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:: ‘tortura’

Presos denunciam agressões de agente no presídio de Salvador

do A Tarde

Preso exibe marcas das agressões no IML

Presos custodiados na cadeia pública do Complexo Penitenciário de Salvador, em Mata Escura, foram submetidos a exame de corpo delito, na noite de quinta-feira, 1º, no Instituto Médico Legal (IML). Eles acusam agentes carcerários da unidade de agressão física e maus-tratos desferidos contra eles no dia 23 de junho, véspera de São João.

Algemados de dois em dois, eles mostraram marcas no corpo deixadas pelos instrumentos usados nas agressões. Evitando identificar-se, por receio de represálias, contaram que naquele dia foram  levados, despidos, para o pátio da unidade, e submetidos a choques, espancamento e tortura psicológica.

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Polícia Civil busca policiais suspeitos de torturar e atirar em rapaz em SP

Bruno Lupion, do estadão.com.br

SÃO PAULO – Três policiais militares são suspeitos de tentar matar um rapaz de 22 anos na noite de terça-feira, 27, por volta das 21 horas, em uma praça no Parque Edu Chaves, zona norte da capital, a 40 metros de uma base comunitária da Polícia Militar (PM). Um dia antes, a vítima e outro adolescente teriam sido torturados dentro de uma viatura após supostamente terem roubado dois celulares.

O caso, investigado pela Polícia Civil, ocorre menos de três semanas após o assassinato do motoboy Eduardo Luís Pinheiro dos Santos, encontrado morto em via pública depois de ser detido por policiais na Casa Verde, também na zona norte.

Segundo a Polícia Civil, a agressão começou na noite de segunda-feira, 26, quando Valdinei Resende dos Reis, o adolescente e um comparsa teriam roubado dois celulares, no Jaçanã. Poucos minutos depois, o adolescente teria sido apreendido por policiais militares e torturado dentro da viatura, para que revelasse o paradeiro dos comparsas.

Reis foi detido em seguida, e também teria sido torturado para que entregasse os celulares. O objeto do roubo não foi localizado e, no final da noite, Reis e o adolescente foram levados pela viatura até suas respectivas casas. Os policiais não apresentaram a ocorrência na delegacia e furtaram a arma calibre 32 apreendida com a dupla, segundo a Polícia Civil.

Na noite seguinte, três policiais militares à paisana foram até à Lan-House “Diversite”, na Praça Comandante Eduardo de Oliveira, à procura de Reis. Ao ser encontrado, ele foi conduzido para o meio da praça e baleado no cotovelo e nas nádegas. Os policiais militares da base comunitária ao lado da ocorrência foram até o local e abordaram os agressores, que se identificaram como policiais militares e foram imediatamente liberados. :: LEIA MAIS »

Imagens flagram babá arremessando bebê de 7 meses; Família também a acusa de abuso sexual

do G1

Câmera instalada pela família registrou a ação da mulher. Para delegado que investiga o caso, imagens são de “tortura”.

A polícia investiga uma babá suspeita de agredir e abusar de um menino de 7 meses no município de Igarassu, em Pernambuco. A família da criança instalou uma câmera escondida e registrou a ação da mulher.

“A família gravou, temos um vídeo. Nas imagens, a mulher agride e abusa da criança. Tem tortura, porque uma criança que é maltratada nessa idade, para mim, sofreu tortura. E tem um abuso sexual”, afirmou à reportagem, neste domingo (25), o delegado Zanelli Alencar, da Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA).

Segundo Alencar, os pais do bebê procuraram a polícia no sábado (24) e compareceram à delegacia, na manhã deste domingo, para prestar depoimento. A babá trabalhava há poucas semanas na casa da família e não foi presa.

Contrabandista seria próxima vítima de bando acusado de torturar e matar

  

O histórico ruim de Frederico Flores cresce a cada passo da investigação policial - (Anônimo)  
O histórico ruim de Frederico Flores cresce a cada passo da investigação policial

A próxima vítima de Frederico Costa das Flores Carvalho, acusado de torturar e executar dois empresários no Bairro Sion, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, seria um contrabandista que movimentaria R$ 1 milhão por mês, segundo as investigações. É M.H.M.P., que confirmou ao Estado de Minas ter conhecimento das ações criminosas do jovem, conhecido por seu currículo de manipulação, extorsão e truculência. A polícia reinicia amanhã, no Parque das Mangabeiras, as buscas às cabeças de Rayder Rodrigues e Fabiano Ferreira Moura, assassinados pela quadrilha de Frederico.

Segundo a delegada da Homicídios Sul, Elenice Batista Ferreira, M. H. M. P. está sendo investigado por suposta ligação com Rayder e Fabiano. “Ele estaria envolvido com contrabando e movimentaria cerca de R$ 1 milhão mensalmente. Acredita-se que Frederico Flores queria chegar até ele”, adianta. M. é um dos empresários que convenceram o garçom Adrian Gabriel Grigorcea, de 45, brasileiro naturalizado norte-americano, a denunciar a quadrilha que extorquiu, torturou e matou Rayder e Fabiano. Quatro dias antes, Rayder, via MSN (programa de mensagens da internet), pediu dinheiro a M., como consta do boletim de ocorrência da PM em que Adrian denuncia a quadrilha.

Muito irritado e temendo ameaças, M. disse ao EM, por telefone, que pediu para entrar no programa de proteção à testemunha do governo do estado. Ele confirma que poderia ser uma vítima do grupo, mas se negou a falar mais sobre o caso. Afirmou que é uma pessoa de bem e que não tem nenhum envolvimento com os crimes ocorridos no Bairro Sion.

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Missões: Especialista da ONU denuncia torturas e violações dos Direitos Humanos na Coreia do Norte

Durante seis anos, o tailandês Vitit Muntarbhorn, relator da ONU sobre a situação dos direitos humanos na Coreia do Norte, foi “a voz daqueles que não têm voz”. Na segunda-feira (15), esse professor de direito da Universidade de Bancoc, cujo mandato termina em junho, esteve em Genebra para a 13ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos, para apresentar seu relatório.

E mais uma vez soar o alarme diante dos abusos na Coreia do Norte, classificados como “flagrantes e endêmicos”, avaliando que “a situação só piora”. Ele descreve a Coreia do Norte como uma grande prisão, um “Estado do medo”, onde, segundo ele há pelo menos seis “gigantescos campos para os prisioneiros políticos e suas famílias”. Uma especialista da Human Rights Watch, Kay Seok, calcula que eles são cerca de “150 mil a 200 mil”, em uma população de 24 milhões. Torturas, punições coletivas e execuções públicas são comuns.

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