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:: ‘mensalão’

Mensalão: Prefeito de Conquista afirma que “mensaleiros” não trazem riscos à sociedade

 

Foto: Blog do Anderson

Foto: Blog do Anderson

Em entrevista ao Blog do Anderson na última sexta-feira (6), o prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes de Andrade, um dos ícones do Partido dos Trabalhadores, comentou sobre o mensalão, nome dado pela mídia a um caso de denúncia de corrupção política mediante compra de votos de parlamentares no Congresso Nacional do Brasil, entre 2005 e 2006, tendo como protagonistas alguns integrantes do governo do presidente Lula e membros do PT, Segundo Menezes, “é Supremo Tribunal Federal [STF] cumprindo pelo menos o papel que acha que tem que cumprir. Tem muitos desdobramentos sobre tudo isso, o julgamento do chamado mensalão do PT, do mensalão do PSDB… Tem muita coisa para ser esclarecida com relação a isso”. O prefeito Guilherme Menezes também opinou sobre as prisões. “Eu acho que se alguém cometeu corrupção, deve devolver ao erário público o que desviou. Prisão é pra quem trás riscos à sociedade. Por exemplo, um psicopata, um sociopata, um pedófilo… Eu acho que ainda existe muito da idade média na cabeça dos nossos legisladores. O judiciário, a justiça e a legislação tem que se modernizar”,completou. Por determinação do presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, doze pessoas já cumprem penas no Complexo Penitenciário da Papuda em Brasília. Entenda o caso.

As informações são do Blog do Anderson

Romeu Tuma JR revela “Fábrica de Dossiês” e corrupção no governo do ex-presidente Lula

 

Revista Veja

 

T1

As impressionantes afirmações do ex-secretário nacional de Justiça Romeu Tuma Junior sobre a fábrica de dossiês dos petistas contra os adversários, o assassinato do prefeito Celso Daniel, o mensalão e o passado do ex-presidente Lula

A Secretaria Nacional de Justiça é um posto estratégico no organograma de poder em Brasília. Os arquivos do órgão guardam informações confidenciais de outros países, listas de contas bancárias de investigados e documentos protegidos por rigorosos acordos internacionais. Cercado por poderosos interesses, esse universo de informações confere ao seu controlador acesso aos mais restritos gabinetes de ministros e a responsabilidade sobre assuntos caros ao próprio presidente da República. Durante três anos, o delegado de polícia Romeu Tuma Junior conviveu diariamente com as pressões de comandar essa estrutura, cuja mais delicada tarefa era coordenar as equipes para rastrear e recuperar no exterior dinheiro desviado por políticos e empresários corruptos. Pela natureza de suas atividades, Tuma ouviu confidências e teve contato com alguns dos segredos mais bem guardados do país, mas também experimentou um outro lado do poder – um lado sem escrúpulos, sem lei, no qual o governo é usado para proteger os amigos e triturar aqueles que são considerados inimigos. Entre 2007 e 2010, período em que comandou a secretaria, o delegado testemunhou o funcionamento desse aparelho clandestino que usava as engrenagens oficiais do Estado paia fustigar os adversários.

Procurador gaúcho responsabiliza Lula por mensalão

Uol Noticias

No último dia 17 de abril, o procurador da República Manoel Pastana encaminhou ao procurador geral da República representação em que responsabiliza o ex-presidente pela existência do mensalão

Ao fazer a investigação e elaborar a peça acusatória que baseia a ação penal sobre o mensalão, que tramita no Supremo Tribunal Federal, a Procuradoria Geral da República livrou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de responsabilidade sobre os fatos que marcaram o seu primeiro mandato. O procurador da República no Rio Grande do Sul Manoel Pastana, no entanto, agora quer modificar essa situação. No dia 17 de abril, ele encaminhou ao procurador geral da República, Roberto Gurgel, uma representação em que pede a responsabilização criminal de Lula pela existência do mensalão. O Congresso em Foco teve acesso exclusivo à representação.

Para Pastana, há provas da responsabilidade do ex-presidente na montagem do esquema de captação e distribuição de recursos para aliados que ficou conhecido como mensalão. A assessoria de Lula foi procurada, mas não prestou nenhum esclarecimento à reportagem do Congresso em Foco.

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Relatório da PF confirma mensalão no governo Lula

Agência Estado

BRASÍLIA – Relatório final da Polícia Federal confirma a existência do mensalão no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Depois de seis anos de investigação, a PF concluiu que o Fundo Visanet, com participação do Banco do Brasil, foi uma das principais fontes de financiamento do esquema montado pelo publicitário Marcos Valério. Com 332 páginas, o documento da PF, divulgado pela revista “Época”, joga por terra a pretensão do ex-presidente Lula de provar que o mensalão nunca existiu e que seria uma farsa montada pela oposição.

Dida Sampaio/AE - 29/6/2005
Dida Sampaio/AE – 29/6/2005
Marcos Valério chega ao Conselho de Ética da Câmara para depor, em 2005

O relatório da PF demonstra que, dos cerca de R$ 350 milhões recebidos do governo Lula pelas empresas de Valério, os recursos que mais se destinaram aos pagamentos políticos tinham como origem o fundo Visanet. As investigações da PF confirmaram que o segurança Freud Godoy, que trabalhou com Lula nas campanhas presidenciais de 1998 e 2002, recebeu R$ 98,5 mil do esquema do valerioduto, conforme revelou o Estado, em setembro de 2006. A novidade é que Freud contou à PF que se tratava de pagamento dos serviços de segurança prestados a Lula na campanha de 2002 e durante a transição para a Presidência – estabelecendo uma ligação próxima de Lula com o mensalão. No depoimento, Freud narrou que o dinheiro serviu para cobrir parte dos R$ 115 mil que lhe eram devidos pelo PT.

O relatório da PF apontou o envolvimento no esquema do mensalão, direta ou indiretamente, de políticos como o hoje ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, do PT. Rastreando as contas do valerioduto, os investigadores comprovaram que Rodrigo Barroso Fernandes, tesoureiro da campanha de Pimentel à prefeitura de Belo Horizonte, em 2004, recebeu um cheque de R$ 247 mil de uma das contas da SMP&B no Banco Rural. As investigações confirmaram também a participação de mais sete deputados federais, entre eles Jaqueline Roriz (PMN-DF), Lincoln Portela (PR- MG) e Benedita da Silva (PT-RJ), dois ex-senadores e o ex-ministro tucano Pimenta da Veiga. :: LEIA MAIS »

Vídeo mostra Jaqueline Roriz recebendo dinheiro do mensalão

Do Globo.com

Imagens foram feitas em 2006, quando a deputada estava fazendo campanha para CLDF. PSOL vai pedir a cassação do mandato da parlamentar e OAB pediu que medidas enérgicas sejam tomadas.

Mensalão do Arruda contamina MP do Distrito Federal

Congresso em Foco obtém cópia completa do relatório da Corregedoria Geral do Ministério Público que aponta indícios do envolvimento do procurador-geral Leonardo Bandarra com o esquema denunciado por Durval Barbosa

MPDFT
Congresso em Foco tem acesso a relatório que mostra indícios de envolvimento de procurador-geral do DF com o mensalão do Arruda

Rudolfo Lago

Uma conversa dentro de uma sauna é o ponto de partida de um novelo que pode colocar por terra a credibilidade de mais uma instituição do Distrito Federal, reforçando a necessidade de intervenção em Brasília: o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O ano é 2007. Dentro da sauna de sua elegante casa no Lago Sul de Brasília, a promotora de Justiça Deborah Guerner entrega ao ex-secretário de Assuntos Institucionais do Distrito Federal Durval Barbosa a minuta de um mandado de busca de apreensão. Os alvos do mandado são o próprio Durval, seus familiares e empresas de informática que seriam investigadas na Operação Megabyte da Polícia Federal. Entre a confecção da minuta e a ação da Polícia Federal, houve um intervalo de 20 dias. De posse da informação antecipada, Durval pôde tirar da sua casa e dos demais endereços investigados as informações que podiam comprometê-lo. Em troca, afirma ter entregue a Deborah R$ 1,6 milhão acondicionados em caixas de papelão embrulhadas com papel de presente.

O detalhe que agrava a notícia é que Deborah não tinha como ter acesso antecipado à minuta do mandado. E a suspeita é que quem lhe teria passado o texto para que entregasse a Durval foi o próprio procurador-geral do Distrito Federal e Territórios, Leonardo Bandarra, o chefe máximo do Ministério Público em Brasília.

Em resumo, esse é o ponto mais grave do relatório da sindicância interna movida pela Corregedoria Geral do MPDFT, ao qual o Congresso em Foco teve acesso e cujos detalhes serão publicados em três capítulos. No relatório, a corregedora, Lenir de Azevedo, encaminha suas conclusões ao corregedor nacional do Ministério Público, Sandro José Neis, para que tome providências. Lenir investigava acusações feitas por Durval Barbosa. Depois de ter presidido a Codeplan no governo Joaquim Roriz, Durval tornou-se secretário de Assuntos Institucionais do GDF no governo José Roberto Arruda. Enrolado com as várias denúncias e ações contra ele, com a impressão de que estava sendo abandonado por Arruda, Durval aceitou fazer um acordo de delação premiada com o Ministério Público e a Polícia Federal. A partir das suas denúncias, o esquema de mensalão montado no DF foi descoberto. A ação resultou na prisão de Arruda, que acabou renunciando ao governo. Entre as várias denúncias que fez, Durval afirmava que Leonardo Bandarra tinha ligações com o esquema de Arruda. Ao final, Lenir afirma que a investigação feita não é suficiente para comprovar as acusações de Durval, mas garantem a elas “indícios de veracidade”. :: LEIA MAIS »

Nos jornais: Lula confirma aviso sobre o mensalão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva Lula admitiu pela primeira vez que teve conhecimento do mensalão durante reunião com o presidente do PTB, Roberto Jefferson (RJ), no primeiro semestre de 2005. No Ofício nº 57/2010 encaminhado ao Supremo Tribunal Federal, incluído na Ação Penal nº 470, que investiga o repasse financeiro a partidos da base aliada, Lula também reconheceu a possibilidade de ter sido feito um acordo financeiro entre o PT e o antigo PL (hoje PR) na campanha eleitoral de 2002.  No documento, Lula gasta o maior número de linhas para explicar o encontro com Jefferson. Limita-se a fazer um relato da reunião, na presença dos ex-ministros Aldo Rebelo, Walfrido dos Mares Guia, e dos deputados Arlindo Chinaglia (PT-SP), José Múcio Monteiro (PTB-PE) e o próprio Jefferson. Lula disse que foi feita uma menção ao assunto repasse de dinheiro para integrantes da base aliada do governo federal na Câmara dos Deputados.  Posteriomente, o presidente disse que foi informado de uma reportagem publicada no Jornal do Brasil em 2004 que resultou na abertura de dois procedimentos na Câmara, um deles teria sido enviado ao Procurador-Geral da República. :: LEIA MAIS »

STF rejeita inclusão de Lula no rol de réus do Mensalão

O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou por unanimidade nesta quinta-feira, 8, todas as 13 questões de ordem levantadas pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson na ação penal que apura o esquema do mensalão federal. Entre as questões levantadas estava a que pede que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja incluído no rol de réus da ação.

O relator da ação no STF, Joaquim Barbosa, que alegou ausência de provas ou justificativas para o pleito. De acordo com os ministros, não cabe ao STF fazer essa determinação. Para o tribunal, caberia ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pedir a inclusão de Lula entre os acusados se houvesse elementos contra o chefe do Executivo.

Estadão

STF analisa inclusão de Lula no rol de réus do Mensalão

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a analisar hoje 13 questões de ordem levantadas pelo ex-deputado federal Roberto Jefferson na ação penal que apura o esquema do mensalão federal. Entre as questões levantadas está a que pede que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja incluído no rol de réus da ação.

O relator da ação no STF, Joaquim Barbosa, está lendo o seu relatório sobre o caso. Posteriormente, ele e os outros ministros do Supremo darão os seus votos.

A Tarde

Nos jornais: Marcos Valério deve devolver R$ 37 milhões ao BB, diz PF

Laudo da Polícia Federal enviado ao Supremo Tribunal Federal afirma que o publicitário Marcos Valério, apontado como operador do mensalão do PT, deve restituir R$ 37,6 milhões ao Banco do Brasil. O valor provém de dois contratos de propaganda entre a DNA, uma das agências de Valério, e o BB.
O documento da PF é mais uma evidência de como o esquema foi abastecido com dinheiro público. O esquema organizado pelo PT de pagamento de propina a parlamentares em troca de apoio no Congresso, revelado pela Folha em 2005, foi o maior escândalo de corrupção do governo Lula.
A Folha obteve cópia do laudo, encaminhado há duas semanas ao relator do inquérito do mensalão no STF, Joaquim Barbosa. O ministro questionou se houve ou não desvio de dinheiro público e se os serviços foram prestados pela DNA.

Congresso em foco

Polícia liga deputado do PMDB a mensalão do DF

O escândalo do mensalão do DEM chegou ao Congresso e ao maior partido do país, o PMDB, informa reportagem de Filipe Coutinho e Fernanda Odilla, publicada nesta terça-feira pela Folha.

Segundo a reportagem, relatório da Polícia Federal pela primeira vez incluiu um deputado federal no inquérito da Operação Caixa de Pandora: Eunício Oliveira, ex-ministro do governo Lula e hoje o peemedebista mais importante do Ceará. :: LEIA MAIS »

Presidente Lula pode ser réu no processo do mensalão

A iniciativa é do ministro Joaquim Barbosa do Superior Tribunal Federal, que pedirá à suprema corte a inclusão de Lula nas investigações do maior esquema de propina da história desse país

Presidente Lula pode ser réu no processo do mensalão

BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá ter seu nome como réu no processo que denunciou o maior esquema de corrupção que já existiu na história desse país: o mensalão do PT.

A iniciativa é do ministro Joaquim Barbosa do Superior Tribunal Federal, que levará ao plenário da suprema corte uma questão de ordem em que pede a inclusão de Lula nas investigações. O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) já havia pedido a inserção do chefe do Executivo, por co-participação no esquema de propina. :: LEIA MAIS »

Cinco anos depois do mensalão do PT,ninguém foi preso.

Dois pesos e duas medidas
As denúncias de mensaleiros começaram com o PT nacional, dentro do Palácio do Planalto, com a sociedade acompanhando um dos mais escabrosos escândalos políticos já vivido no Brasil. A denúncia envolveu o uso de milhões e milhões de reais, dinheiro público, puro e indiscutível, lavado por um cidadão chamado Marcos Valério, empresário publicitário de renome nacional. Do outro lado, a cúpula do governo Lula, a começar pelo ministro José Dirceu e o presidente nacional do PT, deputado José Genoino, o tesoureiro do partido, Delúbio Soares, e outros não muito importantes considerados a fina flor da cúpula petista nacional. A lista dos denunciados pelo Ministério Público Federal chegou a 40! :: LEIA MAIS »

Nas revistas: Novidades no mensalão do PT ameaça atrapalhar candidatura Dilma

Isto é

O processo que investiga o Mensalão do PT no Supremo Tribunal Federal (STF) tem 69 mil páginas. São 147 volumes e 173 apensos. Entre os documentos, há 50 depoimentos inéditos colhidos pela Justiça Federal em todo o País ao longo de 2008 e 2009, laudos sigilosos da Polícia Federal, relatórios reservados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), pareceres da Receita Federal e outras representações criminais que tramitam sob segredo de Justiça em vários Estados. O calhamaço faz a mais ampla e fiel radiografia do maior esquema de corrupção do País. Tudo isso, até hoje, estava sob sigilo de Justiça. Agora não mais. ISTOÉ teve acesso a todos esses documentos.

O conteúdo empresta ainda mais gravidade ao escândalo. Além de lançar luz sobre novos personagens – até aqui eram 40 réus –, a investigação derruba a versão de que o dinheiro público estava ileso do esquema de caixa 2 do PT. Chegou-se a levantar essa hipótese durante a CPI, mas não havia provas. Agora, os novos documentos e testemunhas asseguram a origem estatal dos recursos. Essas novas provas também jogam por terra a desculpa petista de que tudo foi feito para pagar despesas de campanha. Não. Diante de juízes e procuradores, testemunhas contaram em detalhes como atividades privadas de interesse partidário foram custeadas com as mesmas notas de dólares, euros e reais que circularam em cuecas e malas e ainda compravam apoios no Congresso. :: LEIA MAIS »



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