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:: ‘Ministro’

Dilma decide futuro de Jobin ainda hoje

ESTADÃO

Presidente avalia se tira Nelson Jobim do Ministério da Defesa. Nova declaração com críticas ao governo da presidente pode custar a permanência do ministro; dessa fez, alvo foi Ideli Salvati, que seria ‘fraquinha’ na articulação política.

A presidente Dilma Rousseff vai avaliar ao longo da manhã desta quinta-feira, 4, se mantém ou não Nelson Jobim no cargo de ministro da Defesa. Em uma entrevista à revista Piauí, Jobim chama o governo Dilma de “atrapalhado”, diz que a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvati, é “fraquinha”, e que Gleisi Hoffmann, ministra-chefe da Casa Civil, “não conhece Brasília”. Se a presidente decidir mesmo antecipar a demissão de Jobim, um dos nomes cotados é o do atual ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo.

Por conta de outras declarações, Jobim já estava na lista dos auxiliares de Dilma que ela deve tirar do governo na primeira reforma ministerial, no final deste ano ou no início de 2012. Agora, com a entrevista à revista, que chega nesta sexta-feira, 5, às bancas e tem o conteúdo editado no estadão.com.br, a presidente pode decidir pela demissão imediata de Jobim, desistindo da ideia de não mexer no governo enquanto não assentar a poeira da base aliada levantada pela crise política no Ministério dos Transportes, Dnit e Valec.

O ministro viajou na noite desta quarta-feira, 3, para São Gabriel da Cachoeira (AM). Nesta manhã, ele partiu para Tabatinga (AM), onde, ao lado do vice-presidente da República, Michel Temer, assina um plano de vigilância de fronteiras entre Brasil e Colômbia. Pela agenda oficial, Jobim deixa a base do Cachimbo (AM) às 20h30, devendo chegar a Brasília no final do dia.

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Ministro Alfredo Nascimento será convidado a dar explicações no Senado

Último Segundo

Outros integrantes da cúpula da pasta também foram convidados a explicar denúncias sobre suposto esquema de cobrança de propina.

A Comissão de Meio Ambiente Fiscalização e Controle do Senado aprovou nesta terça-feira requerimento conjunto dos senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Pedro Taques (PDT-MT) convidando o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, a prestar esclarecimentos sobre as denúncias envolvendo a existência de um suposto esquema de propina na pasta.

A comissão, cuja decisão eleva as pressões sobre o ministro trazidas por reportagem da revista Veja do fim de semana, também aprovou a ida ao Senado do diretor-geral do Departamento Nacional Infraestrutura de Transportes (Dnit). Luís Antônio Pagot, do chefe de gabinete Mauro Barbosa da Silva, do assessor do gabinete, Luís Tito Bonvini, e do diretor-presidente da empresa pública de ferrovias Valec, José Francisco das Neves. Todos eles foram afastados de seus cargos pela presidenta Dilma Rousseff assim que as denúncias sobre o suposto esquema de corrupção vieram à tona.

Em meio às negociações, aliados do ministro dos Transportes preferiram se antecipar aos pedidos da oposição. Mais cedo, o senador Blairo Maggi (PR-MT) já havia apresentado um requerimento. Segundo ele, o comparecimento do ministro ao Senado havia sido previamente acordado.

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Ministro Luiz Sérgio pedirá demissão na sexta-feira, diz fonte

Reuters

O ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, pedirá à presidente Dilma Rousseff para deixar o governo na sexta-feira, revelou à Reuters uma fonte do governo.

O ministro acredita que não tem mais condições de se manter no cargo, disse nesta quinta-feira a fonte que pediu anonimato, depois que vários petistas e aliados de outros partidos avaliaram que o desempenho da articulação política do governo continuará precária se ele permanecer no ministério.

O nome mais cotado para suceder Luiz Sérgio é o da ministra petista da Pesca, a catarinense Ideli Salvatti, segundo um senador do PT que também não quis se identificar. Ideli foi líder do PT e do governo no Senado na legislatura passada. Na viagem a Blumenau (SC), nesta quinta, para entregar unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, Dilma despachou a sós com Ideli.

Se a escolha da presidente for mesmo Ideli, haverá descontentamento de parte dos aliados no Congresso. Durante seu período no Senado, a ministra catarinense acumulou desgaste com alguns colegas peemedebistas e da oposição. ”Isso seria um desastre”, disse o senador petista.

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Palocci é isolado no Planalto e pressão aumenta após denúncia da Veja

Estadão

Entrevista concedida à Rede Globo não convenceu nem a presidente Dilma. Para petistas, denúncia sobre apartamento em nome de ‘laranja’, feita pela revista Veja, tornou situação do ministro ‘insustentável’. Nomes para substituir Palocci já circulam nos bastidores.

A situação do ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, piorou muito depois da entrevista que ele concedeu ao Jornal Nacional, na sexta-feira. E se agravou ainda mais depois da divulgação, pela revista Veja, de que o apartamento de 640 metros quadrados que Palocci aluga, em São Paulo, seria de uma empresa dirigida por laranjas, um de 23 anos, outro de 17.

A presidente Dilma Rousseff teve uma reação de desânimo depois de ver a entrevista, de acordo com informações de bastidores do Palácio do Planalto. E teria comentado que Palocci ficou devendo respostas a respeito da lista de clientes, que, segundo ele próprio, foram entre 20 e 25.

No Planalto já se fala que agora o governo deve entrar num clima de transição na área política. Petistas que foram à festa de filiação do deputado Gabriel Chalita ao PMDB, em São Paulo, chegaram a dizer que a situação de Palocci se tornou “insustentável”.

Antes mesmo da entrevista do titular da Casa Civil para esclarecer suspeitas de enriquecimento ilícito, Dilma e auxiliares mais diretos avaliavam que o ministro não conseguiria reverter a sua situação pessoal nem a de engessamento do governo.

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Dilma quebra o silêncio e faz defesa veemente de Palocci

Tânia Monteiro, da Agência Estado

BRASÍLIA – A presidente Dilma Roussef fez nesta quinta-feira, 26, uma defesa veemente do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, durante uma solenidade pública de assinatura de convênios para a construção de quadras esportivas em escolas, na qual Palocci estava presente.

Ed Ferreira/AE
Ed Ferreira/AE
Palocci e Dilma conversam durante cerimônia no Planalto

“Palocci está dando todas as explicações. Espero que essa questão não seja politizada como (foi) ontem (quarta-feira)”, disse a presidente, numa referência à questão levantada pelo PSDB em torno da restituição do imposto de renda da empresa WTorre, para a qual o ministro Palocci prestou consultoria.

Dilma considerou o episódio “lastimável” e explicou que a Receita Federal demorou dois anos para fazer a restituição do imposto de renda à empresa e que uma decisão judicial determinou o pagamento.

“Não se trata de nenhuma manipulação. Lamento essa questão estar sendo politizada. O Palocci está dando todas as explicações”, reafirmou Dilma, completando que o ministro continuará prestando todos os esclarecimentos sobre o aumento do seu patrimônio nos últimos anos.

Anti-homofobia. Mais cedo, a presidente também criticou e condenou o kit contra homofobia que está sendo veiculado e seria distribuído pelo Ministério da Educação.

“Não aceito propaganda de opções sexuais. Não podemos intervir na vida privada das pessoas”, disse em cerimônia no Palácio do Planalto.

 

Além de Palocci, outros 5 ministros possuem empresas de consultoria

ESTADÃO

Titulares da Indústria e Comércio, Justiça, Integração Nacional, Portos e Assuntos Estratégicos mantêm em atividade empresas de consultoria; chefe da Casa Civil justificou aumento significativo do patrimônio devido a rendimentos de sua empresa.

Pelo menos cinco ministros do governo federal têm empresas de consultoria que continuam ativas em pleno exercício do cargo. Enquanto o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, mudou o ramo de atividade de sua antiga empresa de consultoria, a Projeto, atendendo à recomendação da Comissão de Ética da Presidência, os colegas de Esplanada não fizeram o mesmo. São eles: Fernando Pimentel (Desenvolvimento, Comércio e Indústria), José Eduardo Martins Cardozo (Justiça), Moreira Franco (Assuntos Estratégicos), Leônidas Cristino (Portos) e Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional).

Dados da Receita Federal mostram que as empresas em nome desses cinco ministros estão com o registro “ativo” para atividades de consultoria. Em declaração à imprensa na segunda-feira, 16, o presidente da Comissão de Ética, Sepúlveda Pertence, afirmou que recomendou a Palocci que alterasse o objeto social de sua empresa do ramo de consultoria para o de administração imobiliária.

Na avaliação de Pertence, a descrição “consultoria” era ampla demais e abriria possibilidade de conflito de interesse com um cargo de ministro de Estado – no caso do ministro Palocci, especialmente pelo fato de ele ser chefe da Casa Civil, espécie de núcleo central por onde transitam todas as ações estratégicas do governo.

Nesta terça-feira, 17, procurado pelo Estado por intermédio de sua assessoria de imprensa, o presidente da Comissão de Ética Pública não quis se manifestar sobre os casos dos outros cinco ministros que mantêm empresas de consultoria.

Palocci adquiriu em 2010, antes de retornar ao governo – ele foi o titular da Fazenda no primeiro mandato do governo Lula -, um apartamento na área nobre da capital paulista por R$ 6,6 milhões e um escritório avaliado em R$ 882 mil. O ministro argumentou que o patrimônio foi obtido a partir de rendimentos obtidos com a atividade de consultoria da Projeto, quando estava fora do governo. :: LEIA MAIS »

”Toda vez que se faz uma campanha de desarmamento, os homicídios caem”, diz ministro da Justiça

Estadão

“A campanha por si só já é válida. Mas a ideia é ir além e enfrentar essa cultura do armamento.”

O ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, acredita que a tragédia no Rio ajuda a jogar luz sobre o Estatuto do Desarmamento. Depois do massacre, ele pretende antecipar a campanha do desarmamento, programada para junho, e iniciar as discussões sobre a restrição de posse de armas no País imediatamente.

Na Grã-Bretanha e na Austrália, depois de massacres em escolas como a de Realengo, foram tomadas medidas restritivas em relação à posse de armas por civis. A tragédia contribui de alguma forma para a discussão?
Acho que sim. Temos de debater com a sociedade quais pessoas têm condições de usar armas e em que condições. O próprio Estatuto do Desarmamento tem de ser discutido sob a ótica que estamos vivenciando. O número de homicídios e de vítimas feridas em situações de arma de fogo, voluntariamente ou por acidentes, está subindo. Por isso, temos de discutir a questão do porte, quem deve ter, para que possamos ter uma política mais restritiva de posse de arma.

Na quinta-feira, depois de saber dos ataques, o senhor falou sobre a importância de apressar a campanha do desarmamento. Quais são os planos?
Haverá um encontro em Brasília na segunda-feira com integrantes do Viva Rio, representantes da sociedade civil e parceiros do governo. Queremos agora definir o cronograma. O plano original era junho, criando novos postos de entrega e preparando o pessoal para receber as armas. Mas queremos acelerar e lançar antes, para aproveitar as reflexões que infelizmente foram provocadas pela tragédia. Vimos pelo Mapa da Violência que toda vez que se faz uma campanha de desarmamento há uma redução nas taxas de homicídio. A campanha por si só já é válida. Mas a ideia é ir além e enfrentar essa cultura do armamento. Além de outras perspectivas para aperfeiçoar a legislação em vigor.

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PDT convoca Lupi para cobrar cota do partido no governo Wagner

A Tarde

A decisão sobre a participação do PDT no governo Wagner vai passar pelo diretório nacional do partido. O presidente do diretório estadual, Hari Alexandre Brust, informou na manhã deste sábado, 22: “Passei a bola para o ministro (Carlos Lupi). Disse a ele que não tinha chegado a um acordo”. Esta decisão surpreendeu o governo baiano, que até as 21h da sexta-feira dava como certo o encontro no fim de semana para resolver a última pendência na definição do primeiro escalão.

Posta na mesa de negociação está a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH). Não é a primeira opção, mas pode ser aceita, se entregue inteira. O empecilho é que proposta do governo exclui a Superintendência de Assuntos Penais (SAP) do pacote. “Presídios nem têm a ver com a cara do partido, mas se vier sem, a pasta fica esvaziada. Então, queremos os presídios”, explicou reservadamente um  deputado do partido.

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Documento que deu aval a entidade fantasma foi assinado por ministro

Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo


Cópia. Documento foi feito em papel timbrado da Presidência

BRASÍLIA – Um documento que leva a assinatura do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, foi usado para aprovar convênios de R$ 3,1 milhões em favor de uma entidade fantasma no Ministério do Turismo. O papel com a assinatura do ministro tem data de 22 de março deste ano e está anexado ao processo que Instituto Brasil de Arte, Esporte, Cultura e Lazer (Inbrasil) apresentou ao ministério para obter a liberação de verbas.

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Dilma Rousseff afirma que próximo ministro da Saúde terá perfil técnico

Gustavo Uribe e Roberto Almeida – Agência Estado

Em almoço com médicos e especialistas da área de saúde, na capital paulista, a presidente eleita, Dilma Rousseff, disse não abrir mão de um nome com perfil técnico para o Ministério da Saúde. A petista garantiu essa intenção a pelo menos cinco convidados presentes no evento e destacou que credenciais políticas não são suficientes para qualificar alguém para o posto, que, segundo ela, demanda também experiência na área. A presidente eleita participou hoje (20) de encontro com 26 especialistas e professores da área de saúde, evento promovido na residência do cardiologista Roberto Kalil Filho, do Hospital Sírio-Libanês. O médico coordenou a equipe que tratou Dilma Rousseff de um câncer linfático, no ano passado, e é cotado para assumir o Ministério da Saúde. A presidente eleita foi ao almoço acompanhada pelo deputado federal Antônio Palocci (PT-SP), outro nome cogitado para a pasta.

Paulo Liebert/AE
Paulo Liebert/AE
Palocci chega ao prédio onde mora o cardiologista Roberto Kalil Filho

A presidente eleita discutiu com os presentes, em tom informal, propostas na área de saúde e ouviu sugestões nas áreas de financiamento e gestão. Os convidados comentaram na saída do evento que a petista mostrou bastante interesse pelo tema e teria sinalizado que o tema seria uma das prioridades de sua gestão à frente do Palácio do Planalto. Dilma recebeu elogios até mesmo da titular da Secretaria de Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Linamara Batisttella, indicada para o posto pelo ex-adversário da petista na disputa presidencial, o ex-governador José Serra (PSDB). A secretária negou que a presidente eleita tenha falado em nomes para o Ministério da Saúde durante o almoço, mas salientou que todos os presentes no evento gostariam que Roberto Kalil Filho fosse o indicado para o cargo. O desejo foi endossado por outros convidados.

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‘O que é bom para o Brasil, não é bom para a Bahia’, diz Geddel

Para o ministro da Integração Nacional e pré-candidato ao Governo do Estado, Geddel Vieira Lima, 51 anos, a gestão do PT na Bahia caminha administrativa e politicamente na contramão do governo Lula. Deputado federal pelo PMDB, administrador de formação, Geddel visitou esta semana a redação do CORREIO e conversou com o editor-chefe Sergio Costa, o editor-executivo Oscar Valporto e o editor-multimídia Gustavo Acioli.

Não é contraditório fazer parte do governo Lula no cenário nacional e ser oposição ao governo do PT na Bahia?
Não, porque no plano nacional o presidente Lula faz um governo dentro das expectativas administrativas que nós defendemos em praça pública. Ele mantém uma relação política respeitosa em relação aos seus aliados e aqui, não. Nós discordamos frontalmente da administração que o governador (Jaques Wagner) faz. Achamos que a Bahia poderia ter mais, estar avançando
administrativamente em vez de perder espaço. E também na relação política. Eu acredito no presidente Lula e deixei de acreditar na capacidade do governador liderar nosso Estado num processo de desenvolvimento em
ambiente tão competitivo quanto o do Nordeste. :: LEIA MAIS »

Ministros não poderão usar o twitter

O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), escapa das recomendações

Durante o período da campanha eleitoral deste ano, está vedada a utilização de redes sociais como Facebook e Twitter por funcionários públicos de alto escalão, durante o horário comercial. Esse é um dos pontos de uma cartilha que está sendo preparada pelo Governo Federal para orientar os ministros e seus assessores sobre como se comportar durante o processo eleitoral deste ano. Entre as recomendações, está a de que os seus integrantes não devem usar computadores e celulares funcionais para escrever mensagens em sites de relacionamento. :: LEIA MAIS »

Quinze ministros deixam governo até abril. Saiba quem fica e quem sai para concorrer nas eleições

IG Brasilia

O ano de 2010 não será diferente dos outros anos eleitorais em pelo menos um aspecto. Antes da desincompatibilização, todo dia 2 de abril em ano eleitoral, muitos ministros de Estado deixam suas pastas para concorrer nas eleições. No governo Luiz Inácio Lula da Silva não será diferente. Em levantamento preparado pelo iG, descobriu-se que pelo menos 15 deles engordarão a lista das urnas eleitorais. A principal delas, obviamente, é a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência. Mas a lista continua pela Esplanada dos Ministérios em Brasília.

A última reforma ministerial do governo Lula, antes mesmo de acontecer, já começou a gerar reclamações da oposição. “É um governo a serviço da causa eleitoral. Esta na cara. Mas isso é condenável?”, pergunta o senador José Agripino Maia (DEM-RN). “O processo democrático pressupõe isso. A função publica é assim – a pessoa ocupa um cargo e depois é candidato. Mas é um pouco demais no governo Lula. O percentual de candidatos no governo é muito alto, a postura do alto escalão deixa claro isso”, completa. :: LEIA MAIS »



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