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:: ‘divisão de poder’

Aliados de Wagner demonstram instatisfação com distribuição de cargos

TRIBUNA DA BAHIA

Passado o impacto da reforma administrativa e início da gestão dos novos titulares nas secretarias do estado, o governo segue com a complexa tarefa de distribuição e nomeação de cargos do segundo e terceiro escalão. Nos bastidores da Assembleia Legislativa, deputados da base aliada demonstram insatisfação com a morosidade do anúncio e os critérios adotados na divisão.

A demora na repartição dos cargos seria justificada pela espera das negociações em âmbito nacional, até porque a acomodação em plano local se daria em comum acordo com as decisões na instância federal. A assessoria do governo nega que haja clima de contrariedade entre os partidos que compõem a aliança e o governador Jaques Wagner (PT). Em toda a Bahia são aproximadamente 400 cargos regionais e municipais a serem preenchidos com a indicação do governo.

Nos bastidores, interlocutores do Executivo e do Legislativo deixam claro o descontentamento gerado pelas normas de divisão. “Estabeleceu-se critérios de votação do parlamentar e da legenda, o que provocou muita reclamação.

Até o próprio PT, que está ganhando muitos cargos, tem reclamado”, confessou um deputado, que logo em seguida deixou escapar uma dúvida. “Resta saber se essa reclamação do PT é estratégia para conformar os demais que pertencem à base ou se é porque eles estão insatisfeitos mesmo”, acrescentou.

Segundo o mesmo parlamentar, o governo deixou de fora da conta muitos cargos considerados pelos deputados, a exemplos daqueles que seriam ligados à Cesta do Povo, aos hospitais e à segurança pública.

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PDT convoca Lupi para cobrar cota do partido no governo Wagner

A Tarde

A decisão sobre a participação do PDT no governo Wagner vai passar pelo diretório nacional do partido. O presidente do diretório estadual, Hari Alexandre Brust, informou na manhã deste sábado, 22: “Passei a bola para o ministro (Carlos Lupi). Disse a ele que não tinha chegado a um acordo”. Esta decisão surpreendeu o governo baiano, que até as 21h da sexta-feira dava como certo o encontro no fim de semana para resolver a última pendência na definição do primeiro escalão.

Posta na mesa de negociação está a Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH). Não é a primeira opção, mas pode ser aceita, se entregue inteira. O empecilho é que proposta do governo exclui a Superintendência de Assuntos Penais (SAP) do pacote. “Presídios nem têm a ver com a cara do partido, mas se vier sem, a pasta fica esvaziada. Então, queremos os presídios”, explicou reservadamente um  deputado do partido.

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A 42 dias do pleito, PMDB exige do PT a divisão de 50% do governo

do Estadão

Em caso de vitória de Dilma, partido de Temer deixaria de agir como ‘convidado’, passando a atuar como um dos ‘donos da casa’.

Poder dividido “meio a meio”. Assento no Planalto, entre os “ministros da casa”, e no Conselho Político que assessora o presidente da República. Henrique Meirelles na equipe econômica. Ministérios de “porteira fechada”, os cargos de sempre nas estatais e postos de comando nas vedetes do petróleo, a Petrobrás e a Petro-Sal. Senado e Câmara sob seu comando.

Com a campanha eleitoral em curso e ainda a 42 dias da abertura das urnas, é com essa precisão cirúrgica, alimentada pela liderança nas pesquisas da candidata aliada, Dilma Rousseff (PT), que o PMDB já define as regras de ocupação do poder. Como presidente do partido, deputado Michel Temer (SP), no posto de vice da chapa presidencial, o PMDB estima o tamanho da cota futura de poder baseado no argumento de que agora, se Dilma ganhar, o partido não é mais “um convidado”, mas na verdade um dos “donos da casa”, o Palácio do Planalto. :: LEIA MAIS »



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