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:: ‘Irã’

Brasil vota a favor do envio de relator especial da ONU ao Irã

Jamil Chade, correspondente em Genebra – Estadão.com.br

GENEBRA – O Brasil mudou sua posição em relação ao Irã e votou na manhã desta quinta-feira, 24, a favor de uma resolução no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, proposta pelos Estados Unidos para investigar as violações do governo persa.  O órgão aprovou o envio de um relator especial ao país.

Dida Sampaio/AE

Dida Sampaio/AE

Relações com Irã no governo de Lula eram boas

A criação de uma relatoria especial para analisar abusos de direitos humanos no Irã não é uma condenação em si, mas chega perto disso. Até hoje oito países passaram por medida semelhante, entre eles Sudão, Coreia do Norte e Camboja. A avaliação brasileira é que o CDH é o local adequado para essa discussão e a criação de um relator especial, uma medida eficaz.

Nos últimos 10 anos, o Brasil se absteve em votações que condenavam o Irã ou era contrário a resoluções, como no caso das últimas sanções aprovadas no Conselho de Segurança da ONU, em junho.

Nas abstenções anteriores, na Assembleia-geral das Nações Unidas, a alegação brasileira era a de que esse não era o fórum adequado para a discussão. Em 2010, o Brasil aplicou as sanções aprovadas para tentar interromper o avanço do programa nuclear iraniano, mas foi contrário na votação com a justificativa de que as medidas “não eram um instrumento eficaz”.

EUA elogiam protestos no Irã; polícia de Teerã detém dezenas de manifestantes

A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, manifestou na noite desta segunda-feira apoio “claro e direto” aos milhares de manifestantes que saíram às ruas do Irã em um protesto que havia sido proibido pelas autoridades do país.

 Dezenas de pessoas foram presas nesta segunda em Teerã, em marcha convocada originalmente por líderes oposicionistas para mostrar apoio às mudanças ocorridas na Tunísia e no Egito. Mas o evento iraniano acabou se transformando numa demonstração de descontentamento contra o regime do presidente Mahmoud Ahmadinejad.

“O que vemos no Irã hoje é uma prova de coragem do povo iraniano e da hipocrisia do regime iraniano – um regime que nas últimas semanas elogiou o ocorrido no Egito”, declarou Hillary a jornalistas em Washington.

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Irã inaugura departamento de polícia especial para controlar a internet

Efe

TEERÃ – A polícia iraniana inaugurou um departamento especial para investigar crimes na internet, em uma tentativa de restringir o acesso à rede no país.

O anúncio foi feito pelo chefe da Polícia Nacional, general Esmail Ahmadi Moqaddam, quem revelou que a primeira dessas unidades já está operando na capital e que se espera que até 20 de março funcione em todo o país.

Ele ressaltou que o novo departamento enfrentará os grupos dissidentes e antirrevolucionários que, segundo as autoridades iranianas, foram os responsáveis em 2009 pelos protestos contra a reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, que a oposição qualificou como fraudulenta.

Moqaddam, citado nesta segunda-feira pela imprensa estatal, ressaltou em que esses grupos se aproveitaram das redes sociais para manter relações com organizações estrangeiras, conspirar e realizar ações de espionagem.

“Através dessas redes sociais, os antirrevolucionários e os dissidentes se encontraram, fizeram contatos com estrangeiros e esporearam os distúrbios”, reprimidos com extrema violência pelas forças de segurança, acrescentou.

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Judiciário do Irã nega suspensão de pena de morte a Sakineh Ashtiani

Efe

TEERÃ – O procurador-geral do Estado e porta-voz do Poder Judiciário iraniano, Gholam Hussein Mohseni Ejei, negou nesta segunda-feira, 17, que tenha sido suspensa a pena de morte imposta a Sakineh Mohammadi Ashtiani.

Em declarações à agência de notícias estatal “Irna”, Ejei insistiu que o processo ainda está em curso e não existem novidades.

Um relato divulgado nesta segunda-feira apontava que uma deputada iraniana havia dito que Sakineh não iria mais ser enforcada. Tal informação teria sido também repassada à presidente do Brasil, Dilma Roussef, por meio de carta.

Sakineh havia sido condenada anteriormente ao apedrejamento por adultério, mas a sentença foi suspensa após grande pressão internacional.

Irã condena Sakineh à forca

Efe

TEERÃ – O procurador-geral do Irã, Gholam Hussein Mohseni Ejei, anunciou nesta segunda-feira, 27, que Sakineh Mohamadi Ashtiani, a iraniana acusada de adultério e cumplicidade no assassinato de seu marido, foi condenada à morte por enforcamento por homicídio.

Reprodução/freesakineh.org

Reprodução/freesakineh.org 

Sakineh será enforcada por homicídio

 Em declarações divulgadas nesta segunda-feira pela agência de notícias local “Mehr”, Mohseni Ejei explicou que, “de acordo com a decisão do tribunal, Sakineh foi acusada de assassinato e condenada por este delito”.

 Sakineh também havia sido condenada à morte por adultério – cuja pena é a morte por apedrejamento – mas a pena foi revista após a família do marido perdoá-la.

 Sakineh foi condenada em 2006 por manter relações ilícitas com dois homens após ficar viúva, o que, segundo a lei islâmica, também é considerado adultério.   :: LEIA MAIS »

Ahmadinejad pede para UE marcar data para retomada de diálogo nuclear

estadão.com.br

NOVA YORK – O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, disse nesta sexta-feira, 24, que seu país está disposto a dialogar sobre seu controverso programa nuclear e pediu à chefe da diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, que contate o chanceler iraniano para marcar uma data para o início das negociações.

“A porta está aberta a conversações e negociações baseadas na justiça e no respeito”, disse o presidente iraniano. Ele se encontra em Nova York para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), onde discursou na quinta-feira.

“Se a senhora Catherine Ashton contatar o representante iraniano, poderá estabelecer uma data para as conversas. Segundo o plano provisório, em outubro, o representante do Irã se reunirá com um membro do 5+1 para decidir o início do diálogo”, disse o líder iraniano.

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Irã inaugura sua primeira usina nuclear

BUSHEHR – O Irã iniciou neste sábado, 21, operações na primeira usina nuclear do país ao carregar o reator de Bushehr com combustível fornecido pela Rússia. Espera-se que a usina no sul do país comece a produzir energia elétrica dentro de um a três meses.

A Rússia fornece o combustível nuclear da usina e retira o material utilizado. Especialistas dizem que esta medida praticamente elimina a possibilidade de combustível ser desviado para a produção de armamentos.

O Irã foi recentemente alvo de uma quarta rodada de sanções da Organização das Nações Unidas (ONU) por causa de seu programa de enriquecimento de urânio que é apontado por muito países como indício da meta do país de produzir armas nucleares embora o governo iraniano insista que o objetivo é apenas a produção de energia.

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TV iraniana mostra ‘confissão’ de mulher condenada ao apedrejamento

da BBC Brasil

A TV estatal iraniana levou ao ar na quarta-feira o que diz ser uma confissão de Sakineh Mohammadi-Ashtiani, a mulher ameaçada por uma condenação à morte por apedrejamento.

 Durante a transmissão, Sakineh diz ter conspirado para matar o marido e acusa o advogado Mohammed Mostafaie, que fugiu do país, de interferir indevidamente em seu caso.

 A condenação de Sakineh vem provocando comoção na comunidade internacional, com pedidos para que o Irã reveja a punição, originalmente pela acusação de adultério.

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Fidel critica sanções da ONU ao Irã e elogia postura de Lula

Renata Giraldi
Agência Brasil

Brasília – Indignado com a decisão do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) de aprovar sanções ao Irã, o ex-presidente de Cuba Fidel Castro criticou ontem (10) as medidas e acusou o órgão de tratar de forma privilegiada Israel e os Estados Unidos. Fidel elogiou as críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à decisão imposta pelo Conselho de Segurança.

Em seguida, citando o ataque à frota de navios com ajuda humanitária promovido pelo governo israelense, Fidel comparou o tratamento dispensado por Israel aos palestinos à ação dos nazistas contra os judeus, na 2ª Guerra Mundial. As afirmações do ex-presidente cubano estão no artigo Reflexões do Companheiro Fidel, no jornal oficial de Cuba, Granma.

“O ódio do Estado de Israel contra os palestinos é tal que eles não hesitariam em mandar 1,5 milhão de homens, mulheres e crianças deste país para os crematórios, onde os nazistas exterminaram milhões de judeus de todas as idades”, disse Fidel, no Granma. “A suástica de Hitler parece ser a bandeira de Israel hoje.” :: LEIA MAIS »

Missões: Jovens cristãs são inocentadas de todas as acusações

Irã – Após 14 meses de sua prisão por suas atividades cristãs, Maryam Rostampour e Marzieh Amirizadeh foram inocentadas de todas as acusações contra elas. No entanto, as autoridades iranianas alertaram que futuras atividades cristãs no Irã terão consequências sérias.
No sábado, dia 22 de maio de 2010, as jovens deixaram o Irã e chegaram em segurança a outro país. Sam e Lin Yeghnazar, fundadores do ministério Elam e pais espirituais de Maryam e Marzieh, as encontraram no aeroporto. Foi uma reunião emocionante.
“Ficamos muito felizes ao reencontrá-las. Agora, queremos vê-las descansadas e recuperadas”, afirma Lin Yeghnazar.
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Irã promete entregar hoje à Agência Internacional de Energia Atômica carta com detalhes de acordo

Renata Giraldi
 Agência Brasil

Brasília – O diretor-geral da Organização de Energia Atômica do Irã, Ali Akbar Salehi, garantiu ontem (23) à noite, em entrevista coletiva concedida em Teerã, que o país entregará hoje (24) uma carta com detalhes sobre o acordo para a troca de urânio à Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea).

Segundo ele, Ali-Asghar Soltaniyeh foi nomeado como responsável pela entrega do documento à direção da agência. A carta deve ser recebida pelo diretor-geral da Aiea, Yukyia Amano.

Salehi reiterou que representantes do Brasil e da Turquia estarão presentes no momento em que o documento for entregue.

As informações são da agência de notícias oficial do Irã, a Irna. Pelos termos do acordo, que tem dez itens, o prazo final para a entrega da carta é hoje – uma semana depois de ter sido fechada a Declaração de Teerã.

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Após pacto com Irã, Brasil reivindica condição de porta-voz dos emergentes

Roberto Simon, TEERÃ – O Estado de S.Paulo

Aos olhos de diplomatas brasileiros, o maior – e mais improvável – afago à atuação do País no Irã veio do jornal britânico Financial Times. Em editorial, o prestigiado diário liberal defendeu que o acordo nuclear turco-brasileiro com Teerã, independentemente de seu resultado, prova que o Brasil tornou-se uma “ponte” entre o Ocidente e “os emergentes”. A Turquia, do outro lado, serviu de elo entre os ocidentais e “o mundo islâmico”.

O diagnóstico do jornal foi uma boa notícia para o Itamaraty. Entrar na seara iraniana, acreditam os diplomatas, é apenas mais uma maneira de reafirmar que o Brasil de hoje é um ator global pleno, cuja influência pode determinar rumos em todo o mundo. Críticos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, porém, definem esse raciocínio com uma palavra: megalomania.

No diálogo da semana passada com o Irã, a diplomacia brasileira fez questão de exaltar sua condição de potência emergente – “aliada ao Ocidente, mas com uma agenda semiautônoma”, segundo a definição do Financial Times. Pelo discurso oficial em Teerã, teria sido essa qualidade socioeconômica – e agora política – a chave para “arrancar” um acordo do governo iraniano.

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Irã tenta fugir da pressão com acordo de troca de combustível, diz Hillary

da Reuters, em Washington
da Reportagem da Folha

O Irã tentou se esquivar da pressão de potências mundiais que defendem novas sanções contra o país devido ao seu programa nuclear quando fechou acordo de troca de combustível, disse a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, nesta terça-feira.

“Não acreditamos que tenha sido um acidente o Irã concordar com esse acordo enquanto nós avançamos em Nova York”, disse Hillary, referindo-se aos esforços liderados pelos EUA por novas sanções do Conselho de Segurança.

“O fato de que tínhamos a Rússia e China a bordo e que estávamos nos movimentando nesta semana, inclusive hoje, para apresentar o texto da resolução, colocou pressão sobre o Irã, da qual eles (iranianos) estavam tentando se desviar de alguma forma”, disse a secretária.

Anteriormente, Hillary havia dito que os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU –Reino Unido, China, França, Rússia e EUA– mais a Alemanha concordaram com uma resolução que seria apresentada hoje aos demais membros do CS.

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Para jornais dos EUA, acordo é cartada do irã para evitar sanções

BBC Brasil/Estadão

Os principais jornais dos Estados Unidos em suas edições desta terça-feira veem o acordo nuclear negociado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, com o Irã do presidente Mahmoud Ahmadinejad como uma cartada diplomática de Teerã para evitar uma nova rodada de sanções no Conselho de Segurança da ONU.

 O “Washington Post” avalia em editorial que o acordo é “ruim” e “não fará nada para conter o programa nuclear iraniano”.

 “Pode, entretanto, descarrilar os esforços do governo Obama de concentrar a pressão internacional no Irã e dar ao regime mais tempo para enriquecer urânio e derrotar a sua oposição doméstica”, diz o jornal.

 “Em outras palavras, poderia ser um grande golpe diplomático para o regime do aiatolá Ali Khamenei, que foi muito habilidoso em explorar a aspiração dos líderes brasileiro e turco de afirmar seu papel global.”

 O acordo também foi parar na capa do “New York Times” e de outro jornal do grupo, o “International Herald Tribune”. Para ambos os jornais, o acordo não toca na “questão central” do problema, que é a insistência iraniana de continuar enriquecendo urânio e a sua postura de impedir verificações independentes.

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Irã anuncia que está disposto a trocar urânio na Turquia

Da Folha

O Irã está disposto a aceitar o acordo para trocar 1.200 quilos de urânio com Turquia, anunciou nesta segunda-feira o porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores do país. O acordo foi assinado pelos ministros de Relações Exteriores dos três países na presença dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Mahmoud Ahmadinejad e do primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdogan.

O Irã concordou em enviar grande parte do seu urânio enriquecido para a Turquia, em um acordo de troca de combustível nuclear alcançado com a ajuda da mediação do Brasil e da Turquia.

Se a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) aceitar o acordo, o Irã entregará os 1.200 quilos de urânio levemente enriquecido a 3,5% à Turquia, onde ficariam depositados sob vigilância iraniana e turca.

No prazo de um ano, o Irã receberia 120 quilos de urânio enriquecido a 20% procedente da Rússia e da França para usar em seu reator nuclear usado para pesquisas médicas.

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Lula rebate críticas sobre sua aproximação com o Irã

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu nesta sexta-feira (7), em Pernambuco, as críticas que vem recebendo por sua aproximação com o regime do Irã, país que é suspeito de burlar as normas de não-proliferação nuclear.

Após participar de cerimônia em Suape (PE), o presidente disse que o Brasil está consciente do que está fazendo, e defendeu o uso da tecnologia nuclear no Irã para fins pacíficos.

“Se você conversar com o presidente Barack Obama (Estados Unidos), com o (Nicolas) Sarkozy (França), com a chanceler Angela Merkel (Alemanha), com o (Silvio) Berlusconi (Itália), com o Gordon Brown (primeiro-ministro britânico), com quem quer que seja, nenhum deles chamou o (Mahmoud) Ahmadinejad para conversar. Eu que sou político e vou lá pessoalmente dizer ao presidente do Irã o que eu penso, o que eu acho que ele deveria fazer. O Brasil tem na sua Constituição a proibição de não utilização de armas nucleares. Eu quero que o Irã não tenha o direito de usar armas nucleares. O Brasil tem o direito de utilizar energia nuclear. Eu quero que o Irã utilize uma energia nuclear. É isso”, afirmou Lula.

Missões: Cristãos iranianos enfrentam pressão crescente das autoridades

Enquanto o presidente do Irã Mahmoud Ahmadinejad ocupa manchetes e mais manchetes nos jornais de todo o mundo por causa da questão nuclear, em seu país a situação dos cristãos permanece obscura.
Ainda como reflexo das turbulentas eleições no ano passado, quando o país foi sacudido por manifestações populares contra uma suposta fraude no processo, o governo intensificou as medidas de controle da sociedade.
De lá pra cá, muitos cristãos foram detidos e as igrejas domésticas foram alvo de invasões e batidas policiais, com incursões muitas vezes marcadas pela violência.
Dois casos :: LEIA MAIS »



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