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:: ‘israel’

Morre aos 85 anos o ex-premiê israelense Ariel Sharon

 

O ex-premiê israelense Ariel Sharon morrreu neste sábado (11), aos 85 anos, nas proximidades de Tel Aviv, segundo o hospital Sheba, em que ele estava internado.

A informação foi confirmada pelo gabinete do premiê Benjamin Netahyahu.

O hospital afirmou que ele morreu pacificamente, ao lado da família.

O quadro de saúde do ex-premiê vinha apresentando uma piora acentuada desde o início do ano.

Segundo os médicos, ele apresentou uma insuficiência renal que afetou outros órgãos vitais.

“Ele se foi, ele foi quando decidiu ir”, declarou seu filho Gilad no hospital, ao agradecer aos cuidados da equipe médica.

Um funeral de estado já está sendo programado.

Ex-general e líder da direita, Sharon está em condição vegetativa desde o derrame que sofreu em 4 de janeiro de 2006, quando ainda comandava o governo. :: LEIA MAIS »

WikiLeaks: Documento confirma que Israel destruiu reator da Síria em 2007

AE – Agência Estado

JERUSALÉM – Israel destruiu um reator nuclear da Síria em um ataque aéreo, semanas antes de ele entrar em funcionamento em 2007, afirma um documento diplomático dos EUA vazado pelo site WikiLeaks e publicado nesta sexta-feira, 24, pelo jornal israelense Yediot Aharonot.

“Em 6 de setembro de 2007, Israel destruiu o reator nuclear construído secretamente pela Síria aparentemente com a ajuda da Coreia do Norte”, afirmou a então secretária de Estado americana Condoleezza Rice, em documento publicado pelo Yediot Aharonot. “Nossos especialistas de inteligência estão convencidos de que o ataque dos israelenses tinha como alvo na verdade um reator atômico do mesmo tipo do construído pela Coreia do Norte em Yongbyon”, escreveu ela, em mensagem datada de abril de 2008.

“Nós temos boas razões para acreditar que o reator não foi construído para fins pacíficos”, disse ela, acrescentando que o ataque ocorreu apenas semanas antes de o reator começar a operar.

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Israel mata cinco em ataque a barco palestino

BBC Brasil/Estadão

A Marinha israelense abriu fogo na madrugada desta segunda-feira contra um barco palestino na costa de Gaza, matando cinco pessoas, informou a rádio oficial de Israel.

 As Forças Armadas do país disseram que o barco levava militantes armados, em roupas de mergulho, preparando-se para atacar Israel.

 O Fatah, partido palestino que controla a Cisjordânia, disse que os corpos seriam de integrantes de seu braço militar e que um quinto integrante ainda está desaparecido.

 O Hamas, movimento islâmico palestino que controla a Faixa de Gaza, confirmou o incidente, acrescentando que retirou quatro corpos do mar.

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Exército de Israel aborda “Rachel Corrie”

UOL/EFE

O Exército de Israel abordou no meio da manhã de hoje o navio irlandês “Rachel Corrie” sem o registro de vítimas, disse à Agência Efe uma porta-voz militar israelense.

Entenda o caso

Na madrugada da última segunda-feira (31), cerca de 700 ativistas (incluindo uma brasileira) tentaram furar o bloqueio naval imposto por Israel e Egito a Gaza há 3 anos, quando o grupo extremista Hamas chegou ao poder.
Os militantes (turcos na maioria) levavam no comboio 10 mil toneladas de ajuda humanitária quando foram atacados por militares israelenses em águas internacionais. Nove ativistas morreram. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirma que a frota com ajuda humanitária fazia parte de uma “operação terrorista”.
Diversos países condenaram os ataques, suavizados pelos EUA, aliados históricos de Israel. Mesmo assim, a ONU obteve apoio para criar uma comissão independente para apurar as agressões.

As fontes disseram que a abordagem militar aconteceu com “a complacência” da tripulação e os passageiros da embarcação, o que pouco depois foi desmentido pelo “Free Gaza”, um dos grupos que organizou a expedição de caráter humanitário.
“Ninguém no navio concordou com a abordagem. Ninguém no navio queria homens armados a bordo”, precisou essa organização por meio de uma mensagem divulgada no microblogging Twitter, onde denuncia que o Exército de Israel não considerou “um ato de violência” abordar militarmente um navio civil em águas internacionais e mudar seu rumo em direção a um porto israelense.
A abordagem ocorreu depois que o navio irlandês ignorasse quatro chamados feitos pelos dois navios militares de Israel, que o acompanhavam desde o início da manhã, para que atracasse no porto israelense de Ashdod em vez de continuar para Gaza.
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Ativistas em navio com ajuda a Gaza prometem ‘resitência pacífica’

estadão.com.br, com agências internacionais

As tensões voltaram a se elevar no Oriente Médio nesta sexta-feira, 4, com a aproximação de mais um barco com ajuda humanitária da zona de exclusão marítima estabelecida por Israel no mar mediterrâneo. De acordo com os organizadores da viagem, o navio de bandeira irlandesa Rachel Corrie está a cerca de 240 quilômetros da costa da Faixa de Gaza, e deve chegar ao território palestino na manhã deste sábado, 5. Israel, entretanto, promete impedir que os ativistas rompam o bloqueio marítimo imposto contra o grupo palestino Hamas, que controla o território.

Niall Carson/AP

Niall Carson/AP

A nobel da Paz Mairead Corrigan-Maguire está entre os ativistas a bordo

Entre os ativistas a bordo do Rachel Corrie está a irlandesa ganhadora do Nobel da Paz Mairead Corrigan-Maguire. Em entrevista a Associated Press, ela disse que a orientação é a de pressionar, mas sem oferecer resistência às forças israelense caso o barco seja abordado.

“Nós nos sentaremos”, disse ela, por telefone. “Provavelmente seremos presos, mas não haverá resistência.”

Segundo uma porta-voz do movimento Free Gaza citado pela rede britânica BBC, o Rachel Corrie diminuiu nesta sexta-feira sua velocidade para evitar chegar à noite à zona de exclusão marítima determinada por Israel. Segundo Greta Berlin, a tripulação quer evitar que o encontro com militares israelenses em alto-mar ocorra à noite, como aconteceu com a frota atacada pelo Exército israelense na segunda-feira. :: LEIA MAIS »

Brasileira que estava nos navios atacados por Israel está bem, diz Itamaraty

Foto: Cihan News Agency/ AFP Câmeras flagraram o momento em que helicóptero israelense iniciou o ataque

Da Agência Brasil

Câmeras flagraram o momento em que helicóptero israelense iniciou o ataque

O Ministério das Relações Exteriores informou que autoridades israelenses confirmaram ao encarregado de negócios do Itamaraty, em Tel Aviv, que a brasileira Iara Lee que estava em um dos navios da Flotilha da Liberdade, está em bom estado de saúde. O Itamaraty disse, no entanto, que ainda não conseguiu falar com a brasileira para confirmar as informações.
Iara Lee é brasileira, de origem coreana e atualmente morava nos Estados Unidos. A cineasta e estava em um dos navios atacados por Israel na madrugada desta segunda-feira. A frota levava suprimentos e cerca de 700 pessoas para Faixa de Gaza e estava a 120 quilômetros da costa israelense, em águas internacionais, quando foi atacada.
A Embaixada de Israel no Brasil também divulgou nota informando que autoridades israelenses localizaram a cineasta. Essas informações foram repassadas para o Itamaraty pelo embaixador de Israel, Giora Becker.
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ONU pede investigação rápida e imparcial sobre ataque israelense a barco

Folha/Agências Internacionais

O Conselho de Segurança da ONU pediu nesta terça-feira uma investigação rápida e imparcial do ataque israelense contra seis navios de ajuda, que tentaram furar o bloqueio para levar ajuda humanitária a Gaza, e a libertação imediata dos 480 civis presos e dos barcos.

Em comunicado lido ao fim da reunião de emergência do CS — que durou mais de doze horas — os membros do conselho condenaram o ataque que deixou ao menos nove mortos.

A declaração, lida pelo presidente em exercício, o embaixador do México Claude Heller, afirma que a “situação de Gaza não é aceitável” e retoma a resolução 1860, de janeiro de 2009, que exige a livre distribuição de alimentos, combustíveis e medicamentos em Gaza — o CS exigiu que Israel implemente a resolução.

Pede ainda uma investigação “rápida, imparcial, credível e transparente conforme as normas internacionais”. Heller afirmou que ainda será decidido que fará as investigações. :: LEIA MAIS »

Cineasta brasileira estava a bordo de comboio atacado por Israel

da Folha

A cineasta brasileira Iara Lee estava a bordo de um dos barcos atacados na manhã desta segunda-feira por Israel, segundo a Folha apurou.

Não se sabe se ela está entre as vítimas da ação israelense, que visava impedir que uma flotilha internacional de seis embarcações furasse o bloqueio à faixa de Gaza para entregar suprimento à população do território controlado pelo grupo radical Hamas.

Amigas de Iara enviaram hoje de manhã carta ao chanceler Celso Amorim e ao assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, pedindo que o governo brasileiro tome “as providências cabíveis e necessárias para assegurar a vida e a integridade de Iara Lee”.

O Itamaraty ainda não se pronunciou sobre o caso.

Divulgação
A cineaste brasileira Iara Lee, que estava no comboio atacado em israel
A cineaste brasileira Iara Lee, que estava no comboio atacado em israel

O último contato feito por Iara ocorreu na noite de ontem, quando, segundo amigas, ela postou mensagem no site de relacionamentos Facebook anunciando que o barco em que ela estava fora cercado pela Marinha de Israel. A brasileira embarcou na última quinta-feira a partir da Turquia e vinha dando notícias graças a uma conexão internet disponível no barco em que ela estava. :: LEIA MAIS »

Israel ataca barcos que tentavam furar bloqueio a Gaza; 16 pessoas morreram

da BBC Brasil/ Folha

A Marinha de Israel atacou nesta segunda-feira uma frota de embarcações com ativistas pró-palestinos que tentavam furar o bloqueio à Faixa de Gaza e entregar suprimentos à região.

Segundo a TV israelense, até 16 pessoas teriam morrido. Em entrevista à rádio do Exército, o ministro da Indústria e Comércio de Israel, Binyamin Ben-Eliezer, disse lamentar as mortes.

A exata localização das embarcações é incerta. Israel teria advertido as embarcações para que não invadissem suas águas territoriais.

Mas, segundo os ativistas, os barcos estavam em águas internacionais, a mais de 60 quilômetros da costa. :: LEIA MAIS »

Documentos revelam que Israel possui armas nucleares, diz ‘The Guardian’

estadão.com.br

SÃO PAULO- Documentos secretos sul-africanos revelam que Israel ofereceu a venda de armas nucleares para o regime do apartheid, segundo o jornal britânico The Guardian. Esta é a primeira prova oficial de que o Estado judeu possui armas nucleares.

As ultra-secretas atas de reuniões entre oficiais dos dois países em 1975 evidenciam que o então ministro de Defesa da África do Sul, PW Botha, solicitou as armas, e Shimon Peres, então colega de Botha e atual presidente israelense, respondeu com uma oferta de armas “em três tamanhos”. Os dois também assinaram um acordo militar que deveria permanecer secreto.

Os documentos, descobertos por um acadêmico americano, Sasha Polakow-Suransky, em uma pesquisa para um livro sobre a relação entre os dois países, são a primeira evidência de que Israel têm armas nucleares, apesar de sua política de “ambiguidade”, que não confirma, nem nega a possessão de tais artefatos.

As revelações serão embaraçosas para o governo de Israel, particularmente nesta semana em que discussões sobre não proliferação nuclear em Nova York irão focar no Oriente Médio.

Elas também desacreditam Israel, que até então afirmava que, se realmente possuísse tais armamentos, não iria usá-los erroneamente, enquanto países como Irã não seriam confiáveis.

Segundo os documentos sul-africanos, o país queria armas nucleares para possíveis ataques a nações vizinhas.

Israel celebra a ‘reunificação’ de Jerusalém em 1967

Israel lança maior ataque contra Gaza desde janeiro de 2009

Aviões israelenses realizaram uma série de ataques contra a faixa de Gaza na noite desta quinta-feira (1º), no mais sério ataque à região desde o fim da ofensiva de Israel em janeiro de 2009.

Quatro dos ataques foram contra a cidade de Khan Younis, na região onde dois soldados israelenses morreram na semana passada em confronto com militantes palestinos.

Os demais ataques atingiram alvos múltiplos nas cidades de Gaza e Rafah. Segundo disseram fontes palestinas à BBC, houve pelo menos 13 ataques no total.

De acordo com o Exército israelense, os bombardeios foram uma represália ao lançamento de um foguete palestino contra a cidade israelense de Ashkelon, na quinta-feira, e tiveram como alvo fábricas e depósitos de armamentos. :: LEIA MAIS »

Israel lança ao menos sete mísseis contra faixa de Gaza

viões e helicópteros israelenses iniciaram operação contra a região da faixa de Gaza controlada pelo grupo militante Hamas, lançando ao menos sete mísseis na madrugada da sexta-feira santa. Segundo a agência de notícias Reuters, há duas crianças feridas.

Quatro ataques aéreos com mísseis ocorreram em áreas abertas perto da cidade de Khan Younis, o mesmo local onde semana passada aconteceram confrontos entre tropas israelenses e militantes palestinos.

Dois mísseis explodiram em uma unidade das Brigadas Ezzedine al-Qassam, braço armado do Hamas, revelaram membros do grupo. :: LEIA MAIS »

Tanques de Israel avançam sobre a Faixa de Gaza

Tanques israelenses entraram na Faixa de Gaxa nesta sexta-feira (26), depois do pior confronto com palestinos em 14 meses – duas pessoas foram mortas de cada lado, segundo agências internacionais.


Tanques de Israel avançam sobre a Faixa de Gaza

Cinco tanques e duas escavadeiras blindadas avançaram e bombardearam as proximidades da cidade de Khan Younis, no centro da Faixa de Gaza. O Comitê de Resistência Popular, grupo militante palestino, disse que um de seus membros ficou gravemente ferido com os ataques. Helicópteros israelenses estariam sobrevoando a área.

Segundo o Exército de Israel, um oficial e um recruta foram mortos em uma emboscada de palestinos contra uma patrulha militar israelense. No confronto, dois soldados ficaram feridos e dois palestinos morreram – as baixas não foram confirmada pelas autoridades palestinas, que no entanto afirmama que cinco palestinos ficaram feridos, inclusive um menino de 10 anos. :: LEIA MAIS »

Obama e Netanyahu buscam amenizar crise provocada por assentamentos

WASHINGTON – O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tentaram na terça-feira acalmar a tensão nas relações entre ambos países, mas o diálogo não mostrou nenhum sinal de avanço no estancado processo de paz do Oriente Médio.

A reunião foi realizada um dia depois do premier israelense ter respondido às críticas dos Estados Unidos sobre a construção de casas na parte da ocupada Cisjordânia junto a Jerusalém.

Em um sinal das presentes tensões, o governo de Barack Obama não realizou algumas das cerimônias usuais para uma visita à Casa Branca. A imprensa foi excluída da cobertura da conversa no Salão Oval e os líderes não deram declarações após a reunião. :: LEIA MAIS »

Obama se reúne com Netanyahu em meio a tensões por assentamentos

WASHINGTON- O presidente Barack Obama e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu se reuniram nesta terça-feira, 23, em um esforço para amenizar as tensões recentes entre os dois países, mas com poucas esperanças para qualquer novidade nas negociações de paz no Oriente Médio.

O encontro ocorreu um dia após Netanyahu ter defendido os 1.600 novos assentamentos judeus em Jerusalém Oriental, apesar das condenações por parte do governo americano.

O governo dos dois países tentam retomar o nível normal de relações diplomáticas após o anúncio das novas construções ter gerado a pior crise entre Washington e seu aliado mais próximo depois de Obama ter assumido o poder no ano passado.

Em um sinal de preocupações da Casa Branca em protelar tensões, a imprensa foi proibida de presenciar o encontro no Salão Oval e discursos públicos não foram planejados. :: LEIA MAIS »

Cristãos palestinos acusam Israel de restringir liberdade de culto



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