Em 2003 um teste indicou que Maria Gonçalves, moradora de Guabiruba (SC), então grávida e com 30 anos, tinha o vírus HIV, causador da Aids. Após pensar em suicídio, ter depressão e engordar mais 40 kg, Maria, em outubro de 2009, fez outro exame que indicou que, na verdade, ela não tinha a doença. Ela e o marido pretendem agora processar o município de Brusque e o Estado, responsável pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-SC). As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Segundo a reportagem, o marido, após fazer vários testes que não indicaram a presença do HIV, desconfiou que havia sido traído e que a criança não era sua. O jornal diz que Maria se submetia a exames semestrais para verificar a carga viral do HIV, mas todos indicavam que ela estava bem, o que levou um médico a pedir o novo exame, que deu negativo. Ainda de acordo com a reportagem, a secretária de Saúde de Brusque, Maria Aparecida Belli, afirma que o prontuário de Maria aponta que foram usados procedimentos de contraprova no exame. O jornal afirma que os responsáveis pelo Lacen-SC não foram localizados.

Terra

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