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:: ‘estudo’

Em outubro o mundo atingirá 7 bilhões de habitantes, diz a ONU

ESTADÃO

Estudo da ONU aponta que taxa de natalidade ainda continua alta em países como a Índia.

No dia 31 de outubro deste ano, em algum lugar da Índia, um parto marcará um ponto crítico na história do planeta: com esse nascimento, o mundo passará a ter 7 bilhões de habitantes. A projeção foi feita pela ONU e, apesar de a data ser apenas uma estimativa e o país apenas uma probabilidade, a realidade é que o ano terminará com um novo marco em termos demográfico que promete aprofundar os desafios sociais e ambientais.

A explosão da população mundial calculada pela ONU está sendo publicada nesta semana pelo jornal Science, em um estudo que mostra que avanços médicos, vacinas mais eficientes, proliferação do uso de antibióticos e um relativo avanço no acesso à saúde permitiram uma elevação na expectativa de vida nos países em desenvolvimento. Mas, ao mesmo tempo que isso ocorre, a taxa de natalidade desses países ainda é elevada. O resultado não é outro senão a explosão demográfica dessas sociedades.

A escolha da Índia para representar o nascimento da pessoa que marcará os 7 bilhões de habitantes não ocorre por acaso. O país de fato faz avanços na área médica. Mas, sem um controle populacional, passará a China em poucos anos em termos de população. A ONU ainda está convencida de que, diante das taxas de natalidade dos países em desenvolvimento, são eles os responsáveis por ter promovido a elevação da população mundial em 1 bilhão de pessoas em apenas doze anos. Em 1999, o mundo somava seus 6 bilhões de habitantes. :: LEIA MAIS »

Região Sudeste tem o menor índice de alta confiança na polícia: 3%

Estadão.com.br

BRASÍLIA – A polícia brasileira não tem passado uma boa imagem aos cidadãos: em nenhuma região do País as corporações tem mais de 6% de muita confiança no trabalho. É o que mostra o Sistema de Indicadores de Percepção Social (Sips) sobre segurança pública 2010, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado nesta quarta-feira, 30.

PoA população da Região Sudeste é a que menos vê bem as polícias Civil e Militar: apenas 3% dos entrevistados afirmaram ter muita confiança nas entidades. A diferença para a região com o maior índice de alta confiabilidade também não é grande: 5,8%, conforme habitantes ouvidos na Região Nordeste.

Segundo a pesquisa, 30,05% dos moradores da Região Sudeste disseram não confiar na atuação das polícias – também o índice mais elevado do Brasil. A diferença maior nesse dado, é registrado com os habitantes da Região Norte, dos quais 22% dizem não confiar nas entidades de segurança pública.

 

Trabalho. A pesquisa Sips também avaliou os serviços comumente prestados pelas instituições policiais e os dados mostram um fato curioso: apesar de ter os policiais com o maior índice de confiança na polícia, o Nordeste é a região que dá a pior avaliação para o atendimento policial no Brasil. Dos mil cidadãos que precisaram acionar a polícia por algum motivo na região, 29,7% avaliaram o atendimento como péssimo ou ruim. O melhor índice no atendimento policial, segundo percepção da população, foi na Região Sul, onde foi registrado 22,8% de atendimentos considerados péssimo ou ruim.

Futebol: Unidos pelo DNA

da Revista Veja

Os estudos genéticos iluminam a rota migratória da humanidade. Os ancestrais de Luis Fabiano e de Charles Miller, introdutor do futebol no Brasil, saíram juntos da África, agora palco da grande festa do esporte

 Charles William Miller, filho de um escocês que chegou ao Brasil para ajudar a administrar a estrada de ferro Santos-Jundiaí e de uma brasileira de família inglesa, retornou de uma viagem de estudos a Southampton, na Inglaterra, no fim de 1894, com peças curiosas na mala. Segundo relato do escritor e historiador John Mills, Miller trouxe na bagagem um livro de regras do Association Football, duas bolas de capotão, um par de chuteiras e uma bomba de ar. Em 14 de abril de 1895, no campo da Várzea do Carmo, em São Paulo, ele organizaria a primeira partida de futebol oficial do Brasil, entre as equipes The GasWorks Team e The São Paulo Railway Team.

 

LUIS FABIANO: O craque da seleção brasileira: ele vai brilhar no continente onde nasceu o Homo sapiens, ancestral de toda a humanidade

Luis Fabiano Clemente tinha 13 anos de idade quando foi levado para treinar em seu primeiro clube, o Guarani de Campinas. Ele era um dos grandes destaques de um campinho lindamente apelidado de Buracanã. Criado pela mãe e pelo avô materno, Benedito, o Ditão, dava trabalho na escola e logo se empregou em uma oficina mecânica. O adolescente inquieto que se tornaria cen-troa-vante da seleção de Dunga na África do Sul se alegrava mesmo era no Buracanã praticando o jogo que Charles Miller, falecido em 1953, apresentara ao Brasil 100 anos antes e que foi aqui adotado não apenas como esporte, mas como religião nacional. Clique no gráfico abaixo para ampliar:

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Para 90,1% dos brasileiros, violência está aumentando no país

Luana Lourenço
 Agência Brasil

Brasília – A violência está aumentando no país, na avaliação de 90,1% dos brasileiros. A constatação é de pesquisa inédita feita pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) sobre os valores mais importantes para a população.

O tipo de violência que mais incomoda quem vive no país ainda é a dos bandidos, apontada por 56% dos entrevistados. Para 23%, o pior tipo de violência é a familiar, seguida da violência no bairro, no trânsito e nas escolas.

“Mesmo que só existam estatísticas de homicídio e crimes, há outros tipos de violência que as pessoas revelam. E essa percepção da violência é um dado importante, porque é o que as pessoas vivem, o critério que utilizam para decidir se vão sair de casa ou não, fazer uma coisa ou outra”, explicou o economista sênior do Pnud e coordenador do Relatório de Desenvolvimento Humano do Brasil, Flávio Comim. :: LEIA MAIS »

Inclusão social no Brasil melhorou entre 2001 e 2008, afirma economista

Alana Gandra
 Agência Brasil

Rio de Janeiro – Estudo feito pelo diretor técnico do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), Roberto Cavalcanti de Albuquerque, revela que houve evolução no processo de inclusão social no Brasil entre 2001 e 2008.
“O processo de inclusão social no Brasil avança”, disse Cavalcanti à Agência Brasil, antecipando a apresentação do estudo que será feita hoje (20) de manhã no 22º Fórum Nacional, promovido pelo Inae na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no Rio.
Segundo o economista, houve uma aproximação entre as diferenças, sejam elas entre urbano e rural ou entre as regiões Norte-Nordeste e Sul-Sudeste. As diferenças “se atenuam no tempo”.
A partir dos indicadores estabelecidos na pesquisa, podem ser trabalhadas áreas consideradas frágeis, como educação, que avançou menos do que outras. O mesmo ocorre em relação ao emprego formal. “Embora tenha havido um avanço, ainda há espaço muito grande para crescer”. Roberto Cavalcanti lembrou, contudo, que houve um salto significativo no período em termos de inclusão digital. “E eu acho que ele vai continuar”.
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Acesso a tecnologia está ligado à felicidade, diz estudo

Uma pesquisa britânica alega que há ligações entre o acesso à tecnologia e a sensação de bem-estar.

O instituto britânico de estudos sobre tecnologia BCS analisou resultados de uma pesquisa que envolveu 35 mil pessoas em todo o mundo e descobriu que o acesso a dispositivos de comunicação é o que mais produz respostas positivas.

O estudo também descobriu que mulheres em países em desenvolvimento e pessoas de baixa renda ou com baixo nível educacional de ambos os sexos são as que demonstram sensações mais positivas com o acesso à tecnologia.

De acordo com Paul Flatters, da Trajectory Partnership que conduziu a pesquisa em nome da BCS, isto ocorre, em parte, pelo fato de que mulheres tendem a ter um papel mais central na família e outras redes sociais e seriam as mais beneficiadas.

“Nossa hipótese é que mulheres em países em desenvolvimento se beneficiam mais, pois nestas sociedades elas são mais limitadas socialmente”, acrescentou Flatters. De acordo com o pesquisador, a próxima fase da pesquisa vai se concentrar em testar esta hipótese. :: LEIA MAIS »

Estudos comprovam que religiosidade protege coração

Dois estudos internacionais indicam que a religiosidade pode proteger da morte por problemas cardíacos e de doenças como hipertensão. Um, constatou, entre os religiosos, um menor número de mortes por doenças do coração, o outro que, atividades religiosas diminui o risco de hipertensão.
Por 30 anos, médicos norte-americanos acompanharam a saúde cardiovascular de 6.500 adultos que não apresentavam fatores de risco (obesidade, tabagismo etc.). Constataram menor número de mortes por doenças do coração entre os que seguiam alguma religião.
Outro estudo americano, realizado pela Universidade de Duke com 3.963 pessoas, concluiu que a leitura de textos religiosos, a prática de oração ou a participação em cultos reduziu em 40% o risco de a pessoa desenvolver hipertensão. Com base nesses resultados, a Sociedade de Cardiologia de São Paulo vai discutir pela primeira vez a relação entre espiritualidade e saúde cardiovascular, em um congresso que começa hoje na capital.
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Estudo avaliará impacto de celulares na saúde de 250 mil pessoas

Pesquisa em cinco países poderá durar até 30 anos. Até agora, estudos não comprovam efeitos prejudiciais.

  Estudo na Europa vai acompanhar usuários de celulares por 10, 20 ou 30 anos

 Um novo estudo examinando a relação entre o uso de aparelhos celulares e problemas de saúde no longo prazo, como câncer e doenças neurológicas, foi lançada nesta quinta-feira (22) em cinco países europeus. A pesquisa deve durar algumas décadas.

 Organizadores disseram que o estudo Cohort sobre Comunicações Celulares (Cosmos, sigla em inglês) seria a mais ampla realizada sobre o tema, examinando mais de 250 mil pessoas entre 18 e 69 anos de idade na Grã-Bretanha, Finlândia, Holanda, Suécia e Dinamarca.

 O professor Paulo Elliott, principal cientista na Imperial College de Londres para a parte britânica do estudo, disse que dados de pesquisas anteriores que examinaram a relação com a saúde têm sido, até agora, tranquilizadores, mas apontou que essas pesquisas frequentemente se limitam a um período de cerca de 10 anos.

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Hipertensão é doença crônica mais apontada por médicos, segundo estudo

A doença crônica mais apontada por médicos ou profissionais de saúde, em 2008, foi a hipertensão. O dado faz parte do suplemento de Saúde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgado nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 Em 1998, ainda segundo o IBGE, a hipertensão já era a doença crônica mais citada pela população.

 Do total de casos de doenças crônicas diagnosticados no ano, 14% eram de hipertensão, e 13,5% de doença de coluna ou costas. Ainda segundo o estudo, artrite ou reumatismo corresponderam a 5,7% dos casos; bronquite ou asma, a 5%; depressão, a 4,1%; doença de coração, 4%; e diabetes, 3,6%. Os demais casos foram de tendinite, insuficiência renal crônica, câncer, cirrose e tuberculose.

“O Ministério da Saúde, juntamente com o IBGE, está avaliando a possibilidade de realizar um inquérito – inédito no Brasil – para fazer exames de laboratório que mostrem o que adoece o brasileiro”, diz o ministro, José Gomes Temporão, pontuando que os índices divulgados pelo IBGE têm base na palavra da população e não em exames com comprovação científica.
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Proteína da banana pode prevenir transmissão do vírus da aids, diz estudo

De acordo com os pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, a proteína age contra corpos estranhos e impede que eles se espalhem pelo corpo.

 No entanto,  os cientistas alertam que este efeito pode demorar anos para que a proteína se torne um remédio.

Quer saber qual proteína é essa? Assista ao vídeo abaixo.

Saúde: Estudo com 30 mil pessoas comprova novos efeitos da vitamina D

Estudo divulgado nesta segunda-feira (15) descobriu novos efeitos da vitamina D. Cientistas americanos acompanharam mais de 30 mil pessoas durante um ano. Aqueles que aumentaram o nível de vitamina D no organismo passaram a ter menos hipertensão arterial, insuficiência cardíaca e infartos. Pesquisas anteriores mostraram que a falta da supervitamina pode elevar o risco de câncer, diabetes, tuberculose e esclerose múltipla. :: LEIA MAIS »

Estudo de ONG aponta ‘perda de eficiência’ do Supremo

SÃO PAULO – O Projeto Meritíssimos, lançado ontem pela organização não-governamental (ONG) Transparência Brasil, sustenta que o Supremo Tribunal Federal (STF) não é célere e que seus ministros estão recebendo menos processos por ano, mas o tempo das decisões não está caindo significativamente. “O STF está perdendo eficiência”, afirma relatório de 30 páginas, com gráficos e quadros comparativos que analisam o desempenho dos ministros da instância máxima do Judiciário.
Segundo o estudo – que pode ser acessado no endereço www.meritissimos.org.br -, o STF não cumpriu a Meta 2 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que recomendou julgamento de todos os processos distribuídos até 31 de dezembro de 2005. O congestionamento geral da Corte atinge 92,3 mil ações, informa o levantamento. :: LEIA MAIS »


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