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:: ‘sarney’

Censura está em alta no País, diz relatório

Gabriel Manzano, de O Estado de S.Paulo

SÃO PAULO – Só na primeira metade do ano passado, o Google foi obrigado, por autoridades brasileiras, a retirar de seus servidores 398 matérias. É um recorde mundial. O dobro do segundo da lista, que foi a Líbia.

Além disso, nos dias finais da corrida eleitoral brasileira os juízes do País emitiram 21 ordens de censura, segundo pesquisa do Centro Knight para o Jornalismo, do Texas (EUA), e muitas agências de notícias foram multadas ou tiveram de remover conteúdos. “Esse quadro mostra que a censura e a autocensura, que vem junto, estão atingindo níveis muito sérios no Brasil”, resume Carlos Lauria, do Comitê para a Proteção dos Jornalistas.

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Morre Francisco Gros, ex-presidente do Banco Central, BNDES e Petrobras

do O Globo

Morreu hoje, aos 67 anos, o economista Francisco Gros, que foi presidente da Petrobras e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. Antes, Gros havia presidido o Banco Central por duas vezes. A primeira no governo José Sarney, em 1987, e a segunda entre 1991 e 1992, no governo de Fernando Collor de Mello.

Depois de deixar a Petrobras, o economista ocupou a presidência da Fosfértil e atuou como conselheiro da OGX, do empresário Eike Batista. Gros estava internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em tratamento contra um câncer. Em nota, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, lamentou a morte de Gros:

“É com profundo pesar que recebo a notícia do falecimento de Francisco Gros, que conheci através do saudoso ministro Dílson Funaro e a quem aprendi a admirar como pessoa e como profissional, que prestou relevantes serviços ao país, no setor público e no setor privado”.

Senado deve confirmar reajuste a aposentados, diz Sarney

Ana Paula Scinocca, da Agência

BRASÍLIA – O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), sinalizou hoje, ao chegar ao Congresso, que o plenário deverá confirmar o reajuste de 7,71% para as aposentadorias acima de um salário mínimo, concedido ontem pela Câmara. “Estamos num ano eleitoral e dificilmente teremos o Senado modificando qualquer decisão da Câmara, qualquer que ela seja. Eu não conheço os números do orçamento do governo, mas acho que politicamente é muito difícil que haja qualquer modificação nesse projeto dentro do Senado. Até mesmo porque há uma simpatia muito grande aqui com os aposentados”, afirmou.

 O peemedebista recorreu à mãe, dona Kiola, que, segundo ele, sempre o alertou para a importância de se pagarem justas remunerações aos aposentados. No fim da vida, analisou, as pessoas têm mais dificuldades para se sustentar e os preços dos medicamentos comprometem ainda mais o orçamento dos aposentados. :: LEIA MAIS »

”Sarney” aparece em caixa 2 de Arruda

Leandro Colon / BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

Um documento da contabilidade de caixa 2 da campanha do ex-governador José Roberto Arruda lista o nome “Sarney”. A anotação manuscrita foi feita pelo próprio Arruda, como comprova perícia feita a pedido do Estado. À frente do nome “Sarney”, o documento registra a anotação de uma quantia e quanto teria sido efetivamente pago: “250/150 PG”.

 O apontamento isolado do nome “Sarney” não permite indicar a quem da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), supostamente se refere. Segundo a perícia, as letras “PG” foram escritas pelo tucano Márcio Machado, um dos arrecadadores do caixa 2 do governador cassado que, depois de vencida a eleição, virou secretário de Obras do Distrito Federal.

Em janeiro de 2007, no mês em que Arruda (ex-DEM, hoje sem partido) tomou posse, o secretário Márcio Machado esqueceu em cima da mesa de uma emissora de televisão, em Brasília, duas planilhas. A primeira, publicada pelo Estado no dia 4 de dezembro do ano passado, continha os nomes de 41 empresas que teriam doado para o esquema de caixa 2 da campanha de 2006 do então candidato do DEM ao governo do Distrito Federal. Machado admitiu que era o autor das anotações. :: LEIA MAIS »

Filho de Sarney é acusado de fraude em obra do PAC

O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ajudou a fechar acordo clandestino pelo qual um grupo de empreiteiras burlou o processo de licitação e é acusado de desviar dinheiro público da principal obra ferroviária do país, informa a reportagem de Renata Lo Prete e Leonardo Souza, publicada nesta quinta-feira pela Folha.

A fraude, apontada pela Polícia Federal e pelo Tribunal de Contas da União, deu-se em um trecho da ferrovia Norte-Sul. Orçada em mais de R$ 1 bilhão, a construção faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a vitrine eleitoral da pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT).

O projeto é administrado pela Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes há anos sob influência direta de José Sarney. :: LEIA MAIS »

Suíça bloqueia conta de filho de Sarney

O governo da Suíça encontrou e bloqueou conta de US$ 13 milhões controlada por Fernando Sarney, filho mais velho de José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, informa reportagem de Leonardo Souza e Andreza Matais, publicada nesta quinta-feira pela Folha.

Os depósitos foram rastreados a pedido da Justiça brasileira. Segundo a Folha apurou, o dinheiro não está declarado à Receita. O bloqueio ocorreu quando Fernando tentava enviar recursos da Suíça para Liechtenstein, paraíso fiscal.

A medida é administrativa; se comprovado que o dinheiro tem origem ilícita, o bloqueio passará a ter caráter criminal, e os recursos poderão ser repatriados. :: LEIA MAIS »

Sarney defende liberdade, mas critica imprensa

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), aproveitou o relatório de atividades da Casa, em 2009, para defender a liberdade de imprensa e ao mesmo tempo criticar sua atuação.

Na apresentação do relatório de atividades hoje, Sarney classificou a crise decorrente dos atos secretos do Senado de “artificial” e diz que “um dos fatores que temos que equacionar é o papel da imprensa, que disputa com o Poder Legislativo o papel de porta-voz da opinião pública, sem submeter-se a mandatos ou regras”. No documento, ele se referiu à imprensa como grande colaboradora do Congresso. :: LEIA MAIS »

Renan contrata “fantasma” exonerada por Sarney

Um fantasma ronda os protagonistas das duas maiores crises do Senado neste começo de século. O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), recontratou uma servidora exonerada ano passado pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), acusada de receber dos cofres públicos sem trabalhar. Vânia Lins Uchôa Lopes está lotada no gabinete de Renan desde setembro, três meses após ter sido dispensada por Sarney da presidência.

A assessora é casada com Ildefonso Tito Uchôa, primo de Renan e apontado como laranja do senador em emissoras de rádio em Alagoas. Vânia é sócia do marido em uma agência de veículos investigada pela Polícia Federal por ter emprestado ao senador R$ 178 mil não declarados à Receita. Os dois casos resultaram na abertura de processos de cassação de Renan no Conselho de Ética do Senado. Em meio a uma enxurrada de denúncias, o senador escapou duas vezes da cassação em plenário, mas foi obrigado a renunciar à presidência da Casa em 2007. :: LEIA MAIS »

Filho de Sarney enviou R$ 1 milhão para a China, diz jornal

Fernando Sarney não teria declarado valor à Receita Federal.
Suposta descoberta seria fruto de cooperação entre Brasil e China.

O governo chinês confirmou a movimentação de R$ 1 milhão em contas no exterior de Fernando Sarney, filho do senador José Sarney (PMDB-AP), informa reportagem publicada na edição deste domingo (6) na “Folha de São Paulo”.
Segundo o jornal, autoridades chinesas informaram que o valor teria sido enviado a uma conta do HSBC em Qingdao, na China, por meio de um paraíso fiscal. Ainda de acordo com a “Folha”, o valor não teria sido declarado à Receita Federal, o que poderia indicar que o dinheiro provém de atividades supostamente ilícitas da família Sarney. :: LEIA MAIS »



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