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:: ‘César Borges’

César Borges reclama da falta de investimentos em infraestrutura na Bahia e cita Vitória da Conquista

da Agência Senado

Após destacar que a Bahia detém o posto de 6ª economia entre os 27 estados brasileiros, o senador César Borges (PR-BA) reclamou da falta de investimentos em infraestrutura no estado, especialmente em aeroportos, portos, ferrovias e rodovias.

Dos 60 aeroportos existentes no estado, 20, segundo informou César Borges, encontram-se interditados. O Aeroporto Luiz Eduardo Magalhães, de Salvador – que está entre os maiores do país e é o 5º em movimento – foi ampliado com recursos estaduais pelo Programa de Desenvolvimento do Turismo (Prodetur), em parceria com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, mas a ampliação, disse o senador, foi insuficiente para atender a demanda, hoje em 7 milhões de passageiros. Ele citou reportagem do jornal A Tarde, segundo a qual o aeroporto já se tornou “o maior gargalo para a Copa de 2014?, da qual Salvador será subsede.

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César Borges reafirma apoio a Dilma

da Assessoria Parlamentar

O senador César Borges, junto com o deputado federal Geddel Vieira Lima (PMDB), o prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB), o vice-governador Edmundo Pereira (PMDB) e o vice-prefeito, Edvaldo Brito (PTB), recepcionaram o presidente Lula, hoje (10), na base aérea de Salvador. Na ocasião, o grupo da coligação PMDB-PR – PTB reafirmou, com o presidente Lula, o apoio ao governo e à candidatura de Dilma Rousseff nas próximas eleições.

Na chegada, o presidente perguntou ao senador se ele participou das votações de ontem no Senado Federal. César Borges respondeu que esteve até as 3h da manhã votando nos assuntos de interesse do povo brasileiro.

Borges fez referência à Emenda Pedro Simon, que garante uma distribuição mais justa dos recursos dos royalties do petróleo, a criação do Fundo Social do Pré-Sal e também da capitalização da Petrobras. Nos três casos, o senador votou favoravelmente.

Em Conquista: Geddel esnoba enquanto que César Borges cumprimenta Paulo Souto

Por Diêgo Gomes

geddel no aeroportoUm fato curioso aconteceu na manhã desta sexta-feira em Vitória da Conquista. Dois pré-candidatos a governador da Bahia, Paulo Souto (DEM) e Geddel (PMDB) chegaram praticamente no mesmo horário em aeronaves distintas no aeroporto Pedro Otacílio de Figueiredo.

Enquanto Paulo Souto desembarcou primeiro, o deputado federal e pré-candidato a governador Geddel Vieira Lima (PMDB) e o senador César Borges (PR) ficaram esperando no avião por uns 10 minutos. Ao desembarcarem, Paulo Souto ainda estava no estacionamento do aeroporto e Geddel seguiu rapidamente para seu carro apenas acenando para seu concorrente. Já César Borges, fez questão de falar com seus ex-aliados.

Acompanharam Geddel ainda o deputado estadual Leur Jr. (PMDB) e o vereador de Salvador e pré-candidato a deputado estadual Paulo Magalhães Jr. (PSC). Os dois grupos seguiram juntos para Poções e vão acompanhar a Festa do Divino. Tribuna da Conquista

César Borges: “Para lançar uma candidatura ao governo, o partido precisa ter força em todo o estado”.

Do Tribuna da Conquista

Coeltiva com César Borges

Na entrevista coletiva que aconteceu em Vitória da Conquista na última Sexta (07), além do deputado Geddel Vieira Lima (PMDB) o Senador César Borges (PR) também respondeu a várias perguntas da imprensa. A nossa reportagem teve a oportunidade em indagar sobre o porquê Borges preferiu recandidatar ao Senado ao invés de tentar novamente assumir o governo da Bahia.

TRIBUNA DA CONQUISTA – Quando o Senhor mudou para o PR o senhor ou a base não desejou a candidatura ao governo da Bahia?
César Borges – Governar o seu Estado é uma honra para qualquer baiano. Claro que se puder ter a condição de ser governador da Bahia, você deve pleitear. No meu caso específico, mudei de posição com relação ao partido. Fazia parte do PFL. Ele resolveu mudar para DEM, nome que não gosto. Houve a intervenção nos diretórios regionais de cima para baixo, impondo uma composição que não aceitei. Assim, me desvinculei desse partido e me filiei ao PR, partido que pertenço atualmente.

No momento que vim para o PR, não estava num partido que poderia dar substância política para uma candidatura ao governo do Estado. Para lançar uma candidatura ao governo do Estado, precisa ter partido com força em todo o estado. E esses partidos na verdade são apenas o DEM/PSDB, PMDB e PT e outros menores, mas que não tem capilaridade.

Não me coloquei na posição de candidato, e tive clareza que posso exercer como exerço hoje o meu papel no Senado Federal lutando pelas causas baianas. Se qualquer um se debruçar sobre meu mandato vai observar minha atuação. Lamento que as vezes tenho que tratar de questões do governo e não recebo o respaldo do governo do Estado. Parece que o governo está um pouco distante.

Por essas posições e, tendo a frente do governo com um governador que sabe o que quer, posso ter no Senado para fazer um mandato melhor do que tenho feito até agora, com o respaldo do governo do estadual.

Empresária Irma Lemos recebe Ex-Ministro Geddel e lideranças políticas na sua residência

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A empresária e ex-vereadora Irma Lemos recebeu na sua residência o Ex-Ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, além de diversas lideranças políticas do estado. Na oportunidade, Irma oficializou o seu apoio ao pré-candidato ao governo da Bahia. Momentos de muita descontração, num ambiente agradabíllismo e um delicioso jantar fizeram parte do evento.

Também estiveram presentes o presidente e vice do PTB no estado, respectivamente Jonival Lucas e Benito Gama, o senador César Borges, o deputado estadual Arthur Maia, o presidente do PMDB de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, o ex-prefeito da nossa cidade, José Pedral Sampaio, dentre tantas outras personalidades. Do Rejane Martinet

Clique aqui e confira as fotos do evento!

Geddel: “Não vamos atacar o governador, vamos fazer a critica ao governo” na propaganda eleitoral

do Tribuna da Conquista

Coletiva com Geddel

Na última sexta-feira o deputado federal e candidato a governador da Bahia, Geddel Vieira Lima (PMDB), concedeu uma entrevista coletiva em Vitória da Conquista.

A  reportagem  do Tribuna da Conquista perguntou sobre propaganda política, quanto gastará na campanha e também o apoio a Dilma em detrimento de José Serra. Leia abaixo o que o peemedebista respondeu.

Tribuna da Conquista – O senhor possui praticamente o mesmo tempo de televisão na propaganda eleitoral do candidato a reeleição, Jaques Wagner. Já tem uma noção se a propaganda do senhor será mais propositiva ou vai servir para atacar o governo.
GEDDEL – Atacar não. Nós vamos fazer, e não pudemos abrir mão disso, a critica substantiva em relação a esse projeto de governo. As pessoas precisam compreender uma coisa que é da lógica política e isso é da lógica política. Nós temos divergências profundas com a forma que está sendo conduzida, por exemplo, a segurança pública, a saúde, educação, o tratamento que é dado por esse governo em relação a agricultura e as políticas de desenvolvimento regional.

Se não tivéssemos essas divergências nós não teríamos o porquê de termos um projeto alternativo. E por não concordar com o que está sendo feito, iremos fazer as criticas substantivas, objetivas, respeitosas mais substantivas. Por outro lado, usaremos esse tempo e nas oportunidades que tivermos para apresentar propostas também substantivas e dizer o que pretendemos fazer, como podemos fazer meta para complementar isso e dizer de onde vem o dinheiro para dar substancia e financiar essas propostas.

TC – O Senhor já tem uma perspectiva de quanto vai gastar nos três meses de eleição?
GEDDEL – Certamente ainda não. Essa questão de financiamento da campanha será tratada no momento oportuno pelo comitê do partido, pelo comitê da campanha, da coligação. Mas será tratada com toda transparência exigida por Lei e toda transparência que nós realmente queremos dar a esse processo. :: LEIA MAIS »

Gedel Vieira Lima recebe apoio do PTB de Conquista

A presidente do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), de Vitória Conquista, Irma Lema, ofereceu um jantar em sua residência para anunciar apoio oficial ao pré-candidato ao Governo do Estado, Geddel Vieira Lima (PMDB). Na comitiva estava o presidente estadual do PTB, Jonival Lucas, o senador César Borges, o ex-deputado Benito Gama, dentre outros políticos de Vitória da Conquista e da região Sudoeste da Bahia. 

O ex-ministro Geddel Vieira Lima agradeceu o apoio da ex-vereadora e presidente do Movimento das Donas de Casa (MDC), Irma Lemos, bem como do partido, que considera importante para sua caminhada rumo ao Governo do Estado.

Segundo Irma Lemos, seu apoio a Geddel se deu em função de o partido entender que ele é o melhor nome para administrar a Bahia. Sobre a recepção em sua residência, afirmou que sente prazer em receber correligionários em sua casa. Do Conquista News

Senador César Borges acompanha caravana de Geddel e vem à Conquista hoje (07)

Esquenta o clima de articulação política na Bahia, e Vitória da Conquista é um dos protagonistas mais importantes das eleições de 2010. A prova disto está em constantes visitas de autoridades influentes à cidade. Nesta Sexta (07) à noite o cenário local será de muita especulação e debate sobre o futuro do eleitorado baiano.

A atual presidente do PTB de Vitória da Conquista, ex-vereadora Irma Lemos, estará recebendo em sua residência o Deputado Federal e ex-Ministro de Integração Nacional Geddel Vieira Lima e sua comitiva, composta por: Senador César Borges, Presidente do PTB na Bahia Jonival Lucas, Presidente do PMDB na Bahia Lúcio Vieira Lima, Benito Gama, Eumar Nascimento, Presidente do PMDB local Hérzem Gusmão, vários vereadores de Conquista, líderes dos partidos de oposição na cidade, empresários, líderes religiosos e vários representantes de associações em Conquista.

O evento está marcado para às 19h na casa de Irma lemos e a imprensa está convidada para uma coletiva que será concedida pelo Deputado Geddel e Senador César Borges no aeroporto Pedro Otacilio, a partir das 18h, quando a comitiva desembarca na cidade.

Geddel Vieira Lima diz que César Borges é a voz da Bahia em Brasília

da Assessoria Parlamentar

O deputado Federal Geddel Veira Lima (PMDB) disse hoje (6) no Encontro Regional do PMDB, no município de Saúde, que César Borges é a voz mais ativa em defesa dos interesses da Bahia no Congresso e nas reivindicações junto ao governo federal. Borges e Geddel participaram também da cerimônia, na Câmara Municipal de Saúde, que concedeu a Afrísio Vieira Lima, pai do pré-candidato, e a Jaime Vieira Lima, tio, títulos de cidadãos.

“Eu vejo o senador César Borges tomar para si a responsabilidade de conseguir a melhoria das estradas baianas, de chamar a atenção do Governo Federal para o problema dos cacauicultores, que ainda sofrem com a crise provocada pela vassoura-de-brucha e pela desvalorização produto no mercado mundial”. Geddel citou ainda a luta do senador para resolver o problema dos portos que não mais atendem às necessidades do Estado da Bahia.

Na opinião de Geddel, essas bandeiras deveriam ser levantadas, em primeiro lugar, pelo governador estado. “O problema é que César Borges não encontra, no governador, um parceiro na defesa da Bahia. O governador parece estar dormindo enquanto as páginas dos jornais e das revistas exibem a situação de desgoverno em que o estado se encontra. É por isso que eu digo que César é a voz da Bahia em Brasília”, reiterou Geddel. :: LEIA MAIS »

Bahia: César Borges: “Se depender de mim, Geddel leva no primeiro turno”

 “(…)entre mim e o governador Jaques Wagner existia o PT, um partido que estava dividido, que não se encontrava.”

 O senador César Borges (PR), um dos mais bajulados entre os postulantes ao governo do estado, e que decidiu abraçar o projeto de eleição majoritária do deputado Geddel Vieira Lima (PMDB), conta ao Bahia Notícias os detalhes das negociações. Em um bate-papo descontraído, o republicano revela o que mais pesou na balança para se aliar ao peemedebista. O político esclareceu também o que pensa do governador Jaques Wagner e do PT. Mais do que entusiasmado com o matrimônio com o PMDB, Borges já dá dicas de qual será a sua pauta de campanha.

 Bahia Notícias: Senador conta para os nossos leitores qual foi o fator fundamental para que o senhor definisse a aliança com o deputado Geddel Vieira Lima? :: LEIA MAIS »

ACM NETO TERIA AJUDADO NA ALIANÇA BORGES-GEDDEL

 
 De acordo com as informações da Coluna Tempo Presente, do Jornal A Tarde, corre nos bastidores políticos o boato que o deputado federal ACM Neto (DEM) ajudou o senador César Borges (PR) ao fechar com o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), abandonando a negociação com o governador Jaques Wagner (PT). O deputado teria dado a  garantia de que o pai, o senador ACM Júnior (DEM), não disputará a reeleição. Pesquisas mostram que Júnior tiraria votos de César. Há ainda a articulação, nos bastidores, de que as chapas do ex-governador Paulo Souto (DEM) e Geddel podem ter somente um senador. A idéia teria por fim eleger o mais competitivo das duas chapas, em um acordo velado, evitando que ambos disputem o mesmo eleitorado, o que repartiria os votos e facilitaria a vida dos candidatos da chapa do governador Jaques Wagner (PT).
Bahia Noticias

Brumado: Adesão do PR ao PMDB pode levar o vereador Alessandro Lôbo a apoiar Geddel

Continua repercutindo com grande intensidade em Brumado a união oficializada no dia 11 entre o PR de César Borges e o PMDB de Geddel Vieira Lima.

Um dos efeitos diretos dessa união poderá atingir novamente a base já abalada do prefeito Eduardo Vasconcelos, que vem se fragmentando para as eleições estaduais.

Segundo fontes ouvidas pela equipe de jornalismo online do AcheiBrumado a parceria entre PR e PMDB vai abalar ainda mais a base situacionista, tanto que o prefeito já dá sinais evidentes de que terá que tomar ações de impacto visando reintegrar as fileiras de sua sustentação.

O efeito dominó provocado por essa união entre PR e PMDB, agora, poderá atingir o vereador do PSL, Alessandro Lôbo, que por ter uma forte ligação com o deputado Maurício Trindade (PR) deve seguir o parlamentar federal. :: LEIA MAIS »

Política: Os impactos da aliança Geddel-César

Além do tempo no horário eleitoral gratuito, de dois minutos, que o deputado federal e ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) ganha a partir da aliança firmada com o senador César Borges e o PR, a nova configuração do cenário político produz efeitos outros importantes nas principais candidaturas da Bahia nas eleições de outubro.

PARA GEDDEL E ALIADOS: A principal talvez seja a nova perspectiva que passa a ter o candidato do PMDB: em política se sabe que durante uma campanha eleitoral, a criação de fatos políticos de peso podem ter uma influência grandiosa no resultado final. O apoio do PR e a inclusão de César Borges na chapa majoritária peemedebista é um desses fatos e, mais do que a quantidade de votos que os aliados possam trazer de imediato, pode ter um impacto psicológico sobre o eleitorado desfazendo a sensação, que já se formava, de que o governador Jaques Wagner é imbatível e que poderia vencer no primeiro turno.

É claro que somente será possível perceber este impacto nas pesquisas de opinião que se fizerem a partir de agora, mas o fato já deverá influenciar pelo menos o ânimo das lideranças do PMDB e dos partidos a ele já coligados (PSC, PTB). Também deverá dar novo ânimo aos candidatos a deputados (federal e estadual) do próprio PR, uma vez que a coligação proporcional com os peemedebistas deve aumentar as chances de eleição e reeleição. :: LEIA MAIS »

ACM Neto comenta apoio de César Borges a Geddel

O deputado ACM Neto (DEM) comentou hoje a decisão do senador César Borges (PR) de apoiar a candidatura a governador do ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB). Para Neto, a posição adotada pelo senador foi coerente em relação ao seu partido, que nacionalmente fechou o apoio à candidatura presidencial da ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), mesmo caminho do PMDB de Geddel.

“César fez uma opção que, ao meu ver, deriva da necessidade de coerência com o palanque nacional. O DEM, a partir do momento que o PR deu apoio a Dilma, descartou qualquer possibilidade de receber o apoio do Senador, até porque queremos coerência no apoio à candidatura presidencial de José Serra (PSDB)”, salientou ACM Neto. :: LEIA MAIS »

Borges descarta PT e fecha com Geddel

O senador César Borges, presidente da executiva estadual do PR, bateu o martelo e anunciou ontem que vai integrar a chapa do ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB), ao governo baiano. A decisão do senador caiu como uma bomba nas hostes do PT, já que o governador Jaques Wagner trabalhava pessoalmente para fechar a aliança com os republicanos. A negociação PR-PT tinha avançado nos últimos dias, mas degringolou. Além de acomodar Borges na majoritária, o PMDB baiano vai marchar com os republicanos na proporcional, fato decisivo para a formalização do acordo.

Engessado, o senador sabia que não iria contar com o apoio dos petistas para formar uma chapa que beneficiasse os deputados federais e estaduais do seu partido. Por mais que o governador se esforçasse, o entendimento era que os dirigentes petistas queriam “cozinhá-lo em banho-maria”, com o objetivo de isolá-lo na disputa, inviabilizando uma aliança futura com o DEM ou o PMDB. E, só um parêntese, durante todo o processo de negociação com o PT, Borges colocou o interesse partidário acima dos próprios desejos. :: LEIA MAIS »

Wagner dá ultimato a César Borges

Após conseguir dobrar as resistências dos próprios aliados, o governador Jaques Wagner anunciou ontem que até sexta-feira deverá sentar para conversar com o presidente estadual do PR, senador César Borges, para que ele defina se marchará na coligação petista ou seguirá outro rumo nas próximas eleições. Integrantes do PT e partidos aliados colocavam-se contrários à aliança com o republicano. “Eu devo estar telefonando para o senador César Borges para marcar uma conversa hoje (ontem) ou amanhã (hoje). Até o fim da semana a gente tem que bater o martelo”, disparou. :: LEIA MAIS »

Wagner justifica opção por Borges e sinaliza composição de sua chapa

Política livre

Em conversa com parceiros e aliados, o governador Jaques Wagner (PT) não tem se furtado em justificar a opção pela indicação do senador César Borges (PR) como candidato ao Senado em sua chapa.

Segundo Wagner, eleitoralmente, para vencer o pleito de outubro, ele teria que fazer uma opção entre o senador e o ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), que lançou-se candidato a governador pelo PMDB.

Teria optado por Borges em decorrência da impossibilidade de uma reconciliação política com Geddel. Com a confirmação de Borges na chapa, o que deve ocorrer de forma oficial proximamente, Wagner insinua também qual deve ser a sua composição final. :: LEIA MAIS »



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