Maurício Magnavita diz que vai pedir ao Ministério Público de Simões Filho, onde está sediada a gráfica Raphemaster, para auxiliar nas investigações

SANTA CRUZ CABRÁLIA – O promotor substituto de Santa Cruz Cabrália Maurício Magnavita abriu inquérito para investigar a denúncia do material escolar pago pela prefeitura, com recursos do Fundo Municipal de Educação, e não entregue nas escolas do município. O material teria custado R$ 212.905,00 e seria confeccionado pela empresa Rafhemaster Comercial Gráfica Ltda., sediada em Simões Filho, na região metropolitana de Salvador. 11.500 Cadernos de capa dura, 4.000 cartazes e milhares de fichas de matrículas, diários de classe e boletins escolares nunca chegaram ao município.

O promotor informou ao A Tarde que a denúncia feita pelo comerciante Gilbernon L. Cerqueira apresenta indícios de graves irregularidades.

“Vou pedir ao Ministério Público de Simões Filho, onde está sediada a gráfica Raphemaster, para auxiliar nas investigações. Precisamos saber onde está esse material e por que ele não chegou às escolas”, declarou Magnavita.

O secretário municipal de Educação, Evandro Abade, disse por meio de nota que o material está sob a guarda da secretaria. Só não revelou o local.

Bahia Dia Dia

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