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:: ‘papa’

Serra diz que é ‘bom para o mundo’ ouvir o papa defender a vida

Brás Henrique – Agência Estado

O candidato a presidente José Serra (PSDB) fez um rápido comentário nesta quinta-feira, 28, em Uberlândia (MG), sobre a atitude do papa Bento XVI, que condenou o aborto e conclamou os bispos brasileiros a orientarem politicamente os fiéis católicos. Serra disse que não leu a declaração do papa na íntegra, mas que conhecia o seu teor. “O papa é um líder espiritual mundial da igreja católica, ele tem o pleno direito de emitir as suas diretrizes e orientações para os católicos do mundo. (Ele) Tem plena liberdade de fazê-lo, é um guia espiritual muito importante, e a defesa da vida é algo que merece fazer parte das palavras do Papa, além do que é previsível, além do que é bom para o mundo ouvir isso: a defesa da vida”, disse o tucano. :: LEIA MAIS »

Morte de bispo não deve prejudicar diálogo com o Islã, diz papa

O papa Bento 16 disse nesta sexta-feira que não se deve permitir que o brutal assassinato de um importante bispo católico na Turquia prejudique o diálogo com o Islã ou manche a imagem da Turquia e de seu povo.
No início de uma viagem de três dias à ilha dividida do Chipre, o papa também disse a jornalistas a bordo de seu avião que espera que o ataque israelenses a uma frota de embarcações que levavam ajuda humanitária à Faixa de Gaza não resulte na perda da esperança de paz no Oriente Médio.
Bento falou de sua “tristeza profunda” com a morte na quinta-feira do bispo italiano Luigi Padovese, importante autoridade católica na Turquia que foi assassinado a punhaladas por seu motorista turco.
“Ainda aguardamos uma explicação completa, mas não queremos confundir este episódio trágico com o Islã. É um caso à parte, que nos entristece, mas não devemos permitir que obscureça o diálogo (com o Islã) de qualquer maneira”, disse o papa. :: LEIA MAIS »

Papa diz que Europa está esquecendo raízes cristãs

O papa Bento XVI disse nesta quinta-feira que a Europa está esquecendo suas raízes cristãs, “que constituem o esqueleto essencial de sua cultura” e advertiu que a secularização, “empurra a prescindir de Deus e acaba por negar a dignidade humana em prol de um sociedade regulada só por interesses egoístas”.
Bento XVI fez estas declarações após o concerto oferecido em sua honra pelo patriarca ortodoxo de Moscou e de todas as Rússias, Kirill, na Sala Paulo XVI do Vaticano, por ocasião do quinto aniversário do Pontificado, no qual se interpretaram músicas dos grandes compositores russos dos séculos XIX e XX.
“A cultura contemporânea, especialmente a europeia, corre o risco da amnésia, do esquecimento e do abandono de seu extraordinário patrimônio criado e inspirado na fé cristã, que constitui o esqueleto essencial dessa cultura europeia”, afirmou o Bispo de Roma.
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Presidente da Bolívia pede ao Papa democracia na Igreja e fim do celibato

Pedidos estão em carta entregue por Evo Morales a Bento XVI.

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O presidente da Bolívia, Evo Morales, que conversou nesta segunda-feira por 25 minutos com o Papa Bento XVI no Vaticano, entregou uma carta na qual pede ao pontífice para abolir o celibato e democratizar e humanizar a Igreja Católica.

“A Igreja não tem que negar uma parte fundamental de nossa natureza como seres humanos e deve abolir o celibato. Assim haverá menos filhos e filhas não reconhecidos por seus padres”, afirma Morales em sua carta.

O presidente boliviano divulgou a carta durante uma coletiva de imprensa celebrada ao término do encontro com o papa.

Morales também enfatiza em sua carta que “é imprescindível democratizar e humanizar sua estrutura clerical” e pede que as “mulheres possam ter as mesmas oportunidades que os homens para exercer plenamente o sacerdócio”.

Esta é a primeira vez que o presidente boliviano é recebido no Vaticano pelo papa.

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Igreja Católica precisa reconhecer a terrível verdade dos abusos sexuais, diz papa

O papa Bento 16 afirmou nesta terça-feira que a recente crise de abusos sexuais contra crianças por sacerdotes deve fazer com que a Igreja reconheça a terrível verdade –a maior ameaça à Igreja vem de seus próprios pecados.
Em alguns dos comentários mais abrangentes ao público desde que o escândalo de pedofilia estourou, há dois meses, Bento 16 disse aos jornalistas que a Igreja tem uma “necessidade muito profunda” de reconhecer que deve fazer penitência por seus pecados e aceitar a purificação.
“Hoje nós vemos de um modo verdadeiramente aterrador que a maior perseguição à Igreja não vem de inimigos externos, mas nasce do pecado dentro da Igreja”, disse ele a jornalistas no avião que o trouxe a Portugal, em resposta a uma pergunta sobre o escândalo de abuso sexual.
Nas últimas semanas, vários sacerdotes do Vaticano acusaram a imprensa de fazer uma campanha de difamação contra a Igreja. Um alto funcionário chegou a minimizar os relatos de encobrimento do abuso sexual por sacerdotes como “fofocas mesquinhas”.
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Papa aceita renúncia de 4º bispo irlandês envolvido com pedofilia

Efe

ROMA – O papa Bento XVI aceitou nesta quinta-feira, 6, a renúncia de Joseph Duffy, bispo de Clogher, acusado de ter encoberto casos de abusos sexuais de menores por parte de sacerdotes na Irlanda, informou o Vaticano.

Duffy, que completou 76 anos em 3 de fevereiro, reconheceu recentemente que acobertou abusos de sacerdotes contra menores em sua diocese. Como novo bispo de Clogher, o papa nomeou a Liam McDaid, de 64 anos, até agora chanceler da cúria dessa diocese.

O bispo Joseph Duffy é um dos quatro prelados que renunciaram nos últimos meses após a divulgação de dois relatórios oficiais irlandeses – o Relatório Ryan e o Relatório Murphy – que revelaram que durante 70 anos centenas de crianças da Irlanda sofreram abusos sexuais por parte de sacerdotes nesse país, sobretudo na arquidiocese de Dublin desde 1975 a 2004.

Os outros três são James Moriarty, bispo de Kildare e Leighlin, Donald Murray, bispo de Limerick, e John Magee, prelado de Cloyne, que foi secretário privado dos papas Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II. :: LEIA MAIS »

Bombou na web: Assista!

O papa Bento XVI assistia a uma cerimônia religiosa em Malta, pequeno país europeu, quando começou a cochilar. Percebendo a gafe pública, um de seus assistentes lhe dá uma santíssima cutucada. O papa acorda como se nada tivesse acontecido e levanta os braços para agradecer os aplausos dos fiéis. O vídeo, em várias versões, chega a 500 mil visualizações.

Mais de 80 mil católicos podem deixar igreja da Áustria após escândalos

Os escândalos de abuso sexual contra crianças por parte de membros do clero na Áustria poderão fazer com que até 80 mil fieis do país europeu deixem a Igreja Católica neste ano, segundo informou o jornal “Die Presse”.
Entre janeiro e março de 2010, mais de 30 mil pessoas se retiraram da instituição religiosa. No mesmo período de 2009, o número chegara a 21 mil austríacos. No total, a quantidade de abandonos foi de 53.216 no ano passado.
A publicação citou dados das dioceses locais e calculou que o recorde de desistências incluirá perdas econômicas de até sete milhões de euros nas taxas pagas pelos fieis — entre 0,1% e 1,1% dos rendimentos tributáveis. Os prejuízos podem chegar a 350 milhões de euros anuais.
Com uma população de 8,4 milhões de pessoas, estima-se que 70% dos austríacos sejam católicos, o que corresponde a pouco menos de seis milhões de habitantes.
Nas últimas semanas, o arcebispo de Viena, cardeal Christoph Schönborn, considerado bastante próximo ao papa Bento 16, condenou os casos de pedofilia surgidos na igreja do país e prometeu ir a fundo nas investigações.
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Papa expressa vergonha às vítimas de abusos sexuais em Malta

 O Papa Bento XVI, sob o fogo dos ataques gerados pela avalanche de escândalos de pedofilia, se reuniu neste domingo em Malta com as vítimas de abusos, manifestando a elas a “sua vergonha”.

 O Papa manifestou “sua profunda emoção ante suas histórias, disse que lamenta e sente vergonha pelos sofrimentos que as vítimas e suas famílias tiveram que suportar”, disse o padre Federico Lombardi, porta-voz do Vaticano, ao ler um comunicado divulgado alguns minutos antes.

 Diante da imprensa, ele indicou que os oito homens, “jovens adultos”, acompanhados pelos bispos de Malta e Gozzo, a outra ilha do arquipélago, haviam sido recebidos durante vinte minutos na capela da nunciatura, a embaixada do Vaticano, próximo a Valletta.

 Bento XVI assegurou que “a Igreja faz e fará todo o que estiver em seu poder para investigar as acusações (de abusos sexuais), entregar à justiça as pessoas responsáveis por abusos e aplicar medidas concretas para proteger os jovens no futuro”, indicou o Vaticano.

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Em artigo, teólogo alemão pede para bispos desobedecerem papa

Escândalos de pedofilia ofuscam aniversário de cinco anos do pontificado de Bento 16

O quinto aniversário do pontificado de Bento 16, que hoje completa 83 anos de idade, será celebrado na próxima segunda-feira (19) envolto em uma das maiores crises da Igreja Católica, cujos padres em diversas partes do mundo estão sendo acusados de casos de pedofilia. No passado, 30 padres suspeitos de pedofilia foram transferidos a outros países, dois deles ao Brasil, informa reportagem publicada nesta sexta-feira pela Folha.

“A Igreja é santa e pecadora. Ao mesmo tempo, ela deve sempre ter a humildade de bater no peito diante dos seus pecados”, explica o arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, que participou do conclave que elegeu Joseph Ratzinger como papa em 19 de abril de 2005. :: LEIA MAIS »

Vaticano absolve os Beatles de “blasfêmia” e “satanismo”

 

A Igreja Católica ofereceu seu perdão à blasfêmia e aos excessos dos anos de sexo, drogas e rock and roll protagonizados pela banda que um dia afirmou que o cristianismo iria acabar e se autointitulou “mais popular do que Jesus Cristo”: os Beatles.

Em um artigo intitulado Sete Anos que Abalaram a Música, o jornal do Vaticano L’Osservatore Romano chamou o grupo de “joia preciosa”.
O texto lembra que, segundo alguns comentaristas, os Beatles divulgavam mensagens misteriosas, tidas por alguns até como “satânicas”.
“É verdade que eles tomaram drogas, viveram uma vida de excessos por causa do seu sucesso, e até disseram que eram mais famosos do que Jesus”.
“No entanto, ao ouvir suas canções, tudo isso parece distante e insignificante”.
“Eles podem não ser o melhor exemplo da juventude da época, mas não eram, de maneira nenhuma, o pior. Suas belas melodias mudaram a música e continuam a dar prazer”, diz o artigo. :: LEIA MAIS »

Intelectuais britânicos querem prisão do papa por abusos na Igreja

 

Dois renomados intelectuais britânicos expressaram sua intenção de processar o papa Bento 16 pelo seu papel nos casos de abusos sexuais envolvendo padres da Igreja Católica em diversas partes do mundo. Os escritores Richard Dawkins e Christopher Hitchens são defensores conhecidos do ateísmo e críticos ferrenhos da religião
Os dois disseram que moverão um processo contra o papa tanto na Justiça da Grã-Bretanha, país que o pontífice visitará em setembro, quanto na Corte Penal Internacional.
Dawkins, biólogo de formação, é autor de livros que questionam a validade e a veracidade das religiões. Seu trabalho mais conhecido, Deus, um Delírio, vendeu mais de 1,5 milhão de cópias e virou um best-seller publicado em mais de 30 países.
Hitchens é filósofo e cientista político pela Universidade de Oxford, e colunista de diversas publicações, como Vanity Fair, Harper’s e Granta.
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Escândalo: Carta de 1985 mostra que Bento 16 resistiu a afastar padre pedófilo, diz agência

A agência Associated Press afirmou nesta sexta-feira ter obtido uma carta de 1985, assinada pelo hoje papa Bento 16, na qual ele resiste a um pedido de afastamento do padre americano Stephen Kiesle, envolvido em um escândalo de pedofilia.

Segundo a AP, o Vaticano confirmou que a assinatura é de Bento 16, que na época era o cardeal Joseph Ratzinger. Mas o porta-voz Federico Lombardi disse que o Vaticano “não acredita ser necessário responder sobre todos os documentos tirados de contexto referentes à situações legais”.

A carta, escrita em latim, é parte de uma série de correspondências entre o Vaticano e a diocese de Oakland, que pediu a exoneração de Kiesle em 1981 – o que só ocorreu em 1987.

A AP afirmou que o padre Stephen Kiesle foi condenado à três anos de liberdade condicional em 1978, pelo abuso de dois meninos em São Francisco. Ratzinger assumiu a Congregação de Doutrina da Fé, que lida com casos de abuso sexual, em 1981. :: LEIA MAIS »

Com autoridade suprema na Igreja e imune às leis, o papa se blinda contra a pedofilia

Nas últimas semanas, o pontificado de Bento XVI tem sido colocado à prova diante de centenas de denúncias de abusos sexuais cometidos por religiosos católicos na Alemanha, sua terra natal. Não bastasse o escândalo, que descortina uma sucessão de histórias sórdidas, o manto papal foi definitivamente maculado quando começaram a pesar sobre o sumo pontífice incômodas acusações de conivência com os supostos crimes.

Em 1996, ainda cardeal Joseph Ratzinger, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e homem forte de João Paulo II, ele teria feito vista grossa para mais de 100 denúncias de pedofilia que incriminavam o padre americano Lawrence Murphy, acusado de molestar crianças com deficiência auditiva. Em 1980, ainda bispo de Munique, o religioso teria optado pelo afastamento, e não pela denúncia formal, do sacerdote alemão Peter Hullermann, um notório pedófilo. Também paira sobre Bento XVI a suspeita de que ele saberia dos abusos no tradicional coral Regensburger Domspatzen, dirigido por seu irmão Georg Ratzinger, de 1964 a 1994. Em meio a essa névoa de desconfiança, o mundo fica cada vez mais reticente diante do chefe supremo da Igreja Católica, alvo de críticas incisivas e inclementes de vários setores da sociedade, que chegam a pedir seu afastamento do cargo. Tudo em vão. Na condição de papa, Bento XVI é inatingível pela justiça dos homens. :: LEIA MAIS »

CNBB defende o papa e critica mídia nos casos de pedofilia

A CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) saiu em defesa do papa Bento 16 e divulgou notas anteontem (da presidência da entidade) e ontem (do Celam, Conselho Episcopal Latino-Americano, presidido pelo arcebispo de Aparecida).
As entidades repudiam a suspeita de que o papa tenha sido conivente com abusos de padres a menores e criticaram a imprensa pela forma como trata o assunto. “Alguns meios de comunicação têm procurado atingir indiretamente o Santo Padre”, diz o texto feito pelo Celam.
A CNBB diz lamentar o que entende como uma campanha difamatória contra o papa e contra a Igreja Católica. “A imprensa tem noticiado com insistência incomum casos acontecidos nos Estados Unidos, na Alemanha, na Irlanda e também no Brasil”, afirma a entidade.
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Papa tem Via Crucis marcada por escândalos de pedofilia

O papa Bento 16 presidiu nesta Sexta-Feira Santa no Coliseu de Roma a tradicional Via Sacra, que relembra o calvário de Cristo até sua crucificação, evento que este ano foi ofuscado pelos escândalos envolvendo padres pedófilos e pela acusação de um membro da Igreja de que as denúncias relembram aspectos do antissemitismo.

Antes da Via Crucis no Coliseu, em rito religioso celebrado na presença do papa no Vaticano, o pregador-chefe da Casa Pontifícia, padre Raniero Cantalamessa, disse que a Igreja Católica e o sumo pontífice eram vitimas de um “ataque violento que recorda o antissemitismo” por causa das alegações de abusos sexuais cometidos por sacerdores.

AFP
Papa recebe ajuda de seu secretário pessoal, Georg Gaenswein, durante Via Sacra no Coliseu
Papa recebe ajuda de seu secretário pessoal, Georg Gaenswein, no Coliseu

Membro da ordem dos Frades Menores Capuchinhos, Cantalamessa é uma figura influente no Vaticano, sendo o único autorizado a pregar para o papa. A Casa Pontifícia é o nome dado ao grupo de pessoas que convive com o papa na Santa Sé.

Na homilia, Cantalamessa leu a carta de um amigo judeu, que escreveu para manifestar solidariedade ao papa por causa das alegações de abusos. :: LEIA MAIS »



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