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:: ‘temer’

Temer se diz contra discussão da fé como questão de Estado

do Terra

O presidente da Câmara dos Deputados e vice na chapa de Dilma Rousseff (PT) ao Palácio do Planalto, Michel Temer (PMDB-SP), afirmou nesta quinta-feira (7) achar “muito grave” que a questão da fé seja colocada em discussão na campanha eleitoral como uma questão de Estado. “Acho uma coisa muito inadequada, até porque o Estado é laico”.

Mapa político: veja os vencedores por Estado na corrida presidencial

A discussão sobre o aborto ganhou importância na disputa presidencial depois que Dilma passou a ser alvo de críticas de setores religiosos por conta do que seria uma posição indefinida a respeito do tema.

Na tarde desta quinta, Temer gravou uma participação no programa evangélico do deputado federal Bispo Rodovalho (PP-DF). “Eu registrei minha opinião contra o aborto, mas acrescentei que essa discussão não é boa. A Dilma será presidente de todos os brasileiros, não será presidente dos católicos, dos evangélicos, dos espíritas. Terá de governar para todos”, afirmou. :: LEIA MAIS »

PT e PMDB só conseguem aliança em 10 dos 27 estados

Carol Pires, do Estadão.com.br

BRASÍLIA – PT e PMDB festejam, neste fim de semana, o lançamento da petista Dilma Rousseff e do peemedebista Michel Temer como candidatos a presidente e vice-presidente da República. O mote da festa, no entanto, só vale para dez estados da federação, onde PT e PMDB conseguiram formar aliança em torno de um candidato único ao governo. Em outras 14 federações, PT e PMDB seguirão para a eleição em lados opostos. Nos estados do Norte, por exemplo, em nenhum as duas legendas estão juntas na briga pelo governo. Outros três estados ainda estão com as negociações em aberto, mesmo faltando poucos dias para as convenções locais.

Acordos

Dos dez acordos de candidato único selados até aqui, seis foram em prol do PMDB. Em Minas Gerais, o ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, do PT, foi obrigado a desistir da disputa pelo governo em prol do senador peemedebista Hélio Costa.

No Rio de Janeiro, os petistas endossarão a reeleição do governador Sérgio Cabral (PMDB), levando o ex-prefeito de Nova Iguaçu Lindberg Faria (PT) para a corrida pelo Senado. Em Goiás, o PT compõe aliança com o PMDB de Iris Rezende.

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Alianças estaduais podem inviabilizar Temer como vice do PT, diz PMDB-SP

O secretário-geral do PMDB de São Paulo, Airton Sandoval, afirmou nesta terça-feira (18) que a falta de acordo entre PMDB e PT em vários estados para a definição do candidato a governador pode inviabilizar a indicação do presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (SP), para vice da petista Dilma Rousseff na disputa pela Presidência da República.

Nesta terça, a Executiva do PMDB decidiu indicar Temer para o cargo de vice-presidente. O anúncio foi feito pelo líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR). A aliança entre PT e PMDB ainda precisa ser referendada na convenção nacional, marcada para 12 de junho.

“Tudo pode mudar na convenção. Até oito dias antes da convenção podem ser feitas diversas propostas, para apoiar outro candidato, para ter candidato próprio à Presidência. Em São Paulo, o PMDB defende coligação com o PSDB. Isso quer dizer que, no entendimento do diretório, o melhor candidato é o José Serra (pré-candidato do PSDB). Quando dizemos que tudo pode ser mudado é porque tem diversas questões a serem resolvidas. Há problemas entre PT e PMDB em Minas, Pará, Ceará. E quem vota na convenção são os delegados estaduais”, afirmou o secretário-geral.

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Executiva do PMDB aprova Temer para vice de Dilma

MARIA CLARA CABRAL
da Sucursal da Folha em Brasília

O PMDB formalizou nesta terça-feira a indicação do deputado Michel Temer (SP) para a vaga de vice na chapa da pré-candidata à Presidência da República do PT, Dilma Rousseff. A decisão, que ainda precisa ser ratificada pela convenção do partido, foi unânime.

Após reunião da Executiva do partido, Temer admitiu pela primeira vez que é candidato a vice e disse que agora terá uma agenda de viagem junto com a petista.

“Atuarei [como vice] nos limites da Constituição. [Se eleito] Serei extremamente discreto, como cabe a um vice”, disse Temer.

A convenção do PMDB está marcada para o dia 12 de junho. Depois disso, a partir do dia 15, começam as convenções estaduais.

O deputado negou que eventuais problemas locais, como o de Minas Gerais, possam atrapalhar a aliança com o PT em âmbito federal.

“Temos tempo para tentar solucionar essa questão. A nossa convenção nacional vai pautar muita coisa e muitas conversas vão acontecer até lá e pode ser muito produtivo”, disse.

PMDB se reúne na casa de Temer e discute alianças

Andréia Sadi, iG Brasília 

A cúpula do PMDB se reúne hoje na casa do presidente do partido, Michel Temer, para discutir os principais pontos do que deverá ser anunciado nesta terça-feira, após reunião da Executiva do partido. Na pauta, deverá ser anunciada a data da convenção do partido, prevista para o dia 12 de junho. A informação é da assessoria de Temer.

Durante o jantar, os líderes também discutirão os quadros nos Estados onde PT e PMDB enfrentam problemas com alianças. Um levantamento feito pelo iG junto ao PT e o PMDB mostra que, em pelo menos oito Estados, há acordo entre os partidos para formação de um único palanque, em mais sete ainda estão abertas as negociações e em doze os partidos deverão estar em lados opostos. :: LEIA MAIS »

Lula desconversa sobre PMDB adiar apoio a Dilma

Agência Estado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que não conversou com ninguém sobre a decisão do PMDB de adiar para junho o anúncio do apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. “Não falei nada com ninguém, cheguei aqui às 3 da manhã da viagem”, disse o presidente, referindo-se às viagens que fez a Buenos Aires e Montevidéu.
Indagado se a ex-ministra estava sendo uma pré-candidata “muito pesada” para levar adiante, por causa, principalmente das dificuldades que está enfrentando com os aliados, Lula ironizou: “Ela pesa menos que o adversário dela. Pesa uns 15 quilos menos”, disse, referindo-se a José Serra, pré-candidato da oposição.

Brasil: PMDB adia definição de vice e pressiona PT

colaboração para a Folha

Hoje na FolhaO PMDB adiou a oficialização do nome do presidente da Câmara, Michel Temer (SP), como candidato a vice na chapa da petista Dilma Rousseff e a divulgação das propostas para um programa de governo, eventos que estavam marcados para o próximo dia 15. A informação é de reportagem da Folha desta quarta-feira (05).

A mudança de data tem relação com a indefinição das alianças regionais, notadamente em Minas, Ceará e Pará.

A Folha apurou que o PMDB considera resolvida a situação em Minas, onde o PT, por pressão do presidente Lula, deve apoiar o ex-ministro Hélio Costa na disputa pelo governo. No Ceará, porém, Eunício de Oliveira (PMDB) não quer o petista José Pimentel na sua chapa ao Senado. E, no Pará, o deputado Jader Barbalho (PMDB) não se acertou com a candidata à reeleição, Ana Júlia Carepa (PT).

Sobre o assunto, Dilma falou ontem que, como mineira, prefere resolver todos os “entraves” antes de realizar a solenidade de aliança e que a relação PT-PMDB é “meio nuvem, num dia o humor está de um jeito, noutro dia está de outro”.

Lula se dá por vencido e Temer será o ‘vice’ de Dilma

Está pavimentado o caminho que levará o deputado Michel Temer à posição de candidato a vice-presidente na chapa de Dilma Rousseff.

 Em diálogo que manteve com um dirigente do PT, Lula disse que desistiu de “dar murro em ponta de faca”.

 Patrono do projeto Dilma-2010, Lula torcia o nariz para Temer. Buscava alternativas. A principal era Henrique Meirelles, presidente do BC.

 Lula desistiu de esmurrar a faca, segundo disse, porque Temer “fechou o PMDB”. Daí ter pedido a Meirelles que ficasse no BC.

 Concluiu que, levada às últimas consequências, a resistência a Temer poderia comprometer “o essencial”.

 E o que é “o essencial”? O apoio formal do PMDB a Dilma, com a cessão do tempo de televisão do partido à candidata.

 Para ser oficial, a adesão precisa ser formalizada em convenção. E o grupo de Temer controla a grossa maioria dos votos.

 O deputado “fechou o PMDB”, na expressão de Lula, em fevereiro, mês em que foi reconduzido à presidência do partido.

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Temer prevê aprovação do projeto da ficha suja

Alvo de mobilizações realizadas em todo o País, o projeto de lei contra os candidatos com ficha suja começa a abrir caminho para sua aprovação. O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), disse pedirá o empenho de cada um deles junto às bancadas para apoiar a proposta, em reunião de líderes marcada para amanhã, às 15 horas.

 Com “um certo consenso”, como frisou, o deputado acredita que a matéria estará pronta para ser examinada no plenário na semana depois da Páscoa. “Com o apoio dos líderes, o projeto pode ser aprovado, o texto melhorou bastante”, afirmou, referindo-se a mudanças feitas pela comissão de deputados. :: LEIA MAIS »

Temer enterra projeto contra os fichas sujas

De nada adiantaram as assinaturas de mais de um milhão de eleitores e o trabalho da comissão especial da Câmara para amenizar o projeto que impede a candidatura de políticos com ficha suja na Justiça.
Horas depois de receber a nova versão do projeto “ficha limpa’’, o presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), praticamente enterrou ontem as chances de a proposta ser votada antes das eleições de outubro.
Para não colocar o projeto na pauta, ele alegou que seria “desastroso” a proposta ser rejeitada no plenário da Câmara, uma vez que não há consenso entre os partidos. :: LEIA MAIS »



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