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:: ‘posse’

Em site do Planalto, Dilma apresenta as 13 diretrizes de seu governo

G1

Presidente eleita promete erradicar a pobreza e fortalecer a democracia. Ela pretende ainda defender o meio ambiente e melhorar a educação.

A presidente eleita, Dilma Rousseff, divulgou neste sábado (1º), no site da Presidência da República, as 13 diretrizes de seu governo. No primeiro ponto, ela prometeu “expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente”.

Nos demais pontos, ela promete  implementar um projeto nacional de desenvolvimento, defender o meio ambiente, erradicar a pobreza absoluta e prosseguir reduzindo as desigualdades sociais.

site da Presidência, que chama Dilma de presidenta, traz fotos, biografia e agenda da presidente eleita, além das diretrizes de governo. Veja na tabela abaixo as 13 diretrizes do governo Dilma.

DIRETRIZES DE GOVERNO
1. Expandir e fortalecer a democracia política, econômica e socialmente.
2. Crescer mais, com expansão do emprego e da renda, com equilíbrio macroeconômico, sem vulnerabilidade externa e desigualdades regionais.
3. Dar seguimento a um projeto nacional de desenvolvimento que assegure grande e sustentável transformação produtiva do Brasil.
4. Defender o meio ambiente e garantir um desenvolvimento sustentável. :: LEIA MAIS »

‘Venho para consolidar a obra transformadora do presidente Lula’, diz Dilma no discurso da posse

Leia o discurso de Dilma na íntegra:

Estadao.com.br

BRASÍLIA – Leia abaixo a íntegra do discurso da presidente eleita Dilma Rousseff.

“Queridas brasileiras e queridos brasileiros,

Pela decisão soberana do povo, hoje será a primeira vez que a faixa presidencial cingirá o ombro de uma mulher.

Sinto uma imensa honra por essa escolha do povo brasileiro e sei do significado histórico desta decisão.

Sei, também, como é aparente a suavidade da seda verde-amarela da faixa presidencial, pois ela traz consigo uma enorme responsabilidade perante a nação.

Para assumi-la, tenho comigo a força e o exemplo da mulher brasileira. Abro meu coração para receber, neste momento, uma centelha de sua imensa energia.

E sei que meu mandato deve incluir a tradução mais generosa desta ousadia do voto popular que, após levar à presidência um homem do povo, decide convocar uma mulher para dirigir os destinos do país.

Venho para abrir portas para que muitas outras mulheres, também possam, no futuro, ser presidenta; e para que – no dia de hoje – todas as brasileiras sintam o orgulho e a alegria de ser mulher.

Não venho para enaltecer a minha biografia; mas para glorificar a vida de cada mulher brasileira. Meu compromisso supremo é honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos!

Venho, antes de tudo, para dar continuidade ao maior processo de afirmação que este país já viveu.

Venho para consolidar a obra transformadora do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, com quem tive a mais vigorosa experiência política da minha vida e o privilégio de servir ao país, ao seu lado, nestes últimos anos.

De um presidente que mudou a forma de governar e levou o povo brasileiro a confiar ainda mais em si mesmo e no futuro do seu País.

A maior homenagem que posso prestar a ele é ampliar e avançar as conquistas do seu governo. Reconhecer, acreditar e investir na força do povo foi a maior lição que o presidente Lula deixou para todos nós.

Sob sua liderança, o povo brasileiro fez a travessia para uma outra margem da história. :: LEIA MAIS »

Ex-governador irrita-se e não passa a faixa ao sucessor

Célia Bretas Tahan, especial para o Estado

PALMAS – O atraso de uma hora na solenidade de transmissão irritou o ex-governador Carlos Henrique Gaguim, que deu a faixa a um cinegrafista. Um integrante dos pioneiros mirins acabou fazendo a entrega simbólica ao novo governador,  José Wilson Siqueira Campos (PSDB) . Na visão do prefeito de Palmas, Raul Filho (PT), foi Siqueira quem não quis receber a faixa das mãos do ex-governador.

Conhecido como implacável com os inimigos, o novo governador assume o mandato pela quarta vez, desde a criação do Tocantins, há 22 anos. Desta vez, se comprometeu a não perseguir os adversários.”Não tenho por que me vingar, não tenho sentimento nem tempo para perseguir ninguém”,afirmou.

Siqueira deixou a Assembleia por volta das 12 horas (horário de Brasília, para receber a faixa, no Palácio Araguaia. Na Assembleia, o novo governador do Tocantins disse não ter nenhuma restrição a uma mulher na Presidência da República. “Não se pode tirar da mulher o direito de acesso às diversas oportunidades, aos diversos cargos”, falou Siqueira. No Palácio, afirmou que vai torcer pelo governo de Dilma Rousseff (PT), que vai conviver com a presidente, mas não aderir a ela.

Como primeiro ato, assinou medida provisória que reestrutura a administração do estado. Siqueira, entre outras mudanças, acabou com a Secretaria de Governo, uniu as pastas de Segurança Pública e de Cidadania e Justiça, criou as secretarias das Oportunidades e a Extraordinária de Articulações Institucionais e a Agência de Comunicação do Tocantins (Agecom). Um dos secretários será o seu filho e ex-senador Eduardo Siqueira Campos, que assumirá a pasta de Planejamento e Modernização de Gestão.

A saúde, uma das áreas críticas, será gerida, a princípio, por uma força-tarefa, encarregada de fazer auditoria sobre a situação do setor. A posse do secretariado está marcada para amanhã (02), às 15 horas, no Palácio Araguaia.

Depois das solenidades, Siqueira Campos seguiu para Brasília, onde participa da posse da presidente Dilma Rousseff (PT).

Em discurso posse, novo governador do DF prega união política

O novo governador do Distrito Federal, Rogério Rosso (PMDB) tomou posse nesta segunda-feira prometendo união entre partidos e transparência durante seu mandato-tampão, que vai até 31 de dezembro. Rosso foi escolhido através de eleição indireta neste sábado (17) com o voto de 13 dos 25 deputados distritais, após a cassação do mandato de José Roberto Arruda pela Justiça Eleitoral por infidelidade partidária há cerca de um mês.
“Não é hora de apostar no fracasso, é hora de união. Pela primeira vez um grupo de partidos e homens públicos se uniu em torno de um único objetivo, dar legitimidade ao governo local. Um esforço no resgate da credibilidade do Legislativo e Executivo diante do Judiciário. A união vai debelar o que se chamou de metástase institucional”, disse.
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