Um fato inusitado protelou ainda mais o sofrimento da família do economista Victor Athayde Couto Filho, que já dura quatro anos. O preso Carlos Alberto dos Santos, acusado de participar do assassinato do economista, crime ocorrido em julho de 2006, não foi localizado na cela do Presídio Salvador. Pela ausência de um dos réus, o julgamento, que estava marcado para a manhã de ontem, no Fórum Ruy Barbosa, foi adiado. Parentes e amigos da vítima, jurados, assim como o promotor de Justiça, advogados e o juiz, ficaram estarrecidos com a informação, trazida por um oficial de justiça, que o preso desapareceu. Outro fator que também contribuiu com o adiamento do júri popular foi a ausência do advogado Luciano Pontes, que defende o cantor de arrocha e pedreiro José Raimundo da Paixão, mais conhecido como Abelha, acusado de ser o mandante no crime. O julgamento foi remarcado para o dia 25 deste mês e pode durar até três dias.  As informações são da Tribuna

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