Os deputados da Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovaram em primeiro turno um projeto de lei que proíbe a comercialização e distribuição dos acessórios conhecidos como “pulseiras do sexo”. O projeto ainda deve passar por votação em segundo turno e depois pela sanção do governador.

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Estado de Santa Catarina também proíbe "pulseirinhas do sexo" nas escolas
Estado de Santa Catarina também proíbe “pulseirinhas do sexo” nas escolas

Segundo a assembleia, o projeto de autoria do deputado Narcizo Parisotto, também já tramitou em caráter de urgência pelas comissões de Constituição e Justiça, de Educação, Cultura e Desporto e de Direitos e Garantias Fundamentais, de Amparo à Família e à Mulher.

Para o autor do projeto, os adereços devem ser proibidos devido ao apelo sexual que representam. ‘Cada cor representa uma ação que vai desde um inocente beijo no rosto até uma relação sexual’, afirmou Parisotto.

Além de proibir a venda das pulseiras, o projeto de lei determina a aplicação de multa de R$ 5.000 para os estabelecimentos que não cumprirem a lei. No caso de reincidência ainda o comércio poderá ter sua licença de funcionamento cassada, ressalta o documento.

País

Também nesta quinta-feira, começou a valer a proibição dos adereços nas escolas da cidade do Rio. Além disso, outras cidades também já tinham banido o adereço como: Manaus, Campo Grande e Londrina, onde está proibido a venda e o uso. Além de Maringá (PR) e Navegantes (SC), onde o uso das pulseiras está proibido nas escolas.

As pulseiras surgiram na Inglaterra e, recentemente, viraram mania no Brasil. O enfeite também é usado em um ‘jogo’. Quem arrebenta o acessório recebe uma retribuição sexual da dona da pulseira. Se ela for roxa, vale beijo de língua; a preta, sexo.

Folha