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:: ‘Erenice Guerra’

Caso Erenice: MTA perde contrato, leva multas todo dia e pode parar de voar para os Correios

Estadão

Personagem da crise que provocou a queda de Erenice Guerra da Casa Civil, empresa aérea não tem dinheiro para pagar combustível, procura fornecedores para fazer acordos e obriga estatal a realocar carga em outras transportadoras.

 

Personagem da crise que derrubou a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, a empresa Master Top Linhas Aéreas (MTA) caminha para fechar as portas e abandonar os contratos que mantém com os Correios. Desde 27 de setembro, a companhia não está operando grande parte dos contratos das linhas de transporte de carga aérea postal. E tem levado multas diárias por causa disso. Não tem dinheiro para combustível e começa a procurar fornecedores para fazer acordos.

O empresário argentino Alfonso Rey, dono oculto da empresa, já disse aos diretores no Brasil que, se a situação financeira piorar, pretende retirar do País os aviões que alugou para a MTA funcionar. O peruano Orestes Romero, que dirigia a empresa no Brasil, foi para o exterior desde o início da crise e não voltou mais.

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Erenice jogou fora chance de ser uma grande funcionária pública, diz Lula

Equipe AE

SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a ex-ministra-chefe da Casa Civil Erenice Guerra “jogou fora uma chance extraordinária de ser uma grande funcionária pública deste País”, na segunda parte da entrevista exclusiva ao portal Terra. Sobre José Serra (PSDB), adversário de sua candidata Dilma Rousseff (PT) nessa eleição presidencial, Lula comentou: “Está hoje na situação em que eu estive nas duas eleições que perdi”, destacando que foi muito difícil ser um candidato contra o Plano Real, em 1994.

Apesar da afirmação contra a ex-chefe da Casa Civil, Lula afirmou que as denúncias precisam ser investigadas e disse não acreditar que este episódio possa ter algum impacto no resultado das eleições presidenciais, cuja liderança é de Dilma Rousseff, segundo as pesquisas de intenção de voto. De acordo com o presidente, o povo percebe se essas denúncias estão sendo manipuladas eleitoralmente e percebe também se são verdadeiras. “O povo aprendeu a julgar, isso é uma coisa interessante.” :: LEIA MAIS »

Empresário abre o jogo e solta o verbo: Grana do lobby era para Dilma, Erenice e Hélio Costa

G1

Empresário Rubnei Quícoli, pivô de escândalo, dá entrevista ao G1. Todos os citados por ele negam irregularidades.

O empresário Rubnei Quícoli, de 49 anos, que acusa pessoas ligadas a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra de tráfico de influência e cobrança de propina, disse em entrevista na tarde desta quinta-feira (16), que parte do dinheiro que o grupo tentava arrecadar para interceder por um empréstimo junto ao BNDES tinha como objetivo saldar dívidas da candidata à Presidência Dilma Rousseff, de Erenice e do ex-ministro e candidato ao governo de Minas Gerais Hélio Costa.

Em nota, Costa diz que a denúncia é caluniosa. Dilma e Erenice também negam a acusação. E o PT informou que deseja que a Polícia Federal investigue a acusação de que o dinheiro iria para campanha. Em e-mail recebido pela reportagem às 18h, Costa divulgou a seguinte nota: “O senador Hélio Costa repele a tentativa de um indivíduo de reputação comprometida por envolvimento com roubo de carga e receptação de dinheiro falso de envolver o nome da ex-ministra Dilma Rousseff e o dele, Hélio Costa, numa denúncia caluniosa. ‘A quem interessa essa calúnia a duas semanas da eleição?’, questiona Costa. O senador afirma que vai processar o caluniador. Assessoria de Comunicação da coligação ‘Todos Juntos por Minas’”.

A ligação de Quícoli com o caso começou na parceria que ele conta ter feito há mais de dois anos com a empresa EDRB, de Campinas, para buscar interessados na construção de uma usina de energia solar. Ele disse que a proposta de pagar R$ 5 milhões para obter o empréstimo de R$ 9 bilhões do BNDES ocorreu em 2010, alguns meses após ele ter se negado a assinar um contrato com a empresa Capital, consultoria ligada a Israel e Saulo Guerra, filhos de Erenice. “O Marco Antônio (ex-diretor dos Correios) chegou para mim e falou que esses R$ 5 milhões eram para apagar o incêndio da turma, dívidas da Dilma, da Erenice e do Hélio Costa”, disse.

“Depois que eu falei que não ia entregar esse dinheiro, o Israel se manifestou através do Vinícius (ex-assessor da Casa Civil) e do Marco, dizendo que, se não colocasse o dinheiro disponibilizado, que não teria mais o aporte financeiro para a EDRB. E foi exatamente isso que aconteceu.” Nos últimos dias, a reportagem tenta localizar Marco Antônio, mas não obteve sucesso.

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Grupo de Erenice usou estrutura do Planalto para montar cenário de defesa

Estadão

Irmã de Erenice usou computador de escritório contratado sem licitação para justificar contrato. E-mail de Israel Guerra foi revisado pelo assessor da Casa Civil, que já entregou o cargo.

As versões dos parentes da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, para se defenderem de favorecimentos dentro do governo foram montadas nas estruturas do Palácio do Planalto e do escritório de advogados Trajano e Silva Advogados, envolvido no escândalo de lobby no governo federal.

A advogada Maria Euriza Alves Carvalho, irmã de Erenice, usou, por exemplo, um computador do Trajano e Silva Advogados para escrever a nota em que justifica o aval que deu em 2009 – quando estava no governo Lula – para contratar sem licitação o mesmo escritório, onde trabalha um irmão das duas, Antônio Alves Carvalho.

Já o e-mail enviado pelo filho de Erenice, Israel Guerra, à revista Veja passou pelo crivo palaciano. Segundo o governo, isso ocorreu porque Israel passou a mensagem para Vinicius Castro, envolvido no escândalo e que foi exonerado – a pedido – pelo governo na segunda-feira. Os dois são apontados como mentores de um esquema de lobby e cobrança de propina de empresas que tentam fechar contratos com órgãos públicos ligados ao governo federal. :: LEIA MAIS »

Sucessora de Dilma na Casa Civil montou esquema de lobby no governo, diz revista Veja

Estadão.com.br

Conhecida por ser “escudeira”, “braço direito” e, claro, “companheira” da presidenciável Dilma Rousseff, a advogada Erenice Guerra, sucessora da candidata petista na Casa Civil, montou no Palácio do Planalto uma central de lobby familiar-partidário que cobra de empresários interessados em fazer negócios com o governo uma taxa propina de 6%.

Reportagem publicada pela revista Veja desta semana revela que o filho de Erenice, Israel Guerra, que até pouco tempo atrás perambulava pela Esplanada em cargos comissionados de menor importância, tornou-se, à sombra da mãe-ministra, um próspero consultor de negócios, eufemismo de lobista.

No novo figurino, segundo a reportagem, Israel operou, pelo menos, a concessão de um contrato de R$ 84 milhões para um empresário do setor aéreo com negócios com os Correios. Chamada de “taxa de sucesso” , a propina foi estimada em R$ 5 milhões e teria servido em parte para “saldar compromissos políticos”. :: LEIA MAIS »



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