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:: ‘Cargos’

Aliados de Wagner demonstram instatisfação com distribuição de cargos

TRIBUNA DA BAHIA

Passado o impacto da reforma administrativa e início da gestão dos novos titulares nas secretarias do estado, o governo segue com a complexa tarefa de distribuição e nomeação de cargos do segundo e terceiro escalão. Nos bastidores da Assembleia Legislativa, deputados da base aliada demonstram insatisfação com a morosidade do anúncio e os critérios adotados na divisão.

A demora na repartição dos cargos seria justificada pela espera das negociações em âmbito nacional, até porque a acomodação em plano local se daria em comum acordo com as decisões na instância federal. A assessoria do governo nega que haja clima de contrariedade entre os partidos que compõem a aliança e o governador Jaques Wagner (PT). Em toda a Bahia são aproximadamente 400 cargos regionais e municipais a serem preenchidos com a indicação do governo.

Nos bastidores, interlocutores do Executivo e do Legislativo deixam claro o descontentamento gerado pelas normas de divisão. “Estabeleceu-se critérios de votação do parlamentar e da legenda, o que provocou muita reclamação.

Até o próprio PT, que está ganhando muitos cargos, tem reclamado”, confessou um deputado, que logo em seguida deixou escapar uma dúvida. “Resta saber se essa reclamação do PT é estratégia para conformar os demais que pertencem à base ou se é porque eles estão insatisfeitos mesmo”, acrescentou.

Segundo o mesmo parlamentar, o governo deixou de fora da conta muitos cargos considerados pelos deputados, a exemplos daqueles que seriam ligados à Cesta do Povo, aos hospitais e à segurança pública.

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Governo ignora trégua com o PMDB e mexe em 208 cargos do segundo escalão

João Domingos, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – A ordem da presidente Dilma Rousseff para que fossem suspensas as nomeações para o segundo escalão até fevereiro – uma forma de evitar novas brigas entre o PT e o PMDB por causa do domínio dos cargos – não virou lei nem dentro do Palácio do Planalto. Todos os dias o Diário Oficial da União traz novas nomeações para esses cargos, assinadas por uma única pessoa: o ministro Antonio Palocci, da Casa Civil, que despacha em um gabinete no quarto andar do Palácio.

Do dia 5, quando passou a valer a ordem de Dilma Rousseff, até ontem, Palocci assinou 208 nomeações e exonerações para cargos do segundo escalão, o que dá uma média de 23 por dia.

De acordo com o levantamento feito pelo Estado, boa parte dessas nomeações atende aos ministérios comandados pelo PT, como Comunicações e Saúde, que já foram do PMDB e agora se transformaram no ponto principal da discórdia dos dois partidos que comandam o Poder Executivo. :: LEIA MAIS »

PT levará inventário de cargos a Dilma para cobrar fatia maior na Esplanada

Vera Rosa/BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Dilma Rousseff terá o primeiro encontro com a cúpula do PT para tratar de cargos e diretrizes do novo governo seis dias após voltar da viagem a Seul, onde participa da reunião do G-20 ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A presidente eleita é a convidada de honra da última reunião do ano do Diretório Nacional do PT, no próximo dia 19, que será realizada em um hotel de Brasília e contará com governadores do partido.

O inventário destinado à herdeira de Lula já começou a ser preparado pelas correntes do PT, que hoje comanda 17 dos 37 ministérios. Um dia antes do encontro haverá a reunião da Executiva do partido, para alinhavar as propostas. Oficialmente, Dilma comparecerá ao Diretório Nacional apenas para agradecer os companheiros pelo trabalho na campanha presidencial, a primeira sem Lula na chapa, nos 30 anos da legenda. :: LEIA MAIS »



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