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:: ‘Partidos’

Briga de 2014 ‘nacionaliza’ pleito de 2012

Christiane Samarco, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – As eleições municipais de 2012 devem romper a tradição segundo a qual a sucessão nas prefeituras é uma briga entre lideranças locais. Depois de três derrotas presidenciais, a oposição ensaia projetos comuns, num jogo eleitoral que pode ser de vida ou morte. O PT, por sua vez, que não quer ser apeado do poder central, vai “nacionalizar” a disputa em algumas capitais.

“O PT definiu que tratará de maneira nacionalizada capitais estratégicas para nossa aliança nacional”, adianta o ex-deputado Virgílio Guimarães (MG), agora dirigente nacional petista. Ele avalia que 2012 pode ser “definidor para o projeto 2014”, a partir de Belo Horizonte, onde a aliança nacional com o PSB será posta à prova, em disputas com o PMDB e o PC do B, todos da base do governo Dilma Rousseff. :: LEIA MAIS »

Marina cria grupo para ‘democratizar’ PV, mas não descarta criar nova sigla

Roldão Arruda, de O Estado de S. Paulo

Dois dias após o prefeito Gilberto Kassab ter anunciado a criação de seu PSD, um expressivo grupo de parlamentares e líderes do PV, entre eles a ex-senadora Marina Silva, decidiu por na rua um movimento destinado a mobilizar as bases verdes para cobrar a democratização do partido. Eles querem a realização de uma convenção nacional, no prazo de seis meses, e a convocação de eleições diretas para a escolha de novos diretores. A médio prazo, se a ação não funcionar, o grupo não descarta a hipótese de o movimento, denominado Transição Democrática, desaguar no surgumento de um novo partido.

O primeiro ato político do grupo está programado para quinta-feira, 24. Líderes de diferentes regiões do País devem se reunir em São Paulo para o lançamento de um manifesto com as teses do movimento. Segundo um dos organizadores, o presidente do diretório paulista, Maurício Brusadin, na terça-feira, 22, já estava confirmada a presença de sete deputados federais – o equivalente a metade da bancada verde.

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Reunião entre líderes sela a aliança PT-PTN em Vitória da Conquista

ASCOM | PTN

Aconteceu nesta quinta-feira, dia 10, uma reunião entre o Partido dos Trabalhadores – PT e o Partido Trabalhista Nacional – PTN, onde os partidos discutiram sobre a nova situação política do PTN, ou seja, aliado a base governista.

Através do Presidente do PT, o senhor Rivaldo desejou boas vindas ao Capitão Lima, Presidente do PTN, ao vereador Joel Fernandes (foto), a Wilson Brasil, vice-presidente e ao Dr. Tárcio Lima, secretário do partido, enfatizando a importância dos partidos da base aliada somarem esforços em prol de um projeto político para a cidade que está dando certo.

Por outro lado, o PTN através do seu Presidente, Capitão Lima, registrou a satisfação dos petenistas em poder contribuir como integrante da base governista, para o crescimento da cidade de Vitória da Conquista. Disse ainda, que a posição do PTN em aderir ao governo Municipal deve-se ao fato de convergências de intenções, ideais e propósitos do partido com vistas ao desenvolvimento constante, equilibrado e justo da cidade.

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PDT convoca Lupi para cobrar cota do partido no governo Wagner

A Tarde

A decisão sobre a participação do PDT no governo Wagner vai passar pelo diretório nacional do partido. O presidente do diretório estadual, Hari Alexandre Brust, informou na manhã deste sábado, 22: “Passei a bola para o ministro (Carlos Lupi). Disse a ele que não tinha chegado a um acordo”. Esta decisão surpreendeu o governo baiano, que até as 21h da sexta-feira dava como certo o encontro no fim de semana para resolver a última pendência na definição do primeiro escalão.

Posta na mesa de negociação está a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH). Não é a primeira opção, mas pode ser aceita, se entregue inteira. O empecilho é que proposta do governo exclui a Superintendência de Assuntos Penais (SAP) do pacote. “Presídios nem têm a ver com a cara do partido, mas se vier sem, a pasta fica esvaziada. Então, queremos os presídios”, explicou reservadamente um  deputado do partido.

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Vitória da Conquista pode ter primeira eleição decidida em dois turnos

A Tarde | juscelino Souza

Ao disputar segundo mandato, Guilherme poderá ter que passar por mais de uma votação para se reeleger em 2012

Estão abertas as discussões sobre o processo eleitoral pré-2012 em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador. Pela primeira vez na história política do terceiro maior município do Estado, a disputa pela prefeitura pode ser definida em um eventual segundo turno, pois a “capital do sudoeste” já contabiliza mais de 200 mil eleitores.

Antes do segundo turno, a expectativa da população é saber se deve ou não dar ao PT seu quinto mandato consecutivo e se isso poderá ser feito com a reeleição do atual prefeito, Guilherme Menezes, ou com outros postulantes petistas: o ex-prefeito José Raimundo ou o deputado Waldenor Pereira.

Fora do PT, as opções são o radialista Herzem Gusmão, o ex-reitor da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Abel Rebouças, ambos do PMDB, e Clóvis Ferraz (DEM).

Há ainda a possibilidade de Coriolano Sales (PSDB) e do ex-deputado Edgard Mão Branca (PV).  Sales pode ficar fora do jogo. Seu caso se enquadra na Lei da Ficha Limpa, pois renunciou ao mandato de deputado para não ser cassado no caso da Máfia das Ambulâncias.

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Financiamento público divide candidatos ao governo baiano

A Tarde

Candidatos defenderam criação da Corregedoria Geral do Estado durante seminário sobre corrupção

Adoção de mecanismos internos e externos de fiscalização dos gastos públicos, rigor na punição aos envolvidos com crimes de conduta, maior transparência nas decisões de governo. Estas são algumas das medidas de combate à corrupção propostas pelos candidatos ao governo baiano durante seminário promovido pelo Grupo A TARDE. Apesar de concordarem que a corrupção se combate com decisão política, a Bahia ainda não criou a sua Controladoria Geral do Estado, e o financiamento público de campanha não encontra consenso.

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Política: Os impactos da aliança Geddel-César

Além do tempo no horário eleitoral gratuito, de dois minutos, que o deputado federal e ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) ganha a partir da aliança firmada com o senador César Borges e o PR, a nova configuração do cenário político produz efeitos outros importantes nas principais candidaturas da Bahia nas eleições de outubro.

PARA GEDDEL E ALIADOS: A principal talvez seja a nova perspectiva que passa a ter o candidato do PMDB: em política se sabe que durante uma campanha eleitoral, a criação de fatos políticos de peso podem ter uma influência grandiosa no resultado final. O apoio do PR e a inclusão de César Borges na chapa majoritária peemedebista é um desses fatos e, mais do que a quantidade de votos que os aliados possam trazer de imediato, pode ter um impacto psicológico sobre o eleitorado desfazendo a sensação, que já se formava, de que o governador Jaques Wagner é imbatível e que poderia vencer no primeiro turno.

É claro que somente será possível perceber este impacto nas pesquisas de opinião que se fizerem a partir de agora, mas o fato já deverá influenciar pelo menos o ânimo das lideranças do PMDB e dos partidos a ele já coligados (PSC, PTB). Também deverá dar novo ânimo aos candidatos a deputados (federal e estadual) do próprio PR, uma vez que a coligação proporcional com os peemedebistas deve aumentar as chances de eleição e reeleição. :: LEIA MAIS »



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