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:: ‘egito’

EUA elogiam protestos no Irã; polícia de Teerã detém dezenas de manifestantes

A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, manifestou na noite desta segunda-feira apoio “claro e direto” aos milhares de manifestantes que saíram às ruas do Irã em um protesto que havia sido proibido pelas autoridades do país.

 Dezenas de pessoas foram presas nesta segunda em Teerã, em marcha convocada originalmente por líderes oposicionistas para mostrar apoio às mudanças ocorridas na Tunísia e no Egito. Mas o evento iraniano acabou se transformando numa demonstração de descontentamento contra o regime do presidente Mahmoud Ahmadinejad.

“O que vemos no Irã hoje é uma prova de coragem do povo iraniano e da hipocrisia do regime iraniano – um regime que nas últimas semanas elogiou o ocorrido no Egito”, declarou Hillary a jornalistas em Washington.

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EGITO: REVOLUÇÃO DERRUBA MUBARAK

SÃO PAULO – O ditador egípcio, Hosni Mubarak, renunciou nesta sexta-feira, 11, ao cargo após 30 anos no poder. Ele sucumbiu a 18 dias de maciços protestos populares, desencadeados por uma onda de insatisfação com a economia e a corrupção, e inspiradas pela Revolução de Jasmin, que derrubou o ditador da Tunísia Zine Ben Ali.

A renúncia foi anunciada pelo vice Omar Suleiman. O Conselho das Forças Armadas conduzirá os assuntos de Estado. “Diante das difíceis circunstâncias que o país está atravessando, o presidente Hosni Mubarak decidiu deixar a presidência da República. Os assuntos de Estado serão dirigidos pelo Conselho das Forças Armadas”, disse Suleiman na TV estatal.

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Comando militar do Egito fará ‘importante comunicado’

CAIRO – O Conselho do Comando Supremo das Forças Armadas Egípcias está reunido nesta sexta-feira, 11, e fará um “importante comunicado ao povo”, segundo a agência de notícias estatal Mena. “O Conselho Supremo para as Forças Armadas, presidido pelo ministro da Defesa, Hussein Tantawi, realizou uma reunião importante nesta manhã”, disse a agência.

Mais cedo, um graduado representante dos militares ligado ao Conselho Supremo disse à agência AFP que os generais continuavam reunidos em “sessão permanente” e deveriam fazer um comunicado ainda nesta sexta-feira.
 

Em meio aos protestos de rua contra o regime do presidente Hosni Mubarak, os principais generais do Egito anunciaram na quinta-feira, 10, que “em apoio às demandas legítimas do povo” eles “tomariam medidas para proteger a nação”.

Alguns interpretaram este “comunicado número 1” como uma ameaça de lançar um golpe de Estado, mas o próprio Mubarak apareceu na televisão estatal no final do dia para anunciar que ficará no cargo até as eleições presidenciais de setembro. :: LEIA MAIS »

Líder de partido sinaliza que Mubarak pode deixar o poder; ministério nega

CAIRO – O presidente do partido Democrático Nacional (PND) do Egito, Hossan Badrawi, disse nesta quinta-feira, 10, que o presidente do Hosni Mubarak, fará um pronunciamento ainda hoje sobre a crise no Egito. Em entrevista à BBC, Badrawi afirmou também que ‘espera’ que o ditador transfira o cargo para o vice-presidente Omar Suleiman.  Por volta das 16h, o ministro da Informação foi à TV estatal para negar que Mubarak esteja de saída.

A cúpula das Forças Armadas está reunida no Cairo e também prometeu fazer um comunicado que ‘responderá à demanda dos manifestantes’. Mais cedo, o premiê Ahmed Shafiq disse à BBC Árabe que o cenário da saída de Mubarak estava sendo discutido. A rede de TV americana NBC diz em seu site, citando ‘fontes do governo egípcio’ que Mubarak irá renunciar hoje e que Suleiman assumirá.

Badrawi disse em entrevista à BBC posteriormente que seria “surpreendente se Mubarak continuasse como presidente” até a sexta-feira. O chefe da Agência Central de Inteligência (CIA) dos EUA, Leon Panetta, disse que a probabilidade de que Mubarak deixe o poder é grande. :: LEIA MAIS »

Fundo Barnabé ajuda cristãos em caos do Egito

Ministério pede aos irmãos de todo o mundo que orem

 Fundo Barnabé ajuda cristãos em caos do Egito

Como a série de protestos contra o presidente Hosni Mubarak continua, o Fundo Barnabé está doando comida e atendendo a outras necessidades da população no Cairo, capital do Egito.
A associação, que apóia a igreja perseguida, disse que lojas pertencentes a cristãos estavam sendo saqueadas e que a comunidade em geral está sendo afetada pela escassez generalizada de bens essenciais. “Embora muitas lojas estejam sendo atacadas e saqueadas, as lojas de cristãos estão sendo particularmente atingidas”, afirma.
Os protestos tornaram ainda mais difícil para os cristãos realizarem cultos coletivos, algo que se tornou praticamente impossível.
Um contato no Egito, disse ao Ministério que cristãos estavam hospedados em sua casa e orando fervorosamente pela crise.
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Em meio a protestos, ministros do governo egípcio renunciam

Do G1, com agências internacionais

O presidente egípcio, Hosni Mubarak, durante a transmissão do seu discurso em cadeia nacional
O presidente egípcio, Hosni Mubarak, durante a transmissão do seu discurso em cadeia nacional (Foto: Reuters)

A televisão estatal egípcia afirmou neste sábado (29) que o gabinete de ministros do Egito anunciou oficialmente a renúncia após dias de protestos da população contra o governo de Hosni Mubarak.

Porém, o anúncio não será suficiente para conter a onda de protestos no país. Mais cedo, antes da declaração oficial, o líder opositor Mohamed ElBaradei, afirmou que Hosni Mubarak terá de sair. Segundo ele, o discurso do presidente foi “praticamente um insulto à inteligência das pessoas.”

El Baradei, chefe da Assembleia Nacional para a Mudança, chegou na última quinta-feira (27) ao Cairo.

Mortes
A agência de notícias Reuters apurou com fontes médicas, hospitais e testemunhas que pelo menos 74 pessoas foram mortas em protestos em todo o Egito. Ainda não há dados oficiais. Segundo o levantamento, 68 mortes foram registradas nas cidades do Cairo, Alexandria e Suez durante os protestos de sexta-feira.

Antes disso, fontes de segurança disseram à Reuters que pelo menos seis pessoas, incluindo um policial, havia sido mortas.

Neste sábado, fontes médicas disseram à agência que cerca de 2 mil pessoas ficaram feridas em todo o país, porém com mais protestos em movimento, esse número pode aumentar. Pelo menos trinta corpos foram levados para o hospital de El Damardash no centro do Cairo nesta sexta-feira (28).

A Associated Press apurou que o total de mortes desde o início das manifestações, que começaram nesta semana, já soma 35 pessoas, o que inclui 10 policiais. :: LEIA MAIS »

Internet segue bloqueada no Egito em dia de megamanifestação

estadão.com.br

  Manifestantes protestam contra o governo em Suez. Foto: AP

CAIRO –  Na véspera uma megamanifestação prometida contra o governo do presidente Hosni Mubarak, um dos maiores provedores do Egito, o Seabone, denunciou que a internet foi bloqueada no país após a 0:30 desta sexta-feira, horário local. Nesta quinta-feira, os egípcio foram às ruas pelo terceiro dia seguido em protestos contra o governo, inspirados pela revolução de Jasmin, levante popular que neste mês derubou o ditador Zine Ben Ali, na Tunísia.

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Missões: Pastor e esposa são baleados no Egito

Rasha Samir tinha certeza de que seu marido, Ephraim Shehata, estava morto.
Ele estava coberto de sangue, tinha duas balas em seu corpo e estava caído com seu rosto ao chão na estrada empoeirada. Samir estava Rasha estava apoiada nele, fazendo seu melhor para protegê-lo do ataque dos criminosos que se aproximavam.
Segundos antes, Rasha podia ouvir seu marido murmurando versículos da Bíblia. No entanto, uma bala já havia atingido seu pescoço, e ele não conseguia se mover. Aterrorizada, Samir tentou desesperadamente se acalmar e deitar, esperando que os homens fossem embora.
Finalmente, o tiroteio parou e um dos homens disse: “Vamos embora. Eles estão mortos”.
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Missões: Ex-muçulmano é obrigado a viver escondido

Egito – Da mesquita do outro lado da rua, as palavras dos megafones nos minaretes ecoavam pelo pequeno apartamento onde Maher Ahmad El-Mo’otahssem Bellah El-Gohary é obrigado a se esconder. Logo após as orações da tarde, inicia-se o sermão, que trata, em parte, sobre como lidar com os cristãos.
Não os cumprimente. Não entrem na casa deles. Não comam a comida que eles lhes derem”, declarava um iman, enquanto El-Gohary, ex-muçulmano, olhava pela janela e balançava sua cabeça.
“Um dia, espero morar em um lugar onde não haja mesquitas. De quantos megafones eles precisam?”, diz ele.
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Missões: Para fugir da punição, acusados de matar cristãos se dizem loucos

No Egito, cristãos são mortos brutalmente e assassinos não são punidos

 Para fugir da punição, acusados de matar cristãos se dizem loucos

Uma conhecida jornalista do Oriente Médio, Mary Abdelmassih, relata que no Egito os muçulmanos acusados de matar cristãos estão usando como defesa a “insanidade”.
A jornalista escreveu para o Internacional Assiria News Agency (AINA) que os investigadores islâmicos, juízes e psiquiatras estão dispostos a confirmar o diagnóstico de insanidade. “Com esse pretexto, eles permitirão que seus irmãos muçulmanos fujam da culpa de assassinato, baseados na lei islâmica, que diz: ‘Ajuda teu irmão, se ele for um opressor ou oprimido’”, afirma ela. Ela lembra ainda que um dos exemplos mais recentes utilizando a defesa de insanidade foi o assassinato do diácono cristão George Fathi, que foi morto em Alexandria em 6 de outubro de 2009, deliberadamente e com premeditação, por dois fundamentalistas: Mohamed Abdel-Moneim (21) e seu irmão Ahmed (17).
Mary Abdelmassih disse que George foi encontrado em seu apartamento, estrangulado e eletrocutado. “Seu pai, que estava sentado em um café de frente para o apartamento, viu fumaça saindo e, quando ele abriu a porta, encontrou seu filho morto. Os assassinos abriram um botijão de gás e fizeram uma fogueira para causar uma explosão. Mas, isso foi evitado pelo pai com ajuda dos vizinhos, que testemunharam três homens barbudos entrarem no apartamento anteriormente”.
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Show no Egito é cancelado após Elton John chamar Jesus de ‘gay’

Jesus é considerado um profeta pelos muçulmanos.

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O show de Elton John que aconteceria dia 18 de maio no Egito foi cancelado após o cantor ter chamado Jesus de um “homem gay superinteligente”. Na entrevista para a revista Parade, em fevereiro, o músico ainda reclamou da maneira como os países do Oriente Médio tratam os homossexuais.
De acordo com o site contactmusic.com, o chefe do sindicato dos músicos do Egito, Mounir al-Wasimi, disse que seu país não poderia permitir um show de “um homossexual que quer banir a religião, afirma que o profeta Issa (Jesus) era gay e pede que os países do Oriente Médio permitam que gays tenham vida sexual livre”. Jesus é considerado um profeta pelos muçulmanos.

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Missões: Adolescente cristã escreve carta ao presidente pedindo ajuda

EGITO (20º) – A Agência de Notícias Assyrian International (AINA) relata que Dina el-Gohary, uma adolescente de 15 anos, ex-muçulmana, foi atacada por muçulmanos fanáticos, em mais uma tentativa de amedrontar seu pai, Maher el-Gohary.
A matéria conta que diversos fatwas (decreto de lei muçulmano) foram emitidos, ordenando que o sangue de Maher el-Gohary fosse derramado. Isso mostra como a vida dessa família está em constante perigo.
De acordo com Mary Abdelmassih, autora da matéria, Dina contou que, há três semanas, quando ela saiu com seu pai de seu esconderijo em Alexandria para comprar água, sua jaqueta foi incendiada quando jogaram ácido nela.
“Meu pai tirou minha jaqueta rapidamente, antes que o fogo chegasse aos meus braços”, ela diz. “Desde então, tenho muito medo de sair às ruas, acompanhada de meu pai, ou não.”
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As 10 pragas do Egito – Cientistas comprovam a existência, mas dizem que foram uma cadeia de coincidências

Missões: Governo adia julgamento de assassinos de cristãos

Os cristãos egípcios estão muito chateados porque o governo adiou novamente o julgamento dos três muçulmanos acusados de assassinar seis jovens cristãos que celebravam o Natal na igreja de Nag Hammadi (entenda o caso).
É a segunda vez que o governo egípcio remarca o julgamento dos três homens: Hammam al-Qomy, Oreshi Abul Hagag e Hindawi Sayed Hassan. A primeira mudança aconteceu em 13 de fevereiro, quando o juiz adiou o julgamento para o dia 20 de março.
A nova data estabelecida é 18 de abril. :: LEIA MAIS »

Missões: Líder muçulmano convoca “guerra santa” contra cristãos

As forças de segurança egípcias prenderam 13 cristãos coptas – incluindo quatro menores de idade, que foram logo liberados – vítimas do ataque de 12 de março. Eles estão sendo acusados de realizar reuniões religiosas ilegais, danificar propriedades públicas, incêndio e assaltos. Cerca de 12 muçulmanos, de um total de 2.000 criminosos, foram presos pelo ataque contra 400 coptas em Mersa Matrouth, no noroeste do Egito.

A violência foi iniciada por extremistas, incitados pelo Imam local, Mohamad Khamis Khamis, durante as orações de sexta-feira. Dos microfones da mesquita em Al-Ansar, os líder muçulmano convocou os fieis para uma “guerra santa” contra o templo cristão, ordenando que ele fosse destruído, e pedindo que os cristãos fossem expulsos. :: LEIA MAIS »

Missões: Autoridades se recusam a devolver passaporte de cristão

 
Maher e sua filha Diná  
Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Egito

EGITO (20º) – Na semana passada, um tribunal egípcio se recusou a devolver o passaporte de um ex-muçulmano que deixou o Egito para salvar sua vida.

Na terça-feira, 9 de março, o Tribunal do Estado em Giza, um tribunal administrativo, se recusou a devolver o passaporte de Maher Ahmad El-Mo’otahssem Bellah El-Gohary. El-Gohary conta que ficou arrasado com a decisão, que faz com que ele viva com medo pelos próximos meses (saiba mais sobre a história de El-Gohary). :: LEIA MAIS »

Egípcio vende rim para pagar despesas do casamento

O jovem egípcio Gamal decidiu vender um de seus rins para pagar as despesas de seu casamento. No entanto, após a operação, o jovem passou a ter dificuldades para transportar objetos pesados e perdeu o emprego.

De acordo com o jornal espanhol “20minutos”, ele também afirmou que parte de sua família o abandonou após descobrir que ele havia vendido seu órgão.

Uma lei aprovada nesta semana pelo Parlamento egípcio regulará os transplantes de órgãos para acabar com um mercado ilegal no país. Na última década, muitos egípcios sem recursos venderam seus órgãos.

G1



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