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:: ‘lobby’

Diretor dos correios entrega carta de demissão

Karla Mendes, da Agência Estado

BRASÍLIA – O coronel Eduardo Artur Rodrigues Silva acaba de entregar sua carta de demissão do cargo de diretor de Operações dos Correios. A decisão de deixar o cargo foi tomada no fim de semana, depois de novas denúncias do jornal O Estado de São Paulo.

Na primeira reportagem, o Estado revelou que o coronel assumiu cargo nos Correios para administrar a contratação de empresas privadas que prestam serviço de transporte de carga aérea, mesmo tendo presidido a empresa Master Top Linhas Aéreas (MTA), que tem contrato com os Correios.

Em reportagem publicada ontem, o Estado revelou que o coronel era testa de ferro do empresário argentino Alfonso Conrado Rey, que seria o verdadeiro dono da MTA. O coronel teria se envolvido pessoalmente em esquema montado para viabilizar a MTA no Brasil com recursos externos e driblar a legislação sobre a participação de capital estrangeiro na empresa aérea. Logo mais, às 14h30, o coronel e o presidente dos Correios, David José Matos vão ao ministro das Comunicações, José Artur Filardi.

Empresário abre o jogo e solta o verbo: Grana do lobby era para Dilma, Erenice e Hélio Costa

G1

Empresário Rubnei Quícoli, pivô de escândalo, dá entrevista ao G1. Todos os citados por ele negam irregularidades.

O empresário Rubnei Quícoli, de 49 anos, que acusa pessoas ligadas a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra de tráfico de influência e cobrança de propina, disse em entrevista na tarde desta quinta-feira (16), que parte do dinheiro que o grupo tentava arrecadar para interceder por um empréstimo junto ao BNDES tinha como objetivo saldar dívidas da candidata à Presidência Dilma Rousseff, de Erenice e do ex-ministro e candidato ao governo de Minas Gerais Hélio Costa.

Em nota, Costa diz que a denúncia é caluniosa. Dilma e Erenice também negam a acusação. E o PT informou que deseja que a Polícia Federal investigue a acusação de que o dinheiro iria para campanha. Em e-mail recebido pela reportagem às 18h, Costa divulgou a seguinte nota: “O senador Hélio Costa repele a tentativa de um indivíduo de reputação comprometida por envolvimento com roubo de carga e receptação de dinheiro falso de envolver o nome da ex-ministra Dilma Rousseff e o dele, Hélio Costa, numa denúncia caluniosa. ‘A quem interessa essa calúnia a duas semanas da eleição?’, questiona Costa. O senador afirma que vai processar o caluniador. Assessoria de Comunicação da coligação ‘Todos Juntos por Minas’”.

A ligação de Quícoli com o caso começou na parceria que ele conta ter feito há mais de dois anos com a empresa EDRB, de Campinas, para buscar interessados na construção de uma usina de energia solar. Ele disse que a proposta de pagar R$ 5 milhões para obter o empréstimo de R$ 9 bilhões do BNDES ocorreu em 2010, alguns meses após ele ter se negado a assinar um contrato com a empresa Capital, consultoria ligada a Israel e Saulo Guerra, filhos de Erenice. “O Marco Antônio (ex-diretor dos Correios) chegou para mim e falou que esses R$ 5 milhões eram para apagar o incêndio da turma, dívidas da Dilma, da Erenice e do Hélio Costa”, disse.

“Depois que eu falei que não ia entregar esse dinheiro, o Israel se manifestou através do Vinícius (ex-assessor da Casa Civil) e do Marco, dizendo que, se não colocasse o dinheiro disponibilizado, que não teria mais o aporte financeiro para a EDRB. E foi exatamente isso que aconteceu.” Nos últimos dias, a reportagem tenta localizar Marco Antônio, mas não obteve sucesso.

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Mirian Belchior assume a Casa Civil. Lula queria empossá-la já em abril, mas Dilma intercedeu por Erenice

Veja.com

Nova ministra da Casa Civil tem longa vivência no círculo petista, já trabalhou para Celso Daniel, goza da confiança de Lula e só não foi empossada em abril, por interferência de Dilma Rousseff.

Miriam Belchior e a ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra, durante a cerimônia de divulgação do 10º balanço do PAC, em junho deste ano

Miriam Belchior, secretária executiva do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), deve assumir na próxima semana o comando da Casa Civil, após a queda de Erenice Guerra. Ela esteve cotada para assumir a pasta logo após a saída de Dilma Rousseff, que renunciou ao cargo para concorrer à Presidência, mas foi preteria por Erenice a pedido de Dilma. Até o anúncio oficial do nome de Miriam, quem comanda a pasta interinamente é Carlos Eduardo Esteves Lima, atual secretário-executivo da Casa Civil

A provável nova ministra-chefe da Casa Civil integra o círculo de confiança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que a convidou para integrar a equipe de transição em 2002, ano em que foi eleito pela primeira vez. Miriam também é amiga de Gilberto Carvalho, chefe de gabinete de Lula. Os dois trabalharam como secretários em Santo André, no ABC Paulista, na gestão de Celso Daniel, assassinado em 2002. :: LEIA MAIS »

Grupo de Erenice usou estrutura do Planalto para montar cenário de defesa

Estadão

Irmã de Erenice usou computador de escritório contratado sem licitação para justificar contrato. E-mail de Israel Guerra foi revisado pelo assessor da Casa Civil, que já entregou o cargo.

As versões dos parentes da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, para se defenderem de favorecimentos dentro do governo foram montadas nas estruturas do Palácio do Planalto e do escritório de advogados Trajano e Silva Advogados, envolvido no escândalo de lobby no governo federal.

A advogada Maria Euriza Alves Carvalho, irmã de Erenice, usou, por exemplo, um computador do Trajano e Silva Advogados para escrever a nota em que justifica o aval que deu em 2009 – quando estava no governo Lula – para contratar sem licitação o mesmo escritório, onde trabalha um irmão das duas, Antônio Alves Carvalho.

Já o e-mail enviado pelo filho de Erenice, Israel Guerra, à revista Veja passou pelo crivo palaciano. Segundo o governo, isso ocorreu porque Israel passou a mensagem para Vinicius Castro, envolvido no escândalo e que foi exonerado – a pedido – pelo governo na segunda-feira. Os dois são apontados como mentores de um esquema de lobby e cobrança de propina de empresas que tentam fechar contratos com órgãos públicos ligados ao governo federal. :: LEIA MAIS »

PF: Tuma Jr. fez lobby para aprovação de genro em concurso

O secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, pressionou a Academia de Polícia de São Paulo para reverter a reprovação do namorado de sua filha em um concurso para a vaga de escrivão da Polícia Civil. Novos diálogos interceptados pela Polícia Federal mostram que Tuma Júnior ficou irritado quando soube que seu “futuro genro” havia ficado fora da lista de aprovados. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

As gravações foram feitas em ligações entre o secretário e o policial Paulo Guilherme Mello, braço direito de Tuma Júnior no Ministério da Justiça e um dos alvos das investigações da PF. Mello havia sido encarregado para cuidar da aprovação do genro do secretário. Nas conversas, nem Tuma, nem seu assessor dizem o nome do genro do secretário. Segundo a PF, Mello transmitiu o pedido do secretário ao delegado Antônio Carlos Bueno Torres. Do Terra



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