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:: ‘missões’

Cristãos são perseguidos por beber água durante o jejum do Ramadã

Hani Shamshoun Girgis
Hani Shamshoun Girgis segurando água. (Foto: World Watch Monitor)

Um fotógrafo egípcio foi detido pela polícia por carregar uma garrafa de água durante o mês sagrado muçulmano do Ramadã, quando os seguidores do islamismo não comem e nem bebem nada, desde a primeira luz do dia até o pôr do sol.  Hani Shamshoun Girgis, 31 anos, estava a caminho do trabalho, para o jornal Tahrir, quando foi abordado por um oficial que pediu sua identificação e lá constava que ele era cristão.

“Ele pegou minha identidade e pediu para segui-lo. Quando resisti e perguntei para onde ele estava me levando, então o policial começou a me insultar e ordenou que eu parasse de falar, como se eu fosse um criminoso”, disse Hani. “Havia uma garrafa de água dentro da minha bolsa e ele olhou com raiva”, explicou o fotógrafo. :: LEIA MAIS »

Organização terrorista Hezbollah lava dinheiro no Brasil, aponta estudo

Hezbollah
Classificado como um grupo terrorista pelos EUA, Hezbollah exerce enorme influência política no Líbano. (Foto: Reuters)

A milícia libanesa Hezbollah, considerada pelos Estados Unidos e por Israel um grupo terrorista, está formando um “miniestado de lavagem de dinheiro” na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. A denúncia está em um estudo publicado pela consultoria Asymmetrica e pela ONG Projeto Contraextremismo.

Segundo a análise, a crise na Venezuela e a inflação na Argentina, bem como a corrupção enraizada na região e a falta de fiscalização, ajudam a prosperar uma economia ilícita que gira em torno de US$ 43 bilhões por ano.

A conhecida facilidade para lavagem de recursos obtidos ilegalmente, através do mercado negro de cigarros, o narcotráfico, o tráfico de pessoas e as vendas ilegais de armas atraíram organizações criminosas de todo o globo para a região, destaca o relatório. O ponto focal citado no relatório é na área que liga Foz do Iguaçu (Paraná) com as vizinhas Ciudad del Este (Paraguai) e Puerto Iguazu (Argentina).

Stuart Page, um dos autores do relatório, pontua que “A tríplice fronteira tornou-se um epicentro, ou um shopping, onde eles encontram todos os bens e dinheiro ilícitos que precisam para financiar suas operações”.

Denúncias do tipo não são novidade, mas enquanto o Brasil não toma nenhuma medida para reforçar a segurança na sua área de fronteira, a questão voltou a chamar a atenção da Casa Branca, que tem tomado ações mais duras na contenção do terrorismo. :: LEIA MAIS »

120 mil pessoas estão presas em campos de trabalho norte-coreanos, a maioria cristãos

Monumento à Fundação do Partido dos Trabalhadores
Monumento à Fundação do Partido dos Trabalhadores em Pyongyang, na Coreia do Norte. (Foto: Reuters / Damir Sagolj)

Apesar de todo o discurso do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-Um que haveria grandes mudanças em seu país, um novo levantamento indica que perseguição a fiéis não mudou.

O Relatório de Liberdade Religiosa Internacional, publicado pelo Departamento de Estado dos EUA, indica que cerca de 120 mil pessoas estão presas em gulags norte-coreanos. A imensa maioria são cristãos que não negaram a sua fé.

O documento, produzido anualmente, analisa o status da liberdade religiosa em todos os países do mundo e serve como balizador para ações no Congresso americano.

O governo norte-coreano não fala abertamente sobre esses locais, portanto o número de prisioneiros é uma estimativa baseada nas fotos obtidas por satélites que mostram a movimentação nos campos e no testemunho de ex-prisioneiros.

Um grande número de cristãos que conseguiram sair desses gulags compartilharam os horrores da tortura, do trabalho forçado e do abuso que ocorrem nos campos de prisioneiros, que o regime de Kim prefere chamar de “campos de reeducação”, previsto para crimes como a participação em uma igreja ou por evangelizar.

“O governo continua tratando duramente aqueles que se envolveram em quase todas as práticas religiosas, através de execuções, tortura, espancamentos e prisões”, afirma o relatório. “Estima-se que 80.000 a 120.000 desses que são considerados ‘presos políticos’, seriam mantidos em acampamentos localizados em áreas remotas, sob condições horríveis.” :: LEIA MAIS »

Cristão é queimado vivo por muçulmanos após rejeitar o Alcorão


Um líder da igreja nigeriana que fugiu da perseguição e refugiou-se em outro país está compartilhando os terríveis detalhes sobre a morte de seu pai. O cristão foi morto por simplesmente recusar-se a negar a Bíblia e ficar com o Alcorão.

Os terroristas islâmicos do Boko Haram incendiaram templo da igreja. O pastor David-Olonade Segun testemunha que ele e sua esposa, que viviam numa região de maioria cristã do sudoeste da Nigéria, lideravam o ministério Assembleia da Vida Vitoriosa, onde ofereciam também serviços vinculados a uma escola, um orfanato e de socorro a viúvas.

Quando o ministério cresceu e eles resolveram expandir para o norte da Nigéria, onde o Islã a religião majoritária, mesmo sabendo que havia riscos. “Sentimos que Deus nos mostrava que devíamos ministrar as pessoas no Norte”, explicou Segun.

O Boko Haram passou a fazer vários ataques na região a partir 2011 e matou milhares de pessoas, visando especialmente os “infiéis”.

O pastor explica que não estava lá quando sua igreja foi atacada, mas aquilo mudou sua vida para sempre. Segun, a esposa e seus quatro filhos saíram para participar de um congresso, onde ele seria o orador principal.

Os jihadistas foram até sua casa, procurando por ele. Sua mãe conseguiu escapar, mas seu pai foi capturado. Agredido, ele disse que seu filho não estava. Os homens foram até a igreja, mataram um pastor assistente e queimaram o templo.

Depois, os soldados do Boko Haram colocaram diante de seu pai uma Bíblia e um Alcorão e disseram que ele deveria escolher um. Quando o cristão disse que ficava com a Bíblia, jogaram  gasolina sobre ele e o queimaram vivo.

“Se eles tivessem destruído tudo o que eu possuía, não significaria nada para mim”, afirmou Segun. “Meu pai amava a Jesus e ele me ensinou a ser forte. :: LEIA MAIS »

Cristolândia recupera dependentes químicos no Paraná

Cristolândia em Curitiba
O programa é realizado em quatro etapas. (Foto: Divulgação)

O Brasil é a nação com o maior número de usuários de crack do mundo. O país está no topo do ranking, representando 20% do mercado mundial. Os números alarmantes revelam a triste realidade vivida por milhares de jovens nos mais diferentes estados brasileiros.

Para diminuir esses índices, a Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira criou em 2009 o programa Cristolândia, que tem como principal objetivo a recuperação de dependentes químicos através de uma série de ações. O projeto teve início em São Paulo e já chegou a diversos estados, entre eles o Paraná.

Mais de 90 municípios estão em estado de alerta, segundo o Mapa do Crack. Na capital Curitiba, a maioria das pessoas em situação de rua consome a droga.

“Não podemos deixar na mão dos governos, apenas. Como cristãos, temos o compromisso de ajudar o próximo, principalmente àquele que não tem mais a quem recorrer”, afirmou em uma entrevista o coordenador da Cristolândia Paraná, pastor Daniel Eiras.

A Cristolândia é um programa de prevenção, recuperação e assistência a dependentes químicos. Ele é realizado em quatro etapas, sendo a primeira chamada de “busca ativa”. Nesse primeiro momento os voluntários fazem a busca nos locais de maior índice de usuários de drogas. A ideia é criar vínculos e oferecer a oportunidade de uma vida diferente.

A segunda fase é chamada de “acolhida”. A Cristolândia oferece alimentação saudável, higienização pessoal, roupas, guarda de pertences, avaliação multidisciplinar e suporte para acesso a documentos.

Na terceira etapa, o dependente é encaminhado ao Centro de Formação Cristã, uma chácara em Mandirituba, região metropolitana de Curitiba. As atividades nesta fase são assumidas pela Primeira Igreja Batista, que o auxilia na construção de seu Plano Terapêutico Individual. :: LEIA MAIS »

10 mortos em ataque à escola cristã no Sudão do Sul


O instituição de ensino cristã Emmanuel Christian College (ECC) em Goli, no Sudão do Sul foi atacado por extremistas na segunda-feira, denuncia a missão Portas Abertas. Entre os mortos estavam cinco crianças, três guardas e um pai e filho que haviam procurado refúgio no local. A filha de 14 anos de idade de uma funcionária foi estuprada pelos agressores.

Os escritórios, salas de aula e acomodações da Emmanuel foram vandalizados e saqueados. Embora as informações sejam escassas, as testemunhas dão conta que soldados da guerrilha conhecida como Exército de Libertação do Povo do Sudão foram responsáveis pelo ataque.

A ECC é mantida pela Portas Abertas em parceria com a Igreja Presbiteriana do Sudão.  Ela era usada como local de treinamento para lideranças e oferecia ensino cristão para crianças.

“É realmente um dia triste quando pessoas inocentes, incluindo crianças, são atacadas em uma instituição espiritual de renome internacionalmente por pregar o evangelho em um cenário etnicamente diverso”, disse JP Pretorius, diretor regional da Portas Abertas na África Subsaariana. :: LEIA MAIS »

Missionário arrisca a vida para resgatar vítimas do tráfico sexual

David Zach
David Zach. (Foto: Divulgação)

David Zach, da banda de rock gospel Remedy Drive, vem fazendo um trabalho de prevenção, intervenção e reintegração de vítimas do tráfico sexual em diversos países na Ásia e na América Latina.

O vocalista abriu mão nos últimos quatro anos de fazer shows com sua banda para colaborar com o missionário Matt Parker, fundador da ONG Exodus Road. O trabalho deles é voltado para o resgate de garotas adolescentes presas a redes de tráfico humano. A maioria é vendida como “escrava sexual”.

Zach passou muito tempo “disfarçado”, visitando bordéis e casas noturnas em busca de evidências de tráfico sexual. Ele usava gravadores e outros equipamentos para coletar provas e ajudar a denunciar a prática para as autoridades locais.

Foi o material coletado pela ONG que abriu caminho para que eles fizessem parcerias com autoridades locais e invadissem alguns dos locais onde havia mulheres presas. No total, a Exodus Road tem 63 agentes trabalhando em 12 países. Eles foram responsáveis por 927 resgates e 398 prisões.

“Fazer o trabalho para encontrar evidências de tráfico sexual é algo pesado. Há tantas emoções negativas que afloram, porque estamos em contato próximo com situações extremas. As viagens que faço são geralmente para o sudeste da Ásia ou América Latina, mas a The Exodus Road também opera nos Estados Unidos, na Índia e no Oriente Médio”, disse Zach. :: LEIA MAIS »

Islâmicos fazem atentados suicidas contra 3 igrejas na Indonésia


Maior país muçulmano do mundo, a Indonésia foi palco neste domingo (13) de mais um atentado terrorista contra a minoria cristã – cerca de 10% da população de 260 milhões.

Ataques suicidas foi realizados contra três igrejas em Surabaya, segunda maior cidade indonésia. Pelo menos 9 pessoas morreram, informou a polícia, mas o número pode ser maior. Cerca de 35 pessoas foram levadas para os hospitais da região com ferimentos graves.

As autoridades divulgaram que os ataques suicidas foram lançados contra os templo numa ação coordenada. Preventivamente, todas as igrejas da cidade foram fechadas. Esquadrões antibombas isolaram os locais dos ataques, na busca de mais explosivos.

As explosões ocorreram durante as celebrações de domingo, com pouco tempo de diferença. Os alvos foram a Igreja Católica de Santa Maria, a Igreja Pentecostal Surabaya Centre e a Igreja Evangélica Diponegoro. O ataque à Catedral de Surabaya foi impedido e o terrorista acabou preso.

O porta-voz da polícia da província de Java Oriental, Frans Barung Mangera, explicou que todos os suicidas eram da mesma família. O pai, lançou um carro-bomba contra a igreja católica. Os dois filhos adolescentes – 16 e 18 anos – entraram com uma moto na igreja pentecostal, carregando os explosivos. A mãe com as filhas – 12 e 9 anos – tentavam entrar na igreja evangélica quando foram paradas por um segurança. Elas se explodiram na porta do templo. :: LEIA MAIS »

Ator fala sobre impacto de “Deus não está morto” em sua vida


Ator fala sobre impacto de “Deus não está morto” em sua vida

O ator Hollywoodiano Mike C. Manning conhecido por papéis em seriados como “The Real World” da MTV e “Cloud 9” do Disney Channel falou recentemente sobre o impacto que o personagem Adam de “Deus não está morto: uma luz na escuridão” teve em sua vida. O longa-metragem está previsto para estrear em agosto no Brasil.

“Eu vi a religião fazer coisas incríveis na vida de pessoas muito próximas a mim. Houve muitas vezes em que me voltei para Deus em busca de ajuda, orientação e apoio, e Ele esteve presente para mim durante essas lutas”, Manning disse em uma entrevista ao site The Christian Post.

Manning interpreta um mau-caráter que após algumas frustrações tem sua vida mudada.

“Meu personagem, Adam, é uma pessoa completamente diferente no final do filme do que era no começo, e essa transformação é em grande parte porque as pessoas mais próximas a ele o ajudaram em tempos difíceis, o perdoaram e não se afastaram quando as coisas tornaram-se difíceis”, contou.

O ator afirmou se sentir honrado em participar de um filme onde a mensagem principal é o perdão.

“Acho que criar um conteúdo como esse é importante para gerar esse diálogo, para nos examinarmos de vez em quando e perguntar: ‘Como estou ajudando o mundo? Estou fazendo o suficiente? Estou vivendo o exemplo de Jesus?’”, acrescentou. :: LEIA MAIS »

Pastor é sequestrado e decapitado por grupo comunista, na Índia


Pastor é sequestrado e decapitado por grupo comunista, na Índia

O corpo de um pastor pentecostal de 46 anos de idade, que teve sua cabeça cortada, foi encontrado ao lado de seu veículo, incendiado, nesta terça-feira (1). Ele vivia no estado de Jharkhand, leste do país, onde grupos comunistas radicais ameaçam líderes religiosos e igrejas.

Cerca de vinte homens armados e com seus rostos completamente cobertos cercaram o carro do pastor Abraham Topno, da Igreja Pentecostal de Deus, quando ele voltava para casa de um culto. Segundo o site cristão Morning Star News, um bilhete foi encontrado na cena do crime que ligaria a autoria do crime a um grupo político maoísta – marxistas que seguem as ideias de Mao Tsé Tung, ditador sanguinário da China que governou entre 1949 e 1976.

Escrito em hindi, o papel dizia “Morte ao espião. vida longa ao PLGA [Guerrilha do Exército de Libertação do Povo] Assinado Maoistas”.

Caso as autoridades confirmem, este seria o segundo assassinato de pastores nas mãos dos “naxalitas”, como são chamados os guerrilheiros ligados ao Partido Comunista da Índia. Em 29 de julho de 2016, eles mataram o pastor Yohan Marayya, deixando um bilhete sobre seu corpo onde justificavam o assassinato por ele “explorar os pobres”.

Nos últimos anos, em algumas regiões da Índia, grupos guerrilheiros maoístas vêm se popularizando, sempre ameaçando de morte os que discordam de seus ideais. :: LEIA MAIS »

Cristãos enfrentam 2 anos de prisão por evangelismo, na Índia

Cristãos indianos
Cristãos indianos

Uttarakhand é o oitavo estado da Índia a aprovar uma legislação oficialmente chamada de “Lei da Liberdade Religiosa”. Apesar do nome sugerir outra coisa, sua intenção é punir quem “facilita” as conversões religiosas, especialmente quando são do hinduísmo para o cristianismo. Quem for considerado culpado pode ficar preso por dois anos.

O governador de Uttarakhand, Krishna Kant Paul, assinou a lei na última semana de abril. Ele pertence ao Partido Nacionalista Hindu Bharatiya Janata. Os termos da lei são bastante vagos, proibindo a conversão pelo uso de força, fraude ou indução. Ativistas cristãos dizem que a palavra indução poderia ser usada para incluir trabalho social, oração pelos enfermos e evangelismo.

Ela é definida como uma “lei anticonversão”, a exemplo do que já está em vigor nos estados de Odisha, Madhya Pradesh, Chattisgarh, Himachal Pradesh, Rajastão, Gujarat e Arunachal Pradesh.

No ano passado, o estado de Jharkhand, no leste do país, introduziu a “Lei da Liberdade Religiosa”, exigindo que os convertidos informassem as autoridades sobre a hora, o local e o nome da pessoa que se converteu. Os que não fizerem essa comunicação poderão pagar multas de até U$ 1.500 e ser condenados a quatro anos de prisão. Esta lei ainda não foi colocada em vigor. :: LEIA MAIS »

Pastor preso foi obrigado a comer vidro quebrado e chumbo

Pastor Nguyen Cong Chinh
Pastor Nguyen Cong Chinh

O pastor Nguyen Cong Chinh sempre terá uma cicatriz em sua cabeça para lembrá-lo dos anos em que ficou preso, sendo espancado e torturado com regularidade por se “atrever” a pregar o Evangelho, contrariando o governo comunista do Vietnã.

Chinh foi preso mais de 200 vezes ao longo de três décadas, após várias acusações falsas, como “minar a solidariedade nacional” quando fez discursos defendendo os direitos humanos e a liberdade religiosa. Graças à pressão da comunidade internacional, o pastor que fundou a Sociedade Evangélica do Povo do Vietnã foi libertado no ano passado e obrigado a sair do país junto com sua família.

Eles agora vivem nos Estados Unidos e vem dando testemunhos em várias igrejas sobre suas terríveis experiências e denunciando as prisões ilegais de 170 outros “prisioneiros de consciência” na República Socialista do Vietnã.

Falando em um evento sobre liberdade religiosa internacional, Chinh explicou que “o governo vietnamita tem uma política de perseguir alguns para assim intimidar muitos”. Segundo revelou, somente nas últimas duas semanas, os tribunais vietnamitas condenaram nove defensores dos direitos humanos a um total de 83 anos de prisão. :: LEIA MAIS »

Milhares de pessoas se entregaram a Cristo após ataques terroristas, no Egito

Cristãos egípcios
Cristãos egípcios

Diversos líderes cristãos do Egito revelam que “multidões” estão se entregando a Cristo após os ataques às igrejas no ano passado. Vendo a perseguição que os crentes sofrem e mesmo assim permanecem esperançosos, fez muitos muçulmanos ficaram interessados em saber mais sobre a fé deles e acabaram se convertendo.

O reverendo Sameh Hanna, pastor da Igreja Evangélica do Cairo, lembra que no último domingo fez um ano dos atentados a duas igrejas, na Páscoa do ano passado. As bombas que explodiram nos templos deixaram 45 mortos e 126 feridos.

“O ânimo dos cristãos que vivem no Egito está em alta. Não porque nossa situação seja boa ou ruim. Na verdade, temos dois tipos de notícias. As mais comuns são as terrenas, que são muito tristes e desencorajadoras, sobre mortes e ataques aqui ou ali”, disse Hanna.

“Mas também há novidades celestiais. Sabemos o que está acontecendo espiritualmente. Vemos coisas que nem todos estão vendo. Vemos coisas das quais você não está ouvindo. Vemos uma multidão chegando ao conhecimento de Cristo e isso nos traz alegria”, enfatiza, lamentando que mídia do Ocidente “não vê e não ouve” o que ocorre no país.

O pastor Andrea Zaki Stephanous, presidente da Comunidade Protestante do Egito, acrescentou que os crentes estão cientes de mais ameaças de ataques do grupo terrorista Estado Islâmico ou de outros extremistas contra suas igrejas. Porém, isso não os impede de continuar celebrando os cultos.

Ele testemunha: “Sabemos que a qualquer momento alguém pode vir com uma bomba e teremos um novo massacre. A cada dia só podemos confiar em Deus e seguir em frente”.

“Aguardamos a ressurreição dos mortos”

O padre Kyrillos Fathy estava na igreja copta de São Marcos – uma das que foi atacada no ano passado – e disse que escapou por pouco, pois acabara de sair do local quando o homem-bomba se explodiu.

“Mesmo que tenha sido algo muito terrível e nos deixou emocionalmente vulneráveis, acreditamos na promessa da Bíblia de que tudo coopera para o bem”, ensina.

Na celebração de Páscoa da Igreja Ortodoxa neste domingo (7) a igreja estava lotada, apesar da lembrança do horror que a maioria daquelas pessoas testemunharam em 2017.

Há registros da congregação cantando entusiasticamente o Credo de Nicéia, que diz: “Cremos na Igreja una, universal e apostólica, reconhecemos o batismo para remissão dos pecados; e aguardamos a ressurreição dos mortos e a vida eterna”. :: LEIA MAIS »

Jim Caviezel diz que faz filmes para “trazer almas para Cristo”

Jim Caviezel diz que faz filmes para “trazer almas para Cristo”

O ator Jim Caviezel, que fez o papel de Jesus no filme “A Paixão de Cristo” (2004), volta as telas esta semana no papel do evangelista Lucas em “Paulo, apóstolo de Cristo”.

Ele afirmou que escolheu fazer apenas filmes que acredita “trarão almas para Cristo” depois que Deus lhe enviou uma mensagem comovente nas gravações de seu último filme de sucesso. “Quando [Deus] chegou perto de mim durante ‘A Paixão’, quando eu estava na cruz, ouvi-o dizer: ‘Eles não me amam. Há muito poucos’”, revelou o artista.

Caviezel diz que a sua resposta foi “Eu vou amá-lo, Senhor, e vou dizer isso publicamente, não me importo”.

O ator foi enfático, ao dizer que tem “menos medo do Estado Islâmico do que da mídia” e lamentou que sofreu uma certa perseguição das produtoras por estar sempre falando de sua fé.

“É por isso que nosso Senhor lamenta. Seus filhos não o amam”, continuou. Convencido que está cumprindo uma missão em Hollywood, reiterou: “Eu sou tão abençoado porque eu posso transmitir essas histórias, mas quero fazer algo que possa trazer o maior número possível de almas de volta a Ele, mesmo aquelas que não acreditam”.

“Paulo, Apóstolo de Cristo” só chega ao Brasil em maio, mas o longa que tem James Faulkner (Guerra dos Tronos) no papel principal é amplamente baseado em Atos dos Apóstolos. Quase três décadas após a morte e ressurreição de Cristo, Paulo está numa prisão em Roma, aguardando a execução decretada pelo imperador Nero.

Enquanto isso, os primeiros cristãos estão sofrendo extrema perseguição, tendo sido culpados por um trágico incêndio em Roma. Nestas circunstâncias, Lucas visita Paulo na prisão, esperando colher sabedoria do apóstolo experiente que dará esperança aos cristãos das igrejas que já se espalhavam pelo mundo.

Segundo Caviezel o roteiro do filme é, ao mesmo tempo, histórico e atual. Afinal, os cristãos eram mortos pela espada e crucificados no primeiro século, enquanto vídeos de grupos terroristas como o Estado Islâmico revelam que isso continua acontecendo em pleno século 21.

Mesmo antes de começar a gravar, Caviezel já vinha participando de eventos para chamar a atenção para a Igreja perseguida. O ator disse que é inspirado por cristãos que, como Paulo, sacrificam tudo por sua fé, pois serão lembrados por amar a Deus de uma maneira especial.

Antes de assumir o papel de Lucas, ele disse que fez uma oração simples: “Senhor, eu não quero que o mundo me veja, eu quero que eles vejam a ti. O Senhor tem que se aproximar de mim”. Com informações Christian Post

51% dos cristãos não sabem o que é a “Grande Comissão”

Evangélicos

Mais da metade dos fiéis entrevistados na pesquisa conduzida pelo Instituto Barna dizem desconhecer o termo “Grande Comissão”, indicando o crescente desinteresse pela evangelização.

“Grande Comissão” é um termo usado para descrever o mandamento de Jesus em Mateus 28: 18-20: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”.

O objetivo do estudo da Barna, focado em igrejas evangélicas, descobriu que 51% dos que frequentam a igreja regularmente não conhecem a “Grande Comissão”. Além disso, 25% disseram ter ouvido falar, mas não sabem dizer o “significado exato”, 17% diziam saber com certeza, e 6% “não têm certeza”.

Segundo George Barna, que conduziu o levantamento com 1004 pessoas, “Os dados indicam que as igrejas estão usando menos a frase, revelando a falta de prioridade ou do foco nas implicações da Grande Comissão”.

O relatório indica que as pessoas mais velhas conhecem mais sobre o termo, enquanto os milenares (menos de 25 anos) estavam menos familiarizados ??com a questão da evangelização mundial. :: LEIA MAIS »

Entenda por que há uma guerra na Síria

Embora a guerra na Síria esteja ocorrendo desde 2011, só passou a receber uma cobertura mais ampla da mídia agora, que a UNICEF fez denúncias sobre o massacre de crianças, que já deixou cerca de mil delas mortas desde o início do ano.

Um dos motivos pelos quais ela era amplamente ignorada ou subreportada tem a ver com a questão religiosa. A maioria das milícias que lutam contra o governo sírio são islâmicas e recebem apoio de diferentes países muçulmanos, que as sustentam e armam.

O presidente Bashar al-Assad sucedeu seu pai, Hafez, em 2000. Considerado mais fraco politicamente e com o país com um alto nível de desemprego, denúncias de corrupção em larga escala e falta de liberdade política, começaram a surgir movimentos rebeldes, fortemente reprimidos por governo em Damasco.

Primavera Árabe

Nessa mesma época começavam os movimentos pedindo mais liberdade no Oriente Médio, a chamada Primavera Árabe – manifestações populares que derrubaram governos na Líbia e no Egito.

A diferença é que na Síria, Assad ordenou que as forças de segurança abrissem fogo contra os ativistas – matando vários deles. As tensões se elevaram, mais gente saiu às ruas e a violência escalonou. Em julho de 2011, centenas de milhares ocupavam as ruas em todo o país, exigindo a saída do presidente, considerado um ditador.

Os grupos antigoverno começaram a pegar em armas, primeiramente no interior do país. Assad tentou “esmagar” o que chamava de “terrorismo apoiado por estrangeiros” e tentou restaurar o controle do Estado. Porém as milícias rebeldes se fortaleceram, tomando o controle de cidades e vilarejos. :: LEIA MAIS »

Alerta: Guerra na Síria deixou uma criança morta por hora, em média, em 2018

A guerra na Síria se arrasta desde 2011, sem expectativa de quando irá chegar ao fim. Desde o início de 2018, já morreram mais de 1.000 crianças. Os dados foram anunciado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Isso significa que, em média, uma criança é morta por hora no país.

Geert Cappelaere, diretor regional do Unicef para Oriente Médio e Norte da África, pediu que os países acatem a resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) na última semana, requerendo uma pausa humanitária de pelo menos 30 dias no país.

“Muitas mães e pais na Síria imediatamente pensaram que isso representaria a sobrevivência para seus filhos, pensando que suas crianças gravemente desnutridas e aqueles que precisavam de assistência médica urgente poderiam obter exatamente isso: tratamento e ajuda, um direito muito básico”, afirmou.

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