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:: ‘insatisfação’

Aliados de Wagner demonstram instatisfação com distribuição de cargos

TRIBUNA DA BAHIA

Passado o impacto da reforma administrativa e início da gestão dos novos titulares nas secretarias do estado, o governo segue com a complexa tarefa de distribuição e nomeação de cargos do segundo e terceiro escalão. Nos bastidores da Assembleia Legislativa, deputados da base aliada demonstram insatisfação com a morosidade do anúncio e os critérios adotados na divisão.

A demora na repartição dos cargos seria justificada pela espera das negociações em âmbito nacional, até porque a acomodação em plano local se daria em comum acordo com as decisões na instância federal. A assessoria do governo nega que haja clima de contrariedade entre os partidos que compõem a aliança e o governador Jaques Wagner (PT). Em toda a Bahia são aproximadamente 400 cargos regionais e municipais a serem preenchidos com a indicação do governo.

Nos bastidores, interlocutores do Executivo e do Legislativo deixam claro o descontentamento gerado pelas normas de divisão. “Estabeleceu-se critérios de votação do parlamentar e da legenda, o que provocou muita reclamação.

Até o próprio PT, que está ganhando muitos cargos, tem reclamado”, confessou um deputado, que logo em seguida deixou escapar uma dúvida. “Resta saber se essa reclamação do PT é estratégia para conformar os demais que pertencem à base ou se é porque eles estão insatisfeitos mesmo”, acrescentou.

Segundo o mesmo parlamentar, o governo deixou de fora da conta muitos cargos considerados pelos deputados, a exemplos daqueles que seriam ligados à Cesta do Povo, aos hospitais e à segurança pública.

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Professores em greve ocupam prefeitura e secretarias em Conquista

A TARDE | JUSCELINO SOUZA
Professores promoveram apitaço na prefeitura e secretarias municipais de Conquista

Uma ocupação à sede da Prefeitura de Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador, conduzida por cerca de 100 professores da rede municipal de ensino, marcou a segunda semana da greve da categoria  no município. A segurança patrimonial assistiu a tudo de perto, mas não houve interferência.

A paralisação, que atinge 90% dos 1,2 mil docentes e afeta 42 mil estudantes, foi deflagrada pelo Sindicato do Magistério Municipal Público (Simmp), sob alegação de que a Prefeitura havia se retirado da mesa de negociação e transferiu para a Câmara de Vereadores, por meio de projeto de lei, a responsabilidade sobre o reajuste salarial.

O dispositivo, dentre outros pontos, tratará ainda do Regime Jurídico Único (RJU), instrumento que norteia a relação de trabalho do funcionalismo público municipal, incluindo professores. Este tem sido o ponto de discordância entre as partes interessadas, aliado ao Estatuto do Magistério e o Plano de Cargos e Salários (PCS).

A manifestação foi encerrada no final da tarde desta terça-feira. Nesta quarta-feira, 08, os professores retornam á Prefeitura e, na quinta, anunciam uma manifestação na Escola Municipal Lícia Pedral, sempre a partir das 8 horas. “Vamos tentar convencer os vereadores de que a proposta de plano de carreira da administração municipal só trará prejuízos à educação da cidade”, destacou o presidente do sindicato, Cezar Nolasco. :: LEIA MAIS »



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