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O suspeito de acender o rojão que matou o cinegrafista da “Band” Santiago Ilídio Andrade foi preso na madrugada desta quarta-feira (12) na cidade de Feira de Santana (BA), a cerca de 100 quilômetros de Salvador. Caio Silva de Souza estava em uma pousada e, segundo o recepcionista Hergleidson de Jesus Moreira, deu entrada na tarde da terça com o nome de Vinícius Marcos de Castro, pagando uma diária. “Ninguém suspeitou de nada”, disse.

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  • Caio Silva de Souza é morador da Baixada Fluminense, segundo a Polícia Civil

 

Ainda segundo Hergleidson, ele não resistiu à prisão, que ocorreu por volta das 2h (3h no horário de Brasília). O advogado do jovem, Jonas Tadeu, acompanhou a operação. Segundo informações da “GloboNews”, ele deve chegar ao Rio por volta das 9h. A 17ª DP do Rio (São Cristóvão) acredita que Caio seja enviado ao local, já que o delegado responsável pelo caso e pela prisão, Maurício Luciano de Almeida e Silva, é de lá.

Também de acordo com a emissora, Caio iria se esconder na casa de parentes. O suspeito estava foragido desde segunda-feira (10), quando a Justiça do Rio ordenou sua prisão temporária por 30 dias. Ele foi reconhecido através de fotos pelo tatuador Fábio Raposo, acusado de entregar o rojão.

Mais cedo, a Polícia Civil do Rio havia divulgado uma nova foto de Caio. O jovem tem duas passagens por tráfico de drogas nas delegacias de Mesquita (53ª DP) e de Comendador Soares (56ª DP). Souza não foi indiciado porque os inquéritos abertos nos dois distritos não confirmaram as suspeitas envolvendo o jovem. Além das passagens por tráfico, ele teve seu nome citado em outros dois boletins de ocorrência, ambos registrados após manifestações no Rio. Em um deles, Souza é suspeito de ter cometido crime de menor potencial ofensivo –a Polícia Civil não deu detalhes sobre a ocorrência. Já no segundo boletim, o jovem é citado como vítima de agressão.

Souza trabalha no hospital estadual Rocha Faria, em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, segundo informações da Secretaria de Estado de Saúde, mas não é funcionário público, e sim contratado de uma empresa terceirizada. A função dele na unidade é auxiliar de serviços gerais. O nome da empresa com a qual o suspeito teria o vínculo empregatício não foi divulgado pela secretaria.

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