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Vamos orar: A perseguição aos cristãos na Indonésia

A pressão aos cristãos se tornou mais forte em todas as esferas da vida e para todos os tipos de cristão

A pressão aos cristãos se tornou mais forte em todas as esferas da vida e para todos os tipos de cristão

Com um total de 60 pontos, a Indonésia se classificou em 49º na Lista Mundial da Perseguição 2020, com queda de 5 pontos comparado ao ano anterior. Isso é devido ao fato de que não houve morte de cristãos, nem ataques suicidas a igrejas cristãs foram relatados. Apesar disso, de acordo com as autoridades, ataques foram impedidos. De qualquer forma, isso resultou em uma queda na pontuação da violência em 5,5 pontos.

A média de pressão aos cristãos no Indonésia está em um nível alto, aumentando em um ano de 10,5 para 10,7. A pressão é mais forte nas esferas da comunidade e família, seguidas de perto pela vida privada. Esse padrão é típico em situações onde cristãos ex-muçulmanos são mais perseguidos.

No período de análise da Lista Mundial da Perseguição 2020 (1 de novembro de 2018 a 31 de outubro de 2019), a pontuação para violência foi quase diminuída pela metade, voltando para o nível “normal”, próximo à marca de 6,5 pontos. A pontuação foi de 12 no ano anterior devido ao ataque suicida contra três igrejas em Surubaya, em maio de 2018. A alegação feita pela polícia é que ataques posteriores às igrejas foram impedidos, servindo como um lembrete de como a situação permanece volátil. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: viúva do Quênia é consolada por cartas após perda do marido

Após a perda do marido, Gladys não sabia o que fazer ou como lidar com os filhos, que eram muito apegados ao pai

Após a perda do marido, Gladys não sabia o que fazer ou como lidar com os filhos, que eram muito apegados ao pai

No quarto episódio da série de documentários Faces da Perseguição convidamos você a conhecer a história de Gladys, do Quênia. Benjamin, marido da cristã, era um médico que se dedicava a cuidar de todos. Na manhã do dia 7 de maio de 2012, ele mencionou uma missão que estava planejando e orou para que soubesse lidar com as pessoas.

Naquela manhã, Gladys perguntou: “Você tem certeza que quer ir para esta missão?”. Ele respondeu que sim e ela pediu que ele não fosse. Ela sabia que era melhor convidar pessoas para uma região onde vivem mais cristãos ao invés de ir até onde elas estão. Além disso, eles iriam apenas em duas pessoas.

Mesmo assim, Benjamin saiu para falar de Jesus com outro pastor. No final do dia, Gladys recebeu uma informação de que ele estava em estado crítico. Mas, quando chegou ao hospital, essa não era a realidade. Seu marido havia sido morto. Ela não sabia o que fazer ou como lidar com os filhos, que eram muito apegados ao pai. Apesar de sentir um grande vazio no coração, certa noite, enquanto dormia, ouviu uma voz que dizia: “Foi minha decisão e eu estou satisfeito”.

Cerca de seis meses depois do acidente, ela recebeu uma visita de membros da Portas Abertas que oraram por ela e levaram caixas de cartas. “Quando não conseguia orar, as cartas mostravam que pessoas estavam orando por mim, por meus filhos e por nossa situação. Por causa dessas orações, tive força para passar por tudo isso. Isso me ajudou quando precisei de apoio. Elas me deram confiança e força. Não se detenham, sempre há alguém que precisa de ajuda. Vão em frente, estendam a mão e mandem palavras de inspiração, amor e conforto, porque como cristãos é o que temos obrigação de fazer”, compartilha.   :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Novas leis prejudicam cristãos em Cuba

Interceda pelos cristãos em Cuba que são perseguidos pelo regime comunista

Interceda pelos cristãos em Cuba que são perseguidos pelo regime comunista

A liberdade de imprensa e a criação de cargos de primeiro-ministro, governador e prefeito foram algumas das mudanças previstas na nova Constituição de Cuba, promulgada em abril de 2019. Porém, as novas leis não alteram o regime comunista do país e podem ser piores para as igrejas cristãs do país. As ideias de liberdade religiosa e de consciência foram enfraquecidas, afirma o novo relatório da Comissão Americana de Liberdade Religiosa Internacional.

As igrejas foram excluídas das consultas públicas oficiais do governo e não tiveram um retorno satisfatório no forte empenho em fazer uma pressão para que os representantes cubanos pensassem nos cristãos do país. “Juntamente com a Constituição, o governo usa um sistema restritivo de leis e políticas, vigilância e assédio para controlar grupos religiosos e suprimir a liberdade de religião ou crença”, afirma a pesquisa.

Alguns decretos e leis, como a de zoneamento e de registros, dificultam a existência das igrejas. “Filiação de um grupo religioso não registrado é crime, com possíveis punições que variam de multa a prisão”, aponta o documento. Nos últimos meses, há relatos de assédios e prisões de líderes e pais cristãos por educarem os filhos em casa com os valores bíblicos. :: LEIA MAIS »

Após conversão, cristã ex-muçulmana fugiu de casa para não morrer

As dificuldades de Aizah a tornaram uma jovem líder em favor das mulheres vítimas de tortura por causa da fé e do gênero no Norte da África e no Oriente Médio

As dificuldades de Aizah a tornaram uma jovem líder em favor das mulheres vítimas de tortura por causa da fé e do gênero no Norte da África e no Oriente Médio

Hoje, no Dia Internacional em Apoio às Vítimas de Tortura, conheça a história de Aizah, que enfrentou extrema violência e rejeição da família quando entregou a vida a Jesus. Além dela, certamente, há muitos cristãos que vivenciam cenários semelhantes devido a escolha por Cristo, no Norte da África, na região do Oriente Médio e em todo o mundo. Entenda como Aizah está vivendo e a inclua em suas orações.

Aizah tomou uma decisão perigosa quando encontrou Cristo. Com medo de que o pai a matasse, ela decidiu fugir de casa. “No momento da conversão, você envergonha a família”, afirma a jovem. “Se você é uma mulher nascida em uma família muçulmana, e se torna uma seguidora de Jesus, então você envergonha o pai, irmão e todos os parentes. Você os feriu e os desonrou”, explica a cristã ex-muçulmana.

Culturalmente, como mulher, Aizah esteve duplamente vulnerável à perseguição. No entanto, atualmente a cristã superou tudo isso para se tornar uma líder inspiradora, oferecendo proteção, apoio e encorajamento a outras mulheres como ela. Aizah encontrou proteção em outra família cristã e, agora, ela oferece apoio a mulheres que estão enfrentando perseguição por causa da fé e do gênero.

Ela afirmou aos colaboradores da Portas Abertas: “Queremos ter uma casa segura para as mulheres que são expulsas dos lares depois da conversão. Porque quando isso acontece, elas perdem a honra. Elas não têm escudo protetor, nem pai nem irmão para defendê-las. Em nossa cultura, uma mulher como essa merece ser atacada. Faz muita diferença quando as pessoas sabem que alguém está protegendo você como mulher”, afirma. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Ataque a bomba mata cristãs em Bangladesh

A cristã Shilpi e a filha Supria foram atacadas enquanto dormiam em uma aldeia em Bangladesh (foto representativa)

A cristã Shilpi e a filha Supria foram atacadas enquanto dormiam em uma aldeia em Bangladesh (foto representativa)

Na noite do 31 de maio, em Bangladesh, Shilpi e a filha Supria, de 5 anos, foram atingidas pela explosão de uma bomba artesanal enquanto dormiam. A mãe conseguiu escapar do local com 75% do corpo com queimaduras, já a criança foi resgatada pelos vizinhos com 46% de queimaduras. As duas foram levadas para os hospitais da região, mas não sobreviveram aos ferimentos. Shilpi faleceu em 4 de junho e Supria no dia 16.

O artefato foi lançado dentro da casa da família cristã, enquanto o pai, Ridoy Halder estava em serviço em uma fábrica de roupas local. “Agora, Ridoy está se sentindo completamente sem esperança, frustrado e deprimido. Ele está de luto, recusando-se a falar com qualquer pessoa”, diz Stephen Liton Halder, parceiro da Portas Abertas e tio do cristão.

Apesar da família cristã atingida não ter recebido nenhuma ameaça por causa da fé, Halder acredita que a ação é consequência de perseguição. “Eles eram os únicos cristãos nessa área. Moravam lá porque ficava próximo ao local de trabalho de Ridoy. No local há muitos extremistas religiosos e madrassas (escolas religiosas islâmicas)”, explica o familiar das vítimas.   :: LEIA MAIS »

Justiça reduz pena de cristãos no Irã

Zaman Fadaee, Yousef Nadarkhani e Mohammadreza Omid foram presos por organizar uma igreja cristã, promover o cristianismo e atentar contra a segurança nacional (foto: Article 18)

Zaman Fadaee, Yousef Nadarkhani e Mohammadreza Omid foram presos por organizar uma igreja cristã, promover o cristianismo e atentar contra a segurança nacional (foto: Article 18)

Três cristãos iranianos, que já cumpriam as sentenças de 10 anos na prisão de Evin, Teerã, tiveram a redução da pena para seis anos, garantiu o site de notícias britânico Article 18. No dia 22 de junho, as sentenças do pastor Yousef Nadarkhani, de Zaman Fadaee e Mohammadreza Omidi foram alteradas. O destaque foi para o processo de Omidi, que teve a pena reduzida para dois anos. Então, ele deve ser libertado em julho de 2020.

O pastor  Yousef foi preso diversas vezes, mas foi em 2017 que a detenção dele e de outros membros da igreja aconteceu pelos “crimes” que respondem atualmente.  Logo, receberam a sentença de 10 anos de prisão por agir contra a segurança nacional, organizar igrejas domésticas e promover o cristianismo. Yousef e Omidi também foram condenados a viver dois anos em exílio no Sul do Irã.

Em outubro de 2019, os cristãos iranianos entraram com pedidos para novos julgamentos, porém, a audiência só aconteceu em maio. Durante a espera pela decisão judicial, todos permaneceram presos em condições insalubres na penitenciária de Evin, mesmo durante a pandemia da COVID-19. A crise de saúde internacional fez com que não houvesse uma audiência formal para analisar os processos e nem fosse necessária a presença dos réus diante do juiz Hassan Babaee. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Alimentos estão em falta na Coreia do Norte

Com o fechamento das fronteiras, nenhum alimento chega até os norte-coreanos durante a quarentena

Com o fechamento das fronteiras, nenhum alimento chega até os norte-coreanos durante a quarentena

Enquanto países em todo o mundo lutam para conter a propagação da COVID-19, a Coreia do Norte ainda não confirmou nenhum caso da de coronavírus no território. Entretanto, isso não quer dizer que a doença não esteja presente em solo norte-coreano. As novas medidas do governo foram a proibição da entrada de estrangeiros na região e o impedimento de algumas famílias norte-coreanas se mudarem. De acordo com os observadores do país, a consequência das medidas pode ser outra “Marcha Árdua”, período de grande fome que aconteceu nos anos 90 e fez cerca de 3 milhões de vítimas fatais.

O cristão norte-coreano e parceiro da Portas Abertas, Timothy*, acrescenta: “Em meio às restrições de fronteira na Coreia do Norte, a escassez de alimentos quadruplicou os preços de mercado”. Ele lembrou do relatório do portal de notícias Daily NK, que garantiu o fechamento de várias lojas pequenas. “Simplesmente não têm nada para vender. Por exemplo, é difícil encontrar açúcar e uma lata com 100g de pimenta chinesa subiu de 4.000 para 8.000 won coreanos (equivalente a R$ 34,78 reais)”, explica.

Sem alimento, dinheiro e ajuda internacional

Segundo um porta-voz da região, mesmo que exista locais para a venda de alimentos, os cidadãos não têm dinheiro para comprá-los, uma das saídas encontradas é procurar comida nas florestas e montanhas. “Muitos produtos são contrabandeados da China e da Coreia do Sul antes de chegarem ao mercado negro. A economia oficial já estava em coma, mas agora a economia paralela também sofreu um grande golpe, colocando em risco a vida de milhões de crianças e adultos”, testemunha.

No dia 18 de maio, a Organização das Nações Unidas (ONU) para Agricultura e Alimentação divulgou que a escassez de grãos na Coreia do Norte chega a 860 mil toneladas. Porém, o país está fechado para receber ajuda. A Portas Abertas está trabalhando para ajudar os norte-coreanos que vivem em países vizinhos como China e Coreia do Sul. “Nossas equipes estão se preparando para distribuir alimentos secretamente, mas os norte-coreanos precisam vir até nós. Por isso, realmente pedimos as orações e o apoio financeiro de nossos doadores. Precisamos de ambos e não podemos ter um sem o outro”, conta um parceiro local. :: LEIA MAIS »

Colombianos encontram Jesus durante a pandemia da COVID-19

Moradores de vilas distantes são visitados por pastores durante a quarentena e se entregam a Cristo

Moradores de vilas distantes são visitados por pastores durante a quarentena e se entregam a Cristo

Mesmo durante o isolamento social por causa da COVID-19, o governo da Colômbia autorizou a circulação de líderes cristãos pelo país. As autoridades entenderam que eles prestam assistência aos necessitados em lugares remotos do país, onde muitos não desejam estar. Em Tumaco, costa do Pacífico, e nas regiões da Amazônia e Catatumbo, os riscos são maiores do que ser infectado pelo coronavírus. É possível ser alvo de grupos armados ilegais que dominam os territórios. A Portas Abertas criou o programa “Ágape em seu lar” para auxiliar os cristãos perseguidos na Colômbia a permanecerem firmes em Jesus durante a pandemia.

O trabalho fornece alimento e apoio pastoral a 300 famílias que vivem em aldeias remotas. O pastor Leandro Holguin* é um dos cristãos que enfrenta os riscos para levar Jesus até povoados mais vulneráveis. Ele anda pela cidade com pacotes de comida, máscaras, gel antibacteriano e Bíblias. “Aproveitamos o decreto do governo que nos permite avançar durante a quarentena. Conseguimos levar comida para muitas pessoas. Aqueles que não conseguem trabalhar estão muito deprimidos e enfrentam sérias dificuldades financeiras. Oferecemos orientação pastoral e compartilhamos a palavra de Deus com cada um deles”, explica o colaborador.

O líder cristão explicou que neste período da pandemia da COVID-19, muitas pessoas se converteram a Cristo. “Isso me traz muita alegria”, comemora. Outra cristã que tem feito diferença por meio da Portas Abertas é a pastora Amanda Santander*, há mais de 20 anos ela prega na região de Catatumbo. “As pessoas aqui não têm apenas medo do controle imposto por esses grupos ilegais, mas também temem ser infectadas com coronavírus e depois mortas por rebeldes”, completou a seguidora de Jesus. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Violência sexual contra cristãs como tática de guerra

A nigeriana Charity recebeu encorajamento para superar os traumas resultantes do sequestro do Boko Haram

A nigeriana Charity recebeu encorajamento para superar os traumas resultantes do sequestro do Boko Haram

As consequências de uma guerra vão além da destruição física de uma cidade, elas afetam diretamente os moradores do local. Em diversos casos, a violência sexual também é utilizada como tática para enfraquecer e humilhar os “inimigos”, então os prejuízos emocionais dificultam ainda mais a vida dos sobreviventes. Por isso, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Internacional para Eliminação da Violência Sexual em Conflito.

Na Nigéria, os conflitos entre o governo e os radicais do Boko Haram têm feito muitas vítimas. Uma delas é Charity, que foi sequestrada em 2014 pelos extremistas e passou mais de três anos em cativeiro. A cristã foi capturada em Gwoza, no estado de Borno, que fica ao norte do país, logo após dar à luz ao primeiro filho. O marido dela conseguiu fugir na ocasião. “Eles me forçaram a casar com um muçulmano e me obrigaram a orar de maneira islâmica. Sempre que lavava os pés e o rosto (antes da oração), diziam: Não é assim que se faz. Chorava e dizia a eles: Meu pai e minha mãe não eram muçulmanos. Eu nasci em um lar cristão. Como poderei fazer como vocês fazem?”, testemunha Charity.

Quando completou um ano e meio de sequestro, a cristã engravidou. Por isso, ela e o “marido” tiveram ainda mais conflitos, um deles era a proibição de procurar trabalho, o que só aumentava a situação de miséria em que viviam. Logo após o nascimento de Rahila, a cristã foi liberta pelo exército nigeriano. A cristã e o bebê foram encontrar os familiares no campo de deslocados em Maiduguri, mas a recepção não foi a que esperava. O esposo culpou Charity por ter dado à luz uma menina de outro homem, por isso os parentes e vizinhos a espancaram e zombaram dela. :: LEIA MAIS »

Como é a vida de um ex-muçulmano após a conversão?

Cristãos ex-muçulmanos precisam manter a fé em segredo, porém, as mudanças provocadas por Cristo não deixam o assunto escondido por muito tempo

Cristãos ex-muçulmanos precisam manter a fé em segredo, porém, as mudanças provocadas por Cristo não deixam o assunto escondido por muito tempo

Ser cristão em um país de maioria muçulmana é um grande desafio, mas deixar a fé islâmica para seguir a Jesus é ainda mais perigoso. Por isso, uma das maneiras mais seguras é manter a nova crença em segredo. Mas com o tempo, as mudanças de mentalidade e comportamento tornam-se visíveis e a necessidade de participar de uma igreja fica necessária. Há 17 anos, Mohammad experimentou o processo, quando encontrou Cristo por meio da leitura da Bíblia, no Iêmen.

Ele comprou o livro sagrado em um sebo e a partir deste momento, tinha que sair de casa para ler a Bíblia, senão seria descoberto pela família. “Quando cheguei à fé, pensei que era o único cristão no Iêmen. Durante muito tempo, eu não conhecia nenhum outro cristão iemenita. Agora conheço muitos e existem outros como nós”, testemunha. O cristão relembrou a alegria que teve ao encontrar um outro seguidor de Jesus pela primeira vez: “Nós rimos juntos. Depois, encontrei-me com outras pessoas, até mesmo algumas que se converteram antes do ano 2000”.

Após ser treinado e discipulado, Mohammad foi batizado. Mais tarde, casou-se com uma muçulmana chamada Alima. Eles tinham o hábito de ler a Bíblia juntos, mas a esposa do cristão ainda não tinha decidido seguir a Jesus, apesar de ser impactada pelas palavras de Cristo que exigia que os seguidores dele amassem os inimigos. “Esse é um pensamento que não encontro em outras religiões. Esse versículo me fez procurar outras palavras de Jesus”, explica Alima.

O milagre da conversão

Mas foi necessário um milagre divino, para que a muçulmana se rendesse a Cristo. Após o nascimento do primeiro filho, Alima descobriu que não poderia mais engravidar. Porém, quando o primogênito fez sete anos, o casal decidiu pedir mais um filho ao Senhor e a resposta da oração aconteceu no mesmo mês. “No hospital, quando a gravidez foi confirmada, a equipe disse que não podia acreditar que tinha engravidado novamente. Eles repetiram o teste três vezes para ter certeza. Uma pessoa que trabalhava lá até começou a chorar porque estava muito feliz por minha esposa”, testemunha Mohammad. A partir deste momento, o casal cristão passou a dizer a todos que o novo integrante da casa era um milagre.   :: LEIA MAIS »

Falsa denúncia suspende trabalho cristão na Ásia Central

Muçulmana abrigada em centro cristão faz denúncia infundada e provoca hostilidade contra cristãos na Ásia Central (foto representativa)

Muçulmana abrigada em centro cristão faz denúncia infundada e provoca hostilidade contra cristãos na Ásia Central (foto representativa)

Há um ano, Aysha* chegou com um bebê recém-nascido nos braços em um centro de reabilitação cristão na Ásia Central. Ela foi acolhida e permaneceu no local por 13 dias. Mas este ano, a muçulmana retornou com o filho pequeno e, como de costume, assinou um acordo concordando com as regras do local onde deveria morar novamente. Entretanto, passou a ignorar os combinados e entrar em conflitos com as demais moradoras do centro. Então, quando completou 14 dias no local, Aysha ligou para a polícia e mentiu que era obrigada a ler a Bíblia.

A denúncia da muçulmana atraiu a atenção da polícia, do Ministério de Assuntos Internos e do Comitê de Assuntos Religiosos. Durante as visitas dos órgãos, a liderança do abrigo apresentou todos os documentos para comprovar que estavam de acordo com as normas previstas pelo governo. Então, a solução das autoridades foi encontrar outro lugar para Aysha ficar. Mas por causa do isolamento social, ela precisou permanecer mais um dia no local.

Na manhã seguinte, a muçulmana entrou em conflito com os colaboradores do centro e gravou vídeos comentando a situação. Então, os funcionários do abrigo tentaram acalmar Aysha, mas ela negou a ajuda e insistia para ser expulsa. Mais tarde, os vídeos gravados na manhã foram postados nas redes sociais e serviram para fomentar a intolerância religiosa contra os cristãos da região. Até um ex-líder muçulmano radical publicou um artigo sobre o fato, onde pedia vingança contra a diretora do local e declarou uma jihad (guerra santa islâmica) aos cristãos. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Cristãos são afetados por ataques radicais em Moçambique

Cristãos têm casas, igrejas e propriedades destruídas e saqueadas por extremistas islâmicos na região norte de Moçambique

Cristãos têm casas, igrejas e propriedades destruídas e saqueadas por extremistas islâmicos na região norte de Moçambique

Nem a possibilidade de contaminação com a COVID-19 desencorajou extremistas islâmicos de promoverem vários ataques na província de Cabo Delgado, no Norte de Moçambique. Em 28 de maio, os militantes tomaram rapidamente a cidade comercial de Macomia. Ela foi a terceira cidade invadida pelos jihadistas nos últimos meses. Os autores dos incidentes se autoproclamam como Estado Islâmico e têm como objetivo a implantação das leis islâmicas (sharia) no território. Apesar do nome do grupo ser o mesmo do que atua no Iraque e Síria, não há comprovação da ligação entre eles.

Entre 28 e 30 de maio de 2020, pelo menos 95 pessoas morreram por causa de conflitos entre os radicais islâmicos e as forças do governo. Porém, o número de mortos chega a mil desde que os grupos de insurgentes começaram a agir, em 2017. Outro problema resultante da violência foi o deslocamento de 150 mil pessoas pelo país. Isso acontece porque casas, lojas, igrejas e edifícios governamentais são incendiados durante os ataques.

Os custos dos conflitos para a população

De acordo com a Agência de Notícias de Moçambique, os extremistas têm uma maneira de selecionar as vítimas. Eles fazem perguntas sobre o islamismo e, se a pessoa não souber responder, é morta. Os que tentam fugir também são alvos fáceis para os insurgentes. Entre os prejuízos dos combates está a retirada da ONG Médicos sem Fronteiras do território, já que teve o centro de saúde onde atuava seriamente danificado.

O Norte de Moçambique é uma região majoritariamente muçulmana, mas estava em paz até o surgimento do wahabismo em 2017, quando muitos começaram a interpretar o islamismo de maneira mais conservadora. Apesar dos cristãos não serem os principais alvos, são afetados pelos saques e destruições de igrejas e propriedades privadas. “A menos que o governo trabalhe para controlar a situação, a violência contínua pode corroer a harmonia religiosa que existe hoje entre o povo de Moçambique”, afirma Jo Newhouse*, porta-voz das operações da Portas Abertas na África Subsaariana. :: LEIA MAIS »

Conheça os 5 grupos extremistas que mais perseguem cristão

Líder cristão confere as consequências dos ataques do Estado islâmico no Iraque

Líder cristão confere as consequências dos ataques do Estado islâmico no Iraque

Desde os tempos bíblicos, Cristo avisava a todos que a perseguição por causa do nome dele iria acontecer. Judeus, romanos, persas, godos, governos comunistas e extremismo religioso foram alguns dos grupos hostis aos discípulos de Jesus em diferentes épocas. Atualmente, grande parte de ataques contra os cristãos na Ásia, África, Europa e Oriente Médio são cometidos por radicais islâmicos. Eles enxergam a cultura ocidental como uma ameaça aos valores muçulmanos e travaram uma jihad, ou guerra santa, contra os infiéis.

A prática fundamentalista da fé islâmica tem servido como base para que muitos grupos surjam, sequestrem, torturem e matem cristãos que insistam em se manter fiéis a Cristo. Porém, a interpretação da ordem de eliminar os infiéis aparece atrelada às recompensas celestiais onde aqueles que morrerem pela causa do islamismo terão todos os tipos de prazeres, como possuir um palácio de pérolas, desfrutar de várias virgens, e comer dos melhores manjares divinos. :: LEIA MAIS »

Conversão, ministério e perseguição de um ex-muçulmano

Após encontro com Jesus, Samson se tornou um evangelista, mas foi expulso de casa por isso (foto representativa)

Após encontro com Jesus, Samson se tornou um evangelista, mas foi expulso de casa por isso (foto representativa)

Você vai conhecer hoje a história de Samson, um cristãos ex-muçulmano da Ásia Central. Vai ver como Deus manifesta seu poder de várias formas para salvar vidas em regiões de maioria islâmica. É disso que o Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2020 trata – cristãos ex-muçulmanos, aqueles que foram alcançados mesmo vivendo em contexto de opressão islâmica. Eles precisam ser apoiados e fortalecidos para prosseguir na jornada, assim com Samson.

Samson é um homem na faixa dos 50 anos que vive na Ásia Central. Ele conta que, como muçulmano, quando via um cristão, atravessava para o outro lado da rua. Mas ele tinha um amigo cristão que pregava para ele, dizendo que Jesus era o Salvador. Mas ele não acreditava que um homem pudesse ser o salvador; para ele, Jesus era apenas um profeta. Durante um ano, eles se encontraram duas vezes ao mês para discutir sobre religião.

Todos os dias, Samson andava 40 minutos para chegar até o trabalho em uma cidade remota na Ásia Central. Um dia, ao iniciar a caminhada, ele ouviu uma voz chamar seu nome três vezes e dizer: “Por que você não me aceita como Deus e Salvador?”. Samson respondeu: “Os cristãos estão enganados; chamam você de Deus, mas você não é Deus”. Então a voz disse: “Você acredita em Deus?”.  Ele respondeu que sim e a voz lhe disse: “Um dia você o encontrará. O que você terá feito por ele? Você ora cinco vezes por dia, mas precisa orar a mim. Pare agora e ore a mim. Você acredita que eu sou onipresente? Qual é maior: a casa ou a cadeira?”. Samson respondeu que era a casa. Então a voz disse: “A terra e o céu são a cadeira e a casa sou eu, porque a terra é o suporte dos meus pés e o céu é o lugar do meu trono. Eu sou tão maior, tão maior, então por que você escolhe Alá? Eu sou um Deus de amor. Eu vim e morri por você”. :: LEIA MAIS »

Vamos orar: Aldeias cristãs são atacadas no Mali

Famílias cristãs foram atacadas por extremistas islâmicos no Mali

Famílias cristãs foram atacadas por extremistas islâmicos no Mali

A violência não deixou o Mali, nem mesmo diante da COVID-19. Vários ataques aconteceram no país; alguns foram atribuídos a extremistas islâmicos, mas há denúncias de que forças governamentais são responsáveis por vários outros incidentes. Na semana passada, 27 pessoas foram mortas durante uma ação de jihadistas nas aldeias cristãs de Bankass, Koro e Tillé. Na ocasião, os radicais chegaram em motocicletas, atiraram em algumas pessoas e incendiaram outras.

A aldeia fulani de Niangassadiou também foi invadida e 14 pessoas foram assassinadas. Dias depois, homens armados e uniformizados também atacaram outra aldeia fulani, Binedama,  onde mataram cerca de 20 pessoas. De acordo com a Associação Nacional Tabital Pulaaku, as ações foram realizadas por soldados do exército maliano. O governo prometeu investigar os ataques. Porém, a promessa não foi capaz de acalmar os ânimos da população do Mali.

Dezenas de pessoas protestaram na capital Bamako e exigiram a renúncia do presidente Ibrahim Boubacar Keita. De acordo com  canal de TV Al Jazeera, o executivo maliano luta para manter o apoio em meio à onda de violência no país, que já fez muitas vítimas fatais, provocou o deslocamento de centenas de pessoas e enfraqueceu a economia. :: LEIA MAIS »

“A igreja cresce e floresce graças à perseguição”

Para Kabil, cristão ex-muçulmano do Norte da África, nada se compara à vida dada por Jesus

Para Kabil, cristão ex-muçulmano do Norte da África, nada se compara à vida dada por Jesus

Como em muitos países de maioria muçulmana, cristãos no Norte da África enfrentam perseguição. “Igrejas têm sido fechadas recentemente na Argélia. Mas eu diria que a persegução nunca é fatal para a igreja, pelo contrário, ela é uma bênção. A igreja cresce e floresce graças à perseguição. Jesus fala sobre isso na Bíblia. ‘Bem-aventurados aqueles que são perseguidos. Alegrem-se quando forem perseguidos, pois da mesma forma perseguiram os profetas’. Eu celebro porque a igreja está saudável e florescendo. Eu me alegro porque milhares de pessoas oram ao Senhor e os números são grandes em todos os lugares. A igreja se expande e milhares de pessoas se convertem ao cristianismo. Eu estou muito feliz com o agir de Deus. Mas, é claro, sei que a perseguição pode causar danos a mim ou a minha família”, compartilha Kabil*, líder de um projeto de discipulado na região.

Sobre o fechamento de igrejas na Argélia, ele afirma que há pessoas que se encontram do lado de fora dos prédios desde que as igrejas foram fechadas. Segundo Kabil, precisamos ver o que está por trás disso: “Isso é a mão do Senhor”. O objetivo: a salvação do Norte da África. “De acordo com Salmos 126.6: ‘Aquele que sai chorando enquanto lança a semente, voltará com cantos de alegria’. Um dia, vamos levar o evangelho para todos os países ao nosso redor. O Senhor se alegrará ao ver pessoas despertando no Norte da África”, diz.

De acordo com o cristão, “atualmente por conta das pregações em quase todos os lugares, o Senhor tem se tornado um assunto diário nas vilas, casas e até mesmo nos governos. Na Tunísia, os cristãos usam as mídias. Eles podem assistir canais de TV e ouvir programas de rádio cristãos. Também podem se conectar pelo Facebook, por exemplo”, explica. Apesar disso, o islamismo está presente em todos os lugares no Norte da África há quase 14 séculos. Está presente nas casas, na cultura, nas leis, na Constituição e na educação. Cada cidade ou vila tem uma ou mais mesquitas. Os governos investem muito no islamismo. Mas, atualmente, o cristianismo tem crescido mais rápido do que nesses 14 séculos. :: LEIA MAIS »

Cristão é morto por extremistas durante quarentena na Índia

Sombaru Madkami foi assassinado por homens armados que estavam descontentes com a conversão da família dele

Sombaru Madkami foi assassinado por homens armados que estavam descontentes com a conversão da família dele

Nem o risco de contaminação com a COVID-19 amedrontou os extremistas hindus de perseguirem os cristãos em aldeias mais remotas na Índia. Um adolescente de 14 anos, Sombaru Madkami, foi agredido até a morte no dia 4 de junho. Alguns homens armados com paus, facas e outros utensílios indígenas foram até a casa da família do garoto e pediram para que ele os acompanhasse para uma reunião.

Além disso, forçaram alguns idosos da vila a acompanharem o jovem cristão. Mas eles conseguiram fugir antes de chegar ao local de destino. No dia seguinte, o corpo do adolescente, que estava enterrado no topo da montanha, foi encontrado pela polícia. Segundo os cristãos locais, houve muita oposição da comunidade em relação às pessoas que se converteram nos últimos três anos. A família de Sombaru frequentava ativamente as reuniões e era perseguida desde que decidiu seguir a Jesus; esse pode ser o motivo do assassinato do garoto cristão.

Fiel apesar da perda

Outra vítima da intolerância religiosa na Índia foi Neelam Purty, de Jharkhand. De acordo com os cristãos locais, ela foi baleada no dia 16 de abril. Em 2015, o pai dela, que era pastor, foi morto por extremistas. Acredita-se que os agressores da cristã foram os mesmos que mataram o líder cristão. De acordo com testemunhas, a família continuava a promover reuniões de oração mesmo depois de perderem o chefe da família. Quando invadiram a casa dos cristãos disseram: “O pastor foi morto, mas vocês não aprenderam a lição. Vocês continuam se reunindo em grande número para orações cristãs”. :: LEIA MAIS »



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