanto foi gasto na organização do protesto. :: LEIA MAIS »

PM se prepara para protesto contra emenda Ibsen no Rio

O coordenador da comunicação social da Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro, tenente-coronel Henrique Lima de Castro, informou hoje que 4.775 policiais trabalharão na segurança da passeata e do comício que vai protestar, no final da tarde de hoje, contra a emenda aprovada na Câmara que tira do Estado recursos dos royalties do petróleo. Ele afirmou que a polícia se preparou para receber até 1 milhão de pessoas. “Se o número for menor do que isso, não tem problema. Estamos preparados para que até 1 milhão se manifeste.” :: LEIA MAIS »

Rio prepara grande mobilização contra emenda Ibsen nesta 4ª

O Rio de Janeiro prepara uma grande mobilização nesta quarta-feira contra a Emenda Ibsen Pinheiro. Estudantes, servidores, comerciantes, empresários, políticos e artistas são esperados na Avenida Rio Branco na passeata em protesto contra a redistribuição dos royalties do pré-sal, aprovada há uma semana na Câmara dos Deputados. Caravanas de todo o Estado, sobretudo dos municípios produtores, devem lotar mil ônibus. O vice-governador Luiz Fernando Pezão estima que 150 mil pessoas participem da caminhada em defesa dos royalties, a partir das 16h: “São de 10 a 15 ônibus por prefeitura, fora os da Baixada”. :: LEIA MAIS »

Governo vai manter urgência para votação do pré-sal, diz ministro Padilha

Brasília – O governo não vai retirar o pedido de urgência constitucional para as votações dos quatro projetos de lei que tratam da exploração da camada pré-sal. A garantia foi dada hoje (16) pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, após reuniões e conversas com os líderes partidários da base governista e com o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR).

“Nós estamos reafirmando com os líderes da base que vamos manter a urgência constitucional para os projetos do pré-sal, porque é fundamental que o novo marco regulatório do pré-sal seja aprovado ainda no primeiro semestre”, disse. Segundo o ministro, a aprovação é fundamental para estabelecer a programação e a organização da exploração de petróleo e gás no pré-sal. :: LEIA MAIS »

Deputado vai ao STF para derrubar divisão dos royalties

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) vai entrar com um mandado de segurança junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) para derrubar a emenda Ibsen, que redistribui a receita dos royalties de petróleo e tira R$ 7 bilhões do governo estadual e dos municípios fluminenses. Cunha se reúne nesta terça-feira com seus advogados na Câmara e quer levar o pedido ao Supremo entre hoje e amanhã.

A emenda aprovada pela Câmara e que agora vai para o Senado modifica o texto que previa que os Estados produtores (Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo) ficassem com a quase totalidade dos recursos do petróleo. Pela proposta aprovada, Estados e municípios terão direito a royalties tanto dos contratos de concessão como dos do pré-sal. :: LEIA MAIS »

União pode compensar Rio no pré-sal

BRASÍLIA
Autor da polêmica proposta que mudou a divisão de royalties entre Estados e municípios, o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS) quer negociar, com dinheiro da União, uma saída política para as perdas do Rio e do Espírito Santo. :: LEIA MAIS »

PEC 300 e pré-sal são os destaques da semana

Emendas do novo piso dos policiais e da partilha dos royalties da nova camada de petróleo têm prioridade na Câmara. No Senado, desafio é votar medidas provisórias.

O projeto de lei sobre o regime de partilha e a distribuição dos royalties do pré-sal e a proposta de emenda à Constituição que institui o piso nacional para policiais e bombeiros militares e civis são os principais destaques da semana na Câmara. No Senado, a expectativa é que os parlamentares possam liberar a pauta do plenário, trancada por três medidas provisórias e um projeto de lei em regime de urgência.

Uma das grandes polêmicas da semana segue ainda em relação à PEC dos policiais. Os deputados aprovaram um texto-base composto por itens de duas propostas (PEC 300 e PEC 446). A Câmara precisa agora votar cinco destaques. Como mostrou o Congresso em Foco, quatro deles foram apresentados por governistas e podem inviabilizar a versão aprovada. Um deles pede a exclusão do valor do piso de R$ 3,5 mil previsto na PEC. :: LEIA MAIS »

Câmara aprova fundo social com recursos do pré-sal

Eduardo Piovesan

 O Plenário aprovou, nesta terça-feira, o substitutivo ao Projeto de Lei 5940/09, do Executivo, que cria um fundo social para aplicar parte dos recursos da exploração do petróleo do pré-salOs reservatórios de petróleo localizados na camada pré-sal estão abaixo de uma imensa jazida de sal. No Brasil, essa promissora área pode se estender por cerca de 800 quilômetros, do Espírito Santo até Santa Catarina. A lâmina d`água que recobre a camada tem de 1,5 mil a 3 mil metros de profundidade e soterramento de 3 mil a 4 mil metros. Soterramento é a camada do subsolo marinho (terra e logo depois a jazida de sal) que tem de ser perfurada entre o leito marinho e o reservatório. Até o momento, todos os blocos da área do pré-sal tiveram sucesso exploratório. A Petrobras anunciou, em novembro de 2007, que a área de Tupi, no Bloco BMS-11, deve ter volume recuperável de até 8 bilhões de barris de petróleo. Entre as descobertas ocorridas nos últimos 30 anos, apenas o campo de Kashagan, com 15 bilhões de barris, no Cazaquistão, tem maior volume. Fonte: Um novo marco legal para pesquisa e lavra das jazidas brasileiras de petróleo e gás natural, estudo do consultor legislativo da Câmara Paulo César Ribeiro Lima  em programas de combate à pobreza, de enfrentamento das mudanças climáticas e de desenvolvimento da educação, cultura, saúde pública e ciência e tecnologia. :: LEIA MAIS »



WebtivaHOSTING // webtiva.com . Webdesign da Bahia