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:: ‘denúncias’

Prisão de envolvidos em esquema no Ministério do Turismo só foi possível pela robustez das provas, diz PF

FOLHA

Prisão preventiva foi decretada com objetivo de preservar integridade das provas.

O diretor-executivo da Polícia Federal, Paulo de Tarso Teixeira, disse que 33 pessoas foram presas e R$ 610 mil foram apreendidos na Operação Voucher, deflagrada nesta terça-feira e que investiga desvios de dinheiro no Ministério do Turismo.

Ex-deputado baiano Colbert Martins, centro, e outros presos, sob suspeita de envolvimento em irregularidades no Ministério do Turimos, chegam algemados em Brasília

Segundo o delegado, o secretário-executivo da pasta, Frederico Costa, o ex-secretário-executivo, Mário Moysés, e o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, foram presos preventivamente, ou seja, para evitar a eliminação de provas e com prazo maior de detenção.

“Para que a Justiça decrete a prisão preventiva, as provas têm que ser mais robustas do que as prisões temporária”, disse o delegado. Por determinação da Justiça Federal, todos que foram presos preventivamente serão encaminhados a Macapá, onde a investigação está centralizada. :: LEIA MAIS »

Ministro Alfredo Nascimento será convidado a dar explicações no Senado

Último Segundo

Outros integrantes da cúpula da pasta também foram convidados a explicar denúncias sobre suposto esquema de cobrança de propina.

A Comissão de Meio Ambiente Fiscalização e Controle do Senado aprovou nesta terça-feira requerimento conjunto dos senadores Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e Pedro Taques (PDT-MT) convidando o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, a prestar esclarecimentos sobre as denúncias envolvendo a existência de um suposto esquema de propina na pasta.

A comissão, cuja decisão eleva as pressões sobre o ministro trazidas por reportagem da revista Veja do fim de semana, também aprovou a ida ao Senado do diretor-geral do Departamento Nacional Infraestrutura de Transportes (Dnit). Luís Antônio Pagot, do chefe de gabinete Mauro Barbosa da Silva, do assessor do gabinete, Luís Tito Bonvini, e do diretor-presidente da empresa pública de ferrovias Valec, José Francisco das Neves. Todos eles foram afastados de seus cargos pela presidenta Dilma Rousseff assim que as denúncias sobre o suposto esquema de corrupção vieram à tona.

Em meio às negociações, aliados do ministro dos Transportes preferiram se antecipar aos pedidos da oposição. Mais cedo, o senador Blairo Maggi (PR-MT) já havia apresentado um requerimento. Segundo ele, o comparecimento do ministro ao Senado havia sido previamente acordado.

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Denúncia ameaça ministro dos Transportes e abre crise na base aliada

ESTADÃO

Caso fragiliza Alfredo Nascimento e aumenta tensão com o PR, que controla o setor; oposição já sugere CPI.

O afastamento da cúpula do Ministério dos Transportes por suspeita de corrupção pela presidente Dilma Rousseff no final de semana deixou o ministro Alfredo Nascimento em posição insustentável no comando da pasta, na avaliação de aliados do Palácio do Planalto no Congresso. A queda do ministro é esperada em breve pelos governistas e a oposição avalia a apresentação de um pedido de criação de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso.

A rapidez com que Dilma atuou no episódio levantou ressentimentos na base. Parlamentares aliados previam, ontem, dificuldades futuras para a presidente na relação com os partidos que a apoiam no Legislativo. Eles sustentam que a presidente humilhou o PR, que comanda o Ministério dos Transportes, e fragilizou a confiança com a base pela forma com que agiu.

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Empresário abre o jogo e solta o verbo: Grana do lobby era para Dilma, Erenice e Hélio Costa

G1

Empresário Rubnei Quícoli, pivô de escândalo, dá entrevista ao G1. Todos os citados por ele negam irregularidades.

O empresário Rubnei Quícoli, de 49 anos, que acusa pessoas ligadas a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra de tráfico de influência e cobrança de propina, disse em entrevista na tarde desta quinta-feira (16), que parte do dinheiro que o grupo tentava arrecadar para interceder por um empréstimo junto ao BNDES tinha como objetivo saldar dívidas da candidata à Presidência Dilma Rousseff, de Erenice e do ex-ministro e candidato ao governo de Minas Gerais Hélio Costa.

Em nota, Costa diz que a denúncia é caluniosa. Dilma e Erenice também negam a acusação. E o PT informou que deseja que a Polícia Federal investigue a acusação de que o dinheiro iria para campanha. Em e-mail recebido pela reportagem às 18h, Costa divulgou a seguinte nota: “O senador Hélio Costa repele a tentativa de um indivíduo de reputação comprometida por envolvimento com roubo de carga e receptação de dinheiro falso de envolver o nome da ex-ministra Dilma Rousseff e o dele, Hélio Costa, numa denúncia caluniosa. ‘A quem interessa essa calúnia a duas semanas da eleição?’, questiona Costa. O senador afirma que vai processar o caluniador. Assessoria de Comunicação da coligação ‘Todos Juntos por Minas’”.

A ligação de Quícoli com o caso começou na parceria que ele conta ter feito há mais de dois anos com a empresa EDRB, de Campinas, para buscar interessados na construção de uma usina de energia solar. Ele disse que a proposta de pagar R$ 5 milhões para obter o empréstimo de R$ 9 bilhões do BNDES ocorreu em 2010, alguns meses após ele ter se negado a assinar um contrato com a empresa Capital, consultoria ligada a Israel e Saulo Guerra, filhos de Erenice. “O Marco Antônio (ex-diretor dos Correios) chegou para mim e falou que esses R$ 5 milhões eram para apagar o incêndio da turma, dívidas da Dilma, da Erenice e do Hélio Costa”, disse.

“Depois que eu falei que não ia entregar esse dinheiro, o Israel se manifestou através do Vinícius (ex-assessor da Casa Civil) e do Marco, dizendo que, se não colocasse o dinheiro disponibilizado, que não teria mais o aporte financeiro para a EDRB. E foi exatamente isso que aconteceu.” Nos últimos dias, a reportagem tenta localizar Marco Antônio, mas não obteve sucesso.

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Grupo de Erenice usou estrutura do Planalto para montar cenário de defesa

Estadão

Irmã de Erenice usou computador de escritório contratado sem licitação para justificar contrato. E-mail de Israel Guerra foi revisado pelo assessor da Casa Civil, que já entregou o cargo.

As versões dos parentes da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, para se defenderem de favorecimentos dentro do governo foram montadas nas estruturas do Palácio do Planalto e do escritório de advogados Trajano e Silva Advogados, envolvido no escândalo de lobby no governo federal.

A advogada Maria Euriza Alves Carvalho, irmã de Erenice, usou, por exemplo, um computador do Trajano e Silva Advogados para escrever a nota em que justifica o aval que deu em 2009 – quando estava no governo Lula – para contratar sem licitação o mesmo escritório, onde trabalha um irmão das duas, Antônio Alves Carvalho.

Já o e-mail enviado pelo filho de Erenice, Israel Guerra, à revista Veja passou pelo crivo palaciano. Segundo o governo, isso ocorreu porque Israel passou a mensagem para Vinicius Castro, envolvido no escândalo e que foi exonerado – a pedido – pelo governo na segunda-feira. Os dois são apontados como mentores de um esquema de lobby e cobrança de propina de empresas que tentam fechar contratos com órgãos públicos ligados ao governo federal. :: LEIA MAIS »



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