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Cristã completa 100 anos e de presente pede doações para cristãos perseguidos

Por Gospel Prime

Marion Needham. (Foto: Reprodução)

Uma mulher cristã completou 100 anos e resolveu fazer uma festa diferente: pedir doações aos seus amigos para instituições que ajudam cristãos perseguidos.

Marion Needham mora em Leyland, o condado de Lancashire, Inglaterra, e ficou comovida com as histórias de cristãos que sofrem perseguição em várias partes do mundo.

Para ajudá-los, ela conseguiu levantar £ 1.000 (mil libras – aproximadamente R$ 5.176) que foram destinados para algumas instituições, entre elas a Barnabas Fund, que divulgou a história de Marion.

“Quando você chega à minha idade, presentes como lenços e cardigãs não são bons para mim, pois acabariam em uma gaveta e seria bom apoiar causas próximas ao meu coração”, revelou a idosa que já é bisavó.

O Barnabas atende cristãos em várias partes do mundo como Nigéria, Oriente Médio, Canadá e Austrália e em nome de todos eles a idosa recebeu uma mensagem de gratidão pela generosidade.

“Um aniversário abençoado, Marion. Suas belas bênçãos e alegria”, disse uma mensagem da Austrália. Outro de um iraniano no Canadá dizia: “Parabéns a você e que o Senhor Jesus Cristo os abençoe”.

Marion, mãe de três filhos com sete netos e 15 bisnetos, comemorou seu aniversário com uma refeição em família, uma grande festa na Igreja Pentecostal de Leyland e um almoço oferecido pela Igreja Evangélica Livre de Chorley, onde toca regularmente piano nas reuniões.

China deportou centenas de pastores e missionários em menos de um ano

Cristãos chineses oram durante culto. (Foto: Council on Foreign Relations)
Cristãos chineses oram durante culto. (Foto: Council on Foreign Relations)

Treze famílias sul-coreanas que vivem na China como parte de um grupo missionário foram deportadas depois que autoridades comunistas decidiram que a permanência dos cristãos no país era “ilegal” devido ao seu trabalho evangelístico.

Recentemente, um missionário sul-coreano que foi deportado da China há um ano contou à International Christian Concern como o governo chinês tenta conter o cristianismo e limitar o número de ‘desertores’ norte-coreanos que entram no país, deportando os suspeitos de compartilhar o Evangelho.

Ele compartilhou como, em 2016, o líder do grupo chegou à estação de Yanji e foi preso pelas forças de segurança. Pouco tempo depois, as autoridades levaram o restante da equipe da missão – treze famílias no total – à delegacia.

Muitos dos missionários foram presos em suas casas, e os detidos incluíam crianças pequenas e um idoso com mais de 60 anos. Após uma investigação que durou a noite toda, a polícia acusou as famílias de serem “missionárias” e disse que a permanência delas na China era ilegal, devido ao seu trabalho evangelístico.

Segundo a lei chinesa, os estrangeiros são proibidos de criar organizações religiosas ou realizar “proselitismo” na China, embora a lei não tenha sido aplicada até que o presidente Xi Jinping assumisse o cargo em 2012, de acordo com o South China Morning Post.

No entanto, o missionário disse à International Christian Concern que, contrariamente à alegação da polícia, as famílias estavam ensinando a Bíblia principalmente aos norte-coreanos, que visitam regularmente a China com a permissão de Pyongyang (capital da Coreia do Norte) – e não fazem evangelizam os cidadãos chineses.

No entanto, as famílias receberam uma semana para vender todos os seus bens, incluindo carros e casas antes da deportação. Em janeiro de 2017, todas as 13 famílias foram deportadas da China.

Logo depois, todas as igrejas ministradas por coreanos-chineses em Dandong, incluindo a maior igreja em Dandong, onde um pastor coreano-chinês liderava cerca de 200 membros, foram fechadas pelas autoridades.

Mais tarde, descobriu-se que as autoridades de segurança de Yanji estavam se preparando para prender os missionários e encerrar suas atividades desde 2014. Para esse fim, as autoridades hackearam repetidamente os e-mails e registraram telefonemas entre os membros do grupo.

“Presume-se que esse ato de explorar a comunicação seja uma tentativa do governo de Xi Jinping de demonstrar seu poder na área de fronteira, onde eles vêem a admissão de desertores norte-coreanos como a raiz da instabilidade na região”, observa a International Christian Concern.

Intensa perseguição religiosa

Nos últimos anos, a China reprimiu missionários estrangeiros no país, expulsando milhares de sul-coreanos acusados ??de fazer proselitismo e ajudar os desertores da Coreia do Norte.

Em 2014, as autoridades começaram a visar missionários sul-coreanos que trabalham com refugiados norte-coreanos no nordeste da China. Entre o final de 2015 e o início de 2016, as províncias de Liaoning, Jilin e Heilongjiang, no nordeste da China, deportaram centenas de pastores e missionários sul-coreanos, na tentativa de fechar suas igrejas.

No entanto, a repressão aumentou após a adoção pela China do “Plano para a Campanha Especial de Investigação e Processamento Legal de Infiltrações Cristãs da Coreia do Sul” no ano passado, segundo o South China Morning Post. O documento coloca as atividades cristãs coreanas em pé de igualdade com outros alvos religiosos de Pequim – budistas tibetanos e uigures muçulmanos na região de Xinjiang.

“As igrejas coreanas têm uma longa história de trabalho missionário na China … mas o que vimos nos últimos 18 meses a dois anos foi uma repressão constante por parte das autoridades chinesas nas atividades missionárias sul-coreanas na China, destinadas a ajudar os norte-coreanos”, disse Eric Foley, CEO da Voice of the Martyrs Korea, ao Christian Post no ano passado. “É uma história que não foi contada na China ou na Coreia.”

A Missão Portas Abertas (EUA) classificou a China no 27º lugar da lista dos 50 países líderes no ranking de perseguição religiosa.

Feiticeiro que matou mãe, esposa e filho para ter “poder” se rende a Cristo

Por Gospel Prime

Jacob e outros irmãos. (Foto: The Timothy Initiative)

Um senhor africano se tornou feiticeiro após a morte de seu avô, seguindo então a tradição de seu povo e mantendo-a viva.

Identificado com Jacob, o homem se tornou muito poderoso e passou a ser procurado por pessoas de outros países que chegavam até a sua tribo interessados no seu poder.

Muitas pessoas o procuravam para pedir por cura, morte, para acalmar mentes e até mesmo para enlouquecer outras pessoas.

Mas para se manter poderoso, ele precisava sacrificar pessoas e em nome dessa magia, ele sacrificou seu primo, sua mãe, sua esposa e um filho.

Realizar esses sacrifícios o deixou aflito e ele se tornou alcoólatra, procurando no álcool uma forma de amenizar a dor, a culpa e o sofrimento pelo que ele fez.

A vida de Jacob começou a mudar quando um dia, dentro do bar, ele ouviu algumas pessoas comentando sobre um filme que estava sendo exibido na vila naquela noite. Curioso, ele decidiu participar.

O filme em questão era sobre a história de Jesus, um projeto realizado por missionários ligados à The Timothy Initiative, que prepara e envia plantadores de igrejas para várias partes do mundo, inclusive para a África.

A mensagem do filme tocou a vida de Jacob que entendeu sua necessidade de ter Jesus como Salvador. Foi por isso que ele procurou o missionário Alex, confessou as atrocidades que havia feito e entregou sua vida para Jesus.

Cansado da vida que levava e da culpa que o consumia, Jacob resolveu apagar os laços com o passado e queimou todos os seus amuletos diante da vila, o que deixou a todos furiosos, forçando-o a abandonar a aldeia.

Alex levou Jacob para sua casa e começou a discípula-lo. Ele o encorajou a crescer em sua fé e a se tornar um discípulo, passando a compartilhar o Evangelho com pessoas que o procuraram anteriormente em busca de magia e muitos deles aceitaram a Jesus.

Bolsonaro cita a Bíblia e glorifica a Deus em discurso na ONU

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, diz à Assembléia Geral da ONU que a floresta amazônica é território soberano (Foto: Carlo Allegri/Reuters)

O presidente Jair Bolsonaro discursou nesta terça-feira (24) pela primeira vez como chefe de Estado na 74ª edição da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, nos EUA.

Em sua fala onde disse que o Brasil ali estava para reestabelecer a verdade, Bolsonaro tratou de diversos temas, entre os quais democracia, economia, regimes políticos na América Latina, direitos humanos, causa indígena, paz, meio ambiente, Amazônia e liberdade religiosa.

Com duração de cerca de 30 minutos, o discurso de Bolsonaro destacou a “defesa intransigente” do Brasil com relação à liberdade religiosa” e questões relacionadas à soberania do país, à família e direitos individuais, como à crença e fé.

Bolsonaro também fez a citação bíblica de João 8:32, que tem sido uma “marca” de sua atuação desde a campanha presidencial. “Tudo o que precisamos é contemplar a verdade seguindo João 8:32: ‘E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará’”, disse.

O presidente falou do episódio em que sofreu atentando ao ser esfaqueado por Adélio Bispo em 6 de setembro de 2018, em Minas Gerais. “Só sobrevivi por um milagre de Deus”, disse Bolsonaro. “Mais uma vez agradeço a Deus pela minha vida”.

Bolsonaro finalizou seu discurso dizendo que dizendo que “agradeço a todos pela graça e pela glória de Deus”.

Crianças, ideologia e Deus

O presidente disse que “durante as últimas décadas nos deixamos seduzir, sem perceber, por sistemas ideológicos de pensamento que não buscavam a verdade, mas o poder absoluto.” Ao falar sobre ideologia, que segundo disse, instalou-se “no terreno da cultura, da educação e da mídia”, ela afetou até mesmo as crianças.

“A ideologia invadiu nossos lares para investir contra a célula mater de qualquer sociedade saudável, a família”, declarou Bolsonaro. O presidente disse que essa ideologia de gênero “tenta ainda destruir a inocência de nossas crianças, pervertendo até mesmo identidade mais básica e elementar, a biológica”.

O presidente disse também que a “ideologia invadiu a própria alma humana para dela expulsar deus e a dignidade com que Ele nos revestiu”.

Liberdade Religiosa

“A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater de forma incansável. Nos últimos anos testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis, congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas”, disse Bolsonaro.

O presidente disse que “o Brasil condena energicamente todos esses atos e está pronto a colaborar com outros países para a proteção daqueles que se veem oprimidos por causa de sua fé”.

Bolsonaro destacou que “preocupam o povo brasileiro, em particular, a crescente perseguição, a discriminação e a violência contra missionários e minorias religiosas em diferentes regiões do mundo”. Nesse sentido, o presidente disse que o país apoia o Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença, comemorado em 22 de agosto. “Nesta data recordaremos, anualmente, aqueles que sofrem as consequências nefastas da perseguição religiosa”, disse o presidente.

Discurso americano

Na mesma linha, o presidente americano Donaldo Trump, que discursou após Bolsonaro, disse que 80% da população vivem em países onde a liberdade religiosa inexiste e que os EUA nunca se cansarão de apoiar a liberdade de culto e de religião.

Trump falou ainda sobre aborto ao dizer que os americanos não se cansarão de defender vidas inocentes. “Criança nascida e não nascida são um presente sagrado de Deus e os EUA não podem permitir que entidades internacionais se metam em direitos dos cidadãos”, disse.

Bolsonaro agradeceu o apoio de Israel no combate aos incêndios na Amazônia.

Primeira-dama

A primeira-dama Michelle Bolsonaro acompanhou o presidente na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas.

À tarde, Michelle deverá participar de um evento promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

O evento será na Biblioteca Pública de Nova York e trata, conforme o Planalto, do “bilhão excluído da cobertura universal de saúde: crianças e pessoas com dificuldades no desenvolvimento e deficiências”.

Michelle tem atuação em trabalhos sociais, principalmente nos destinados à comunidade de surdos e mudos. A primeira-dama, inclusive, discursou na posse de Bolsonaro em libras (Língua Brasileira de Sinais).

No governo, a primeira-dama preside o conselho do programa Pátria Voluntária, que incentiva ações de trabalho voluntário no país.

Assista:

Fonte: Guiame

Menino conta que ‘voz de Deus’ o ajudou a salvar o irmão de afogamento

Konnor (à esquerda) e Rylan (à direita) que ficou internado por dois dias em um hospital. (Foto: Reprodução/WAFB News)
Konnor (à esquerda) e Rylan (à direita) que ficou internado por dois dias em um hospital. (Foto: Reprodução/WAFB News)

Uma família viveu um milagre na tarde de sábado, 7 de setembro, enquanto os meninos Konnor, de 6 anos e Rylan, de 2, aproveitavam o dia ensolarado para se refrescarem na piscina.

Tudo estava bem até que Rylan decidiu pular na piscina para nadar sozinho.

“Ele pulou na [piscina] e achou que sabia nadar sozinho, mas foi até o fundo”, disse seu irmão Konnor, que presenciou a cena.

A uma curta distância, o tenente Richard Boe, do Gabinete do Xerife Ascension Parish, estava pegando comida depois de sair do trabalho quando recebeu uma ligação informando sobre uma criança afogada.

“Saímos do turno às 16h. Provavelmente 10 minutos depois das 16h, eu estava pegando o jantar da noite para mim e para minha esposa, quando uma ligação chegou”, disse Boe, que largou tudo e correu para casa, pensando em seu próprio neto de 3 anos.

Na casa, as pessoas começaram a entrar em pânico e começaram a implorar por um milagre, pois Rylan havia se afogado.

O menino foi tirado do fundo por Konnor, que pulou desesperado na piscina e puxou seu irmão para fora.

Konnor disse que foi ‘impelido’ a tirar seu irmão da piscina por uma voz de Deus.

Ele contou que Deus disse a ele para ir buscar Rylan. “Vá para o fundo da piscina e pegue-o”, diz Konnor ter ouvido Deus falar.

Quando Rylan estava fora da piscina, os adultos da residência começaram um procedimento cardíaco no menino. Sua mãe, Macy, disse que estava se preparando mentalmente para o pior.

“Ele se foi. Ele estava completamente azul. E eu sabia que ele não voltaria para nós”, disse Macy.

O tenente Boe chegou à cena em questão de minutos, na hora certa.

“Nem parecia que ele havia estacionado o carro. Ele correu para nós tão rápido”, disse Macy.

“Eu chequei sua boca e as vias aéreas, limpei toda a água e fiz uma massagem esternal para estimulá-lo, apertei sua mão e ele começou a respirar”, disse Boe em depoimento emocionado.

Ainda azul, Rylan foi levado de avião para um hospital, onde permaneceu por dois dias.

Agora o menino está de volta, graças a seu irmão Konnor, que ele diz que ama imensamente, e Boe, o mais novo membro de sua família e seu anjo da guarda. Fonte: Guiame

Médicos preferem deixar trabalho a serem obrigados a fazer aborto ou cirurgia de gênero

Médico. (Foto: Online Marketing / Unsplash)

Nos Estados Unidos há um crescente debate acerca do direito de consciência que tem colocado médicos e enfermeiros contra seus empregadores quando estão diante de casos onde são obrigados a fazer procedimentos aos quais se opõem por razões morais.

Dois exemplos são a realização do aborto e realização de cirurgia de mudança de sexo.

O caso é tão intenso que o governo de Donald Trump está executando novos regulamentos para implementar e fazer cumprir cerca de 25 leis de consciência.

À CBN News, o Dr. Davis Stevens, CEO emérito da Christian Medical & Dental Associations (CMDA), explicou que a importância da defesa do direito de consciência.

“O direito de consciência é a liberdade de praticar atendimento médico de acordo com suas convicções religiosas, morais ou éticas profundamente enraizadas”.

Uma pesquisa realizada pela Heart + Mind Strategies mostra que os norte-americanos estão ao lado dos médicos e do direito de consciência deles.

Para 83% dos entrevistados, médicos e enfermeiros não devem ser forçados a executar procedimentos que eles rejeitam moralmente. O estudo também revelou que 85% das mulheres mantêm essa visão.

“Também vimos um forte acordo entre as filiações partidárias: 93% dos republicanos, 78% dos democratas, 81% dos independentes e 76% dos libertários”, disse Greg Schleppenbach, da Conferência dos Bispos Católicos dos EUA (USCCB), que co-patrocinou o pesquisa.

Ainda segundo a pesquisa, 91% dos médicos cristãos disseram que iriam embora de seus trabalhos caso fossem obrigados a violar sua consciência.

“Enquanto conversamos com nossos membros, essa é a questão mais importante para eles. E eles percebem que se perdermos essa batalha, eles não estarão mais praticando medicina”, observou Stevens.

A pesquisa mostra também que 97% dos profissionais de saúde baseados na fé insistem em cuidar de pacientes em necessidade, independentemente de sua orientação sexual, identificação de gênero ou casamento homossexual.

Contudo, eles relatam serem vítimas de preconceito por conta de sua fé. Um caso clássico foi da enfermeira de Vermont que foi forçada a participar de um aborto e depois foi demitida, o que gerou um processo contra o Estado.

Na Flórida, uma médica foi rejeitada para o emprego em uma clínica porque os ginecologistas e obstetras daquele hospital tomaram conhecimento de que ela era membro de uma associação pró-vida. Fonte: Gospel Prime

China deportou centenas de pastores e missionários em menos de um ano

Cristãos chineses oram durante culto. (Foto: Council on Foreign Relations)
Cristãos chineses oram durante culto. (Foto: Council on Foreign Relations)

Treze famílias sul-coreanas que vivem na China como parte de um grupo missionário foram deportadas depois que autoridades comunistas decidiram que a permanência dos cristãos no país era “ilegal” devido ao seu trabalho evangelístico.

Recentemente, um missionário sul-coreano que foi deportado da China há um ano contou à International Christian Concern como o governo chinês tenta conter o cristianismo e limitar o número de ‘desertores’ norte-coreanos que entram no país, deportando os suspeitos de compartilhar o Evangelho.

Ele compartilhou como, em 2016, o líder do grupo chegou à estação de Yanji e foi preso pelas forças de segurança. Pouco tempo depois, as autoridades levaram o restante da equipe da missão – treze famílias no total – à delegacia.

Muitos dos missionários foram presos em suas casas, e os detidos incluíam crianças pequenas e um idoso com mais de 60 anos. Após uma investigação que durou a noite toda, a polícia acusou as famílias de serem “missionárias” e disse que a permanência delas na China era ilegal, devido ao seu trabalho evangelístico.

Segundo a lei chinesa, os estrangeiros são proibidos de criar organizações religiosas ou realizar “proselitismo” na China, embora a lei não tenha sido aplicada até que o presidente Xi Jinping assumisse o cargo em 2012, de acordo com o South China Morning Post.

No entanto, o missionário disse à International Christian Concern que, contrariamente à alegação da polícia, as famílias estavam ensinando a Bíblia principalmente aos norte-coreanos, que visitam regularmente a China com a permissão de Pyongyang (capital da Coreia do Norte) – e não fazem evangelizam os cidadãos chineses.

No entanto, as famílias receberam uma semana para vender todos os seus bens, incluindo carros e casas antes da deportação. Em janeiro de 2017, todas as 13 famílias foram deportadas da China.

Logo depois, todas as igrejas ministradas por coreanos-chineses em Dandong, incluindo a maior igreja em Dandong, onde um pastor coreano-chinês liderava cerca de 200 membros, foram fechadas pelas autoridades.

Mais tarde, descobriu-se que as autoridades de segurança de Yanji estavam se preparando para prender os missionários e encerrar suas atividades desde 2014. Para esse fim, as autoridades hackearam repetidamente os e-mails e registraram telefonemas entre os membros do grupo.

“Presume-se que esse ato de explorar a comunicação seja uma tentativa do governo de Xi Jinping de demonstrar seu poder na área de fronteira, onde eles vêem a admissão de desertores norte-coreanos como a raiz da instabilidade na região”, observa a International Christian Concern.

Intensa perseguição religiosa

Nos últimos anos, a China reprimiu missionários estrangeiros no país, expulsando milhares de sul-coreanos acusados ??de fazer proselitismo e ajudar os desertores da Coreia do Norte.

Em 2014, as autoridades começaram a visar missionários sul-coreanos que trabalham com refugiados norte-coreanos no nordeste da China. Entre o final de 2015 e o início de 2016, as províncias de Liaoning, Jilin e Heilongjiang, no nordeste da China, deportaram centenas de pastores e missionários sul-coreanos, na tentativa de fechar suas igrejas.

No entanto, a repressão aumentou após a adoção pela China do “Plano para a Campanha Especial de Investigação e Processamento Legal de Infiltrações Cristãs da Coreia do Sul” no ano passado, segundo o South China Morning Post. O documento coloca as atividades cristãs coreanas em pé de igualdade com outros alvos religiosos de Pequim – budistas tibetanos e uigures muçulmanos na região de Xinjiang.

“As igrejas coreanas têm uma longa história de trabalho missionário na China … mas o que vimos nos últimos 18 meses a dois anos foi uma repressão constante por parte das autoridades chinesas nas atividades missionárias sul-coreanas na China, destinadas a ajudar os norte-coreanos”, disse Eric Foley, CEO da Voice of the Martyrs Korea, ao Christian Post no ano passado. “É uma história que não foi contada na China ou na Coreia.”

A Missão Portas Abertas (EUA) classificou a China no 27º lugar da lista dos 50 países líderes no ranking de perseguição religiosa.

“Idosos são a maior força missionária que teremos nas próximas décadas”, diz líder cristão

Idosos como força missionária. (Foto: Reprodução/Shutterstock)
Idosos como força missionária. (Foto: Reprodução/Shutterstock)

Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) publicou o estudo Working Better With Age, sobre idosos, que “resume os principais desafios e boas práticas do país para melhorar as perspectivas de emprego de pessoas em idade mais avançada”.

“A idade média da população deverá aumentar de 40 anos hoje para 45 anos em meados da década de 2050, e a proporção de idosos com 65 anos ou mais e pessoas em idade ativa (15-64) deverá aumentar de 1 em 4 em 2018 para 2 em 5 em 2050”, diz o documento.

Políticas melhores “permitirão que o envelhecimento da população ande de mãos dadas com vidas mais longas, gratificantes e prósperas, onde o trabalho em uma idade mais avançada em empregos de boa qualidade é promovido e valorizado”.

Se nada for feito para alterar os padrões de trabalho e aposentadoria existentes, “o número médio de aposentados por 100 trabalhadores nos países da OCDE deverá aumentar de 42 em 2018 para mais de 58 em 2050 e até mesmo subir para mais de 100 em alguns dos países mais antigos da OCDE”, aponta o estudo.

“O desafio mais óbvio é o pagamento de aposentadorias a uma população maior e por mais tempo, juntamente com uma maior despesa no orçamento da saúde”, diz o coordenador dos Grupos Bíblicos dos Graduados na Espanha (GBG), Jaume Llenas.

Charo Pablos, membro da liderança do Fórum de Direito dos Evangélicos da Espanha, concorda: “Em tempos de crise econômica, os aposentados prestam um serviço enorme à família e, por sua vez, à economia em geral”.

Igrejas e idosos

Segundo Llenas, “a Bíblia mostra pouco confronto entre gerações, porque acredita mais na cooperação intergeracional”.

“A igreja é um dos poucos lugares da sociedade onde existem pessoas de todas as idades com um objetivo comum e em uma atividade comum, a missão de Deus”, afirma.

“Quando todos são submetidos à experiência da missão de Deus, todas as faixas etárias da igreja precisam do apoio e da participação do outro, sem distâncias geracionais”, acrescentou.

No entanto, Llenas lamenta que “as igrejas ainda não começaram a explorar o potencial dos idosos na missão. Devemos abandonar definitivamente a mentalidade de que os membros mais velhos da igreja são um setor que pede serviços e que deve ficar quieto até que o Senhor os leve com ele”.

“Vamos abandonar a mentalidade de prestar homenagem a eles e de tê-los como um objeto antigo que é mantido ali pela nostalgia pelo que eram antes”, diz.

Llenas ressalta que “eles são a maior força missionária que teremos disponível nas próximas décadas. A igreja deve despertar o chamado da missão que o Senhor lhes deu”.

Ela declara que os idosos “são muito mais do que membros da igreja, são missionários que têm tempo e recursos financeiros, devemos lembrar-lhes o chamado de Deus, treiná-los e enviar ambos em casa e nos confins da terra”.

Para a coordenadora do GBG, “no futuro, teremos que assistir a conferências de treinamento missionário direcionadas de maneira especial a esta geração que possui muitos dons, excelentes capacidades técnicas e um conhecimento bíblico acima da média da igreja”.

“Segundo a visão bíblica do trabalho, a aposentadoria não muda nada. O trabalho na Bíblia não é apenas trabalho remunerado. O fato de eles pagarem ou não por isso não adiciona nem modifica nada. O chamado de Deus para cooperar com Ele através do trabalho não tem variação”, acrescenta Llenas.

“Se o trabalho é um ato de adoração e cooperação para os propósitos de Deus, o fim da vida profissional em uma empresa é apenas uma mudança de destino, mas não é o fim de nada. Se você era um funcionário da missão de Deus, isso significa apenas que você a exercitará em outro lugar”, explica a coordenadora.

Fonte: Guiame

Muçulmano tem visões de Jesus recitando todo o livro de João por um mês

O muçulmano teve visões de Jesus todas as noites, durante um mês, ouvindo a mensagem do Evangelho de João. (Foto: Christian Head Lines)
O muçulmano teve visões de Jesus todas as noites, durante um mês, ouvindo a mensagem do Evangelho de João. (Foto: Christian Head Lines)

Um missionário plantador de igrejas que trabalha no Oriente Médio compartilhou testemunhos sobre as maneiras milagrosas como o Evangelho está movendo em uma região de intensa perseguição religiosa. Em um desses relatos, ele contou que Jesus apareceu a um muçulmano todas as noites durante cerca de um mês, recitando a ele todo o Evangelho de João.

Como parte do evento “Algo Precisa Mudar”, da Coalizão Evangélica, realizado na noite da última quarta-feira, o pastor David Platt realizou uma entrevista com um missionário identificado apenas com o nome fictício Yazim.

“Ele vive e trabalha em uma parte do Oriente Médio onde, além de ser ilegal compartilhar o Evangelho, é ameaçador falar sobre como o Evangelho está avançando”, disse Platt.

Falando via simulcast com uma voz disfarçada, Yazim começou afirmando: “Deus está se movendo dentro do Oriente Médio com sonhos, visões e visitas pessoais”.

Ele compartilhou a história de um homem que morava cerca de 50 quilômetros fora de uma cidade do Oriente Médio, conhecida pelo vasto uso de ópio.

“Este homem disse isso para nós quando o visitamos: ‘Um homem de branco batia à minha porta todas as noites e eu não conseguia olhar para ele porque seu rosto era muito brilhante'”, lembrou Yazim. “Quando ele entrou, me pediu para escrever o que ele dizia. Enquanto eu escrevia, adormeci. Na noite seguinte, ele voltou novamente e assim foi durante um mês”.

Yazim perguntou ao homem: “O que você escreveu? Posso ver seu caderno?

O homem mostrou a Yazim seu caderno. Nele estava escrito: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. O mesmo estava no começo com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada disso foi feito”, que é a parte inicial do evangelho segundo João, no Novo Testamento.

“Ele tinha o livro inteiro de João literalmente em seu caderno”, revelou Yazim. “Jesus o visitou todas as noites até ele terminar de transcrever o livro. O incrível é que o homem realmente nos perguntou: ‘quem era esse homem que me visitou?’ ”

“Aprendi uma lição valiosa: Deus fará a parte Dele, mas ainda precisamos fazer a nossa”, acrescentou.

Testemunho de Yazim

Platt revelou que a história de conversão de Yazim é milagrosa: sua esposa era uma muçulmana devota que, profundamente deprimida pelas exigências do islã, decidiu tirar a própria vida. No entanto, naquela mesma noite, ela ouviu o evangelho pela primeira vez e dedicou sua vida a Jesus.

Após esse evento, ela e o marido decidiram permanecer em sua terra natal e dedicar a vida a compartilhar o Evangelho, apesar dos riscos.

“Nosso foco é fazer discípulos que fazem discípulos e então iniciam novas igrejas”, disse Yazim. “Acreditamos que o que Deus nos ordenou está Mateus 28. Acreditamos que se você fizer discípulos, as igrejas crescerão.”

Yazim e sua esposa revelaram que esperam plantar mais dez igrejas, mas fazer discípulos exige tempo e dinheiro, pois novos cristãos devem ser levados a locais secretos para serem treinados.

“Esse treinamento, juntamente com o apoio aos líderes, custará US $ 25.000 para que dez igrejas sejam desenvolvidas”, ele compartilhou.

Platt, que no início da noite anunciou que o dinheiro arrecadado com as vendas de seu último livro vai para “necessidades urgentes do mundo” e disse: “Yazim, louvamos a Deus pelo que você está fazendo nas linhas de frente no Oriente Médio. Queremos que você saiba de seus irmãos e irmãs que estão atrás de você nessas linhas não estão sozinhos. ”

“Conte conosco para conseguir os US $ 25.000 necessários para plantar dez igrejas no Oriente Médio”, declarou Platt.

Contexto

Tais histórias de Jesus aparecendo em visões para muçulmanos em todo o mundo islâmico não são incomuns. Segundo a revista Mission Frontiers, dos 600 muçulmanos convertidos, 25% experimentaram um sonho que levou à sua conversão.

No ano passado, um ex-muçulmano que se tornou pastor e fundou centenas de igrejas no Paquistão disse ao The Christian Post que muitos muçulmanos estão tomando decisões de converter depois que o próprio Jesus os visita em sonhos e visões.

“É muito perigoso alguém pregar a Palavra de Deus cara a cara em países não ocidentais”, disse o pastor. “Deus revela as coisas através dos sonhos para evangelistas e pastores. As pessoas no Oriente são instruídas, mas incapazes de ler a Bíblia, então Deus usa esse método para alcançá-las. ”

Em 100º aniversário, idosa pede doações para cristãos perseguidos em vez de presentes

Marion Needham corta o bolo de aniversário preparado em sua homenagem por muitos amigos da igreja para marcar seu 100º aniversário. (Foto: Reprodução/Barnabas Fund)
Marion Needham corta o bolo de aniversário preparado em sua homenagem por muitos amigos da igreja para marcar seu 100º aniversário. (Foto: Reprodução/Barnabas Fund)

Marion Needham recebeu mensagens de bênçãos e votos de felicidades de pessoas de diversas partes do mundo que tomaram conhecimento de sua generosidade em relação aos cristãos perseguidos ao comemorar seu centésimo aniversário.

Marion, que vive em Lancashire, na Inglaterra, pediu doações para instituições de caridade cristãs em vez de presentes em seu dia especial e levantou 1.000 libras (aproximadamente R$ 5.200,00), valor que foi direcionado a organizações para ajudar cristãos perseguidos em todo o mundo, como a Barnabas Fund.

“Quando você chega à minha idade, presentes como lenços e cardigãs não são bons para mim, pois acabariam em uma gaveta e seria bom apoiar causas próximas ao meu coração”, justificou Marion.

Os apoiadores de Barnabas de lugares distantes como Nigéria, Oriente Médio, Canadá e Austrália responderam à generosidade de Marion quando a notícia foi compartilhada pela organização.

“Um aniversário abençoado, Marion. Suas belas bênçãos e alegria”, disse uma mensagem da Austrália.

Outra, de um iraniano no Canadá dizia: “Parabéns a você e que o Senhor Jesus Cristo te abençoe”.

Mãe de três filhos com sete netos e 15 bisnetos, Marion comemorou seu aniversário com uma refeição em família, uma grande festa na Igreja Pentecostal de Leyland e um almoço oferecido pela Igreja Evangélica Livre de Chorley, onde toca regularmente piano nos cultos.

Viúva há 47 anos, Marion também recebeu uma carta da rainha Elizabeth II. Fonte: Guiame

Pastor conta que leitura da Bíblia e oração o ajudaram a superar torturas na prisão

Dezenas de cristãos têm sido presos e igrejas têm sofrido opressão com frequência na Eritreia. (Foto: Portas Abertas)
Dezenas de cristãos têm sido presos e igrejas têm sofrido opressão com frequência na Eritreia. (Foto: Portas Abertas)

Um pastor da Eritreia, que depois foi reassentado na Austrália, lançou alguma luz sobre as condições terríveis que os cristãos presos por causa de sua fé no país do nordeste da África.

O pastor que usou para a matéria o nome fictício “Gabriel” lembrou em uma entrevista ao ‘Barnabas Fund’ como foi torturado, privado de alimentação e forçado a trabalhar duro durante os anos que ficou preso na Eritreia.

A agência de ajuda cristã interdenominacional com sede no Reino Unido relatou que Gabriel foi preso várias vezes na Eritreia – país classificado pela Open Doors USA como o sétimo mais hostil do mundo, quando se trata de perseguição aos cristãos.

A primeira passagem de Gabriel pela prisão durou cerca de um mês em 1998. Gabriel foi detido junto com outros membros de sua igreja.

Na ocasião seguinte em que Gabriel foi preso, ficou na prisão por três anos, apesar de sua sentença ter sido de apenas seis meses.

“Às vezes você argumenta com Deus: ‘por que o Senhor me deixou passar por essas dificuldades?’”, disse Gabriel. “Mas quando você começa a ler a Bíblia, quando ora diariamente por devoção, automaticamente sua mente dá um clique e você vê que está no caminho certo – do jeito que você deveria estar”.

A detenção de Gabriel durou mais do que deveria simplesmente pelo fato dele ser um pastor. Por ser um líder cristão, ele alegou que frequentemente era espancado na prisão.

Ele lembrou de um exemplo em que ele foi amarrado e atingido na cabeça com um bastão por uma hora, como forma de enviar uma mensagem a outros prisioneiros de que a fé cristã não será tolerada.

Ele também se lembrou de uma enfermeira pedindo que ele abandonasse sua fé cristã para que ele não recebesse mais espancamentos. A enfermeira teria dito a Gabriel que ele poderia continuar com sua fé cristã quando saísse da prisão. No entanto, ele se recusou a negar a Cristo.

Gabriel também compartilhou informações sobre como foi trancado dentro de um contêiner de metal durante duas semanas, enquanto estava em isolamento.

Ele disse que as temperaturas penetravam dentro do recipiente sob o calor do sol durante o dia e ficavam extremamente frias durante as noites.

Fora do confinamento solitário, Gabriel disse que os presos recebiam apenas uma pequena quantidade de comida a cada 18 horas.

Apesar da falta de nutrição, os prisioneiros foram forçados a realizar trabalhos árduos, pois precisavam coletar pedras para serem transformadas em materiais de construção.

“Às vezes você quebra as pedras com um martelo pesado. Você ouve um som aqui, nas suas costas, porque todo mundo tem desnutrição ”, lembrou Gabriel. “Os guardas discriminavam os cristãos, recusando-lhes tratamento médico se ficassem doentes”.

Gabriel enfatizou que não era apenas ele que recebia tratamentos, pois outros cristãos enfrentavam destinos semelhantes.

Ele afirmou que sabia de dois prisioneiros que se converteram ao cristianismo na prisão que foram espancados e torturados por três dias. Apesar da perseguição, os novos crentes não desistiram de sua nova fé em Cristo, ele sustentou.

Gabriel acrescentou que as Bíblias foram proibidas nas prisões.

Se os prisioneiros fossem encontrados com escrituras cristãs, eles seriam submetidos a severos castigos.

No entanto, essa ameaça de punição não impediu os cristãos na prisão de lerem a palavra de Deus.

Segundo Gabriel, os prisioneiros cristãos dividiram a Bíblia para que cada cristão pudesse ter um pouco das Escrituras. Quanto a Gabriel, ele foi capaz de ensinar a outros prisioneiros sobre o livro do Apocalipse.

Segundo o Barnabas Fund, Gabriel fugiu da Eritreia alguns anos após sua libertação, quando soube dos planos do governo de prendê-lo novamente.

Contexto

No início deste verão, dezenas de cristãos eritreus foram presos em meio a uma repressão contra o cristianismo não-denominacional.

Como na Eritreia as pessoas sãos presa regularmente por causa de suas crenças e práticas religiosas, o Departamento de Estado dos EUA reconhece a nação africana como um “país de particular preocupação” por “violações sistemáticas, contínuas e flagrantes da liberdade religiosa”.

O governo da Eritreia é controlado pelo Presidente Isaias Afwerki, desde a independência do país em 1993. O governo reconhece apenas quatro denominações religiosas: Cristianismo Ortodoxo, Islã Sunita, Igreja Evangélica Luterana da Eritreia e Igreja Católica.

O governo tenta exercer controle sobre as denominações religiosas reconhecidas.

Um exemplo é a detenção do legítimo patriarca da Igreja Ortodoxa, Abune Antonios, desde 2007.

Antonios provocou a ira do regime ao recusar excomungar milhares de fiéis que se opunham ao governo. Além disso, Antonios pediu a libertação de presos políticos.

No início deste verão, o governo fechou todas as unidades de saúde administradas por católicos, deixando milhares sem acesso a cuidados médicos adequados. Fonte: Guiame

Ministérios somam forças para traduzir a Bíblia para linguagens de sinais

Bíblia e a linguagem de sinais. (Foto: Reprodução)

Menos de 2% dos surdos em todo o mundo conhecem Jesus e nenhuma das mais de 400 línguas de sinais que existem tem uma Bíblia completa traduzida.

Para reduzir esses números e alcançar esta comunidade, a Sociedade Bíblica de Surdos trabalha ao lado de tradutores da Bíblia em linguagem de sinais que já possuem projetos em andamento nas Américas, segundo informações do MNN Online.

O mais interessante é que o projeto é coordenado por Azael BuPerry, um surdo que tem esperanças de que todos poderão “ouvir” a mensagem do Evangelho.

As barreiras linguísticas entre surdos e ouvintes são um desafio constante, e a Wycliffe USA tem trabalhado com a Sociedade Bíblica de Surdos (Deaf Bible Society – DBS em inglês) e com a The Seed Company para traduzir a Palavra de Deus para as línguas gestuais da Colômbia, Honduras, El Salvador e Brasil.

No próximo ano, eles esperam expandir e começar um novo trabalho de tradução no Equador, Guatemala, República Dominicana e Costa Rica.

Versões da Bíblia em espanhol e inglês já estão disponíveis gratuitamente em várias plataformas.

No entanto, o texto escrito não atende às necessidades espirituais das comunidades surdas.

“Eu sei ler e escrever em inglês, e consigo entender. Mas, quando eu realmente assisto as Escrituras na linguagem do meu coração, posso entender claramente o que as Escrituras estão dizendo”, diz BuPerry que usa a Linguagem de Sinais Norte-americana (American Sign Language). Fonte: Gospel Priime

Rick Warren dá conselhos para quem luta com pensamentos suicidas

Por Gospel Prime

Rick Warren. (Foto: Reprodução / Youtube)

Muitas igrejas e líderes religiosos estão envolvidos na campanha do Setembro Amarelo que visa conscientizar as pessoas e propor ações para o enfrentamento do suicídio.

Warren, pastor da Igreja Saddleback, perdeu um filho para o suicídio e desde então tem liderado trabalhos com foco em evitar que outras pessoas cometam a mesma atitude.

Em sua página no Facebook, ele comentou que os pensamentos suicidas afetam pessoas de todas as idades e por isso ele fez um apelo a todos que possam ter contato com sua mensagem: “Quero dizer a todos que sinto muito pela dor que está sentindo. Por favor, saiba que você não está sozinho. Não importa o quão sombrias as coisas, sempre há esperança”.

Warren incentivou aqueles que lutam com pensamentos suicidas a se lembrarem de três coisas: existe um propósito para sua vida; você é amado e é necessário neste mundo.

Mais de 100 mil pessoas se convertem após missionários exibirem o filme ‘Jesus’, na Índia

Aldeias quase inteiras estão se convertendo após a exibição do filme Jesus por missionários, na Índia. (Foto: Jesus Film Project / Reprodução)
Aldeias quase inteiras estão se convertendo após a exibição do filme Jesus por missionários, na Índia. (Foto: Jesus Film Project / Reprodução)

Dois missionários cristãos visitaram a vila de Anaya* no estado de Bihar (Índia), mas o povo não recebeu bem a mensagem que que eles pregaram.

“Nós não sabíamos quem eles eram, por que eles vieram até nós e não conseguimos entender a mensagem deles”, disse Anaya ao site ‘JESUS ??Film Project’. “Eles tentaram nos ajudar, mas de alguma forma sentimos que não eram bem-vindos, principalmente pelos espíritos”.

Após a visita dos missionários, o moradores da vila tentaram apaziguar a fúria dos espíritos malignos com sacrifícios.

“Oferecemos nossos animais, nossas poucas colheitas e até filhos para eles, mas eles ainda vinham e às vezes para nos matar”, disse ela. “Eles chegavam à noite como fantasmas e como uma presença maligna em nossas casas, nos aterrorizando durante o sono”.

Os dois missionários adoeceram durante a visita e quatro moradores morreram repentinamente.

“Pensamos que um grande espírito estava descontente”, contou Anaya.

Então, algo notável aconteceu. Depois que os missionários partiram, um homem misterioso apareceu nas nuvens, e muitos testemunharam isso.

“Nós o vimos, centenas de nosso povo o viu”, relatou Anaya. “Um homem com uma túnica esvoaçante apareceu, vagando nas nuvens acima de nossas aldeias. Ele caminhou pelas colinas chorando, como se estivesse orando. Alguns o viram passando pelas aldeias à noite e durante o dia. Ele não era como ninguém que já vimos. Ele estava com muita tristeza”.

Então, subitamente como Ele veio, ele se foi. Algum tempo depois, outra equipe de missionários chegou, desta vez, trazendo o filme JESUS.

“A maioria de nós nunca tinha visto uma coisa dessas”, disse Anaya. “No momento em que o vimos na tela, uma comoção surgiu. Ficamos surpresos! Todo mundo estava gritando.

“É ele; é ele, o homem que apareceu nas nuvens! Aquele que vimos chorando!”, eles exclamaram.

No filme, Anaya descobriu que Jesus tem poder sobre os espíritos malignos, como os demônios que aterrorizaram sua aldeia.

“Vimos seus milagres, que ele curou as pessoas de suas doenças. Ficamos convencidos de que este homem é divino. Ele é o Filho de Deus”, destacou.

Mas depois que Jesus foi preso, julgado, espancado e crucificado, os telespectadores sentiram-se momentaneamente tristes.
“Como isso pode ser?” Anaya se perguntou. “Nossa esperança voltou ao medo e às trevas, mas então, ficamos surpresos que Jesus voltou à vida, completamente inteiro, vivo, para nos dar vida. Ficamos extasiados de alegria. Agora entendemos que ele nos ama e nos oferece perdão e vida eterna”.

Em resposta, Anaya entregou sua vida a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador e nasceu de novo, junto com a maior parte de sua aldeia.

Após as muitas conversões naquela ocasião, igrejas foram plantadas quase que imediatamente na aldeia. Como resultado do filme, estima-se que 100.000 pessoas ou mais sejam seguidoras de Cristo no Estado de Bihar.

“É como a eletricidade que passa pela multidão quando eles ouvem a Palavra de Deus em sua própria linguagem do coração. Na verdade, as ideias viajam na carruagem da linguagem. Em Bihar, 20.000 aldeias ainda não ouviram o evangelho pela primeira vez ”, de acordo com o JESUS ??Film Project.

*Nomes fictícios usados por motivos de segurança das pessoas citadas.

‘Ateísmo é irremediavelmente simplista’, diz ex-ateu professor de Oxford

Alister McGrath (à esquerda) debatendo Deus e religião com Bret Weinstein (à direita). (Foto: Reprodução/Premier Christian Radio)
Alister McGrath (à esquerda) debatendo Deus e religião com Bret Weinstein (à direita). (Foto: Reprodução/Premier Christian Radio)

O professor de Oxford e ex-ateu Alister McGrath disse em um debate recente sobre ciência e religião que, para ele, o ateísmo é “irremediavelmente simplista”, enquanto o cristianismo oferece uma estrutura mais convincente para explorar a ciência.

“Eu senti que [o ateísmo] era irremediavelmente simplista, ou pelo menos as formas que eu conhecia. E eu acho que o que realmente me atraiu ao cristianismo foi esse profundo sentimento de que ele me ofereceu uma imagem maior das coisas”, disse ele.

Alister McGrath é citado pela filha do vice-presidente americano Mike Pence, Charlotte, como uma das pessoas que causaram um impacto em sua fé ao orientá-la de volta às crenças cristãs.

Um dos mais importantes apologistas cristãos da atualidade, McGrath  diz que o cristianismo lhe deu “uma maneira de entender a mim mesmo, a nosso mundo, e também fornecer espaço conceitual para a ciência”.

“Em outras palavras, continuei a amar a ciência como algo que realmente importava, mas com uma estrutura na qual eu poderia encaixá-la”, declarou.

O professor McGrath estava debatendo o biólogo americano Bret Weinstein, uma das principais vozes da ‘dark web intelectual’ que não acredita na existência de uma divindade sobrenatural.

Weinstein foi professor de biologia na Evergreen State College, em Washington, até 2017, quando foi forçado a se afastar depois de criticar um ‘Dia da Ausência’ que sugeria que estudantes e funcionários brancos deveriam ficar em casa.

Embora ele não acredite em uma divindade, Weinstein reconheceu que Deus era um “truque” que as pessoas precisavam aprender do certo do errado.

“No catolicismo, o fato de você fazer algo errado conta contra você de uma maneira que você pode se livrar da dívida, mas precisa confessá-la a alguém que está em posição de lhe dar orientação”, disse ele.

“Novamente, é um truque. Ensina corretamente que isso está errado através de algum mecanismo que precisa ser instanciado no mundo real e que pode ser feito através de metáforas”, explicou.

Ele admitiu que não conseguia pensar em nada que pudesse ser tão eficaz para instilar esse tipo de bússola moral nas pessoas.

“Você pode, se você está ciente de que não há ninguém lá realmente assistindo, escrever um código que seja igualmente eficaz para que as pessoas não se comportem dessa maneira? Isso vai ser difícil”, disse.

“Por outro lado, não tenho certeza se temos uma escolha. Isso deve ser feito agora através de insight e iluminação e isso não será fácil”, acredita.

O professor McGrath argumentou que o cristianismo não servia apenas como uma “função útil” na sociedade, mas que era a existência de Deus que dava sentido aos conceitos de certo e errado.

“Eu acho que uma das coisas importantes sobre acreditar em um Deus justo é esse profundo sentimento de que, quando a sociedade dá muito errado, há algo contra o qual estamos sendo julgados”, disse ele.

“E se você observar, por exemplo, a Alemanha no final dos anos 30, verá um ressurgimento do tipo de abordagem que você e eu provavelmente chamaríamos de ‘lei natural’. Em outras palavras, a lei está sendo manipulada para, de fato, todas essas coisas. Tem que haver alguém acima disso que seja capaz de dizer “isso não está certo”.

“Eu acho que há muitas razões para pensar que nós, como seres humanos, estamos tentando ver como nos encaixamos em uma imagem maior. Se você articular isso em termos de Deus, na verdade, estará se encaixando em uma imagem maior que realmente lhe dá uma noção de quem você é. Qual é o objetivo das coisas “.

O debate foi filmado na frente de uma plateia ao vivo no Institute of Mechanical Engineers em Westminster para o primeiro episódio da segunda temporada da série The Big Conversation da Unbelievable? (A Grande Conversa da Inacreditável?).

Pastores da China são obrigados a basear sermões em filosofias chinesas

Cristãos que não cumprem as exigências do governo continuam sendo presos. (Foto: Early Rain Covenant Church)Cristãos que não cumprem as exigências do governo continuam sendo presos. (Foto: Early Rain Covenant Church)

Oficiais do governo chinês estão exigindo que a liderança das igrejas protestantes sancionadas pelo Estado baseie seus sermões em um livro que mistura ensinamentos bíblicos com pensamentos do filósofo chinês Confúcio.

De acordo com a revista Bitter Winter, os líderes cristãos afiliados ao Movimento Patriótico das Três Autonomias na cidade de Yuzhou receberam ordens de começar a ensinar a Bíblia através das lentes da cultura chinesa como parte dos esforços do Partido Comunista Chinês (PCC) para “sinicizar” o cristianismo.

Em julho, o Departamento de Assuntos Religiosos deu a todos os pregadores locais das Três Autonomias um livro intitulado “Os Analetos [de Confúcio] Encontram a Bíblia”. O livro mistura ensinamentos bíblicos com a teoria confucionista.

O livro foi publicado em 2014 e escrito por Shi Heng Tan, membro do Instituto das Religiões Mundiais da Academia Chinesa de Ciências Sociais, uma entidade afiliada ao governo chinês. Heng Tan foi acusado de ser um ator-chave na campanha de sinicização da China.

Confúcio, que viveu de 551 a 479 a.C., é um dos filósofos mais influentes da história chinesa. O confucionismo é uma filosofia que teve um profundo impacto na cultura chinesa ao longo dos séculos, ensinando os subordinados a serem obedientes ao sistema de governo.

Um pastor de Yuzhou disse ao Bitter Winter que os argumentos do livro deturpam completamente alguns ensinamentos da Bíblia.

“O PCC está mudando sutilmente nossa fé. Como ler a Bíblia agora é o mesmo que ler os analetos, isso não significa que basta ler os analetos e acreditar em Confúcio?”, questionou. “Esta é a erosão do cristianismo”.

Outros também alertaram sobre a tentativa do Partido Comunista Chinês de tornar a Bíblia compatível com a cultura chinesa. Algumas igrejas filiadas às Três Autonomias lançaram aulas para estudar os ensinamentos de Confúcio.

“Uma aula de estudo dos analetos leva o dia inteiro”, disse um participante da igreja que morava na província de Shandong. “Os participantes tiveram que tirar fotos segurando a Bíblia em uma mão e os analetos na outra, e postar as imagens na internet”.

Embora o governo chinês exerce controle sobre as igrejas aprovadas pelo Estado, ele reprime fortemente as igrejas independentes não registradas. Nos últimos anos, várias igrejas subterrâneas foram fechadas e seus membros foram presos.

Série de vídeos para escola ensina crianças que existem ‘mais de 100 gêneros’

No vídeo, crianças fazem perguntas sobre sexualidade a adultos e recebem respostas baseadas na ideologia de gênero. (Imagem: BBC / Reprodução)

No vídeo, crianças fazem perguntas sobre sexualidade a adultos e recebem respostas baseadas na ideologia de gênero. (Imagem: BBC / Reprodução)

Um material produzido pela BBC para crianças de 9 a 12 anos do Reino Unido, afirma que existem mais de 100 ‘identidades de gênero’ e que isso algo “realmente emocionante”.

Chamada de “The Big Talk”, a série de vídeos feitos pelo canal ‘BBC Teach’, apresenta crianças fazendo perguntas sobre sexo, relacionamentos e gênero, e as respostas dadas por adultos que o grupo de comunicação julga como “confiáveis”.

No vídeo “Entendendo as identidades sexuais e de gênero”, as crianças são informadas de que o gênero é “quem você é por dentro” e que “sexo está relacionado a se você nasceu menino ou menina”.

“Mais de 100 identidades de gênero”

Quando questionado sobre quais são as diferentes identidades de gênero, um professor de Relações e Educação Sexual diz: “Existem muitas identidades de gênero. Então, sabemos que temos homens e mulheres, mas existem mais de 100, se não mais, identidades de gênero agora”.

Ela acrescentou: “Há algumas pessoas que podem se chamar de ‘gênero queer’, o que quer dizer: ‘eu realmente não quero ser nada em particular, apenas serei eu'”.

Ativista trans

Enquanto a maioria dos “adultos de confiança” eram professoras, uma delas, na verdade, era a ativista trans Leo Lardie, que nasceu mulher, mas agora vive como se fosse homem.

As crianças não pareciam confortáveis ??enquanto ela falava sobre sua genitália e explicou que a única maneira dela ser feliz era “ser verdadeira” sobre quem ela era e “deixar que outras pessoas entendessem”.

Em resposta a perguntas sobre sexualidade, um diretor, que é homossexual e casado com alguém do mesmo sexo, sugeriu às crianças que elas poderiam ser gays se gostassem de alguém do mesmo sexo “de uma maneira um pouco diferente do que normalmente acontece com seus amigos”. :: LEIA MAIS »



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