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:: ‘massacre’

Massacre: A realidade que se repete a cada instante

Por Wal Cordeiro

columbine

Era uma tarde de sábado, quente e tranquila, me parece que foi ontem pois as cenas estão muito vivas em minha mente. A rodovia era larga e bem sinalizada. O trânsito fluía normalmente, não haviam buracos na pista. A paisagem era muito bonita; as montanhas despontavam brilhantemente a cada curva, as nuvens pareciam tímidas, mas seguras. O vento soprava suavemente nas árvores. Lá no fim do horizonte, surgia uma nuvem carregada e escura, parecia que a chuva chegaria e nos alcançaria rapidamente.

Estávamos a caminho de Denver, uma cidade americana, situada no estado do Colorado. Quem não se lembra das notícias que sacudiram o mundo em 1999? Quando alguns garotos fortemente armados invadiram a escola Columbine em Denver e mataram vários colegas seus; que se encontravam nos corredores, salas e biblioteca da escola.

Era justamente para lá que estávamos nos dirigindo alguns dias após a tragédia, com o intuito de orar naquele colégio e quebrar em intercessão a influência ruim que aquela história causou em vários colégios do Brasil, onde adolescentes começaram a ir para a escola portando uma arma na cintura.

As informações que tínhamos sobre o ocorrido eram poucas, mas dava para tocar e quebrantar qualquer coração sensível à real situação do mundo. Sabíamos do sofrimento recente daquela cidade, principalmente dos pais que perderam seus filhos naquela tragédia. A dor ainda era notada nos rostos das poucas pessoas que circulavam pelas ruas, pois o incidente havia acontecido alguns meses atrás. Ainda, alguns repórteres permaneciam na cidade e faziam a cobertura do ocorrido.
Enquanto não chegávamos ao local desejado, eu e mais quatro amigos missionários que se encontravam no interior do veículo resolvemos gastar o nosso tempo da viagem orando pelos Estados Unidos, que sempre tem sido vítima ou cúmplice desse tipo de massacre entre os jovens. Esse tipo de tragédia acontece sempre. :: LEIA MAIS »

”Toda vez que se faz uma campanha de desarmamento, os homicídios caem”, diz ministro da Justiça

Estadão

“A campanha por si só já é válida. Mas a ideia é ir além e enfrentar essa cultura do armamento.”

O ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, acredita que a tragédia no Rio ajuda a jogar luz sobre o Estatuto do Desarmamento. Depois do massacre, ele pretende antecipar a campanha do desarmamento, programada para junho, e iniciar as discussões sobre a restrição de posse de armas no País imediatamente.

Na Grã-Bretanha e na Austrália, depois de massacres em escolas como a de Realengo, foram tomadas medidas restritivas em relação à posse de armas por civis. A tragédia contribui de alguma forma para a discussão?
Acho que sim. Temos de debater com a sociedade quais pessoas têm condições de usar armas e em que condições. O próprio Estatuto do Desarmamento tem de ser discutido sob a ótica que estamos vivenciando. O número de homicídios e de vítimas feridas em situações de arma de fogo, voluntariamente ou por acidentes, está subindo. Por isso, temos de discutir a questão do porte, quem deve ter, para que possamos ter uma política mais restritiva de posse de arma.

Na quinta-feira, depois de saber dos ataques, o senhor falou sobre a importância de apressar a campanha do desarmamento. Quais são os planos?
Haverá um encontro em Brasília na segunda-feira com integrantes do Viva Rio, representantes da sociedade civil e parceiros do governo. Queremos agora definir o cronograma. O plano original era junho, criando novos postos de entrega e preparando o pessoal para receber as armas. Mas queremos acelerar e lançar antes, para aproveitar as reflexões que infelizmente foram provocadas pela tragédia. Vimos pelo Mapa da Violência que toda vez que se faz uma campanha de desarmamento há uma redução nas taxas de homicídio. A campanha por si só já é válida. Mas a ideia é ir além e enfrentar essa cultura do armamento. Além de outras perspectivas para aperfeiçoar a legislação em vigor.

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Polícia prende dois acusados de matar vigilante em Lagoa Real

CORREIO

Dois acusados de matar um vigilante durante um assalto a um banco em Lagoa Real foram presos na noite desta quinta-feira (10). Os assaltantes estavam escondidos em um matagal, na divisa do município com Brumado. O nome dos acusados não foram divulgados.
Um dos acusados teria sido baleado ao resistir à prisão. Segundo o Brumado Notícias, a população da cidade teria ameaçado linchar os assaltantes assim que eles foram conduzidos à delegacia da cidade. Os acusados foram encaminhados à 22ª Coordenadoria Regional de Policia do Interior (Coorpin), em Guanambi.
Um terceiro acusado de participar do assalto continua foragido. A polícia informou que já existem pistas da localização do acusado.

Autoridades dizem que as 31 vítimas identificadas após massacre no México são as que tinham documentos

Efe

MÉXICO – As autoridades mexicanas disseram nesta sexta-feira, 27, que as 31 vítimas identificadas após o massacre de imigrantes no Estado de Tamaulipas, norte do país, foram as que tinham documentos, enquanto as 41 restantes não carregavam identificação.

 “As 31 pessoas identificadas foram aquelas que tinham documentos pessoais, enquanto as outros não traziam nenhuma identificação consigo”, disse à Agência Efe um porta-voz da Procuradoria Geral de Justiça de Tamaulipas.

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França admite ‘graves erros’ no genocídio da Ruanda em 1994

Estadão

KIGALI – O presidente da França, Nicolas Sarkozy, reconheceu nesta quinta-feira, 25, em Kigali, “graves erros” de seu país e da comunidade internacional durante o genocídio de 1994 na Ruanda. O mandatário francês ainda disse que quer ver os responsáveis pelo massacre “castigados”, segundo informações da agência AFP. As declarações de Sarkozy foram dadas durante uma coletiva de imprensa ao lado do presidente ruandês, Paul Kagame. “O que aconteceu aqui é inaceitável, mas isso obriga a comunidade internacional a refletir sobre seus erros que impediram uma intervenção para deter esse crime espantoso”, disse o presidente. :: LEIA MAIS »

Número de mortos em ataque de atirador sobe para oito nos Estados Unidos

R7

Um atirador matou pelo menos oito pessoas e deixou várias feridas em uma zona florestal da localidade de Appomattox, na região central do Estado da Virgínia (EUA), nesta terça (19), informou um policial da região ao jornal Washington Post.

 O sargento Thomas Molnar disse que a polícia já tem um suspeito, Christopher Speight, de 39 anos, que circulava na região. Ainda não há confirmação se o atirador ainda está vivo. Molnar informou que todas as vítimas são adultas, mas não divulgou seus nomes e evitou dizer se há pessoas da mesma família entre os mortos.

Dezenas de homens da Guarda Nacional, acompanhados de cães, estão no local à procura do agressor, que os recebeu a tiros. Nenhum policial ficou ferido, mas um helicóptero que ajudava nas buscas teve o tanque de combustível atingido pelo atirador e foi obrigado a aterrissar.

O massacre foi descoberto quando uma pessoa foi encontrada ferida em uma trilha nas proximidades. O motivo do ataque e o número de feridos ainda são desconhecidos.



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