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:: ‘Notícias’

Perguntas e respostas sobre o Ramadã

Hoje começa o Ramadã, o jejum islâmico que une os muçulmanos de todo o mundo em um só propósito

Hoje começa o Ramadã, o jejum islâmico que une os muçulmanos de todo o mundo em um só propósito

Neste dia 23 de abril de 2020, após o pôr do sol, tem início mais um Ramadã, o mês do jejum islâmico. São 30 dias de jejum, indo até 23 de maio. Você tem perguntas sobre o Ramadã? Talvez você tenha dúvidas sobre o que o Ramadã tem a ver com os cristãos e por que a Portas Abertas aborda o assunto. Aqui você encontrará as explicações necessárias sobre o Ramadã e suas implicações para a Igreja Perseguida. Veja abaixo o mapa de oração com pedidos em todos os dias durante o Ramadã (para ver a lista com os dias de oração clique no ícone ao lado de “Ramadã – 30 dias de oração”).

Leia a seguir uma série de perguntas e respostas sobre o tema:

Por que o Ramadã importa para os cristãos?

Porque muitos cristãos perseguidos vivem no contexto de países islâmicos, onde os muçulmanos são a maioria. A grande maioria dos cristãos perseguidos vive em países onde a opressão islâmica é o principal tipo de perseguição. Prova disso é que dos 50 países da Lista Mundial da Perseguição 2020, 41 têm a opressão islâmica como tipo de perseguição. Assim, o Ramadã afeta diretamente a Igreja Perseguida nos países de maioria muçulmana.

No Ramadã, os muçulmanos se sentem mais unidos do que nunca em uma comunidade global. Esse sentimento dá espaço a um exclusivismo religioso, em que todos os que não praticam essa fé são vistos como infiéis e, em casos mais extremos, dignos de algum tipo de punição. Assim, é inaceitável para a maioria muçulmana de um país islâmico que não muçulmanos possam comer enquanto eles jejuam. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: NIGÉRIA

Os cristãos enfrentam uma sufocante combinação de opressão islâmica, antagonismo étnico, paranoia ditatorial e corrupção e crime organizado

  • Tipo de Perseguição: Opressão islâmica, paranoia ditatorial, corrupção e crime organizado, antagonismo étnico
  • Capital: Abuja
  • Região: África Subsaariana
  • Líder: Muhammadu Buhari
  • Governo: República presidencialista
  • Religião: Islamismo e cristianismo
  • Idioma: Inglês, iorubá, igbo, hausa, fulani
  • Pontuação: 80

POPULAÇÃO: 200,9 MILHÕES
POPULAÇÃO CRISTÃ: 93,8 MILHÕES

Com 80 pontos, a Nigéria se classificou em 12º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2020. No ano anterior, também estava em 12º, com 80 pontos. Os pontos de perseguição média permaneceram em 12,7, refletindo principalmente a pressão na vida dos cristãos que vivem em comunidades predominantemente muçulmanas no Norte. A pontuação para violência também permaneceu a mesma com 16,7, o máximo possível. A violência contra os cristãos pelo Boko Haram e pastores de cabra fulani, assim como por “atiradores desconhecidos”, tem causado muita dor entre os cristãos na parte nordeste do país e no Cinturão Médio, se espalhando até mesmo para estados do sudeste.

Em termos de tipos de perseguição, os cristãos enfrentam uma sufocante combinação de opressão islâmica, antagonismo étnico, paranoia ditatorial e corrupção e crime organizado.

Há muitos anos, há um processo contínuo de islamização forçada na Nigéria. Algumas pessoas se referem a isso como “jihad Dan Fodio”. Antes da chegada da administração colonial britânica, Usman Dan Fodio, um estudioso radical islâmico fulani, começou uma jihad islâmica em Gobir, em 1804. Por volta de 1808, ele tinha estabelecido o Califado Sokoto. Ele votou para impor o islamismo por meio da espada do deserto do Saara, no Norte, até o Oceano Atlântico e no Sul. Essa islamização forçada ganhou um grande impulso com a declaração da sharia (conjunto de leis islâmicas) no Nordeste da Nigéria, com início em 1999. Desde então tem se desenvolvido gradualmente, de maneira violenta ou não. :: LEIA MAIS »

Em meio à pandemia, terremotos e vulcões entram em atividade ao redor do mundo

Homem observa fumaça do vulcão Krakatoa em erupção na Indonésia. (Foto: Ronald Siagian/AFP)

Homem observa fumaça do vulcão Krakatoa em erupção na Indonésia. (Foto: Ronald Siagian/AFP)

Enquanto parte do mundo se fecha devido à pandemia de coronavírus, terremotos e atividades vulcânicas estão sendo percebidos por cientistas com mais frequência ao redor do planeta.

Segundo John Cassidy, sismólogo do Ministério dos Recursos Naturais do Canadá e da University of Victoria, com a redução do ruído do ambiente, aparelhos de medição estão detectando pequenos terremotos e vulcões ativos.

“Terremotos muito pequenos podem dizer algo sobre futuras erupções vulcânicas, pois o magma está se movendo profundamente na terra”, disse Cassidy ao site Global News.

No mês passado, um terremoto de magnitude 6,5 atingiu o estado de Idaho, oeste dos Estados Unidos, hoje, sem deixar vítimas ou grandes danos materiais. Houve 238 pequenos terremotos em Idaho na última semana, segundo o Serviço Geológico dos EUA.

Duas semanas antes de Idaho sentir tremores, um terremoto de magnitude 5,7 sacudiu Salt Lake City, no estado americano de Utah. Este foi o tremor mais forte na região desde 1992. Desde então, houve 886 terremotos e tremores secundários na área de Salt Lake.

De acordo com a Estação Sismográfica da Universidade de Utah, um total de 980 tremores foram mapeados em Idaho, Utah e Wyoming desde 18 de março.

Um artigo na revista científica Discover explica que a epidemia de terremotos é causada pelo “alongamento” do continente, um processo descrito em alemão como “horst and graben”. :: LEIA MAIS »

Mais de 411 mil pessoas estão curadas do coronavírus em todo o mundo

Paciente com covid-19 recebe alta em hospital chinês. (Foto: EFE)
Paciente com covid-19 recebe alta em hospital chinês. (Foto: EFE)

O número de pessoas curadas do coronavírus avançou mais de 100 mil em menos de uma semana, à medida que mais países vão vendo suas taxas de mortalidade em razão da pandemia diminuírem.

Após a China, a Espanha também está vendo sua taxa de mortalidade baixar. No último sábado (11), o país registrou o menor número de óbitos desde 23 de março e o governo espanhol estabeleceu as diretrizes para as pessoas que vão retornar ao trabalho em meio à flexibilização das medidas de confinamento.

Segundo dados atualizados pela Universidade Johns Hopkins neste domingo (12), o número total de curados do coronavírus em todo o mundo é de 411.836.

A China, país onde o vírus surgiu no fim de dezembro, segue a líder em números de cura, com mais de 77.953 pessoas recuperadas. Em seguida, aparece a Espanha, com 62.391 curados; Alemanha, com 57.400 mil e o Irã, com pouco mais de 43.894.

No Brasil, até o momento, 173 pessoas foram curadas, segundo o monitoramento em tempo real feito pela universidade. No total, 20.964 casos de infecção e 1.141 óbitos foram registrados no país.

Fonte: Guiame

“Estou orando para que isso leve a um avivamento”, diz Max Lucado sobre pandemia

Max Lucado é pastor e autor renomado internacionalmente. (Foto: Brendan Jones)

Max Lucado é pastor e autor renomado internacionalmente. (Foto: Brendan Jones)

“Este não é o mês de abril que qualquer um de nós queria”, escreveu o autor e pastor Max Lucado em um recente ensaio intitulado “Surviving April” (“Sobrevivendo em Abril”), no qual comentou e refletiu sobre o atual momento de pandemia do coronavírus que o mundo sofre de forma geral.

“Queríamos atividades ao ar livre nesta primavera. Queríamos ir à igreja no domingo de Páscoa. Queríamos uma viagem de fim de semana para ver as flores da primavera”, escreveu ele, considerando que a primavera nos EUA ocorre no mês de Abril.

No entanto, quando as Blue Bonnets (flores típicas da primavera) florescem em seu estado natal, Texas, ele diz à CBN News: “Este ano fomos atingidos por um segundo inverno”.

Enquanto ele lê as solicitações de oração que as pessoas postam em seus canais de mídia social, ele diz que parece uma dor.

“Quando olho para o meu coração, parece tristeza”, revelou.

“No fundo, o luto é uma expectativa não atendida. Esperávamos ter mais tempo com nossos entes queridos. Esperávamos envelhecer com nossos cônjuges. Esperávamos estar saudáveis ??e, quando as pessoas estão sofrendo, alguma expectativa de vida não foi atendida e isso é realmente com o que estamos lidando aqui”, explicou Lucado. :: LEIA MAIS »

Com 90 anos, pastor sobrevivente de câncer de pulmão é curado de coronavírus

O Pr. José Lopes [à direita] está recuperado do Covid-19. (Foto: Reprodução/Facebook)
O Pr. José Lopes [à direita] está recuperado do Covid-19. (Foto: Reprodução/Facebook)

Uma família na Califórnia está louvando a Deus depois que o patriarca de 90 anos está recuperado do coronavírus.

Hector Lopez disse à KOVR-TV em Sacramento, que seu pai, conhecido como “Pastor Jose”, testou positivo para o Covid-19 em março.

Com um histórico de câncer de pulmão e diabetes, a família evitou dizer a ele que ele estava infectado com o novo vírus por medo de que sua condição piorasse.

“Tudo o que você tem ouvido com pessoas da idade e condição de saúde é que ele provavelmente não vai conseguir [superar]”, explicou Lopez.

Lopez confessou que tinha dúvidas de que seu pai superaria a doença. “Eu dirigi para a casa do meu pai para me despedir”, disse ele.

Chamado de Papi por sua família, Jose passou dois dias no hospital e continuou a fazer progressos notáveis até ser curado do Covid-19.

Alguns dias após a hospitalização e o teste positivo, os médicos de Jose disseram que sua saúde se alterou e o vírus começou a desaparecer.

“No dia seguinte, liguei para ele, ele estava melhor e no dia seguinte estava melhor ainda. Após duas semanas e meu pai se recuperou completamente”, disse Lopez, empolgado.

Lopez disse que seu pai superou as probabilidades – sem nunca saber que estava infectado. “Ele é um vencedor, venceu o câncer e venceu o coronavírus”.

O pastor Jose, que ministra na Igreja da Comunidade Lathrop, Califórnia, é um verdadeiro símbolo de esperança para outras pessoas afetadas pelo coronavírus.

“Deus o curou, irmão. Por toda a saúde do meu pai – meu pai não deveria estar vivo”, acrescentou Lopez.

A filha do pastor José, Sylvia Fuentes Lopez, disse à CBN News: “Este é um grande testemunho do milagre que Deus fez na vida de meu pai”.

Fonte: Guiame

Em época de isolamento social; empresa mineira lançar aplicativo de entrega gratuito

covid

E se em tempos de crise e isolamento, tivéssemos um aplicativo para entregar nossas compras ou vender nossos produtos e serviços de forma gratuita?

Foi exatamente isso que pensou uma desenvolvedora mineira de aplicativos chamada: (codificar).  No cenário onde há dezenas de milhões de brasileiros confinados em suas casas, a busca por aplicativos de delivery se dá pela praticidade e segurança que estes oferecem na entrega de alimentos, remédios e mantimentos.

O app Hey Entregas, tem taxa zero de intermediação da plataforma. A ideia já circulava em alguns setores da empresa, mas não tinha data para ser lançada, até que a epidemia surgiu e, em meio ao caos, os sócios Raphael Canguçu e Thiago Delgado perceberam que era o momento de contribuir com aquilo que faziam de melhor, criar aplicativos em tempo recorde.

A codificar conseguiu com esse feito atender vendedores e consumidores em uma plataforma moderna, rápida e diferenciada. Mas, como unir o que precisa vender com o que precisa comprar, mas não pode sair de casa? Foi aí que tomamos a decisão de executar a ideia agora.” conta Raphael Canguçu, CEO da Codificar.

Com a ideia já em prática e funcionando a todo vapor, sendo aceita pelos clientes; a codificar passou a receber dezenas de pedidos por todos pais de empresários que acabam de apostar na ideia de um app de delivery.

Para quem ficou interessado é só acessar o link abaixo:

http://heyapp.com.br/

Quatro pacientes de coronavírus saem da UTI após tratamento com hidroxicloroquina

Substância é esperança para tratamento da Covid-19. (Foto: Reprodução/Bigstock)
Substância é esperança para tratamento da Covid-19. (Foto: Reprodução/Bigstock)

Após usarem por uma semana a hidroxicloroquina, quatro pacientes que estavam internados em estado grave em uma UTI do Hospital Igesp, em São Paulo, receberam alta.

O coordenador da UTI do Hospital, Dante Senra, explicou que, no total, 12 altas foram dadas a pacientes com coronavírus e altamente suspeitos e que acredita que o hospital seja o primeiro a utilizar o medicamento.

A substância, utilizada no tratamento de doenças como artrite, lúpus e malária, tem se mostrado efetiva em limitar a replicação do novo coronavírus in vitro e provocar melhoras em pacientes tratados com o remédio.

Dante ainda explicou que não há comprovação do efeito do uso do medicamento e, portanto, não dá para garantir que os pacientes foram curados porque fizeram uso da substância.

De acordo com o médico Dante não há comprovação do efeito do uso do medicamento, com isso, não dá para garantir que os pacientes foram curados porque fizeram uso da substância.

As autoridades do Ministério da Saúde pedem que as pessoas não utilizem a substância para prevenir o Covid-19, já que só pode ser administrada sob orientação médica.

A hidroxicloroquina pode provocar diversos efeitos colaterais, como cegueira e problemas cardíacos.

Caráter experimental

O secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, informou que a eventual liberação dos remédios terá caráter experimental e valerá apenas para pacientes internados em estado grave. Ele reiterou que os dois componentes têm efeitos colaterais fortes e não podem ser estocados para serem usados em caso de eventual gripe.

“Hoje, (os medicamentos) são usados em pesquisas clínicas, com autorização dos comitês de ética dos hospitais, em associação com outros medicamentos. Caso o Ministério da Saúde libere a prescrição, poderá ser usado para pacientes graves, internados em hospitais. Não é para ser usado por quem está gripado e acha que se tomar esse medicamento e não vai ter complicações”, destacou Gabbardo.

Nos últimos dias, foi divulgado um estudo realizado na França em que a cloroquina — usada para tratar a malária — e a hidroxicloroquina — prescrita para casos de artrite reumatoide e lúpus — diminuíram a contagem viral.

Na sexta-feira (20), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que o governo norte-americano estuda a utilização dos medicamentos no tratamento do novo coronavírus.

Sobre a autorização do presidente Jair Bolsonaro para que o Exército amplie a produção dos medicamentos, o secretário-executivo disse que a medida tem caráter preventivo no caso de um eventual aumento da demanda futura. No Brasil, o produto é fabricado em laboratórios privados, das Forças Armadas e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

“Esses medicamentos já são fabricados no Brasil e existem nas farmácias. Em função da possibilidade da utilização para casos graves de coronavírus, estamos pensando na necessidade de ampliação da produção. É isso que o presidente autorizou: que o Exército possa ampliar a produção de medicamentos”, explicou.

Ele lembrou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) restringiu a venda dos remédios com a retenção de atestado apenas para pessoas com as três doenças tratadas pelos medicamentos: malária, lúpus e artrite reumatoide.

Fonte: Guiame

Curada do coronavírus aos 90 anos diz: “A obra de Deus em mim ainda não acabou”

Geneva Wood. (Foto: Reprodução)

Geneva Wood tem 90 anos, cinco filhos, onze netos, doze bisnetos, três tataranetos e uma história surpreendente de superação contra o Covid-19. “Ela sempre foi uma sobrevivente”, resume sua filha.

A tataravó estava no The Life Care Center se recuperando de um derrame quando no dia 6 de março testou positivo para o vírus chinês. A família ficou em choque.

“Depois de tudo que ela passou, esse vírus seria o problema que iria levá-la?”, questionou Kate Neidigh, neta de Wood que escreveu um artigo ao Seattle Refined sobre a experiência da família.

A saúde de Geneva se deteriorou rapidamente e a família se despediu através de um painel de vidro. Um médico lia a Bíblia para ela porque sua família não podia manter contato direito.

Mas então algo incrível aconteceu: Wood começou a melhorar. No dia 18 de março a jovem senhora já estava livre do coronavírus.

Os médicos a liberaram para ir para casa ficar em quarentena com a família. Na saída do hospital Geneva afirmou: “Este é um presente de Deus para minha vida, sua obra em mim ainda não acabou”.

Mais de 127.531 pessoas já se recuperaram da Covid-19 em todo mundo.

Fonte: Gospel Prime

Belo Horizonte terá “Marcha para satanás”

Marcha para Satanás. (Foto: Reprodução / Youtube)

A cidade de Belo Horizonte (MG) terá “Marcha para Satanás”, evento organizado com o objetivo de defender o Estado laico ao promover uma crença que “gera medo em muitas pessoas”.

Ao site BHAZ, um dos organizadores do evento, que não foi identificado, criticou o cristianismo e sua influência na sociedade brasileira falando de “excessos cometidos em nome de algumas religiões” ao dizer que sua marcha não é adoração ao diabo, mas sim o enfrentamento da crença dominante no país.

“Muita gente é perseguida por não se adequar aos padrões colocados pelas religiões. Homossexuais, travestis, pessoas de religiões de origem africana, são colocadas à margem da sociedade por causa desse conservadorismo medieval”, declarou o organizador.

Pretendendo levantar diversas questões sociais no evento, a relação entre a política e a religião também será discutida.

“Se as portas da política pública estão abertas pra uma religião, têm que estar abertas para todas. Se vai ter Jesus nas escolas públicas, vai ter Satanás nas escolas públicas. Se os imóveis de igrejas não pagam impostos, as casas daqueles que se declaram satanistas também tem que estar isentas”, defende o homem (no Brasil as igrejas e templos de qualquer religião são isentas de impostos conforme a Constituição Federal).

A Marcha para Satanás imita o movimente Templo Satânico dos EUA, um grupo de pessoas que protestam contra o cristianismo abrindo processos contra monumentos com símbolos cristãos em áreas públicas, nomes de ruas ligados à religião, oração em escolas, entre outras manifestações cristãs. :: LEIA MAIS »

Cristã tem pescoço cortado por extremista muçulmano no Cairo, Egito

Dupla vulnerabilidade: mulheres cristãs no Egito são discriminadas por serem mulheres e cristãs

Dupla vulnerabilidade: mulheres cristãs no Egito são discriminadas por serem mulheres e cristãs

Um extremista islâmico cortou o pescoço de uma mulher cristã na rua em plena luz do dia em Gizé, um subúrbio do Cairo, no Egito. Imagens da rede de televisão chinesa CCTV (Televisão Central da China) mostram o momento em que o homem chega por trás da mulher e corta o pescoço dela. Ele gritou “Allah akbar” (Deus é grande, em árabe) e disse: “Eu estou lhe matando porque você está sem véu na cabeça”. A vítima foi hospitalizada em estado grave e levou 68 pontos no pescoço. O agressor foi detido e ficou preso. Ele já havia tentado matar uma mulher cristã em 2017, mas não foi detido.

Entre os países do Oriente Médio, o Egito é o que tem os mais altos índices de assédio e violência sexual contra mulheres. De acordo com uma pesquisa de 2013 da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre mulheres, mais de 99% das mulheres no Egito já passaram por assédio sexual, independentemente da religião ou do que vestiam. Nesse ambiente e sem proteção social, as mulheres cristãs são ainda mais vulneráveis.

Embora assédio, casamento forçado e outras formas de violência sejam práticas comuns que atingem todas as mulheres do Egito em diferentes graus, há relatos de que as mulheres cristãs são um alvo particular de sequestros para casamento, sobretudo nas áreas rurais, pequenos vilarejos e cidades do sul. O impacto psicológico que o medo de sequestros causa é alto nas famílias cristãs do Egito. Mulheres e meninas da zona rural sentem que não podem sair de casa sozinhas, precisando da constante companhia de parentes do sexo masculino para protegê-las. :: LEIA MAIS »

Estado Islâmico alega ter matado 11 cristãos no Natal

Grupo extremista alega ter matado grupo de cristãos durante as comemorações de Natal

Grupo extremista alega ter matado grupo de cristãos durante as comemorações de Natal

Uma equipe de campo informou que o Estado Islâmico na Nigéria alegou ter matado 11 cristãos durante o feriado do Natal. A Amaq, agência de notícias do Estado Islâmico, divulgou um vídeo de 56 segundos que mostra mortes violentas. O Estado Islâmico aparentemente deu duas razões para a execução: vingança pela morte dos líderes, Abu Bakr al-Baghdadi, no Iraque, e Abul-Hasam al-Muhajir, na Síria; e a falha do governo em aceitar uma troca de prisioneiros, os cativos em troca de membros do Boko Haram sob custódia do governo.

As vítimas apareceram em um vídeo no começo do mês pedindo a ajuda do governo e da Associação Cristã da Nigéria para que garantissem sua libertação. Embora no vídeo o Estado Islâmico declare que todas as vítimas eram cristãs, o jornalista Ahmed Salkida disse que sua análise mostra que três delas eram muçulmanas.

O secretário-geral da ONU, António Gutteres, liberou uma declaração por meio de porta-voz: “O secretário-geral está profundamente preocupado sobre os relatos de que civis foram executados e outros sequestrado por um grupo armado no nordeste do estado de Borno, na Nigéria. Ele expressa suas profundas condolências às famílias das vítimas e reitera a solidariedade da Nações Unidas para o povo e governo da Nigéria”. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Al-Shabaab mata 11 “não locais” em ataque no Quênia

Por onde passa, grupo extremista deixa rastro de destruição e causa medo na população

Por onde passa, grupo extremista deixa rastro de destruição e causa medo na população

No dia 7 de dezembro, o grupo extremista Al-Shabaab matou 11 pessoas em um ataque no nordeste do Quênia. As vítimas estavam viajando em um ônibus que fazia o trajeto entre Wajir e Mandera, região próxima à fronteira com a Somália. Os extremistas ordenaram que o ônibus parasse e todos os passageiros descessem. Depois, foram divididos em dois grupo: locais e não locais. Todos os onze “não locais” foram assassinados. Alguns deles eram trabalhadores dos escritórios de segurança que estavam retornando aos postos depois de alguns dias de descanso.

A região é de maioria muçulmana, logo, a expressão “não local” serve para classificar os possíveis não muçulmanos. Em abril de 2015, o grupo usou a mesma marca durante um atentado na universidade de Garissa. Os estudantes foram separados em dois grupos, 148 “não locais” foram assassinados, a maioria era cristã. Em outubro de 2018, dois professores “não locais” foram mortos durante um ataque a uma escola em Mandera.

De acordo com um colaborador da Portas Abertas na região, datas de celebração como Natal e Páscoa estão gerando mais medo do que alegria aos cristãos quenianos, já que nesses feriados há grande chance de acontecerem atentados vindos dos extremistas. “Enquanto a mídia pode ser lenta para explicitar isso, poderemos estar corretos ao interpretar esse ataque como outra maneira de reduzir a presença cristã em área dominada por muçulmanos”. Além da tensão e medo, os cristãos que vivem nos locais sentem-se marginalizados e muito vigiados. :: LEIA MAIS »

Igreja é vandalizada e saqueada por manifestantes no Chile

Imagens mostram manifestantes encapuzados saqueando uma igreja na região da La Assuncion. (Foto: Adrien Vautier / Le Pictorium Agency)
Imagens mostram manifestantes encapuzados saqueando uma igreja na região da La Assuncion. (Foto: Adrien Vautier / Le Pictorium Agency)

Milhares de pessoas se reuniram perto da Praça Italia de Santiago, que tem sido usada por três semanas como o principal local dos protestos em massa, no Chile.

A multidão cantava, carregava faixas e agitava bandeiras nacionais chilenas enquanto outros acendiam as luzes em seus telefones celulares.

Mas pouco tempo depois os protestos aumentaram quando um grande grupo de manifestantes encapuzados começou a saquear uma igreja católica na área conhecida como La Asuncion e removeu quase toda a iconografia do local.

Eles foram fotografados arrastando bancos da igreja, estátuas de Jesus Cristo, telas religiosas e outras iconografias pelas portas do prédio histórico antes de atear fogo em grande parte.

A fumaça também foi vista subindo da sede da Universidade Pedro de Valdivia, embora não se saiba se os manifestantes também deram início ao incêndio, pois as autoridades disseram que ainda estão investigando a causa.

Muitas das manifestações nos últimos 22 dias começaram relativamente “pacíficas”, mas agora parece que elas estão se tornando cada vez mais violentas, como pode ser visto no vídeo abaixo.

Manifestantes atirando pedras entraram em confronto com o batalhão de choque da polícia chilena pouco tempo depois que a igreja foi saqueada, enquanto os policiais respondiam com gás lacrimogêneo e canhões de água.

A agitação começou no mês passado, devido a um aumento das passagens do metrô que levou os estudantes a começarem a pular catracas em protestos, que gradualmente aumentaram e se espalharam por todo o país com uma ampla gama de demandas.

As demandas incluíam melhorias na educação, assistência médica e um sistema de pensões amplamente criticado em um dos países mais ricos da América Latina.

Uma estudante de 17 anos, Ginette Perez, que se juntou às multidões que inundaram as ruas esta semana, disse: ‘Ainda não conseguimos nada, então vamos continuar protestando’.

O presidente do Chile, Sebastian Piñera, anunciou medidas no início desta semana para aumentar a segurança e endurecer as sanções por vandalismo após os protestos de longa data que deixaram pelo menos 20 mortos.

Estima-se que mais de 2.500 pessoas tenham sido feridas nos protestos, que também forçaram o cancelamento de duas grandes cúpulas internacionais em Santiago.

Piñera deve mudar seu gabinete e anunciar um aumento no salário mínimo.

Fonte: Guiame

Bolsonaro cita a Bíblia e glorifica a Deus em discurso na ONU

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira (24) pela primeira vez como chefe de Estado na 74ª edição da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos EUA.

Em sua fala onde disse que o Brasil ali estava para reestabelecer a verdade, Bolsonaro tratou de diversos temas, entre os quais democracia, economia, regimes políticos na América Latina, direitos humanos, causa indígena, paz, meio ambiente, Amazônia e liberdade religiosa.

Com duração de cerca de 30 minutos, o discurso de Bolsonaro destacou a “defesa intransigente” do Brasil com relação à liberdade religiosa” e questões relacionadas à soberania do país, à família e direitos individuais, como à crença e fé.

Bolsonaro também fez a citação bíblica de João 8:32, que tem sido uma “marca” de sua atuação desde a campanha presidencial. “Tudo o que precisamos é contemplar a verdade seguindo João 8:32: ‘E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará’”, disse.

O presidente falou do episódio em que sofreu atentando ao ser esfaqueado por Adélio Bispo em 6 de setembro de 2018, em Minas Gerais. “Só sobrevivi por um milagre de Deus”, disse Bolsonaro. “Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida”.

Bolsonaro finalizou seu discurso dizendo que dizendo que “agradeço a todos pela graça e pela glória de Deus”.

Crianças, ideologia e Deus

O presidente disse que “durante as últimas décadas nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.” Ao falar sobre ideologia, que segundo disse, instalou-se “no terreno da cultura, da educação e da mídia”, ela afetou até mesmo as crianças.

“A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família”, declarou Bolsonaro. O presidente disse que essa ideologia de gênero “tenta ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo identidade mais básica e elementar, a biológica”.

O presidente disse também que a “ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar deus e a dignidade com que Ele nos revestiu”.

Liberdade Religiosa

“A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater de forma incansável. Nos últimos anos testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis, congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas”, disse Bolsonaro.

O presidente disse que “o Brasil condena energicamente todos esses atos e está pronto a colaborar com outros países para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé”.

Bolsonaro destacou que “preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas em diferentes regiões do mundo”. Nesse sentido, o presidente disse que o país apoia o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença, comemorado em 22 de agosto. “Nesta data recordaremos, anualmente, aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa”, disse o presidente.

Discurso americano

Na mesma linha, o presidente americano Donaldo Trump, que discursou após Bolsonaro, disse que 80% da população vivem em países onde a liberdade religiosa inexiste e que os EUA nunca se cansarão de apoiar a liberdade de culto e de religião.

Trump falou ainda sobre aborto ao dizer que os americanos não se cansarão de defender vidas inocentes. “Criança nascida e não nascida são um presente sagrado de Deus e os EUA não podem permitir que entidades internacionais se metam em direitos dos cidadãos”, disse.

Bolsonaro agradeceu o apoio de Israel no combate aos incêndios na Amazônia.

Primeira-dama

A primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhou o presidente na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

À tarde, Michelle deverá participar de um evento promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O evento será na Biblioteca Pública de Nova York e trata, conforme o Planalto, do “bilhão excluído da cobertura universal de saúde: crianças e pessoas com dificuldades no desenvolvimento e deficiências”.

Michelle tem atuação em trabalhos sociais, principalmente nos destinados à comunidade de surdos e mudos. A primeira-dama, inclusive, discursou na posse de Bolsonaro em libras (Língua Brasileira de Sinais).

No governo, a primeira-dama preside o conselho do programa Pátria Voluntária, que incentiva ações de trabalho voluntário no país.

Assista:

Fonte: Guiame

Menino conta que ‘voz de Deus’ o ajudou a salvar o irmão de afogamento

Konnor (à esquerda) e Rylan (à direita) que ficou internado por dois dias em um hospital. (Foto: Reprodução/WAFB News)
Konnor (à esquerda) e Rylan (à direita) que ficou internado por dois dias em um hospital. (Foto: Reprodução/WAFB News)

Uma família viveu um milagre na tarde de sábado, 7 de setembro, enquanto os meninos Konnor, de 6 anos e Rylan, de 2, aproveitavam o dia ensolarado para se refrescarem na piscina.

Tudo estava bem até que Rylan decidiu pular na piscina para nadar sozinho.

“Ele pulou na [piscina] e achou que sabia nadar sozinho, mas foi até o fundo”, disse seu irmão Konnor, que presenciou a cena.

A uma curta distância, o tenente Richard Boe, do Gabinete do Xerife Ascension Parish, estava pegando comida depois de sair do trabalho quando recebeu uma ligação informando sobre uma criança afogada.

“Saímos do turno às 16h. Provavelmente 10 minutos depois das 16h, eu estava pegando o jantar da noite para mim e para minha esposa, quando uma ligação chegou”, disse Boe, que largou tudo e correu para casa, pensando em seu próprio neto de 3 anos.

Na casa, as pessoas começaram a entrar em pânico e começaram a implorar por um milagre, pois Rylan havia se afogado.

O menino foi tirado do fundo por Konnor, que pulou desesperado na piscina e puxou seu irmão para fora.

Konnor disse que foi ‘impelido’ a tirar seu irmão da piscina por uma voz de Deus.

Ele contou que Deus disse a ele para ir buscar Rylan. “Vá para o fundo da piscina e pegue-o”, diz Konnor ter ouvido Deus falar.

Quando Rylan estava fora da piscina, os adultos da residência começaram um procedimento cardíaco no menino. Sua mãe, Macy, disse que estava se preparando mentalmente para o pior.

“Ele se foi. Ele estava completamente azul. E eu sabia que ele não voltaria para nós”, disse Macy.

O tenente Boe chegou à cena em questão de minutos, na hora certa.

“Nem parecia que ele havia estacionado o carro. Ele correu para nós tão rápido”, disse Macy.

“Eu chequei sua boca e as vias aéreas, limpei toda a água e fiz uma massagem esternal para estimulá-lo, apertei sua mão e ele começou a respirar”, disse Boe em depoimento emocionado.

Ainda azul, Rylan foi levado de avião para um hospital, onde permaneceu por dois dias.

Agora o menino está de volta, graças a seu irmão Konnor, que ele diz que ama imensamente, e Boe, o mais novo membro de sua família e seu anjo da guarda. Fonte: Guiame

Médicos preferem deixar trabalho a serem obrigados a fazer aborto ou cirurgia de gênero

Médico. (Foto: Online Marketing / Unsplash)

Nos Estados Unidos há um crescente debate acerca do direito de consciência que tem colocado médicos e enfermeiros contra seus empregadores quando estão diante de casos onde são obrigados a fazer procedimentos aos quais se opõem por razões morais.

Dois exemplos são a realização do aborto e realização de cirurgia de mudança de sexo.

O caso é tão intenso que o governo de Donald Trump está executando novos regulamentos para implementar e fazer cumprir cerca de 25 leis de consciência.

À CBN News, o Dr. Davis Stevens, CEO emérito da Christian Medical & Dental Associations (CMDA), explicou que a importância da defesa do direito de consciência.

“O direito de consciência é a liberdade de praticar atendimento médico de acordo com suas convicções religiosas, morais ou éticas profundamente enraizadas”.

Uma pesquisa realizada pela Heart + Mind Strategies mostra que os norte-americanos estão ao lado dos médicos e do direito de consciência deles.

Para 83% dos entrevistados, médicos e enfermeiros não devem ser forçados a executar procedimentos que eles rejeitam moralmente. O estudo também revelou que 85% das mulheres mantêm essa visão.

“Também vimos um forte acordo entre as filiações partidárias: 93% dos republicanos, 78% dos democratas, 81% dos independentes e 76% dos libertários”, disse Greg Schleppenbach, da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB), que co-patrocinou o pesquisa.

Ainda segundo a pesquisa, 91% dos médicos cristãos disseram que iriam embora de seus trabalhos caso fossem obrigados a violar sua consciência.

“Enquanto conversamos com nossos membros, essa é a questão mais importante para eles. E eles percebem que se perdermos essa batalha, eles não estarão mais praticando medicina”, observou Stevens.

A pesquisa mostra também que 97% dos profissionais de saúde baseados na fé insistem em cuidar de pacientes em necessidade, independentemente de sua orientação sexual, identificação de gênero ou casamento homossexual.

Contudo, eles relatam serem vítimas de preconceito por conta de sua fé. Um caso clássico foi da enfermeira de Vermont que foi forçada a participar de um aborto e depois foi demitida, o que gerou um processo contra o Estado.

Na Flórida, uma médica foi rejeitada para o emprego em uma clínica porque os ginecologistas e obstetras daquele hospital tomaram conhecimento de que ela era membro de uma associação pró-vida. Fonte: Gospel Prime



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