{"id":9180,"date":"2010-05-09T17:58:26","date_gmt":"2010-05-09T20:58:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=9180"},"modified":"2010-05-09T17:58:26","modified_gmt":"2010-05-09T20:58:26","slug":"nossa-amazonia-paises-amazonicos-planejam-padronizar-informacoes-sobre-desmatamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2010\/05\/09\/nossa-amazonia-paises-amazonicos-planejam-padronizar-informacoes-sobre-desmatamento\/","title":{"rendered":"Nossa Amaz\u00f4nia: Pa\u00edses amaz\u00f4nicos planejam padronizar informa\u00e7\u00f5es sobre desmatamento"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Lucas Fras\u00e3o<\/strong> Do Globo Amaz\u00f4nia, em S\u00e3o Paulo<\/em><\/p>\n<div id=\"box-letra-letra\">Representantes de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa de pa\u00edses amaz\u00f4nicos iniciam neste m\u00eas\u00a0um esfor\u00e7o conjunto para tentar padronizar a forma como \u00e9 feito o\u00a0monitoramento, pelo terceiro setor,\u00a0sobre desmatamento ilegal. Uma vez que o bioma amaz\u00f4nico transp\u00f5e fronteiras internacionais, a ideia \u00e9 organizar estat\u00edsticas e constituir mapas que mostrem a situa\u00e7\u00e3o do corte irregular de madeira nos nove pa\u00edses da Amaz\u00f4nia.<\/div>\n<div id=\"materia-letra\">\n<p>Coordenado no Brasil pelo Instituto Socioambiental (ISA) e pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon), o projeto est\u00e1 em fase inicial e ainda define datas para os pr\u00f3ximos encontros com representantes de outros pa\u00edses.\u00a0Os organizadores estimam apresentar um resultado em 2011, mas isso vai depender de como o processo avan\u00e7ar em cada institui\u00e7\u00e3o participante.<\/p>\n<p><!--more-->\u00a0<\/p>\n<div>\n<h2><strong>saiba mais<\/strong><\/h2>\n<li>\u00d3pera multim\u00eddia sobre os ianom\u00e2mi estreia na Alemanha<\/li>\n<\/div>\n<li>Ap\u00f3s 18 anos, governo libera retomada do garimpo em Serra Pelada, no Par\u00e1<\/li>\n<\/div>\n<li>Hidrel\u00e9tricas no Par\u00e1 inundar\u00e3o \u00e1rea maior do que a da cidade de SP<\/li>\n<li>Filhote de tucano amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o \u00e9 resgatado no Par\u00e1<\/li>\n<li>Cacique Raoni encontra Chirac em Paris para pedir apoio contra Belo Monte<\/li>\n<li>No Par\u00e1, Lula anuncia programa para o cultivo de \u00f3leo de palma na Amaz\u00f4nia<\/li>\n<li>Caminhonete com maca na ca\u00e7amba \u00e9 usada como ambul\u00e2ncia no Acre<\/li>\n<hr \/>\n<p>O desafio \u00e9 complexo, segundo o pesquisador\u00a0Carlos Souza Junior, do Imazon. &#8220;Se a gente trabalhar com metodologia homog\u00eanea, teremos um mapa completo da bacia amaz\u00f4nica. Hoje, o mapa \u00e9 uma colcha de retalhos&#8221;, diz ele. Para padronizar as informa\u00e7\u00f5es, os participantes ter\u00e3o de trabalhar para criar uma legenda \u00fatil a todos os pa\u00edses,\u00a0que t\u00eam\u00a0portugu\u00eas, espanhol, franc\u00eas e ingl\u00eas como l\u00ednguas oficiais.<\/p>\n<p>Outro\u00a0agravante \u00e9 que nem todos os pa\u00edses monitoram suas florestas com regularidade, como o Brasil. Um deles \u00e9 a Venezuela, cujos dados sobre desmatamento s\u00e3o praticamente inexistentes.<\/p>\n<p>A primeira reuni\u00e3o internacional para discutir o assunto foi realizada em S\u00e3o Paulo de segunda (3) a quinta-feira (6) passada, com participantes do Brasil, Bol\u00edvia, Suriname, Venezuela, Col\u00f4mbia e Peru, alguns dos membros da Rede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental Georreferenciada (Raisg). Al\u00e9m da discuss\u00e3o de agenda para definir os pr\u00f3ximos passos do projeto, o encontro promoveu um curso de capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica sobre processamento de imagens de sat\u00e9lite, com o objetivo de monitorar \u00e1reas de desmatamento.<\/p>\n<p>Coordenador de geoprocessamento do ISA, C\u00edcero Cardoso Augusto esteve na reuni\u00e3o e informou que os pa\u00edses tamb\u00e9m devem lan\u00e7ar, em outubro, um mapa atualizado com dados de desmatamento e, em novembro, um atlas com mais informa\u00e7\u00f5es a respeito do corte irregular de florestas na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.globoamazonia.com\/Amazonia\/foto\/0,,40312670-FMM,00.jpg\" alt=\"Foto: Imazon \/ Reprodu\u00e7\u00e3o\" width=\"595\" height=\"424\" \/><\/div>\n<h4>Mapa do desmatamento para mar\u00e7o deste ano, em que o Imazon registrou 76 km\u00b2 de \u00e1reas degradadas.\u00a0\u00a0(Foto: Imazon \/ Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/h4>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lucas Fras\u00e3o Do Globo Amaz\u00f4nia, em S\u00e3o Paulo Representantes de organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa de pa\u00edses amaz\u00f4nicos iniciam neste m\u00eas\u00a0um esfor\u00e7o conjunto para tentar padronizar a forma como \u00e9 feito o\u00a0monitoramento, pelo terceiro setor,\u00a0sobre desmatamento ilegal. 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