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Criação da Região Metropolitana de Feira de Santana é questão de tempo

BAHIA NOTÍCIAS

Um sonho antigo dos moradores de Feira de Santana, a maior cidade do interior do Nordeste (com 550 mil habitantes), está prestes a se tornar realidade. O Projeto de Lei (PL) do Executivo estadual que visa criar a Região Metropolitana do Território de Identidade Portal do Sertão deverá ser enviado à Assembleia Legislativa nos próximos dias e, ao que tudo indica, será aprovado sem complicações (governistas e independentes já sinalizaram em favor do pleito).

A elaboração do PL foi definida em uma reunião realizada na tarde desta segunda-feira (13), que contou com a presença do secretário de Relações Institucionais, Cézar Lisboa, além dos parlamentares feirenses Zé Neto (PT), Carlos Geílson (PTN) e Graça Pimenta (PR). A região, além de seu pólo central (Feira), abrange, em princípio, cinco municípios: Conceição do Jacuípe, Conceição da Feira, Amélia Rodrigues, Tanquinho e São Gonçalo dos Campos. Outras cidades que compõem o território de identidade também deverão ingressar na região metropolitana, após ela ser definida.

50% de urbanização territorial e 4% do PIB baiano

De acordo com o governo estadual, a elaboração do Projeto de Lei que cria a região metropolitana de Feira de Santana obedeceu a critérios técnicos e constitucionais. As cidades que integrarão o território têm um mínimo de 50% de taxa de urbanização, são limítrofes (possuem fronteiras com a cidade-pólo) e apresentam grande fluxo de pessoas. A formação também é justificada pela área representar mais do que 4% do PIB estadual. :: LEIA MAIS »

Vereador Élan de Lozinho quer proibir a venda da “pulseira do sexo” em Itamaraju

O vereador Élan Wagner dos Santos Chaves (PSDB), acaba de apresentar a sugestão na Câmara de Itamaraju, através do Projeto de Lei 05/2010, que versa sobre a proibição da “pulseira do sexo” nas dependências da escolas públicas do município, bem como, qualquer iniciativa que possa direcionar as crianças e adolescente ao uso da alegoria.

À primeira vista, uma colorida pulseira de plástico nos pulsos de crianças parece inocente. Mas na realidade elas são um código para as suas experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até ao sexo propriamente dito.

Andam uns atrás dos outros nos recreios das escolas, na tentativa de arrebentar uma das pulseiras. Quem a usava terá de “oferecer” o ato físico a que corresponde à cor. É o “último grito” do comportamento promíscuo que sugere, cada vez mais, que a inocência da infância pertence a um passado distante. :: LEIA MAIS »



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