Tribuna/Lílian Machado REPÓRTER
Os governadores da Bahia, Jaques Wagner (PT), de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), e do Ceará, Cid Gomes (PSB), pregaram a unidade pelo desenvolvimento dos estados nordestinos ontem, no seminário “O Nordeste do
Século XXI: Desenvolvimento com Igualdade Social”, no Hotel Deville, em Itapuã.
Durante o evento, os gestores públicos desfizeram a tese de disputa entre os estados na conquista de projetos e investimentos. Das carências e desafios impostos pelo baixo índice de educação e investimentos à redução da desigualdade e crescimento dos últimos anos.
Esse também foi um dos focos abordados por eles, que destacaram o fato de a região ter obtido crescimento acima da média nacional nos últimos anos. O seminário foi promovido pela revista Carta Capital, dentro da série Diálogos
Capitais.
Capitais.
Em tom otimista, o governador Wagner enfatizou o que tem favorecido os estados e justificou os investimentos sociais do governo federal. “Isso porque o foco do governo federal foi voltado primeiro para o social e também porque implementou uma política clara, específica para essa região”.
Segundo ele, o território nordestino tem sido beneficiado, havendo
uma “política clara” de investimentos. O petista citou como exemplo a construção das três ferrovias Oeste-Leste, Transnordestina e
Norte-Sul.
uma “política clara” de investimentos. O petista citou como exemplo a construção das três ferrovias Oeste-Leste, Transnordestina e
Norte-Sul.
“Em breve vamos receber três novas refinarias em Pernambuco, Rio Grande do
Norte e Ceará”, afirmou. Wagner rejeitou o possível clima de “brigas” entre os
estados ao dizer que: “Temos uma sequência de bons governadores e não vejo
mesquinharia por parte de um ou de outro, querendo resolver apenas as questões
do seu estado”, afirmou.
Norte e Ceará”, afirmou. Wagner rejeitou o possível clima de “brigas” entre os
estados ao dizer que: “Temos uma sequência de bons governadores e não vejo
mesquinharia por parte de um ou de outro, querendo resolver apenas as questões
do seu estado”, afirmou.
O assunto também foi norteado pelo governador pernambucano, Eduardo Campos.
Segundo ele, é preciso acabar com a “rinha política”. “Temos que tentar unir o
Nordeste. Acabar com a rinha política que coloca um contra o outro, de que aqui
está melhor, ali está melhor. Temos que superar a época em que era cada um por
si ou um querendo atrapalhar algo do outro”, disse.
Segundo ele, é preciso acabar com a “rinha política”. “Temos que tentar unir o
Nordeste. Acabar com a rinha política que coloca um contra o outro, de que aqui
está melhor, ali está melhor. Temos que superar a época em que era cada um por
si ou um querendo atrapalhar algo do outro”, disse.
Os desafios do Nordeste foram pontuados pelo governador Cid Gomes, que
frisou o fato de apenas 14% do PIB nacional ser gerado na região. “Se o desafio
no Brasil é grande muito maior é no Nordeste. Mas muito mais me entusiasma o
potencial. Posso me caracterizar como uma pessoa otimista. Acho que temos todas
as potencialidades, temos condições de crescer mesmo em um momento adverso”,
afirmou.
frisou o fato de apenas 14% do PIB nacional ser gerado na região. “Se o desafio
no Brasil é grande muito maior é no Nordeste. Mas muito mais me entusiasma o
potencial. Posso me caracterizar como uma pessoa otimista. Acho que temos todas
as potencialidades, temos condições de crescer mesmo em um momento adverso”,
afirmou.
