Num país com tantas restrições à liberdade individual, não há leis que restrinjam a venda e o consumo de maconha
A Coreia do Norte voltou ao noticiário depois da divulgação, na semana passada, da execução sumária de um tio do ditador Kim Jong-un, o terceiro na dinastia de tiranos que, desde 1948, dão as cartas no país de 24 milhões de habitantes e problemas estruturais gravíssimos – como falta de comida e energia elétrica.
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A nação, bancada durante décadas pelo regime comunista da União Soviética e que entrou em parafuso após a decadência dele, é um dos mais fechados do mundo. Os norte-coreanos são totalmente manipulados pelo governo, e os poucos visitantes admitidos no país são obrigados a seguir um roteiro onde muitas vezes há encenações da vida cotidiana preparadas para dar aos turistas uma falsa sensação de normalidade.
O governo regulamenta até o penteado dos cidadãos. As mulheres podem escolher entre 18 opções (as solteiras são obrigadas a usar cabelo curto). Os homens, dez..
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