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:: ‘pena de morte’

Judiciário do Irã nega suspensão de pena de morte a Sakineh Ashtiani

Efe

TEERÃ – O procurador-geral do Estado e porta-voz do Poder Judiciário iraniano, Gholam Hussein Mohseni Ejei, negou nesta segunda-feira, 17, que tenha sido suspensa a pena de morte imposta a Sakineh Mohammadi Ashtiani.

Em declarações à agência de notícias estatal “Irna”, Ejei insistiu que o processo ainda está em curso e não existem novidades.

Um relato divulgado nesta segunda-feira apontava que uma deputada iraniana havia dito que Sakineh não iria mais ser enforcada. Tal informação teria sido também repassada à presidente do Brasil, Dilma Roussef, por meio de carta.

Sakineh havia sido condenada anteriormente ao apedrejamento por adultério, mas a sentença foi suspensa após grande pressão internacional.

China executou mais que o resto do mundo em 2009, diz Anistia

HONG KONG – A China sozinha executou mais prisioneiros no ano passado que o resto do mundo combinado, aponta um relatório da ONG de direitos humanos Anistia Internacional divulgado nesta terça-feira, 30. O grupo ainda exigiu que Pequim seja transparente com sua política de execuções.

A Anistia Internacional disse que houve “milhares” de execuções na China em 2009, embora não tenha precisado o número, já que o dado é considerado segredo de Estado. Segundo o relatório, nos outros 17 países onde houve execuções, 714 pessoas foram mortas, a maioria no Ira, no Iraque, na Arábia Saudita e nos EUA. Os métodos usados foram decapitação, enforcamento, o uso de cadeira elétrica, de injeção letal e de pelotões de fuzilamento. :: LEIA MAIS »

Árbitro de Copa do Mundo pode ser condenado à pena de morte

Lu Jun, que apitou duas partidas da Copa do Mundo de 2002 (Croácia x México e Polônia x Estados Unidos), pode ser sentenciado à morte na China. De acordo com o jornal espanhol Marca, ele foi preso junto a outros dois árbitros, Zhou Weixin e Junjie Huang, todos suspeitos de receberem suborno para alterar resultados de jogos. :: LEIA MAIS »

reduz-se o recurso à pena de morte no mundo

Rádio Vaticano

Genebra (RV) – Cada vez mais países abolem a pena de morte, e os mais ativos adeptos estão tomando medidas para restringi-la, segundo especialistas que participam desde ontem do Congresso Mundial contra a Pena de Morte, em Genebra.
O 4.º Congresso Mundial contra a Pena de Morte está reunindo, por três dias, mais de 1.500 congressistas de 100 países, que debatem formas de convencer os países que ainda praticam a pena capital a adotarem leis abolicionistas.
Nas últimas décadas, os números registrados indicam que a cada ano, em média, quatro países, especialmente na África e na Ásia Central, abolem a prática. :: LEIA MAIS »



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