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:: ‘ipea’

Região Sudeste tem o menor índice de alta confiança na polícia: 3%

Estadão.com.br

BRASÍLIA – A polícia brasileira não tem passado uma boa imagem aos cidadãos: em nenhuma região do País as corporações tem mais de 6% de muita confiança no trabalho. É o que mostra o Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips) sobre segurança pública 2010, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira, 30.

PoA população da Região Sudeste é a que menos vê bem as polícias Civil e Militar: apenas 3% dos entrevistados afirmaram ter muita confiança nas entidades. A diferença para a região com o maior índice de alta confiabilidade também não é grande: 5,8%, conforme habitantes ouvidos na Região Nordeste.

Segundo a pesquisa, 30,05% dos moradores da Região Sudeste disseram não confiar na atuação das polícias – também o índice mais elevado do Brasil. A diferença maior nesse dado, é registrado com os habitantes da Região Norte, dos quais 22% dizem não confiar nas entidades de segurança pública.

 

Trabalho. A pesquisa Sips também avaliou os serviços comumente prestados pelas instituições policiais e os dados mostram um fato curioso: apesar de ter os policiais com o maior índice de confiança na polícia, o Nordeste é a região que dá a pior avaliação para o atendimento policial no Brasil. Dos mil cidadãos que precisaram acionar a polícia por algum motivo na região, 29,7% avaliaram o atendimento como péssimo ou ruim. O melhor índice no atendimento policial, segundo percepção da população, foi na Região Sul, onde foi registrado 22,8% de atendimentos considerados péssimo ou ruim.

Ipea divulga estudo sobre biodiversidade

Da Agência Brasil

Brasília – O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulga hoje (17) o Comunicado n° 78: Biodiversidade. Será às 10h, no auditório da instituição em Brasília.
Parte da série Eixos do Desenvolvimento Brasileiro, o estudo apresenta questões como o conhecimento sobre a diversidade de espécies no Brasil, os animais ameaçados de extinção, o desmatamento na Amazônia e as unidades de Conservação.
Os técnicos de Planejamento e Pesquisa do Instituto Nilo Saccaro, João Paulo Viana e Julio Cesar Roma, farão a apresentação do estudo. A entrevista coletiva será transmitida online para todo o país.

Ipea: falta de médicos é apontada por 58,1% como maior problema do SUS

Wladimir D’Andrade – Agência Estado

SÃO PAULO – A falta de médicos é o principal fator que impede uma melhor avaliação da rede pública de saúde. Esse quesito foi apontado por 58,1% dos entrevistados como o maior problema do SUS. A conclusão é da pesquisa Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), divulgada nesta quarta-feira, 9, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Em segundo lugar, ficou a “demora para ser atendido nos centros de saúde ou nos hospitais da rede pública” (35,4%), seguido por “demora para conseguir uma consulta com especialista” (33,8%). Os dados, de acordo com o Ipea, indicam que a população quer acesso “mais fácil, rápido e oportuno” à rede pública de saúde.

A pesquisa revela que a rapidez no atendimento é citada como a maior motivação para a busca pelos planos de saúde.

Para três tipos de serviço específicos – atendimento por especialistas, de urgência e emergência e centros e/ou postos de saúde – “aumentar o número de médicos” foi a sugestão mais mencionada, seguida pela redução do tempo de espera para uma consulta. “O aumento do número de médicos pode ser entendido pela população como uma solução para os problemas que vivencia, quando, na busca de serviços no SUS, ocorre demora para atendimento ou existe a necessidade de se chegar muito cedo ao local para conseguir marcar uma consulta ou utilizar outro tipo de serviço de saúde”, diz o estudo.

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Ipea apresenta estudo sobre setor de telecomunicações

Da Agência Brasil

São Paulo – O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta hoje (7), em São Paulo, o Comunicado do Ipea n° 57 – Desafios e Oportunidades do Setor de Telecomunicações no Brasil. Será às 10h, no auditório da Caixa Econômica Federal, na Praça da Sé.
Parte da série Eixos do Desenvolvimento Brasileiro, o estudo apresenta o processo global de liberalização comercial nas telecomunicações, suas consequências no Brasil e as novas atribuições dos setores público e privado na área.
Farão a apresentação o coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea, Carlos Campos, o técnico Rodrigo Abdala, de Planejamento e Pesquisa do instituto, e o representante do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações  Cláudio de Almeida Loural.
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Aeroportos brasileiros operam no limite, diz estudo do Ipea

Pedro Peduzzi

Agência Brasil

 
Brasília – Um estudo do Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) comprovou o que boa parte da população que viaja de avião já sabe: os aeroportos brasileiros não estão dando conta da demanda pelos serviços de aviação civil. E a situação pode piorar, uma vez que o estudo prevê que o mercado doméstico de transporte aéreo aumentará em pelo menos três vezes nos próximos 20 anos, caso o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) cresça num ritmo de 3,5% ao ano.

“Quando a solicitação de pousos e decolagens é maior do que a capacidade máxima de operação dos aeroportos, a solução é deslocar o voo para outros aeroportos ou para outros horários”, disse hoje (31) o coordenador de Infraestrutura Econômica do Ipea, Carlos Campos, ao lançar o estudo Panorama e Perspectivas para o Transporte Aéreo no Brasil e no Mundo. :: LEIA MAIS »

Ipea condena 85% das rodovias do país

Hélio Rocha/ Tribuna da Bahia

Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) – órgão ligado à Presidência da República – revelou que 85% das rodovias federais estão em péssimo estado de conservação. A pesquisa calcula serem necessários investimentos na ordem de R$180 milhões para obras de recuperação, adequação, duplicação, construção, pavimentação e paisagismo nas estradas brasileiras.

 A região Norte está no topo do ranking das piores, seguida de perto pela região Nordeste. A Bahia, com 11.223 km de rodovias federais, é um dos estados mais prejudicados pelo problema, que aumenta o preço do frete de mercadorias, prejuízos e insegurança para os motoristas.

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