{"id":86690,"date":"2020-11-10T09:02:27","date_gmt":"2020-11-10T12:02:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=86690"},"modified":"2020-11-10T09:02:27","modified_gmt":"2020-11-10T12:02:27","slug":"cristaos-rohingya-sao-hostilizados-em-campos-de-refugiados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2020\/11\/10\/cristaos-rohingya-sao-hostilizados-em-campos-de-refugiados\/","title":{"rendered":"Crist\u00e3os rohingya s\u00e3o hostilizados em campos de refugiados"},"content":{"rendered":"<div class=\"post-img\" data-v-97da697a=\"\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/sitepa.s3.amazonaws.com\/fotos\/MDEyUmtGVFZFTk5Vdz09TWpBME9BPT0%3D\/1603910341_1603910340-Portas%20Abertas%20%286%29.png\" alt=\"Cerca de 2.000 crist\u00e3os vivem em Kutupalong, o maior campo de refugiados do mundo em Cox Bazar, no Sudoeste de Bangladesh\" width=\"368\" height=\"221\" data-v-97da697a=\"\" \/><\/p>\n<p class=\"sub-title-imgs\" data-v-97da697a=\"\">Cerca de 2.000 crist\u00e3os vivem em Kutupalong, o maior campo de refugiados do mundo em Cox Bazar, no Sudoeste de Bangladesh<\/p>\n<\/div>\n<p>Em 2017, militares de\u00a0<a href=\"https:\/\/www.portasabertas.org.br\/lista-mundial-da-perseguicao\/mianmar\">Mianmar<\/a>\u00a0for\u00e7aram os crist\u00e3os da tribo rohingya a deixar as casas que moravam. Muitos buscaram abrigo em campos de refugiados em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.portasabertas.org.br\/lista-mundial-da-perseguicao\/bangladesh\">Bangladesh<\/a>\u00a0e permanecem at\u00e9 hoje na regi\u00e3o. Al\u00e9m de enfrentar problemas com a seguran\u00e7a dos campos, a popula\u00e7\u00e3o rohingya crist\u00e3 luta contra uma dupla vulnerabilidade: pela origem \u00e9tnica e pela f\u00e9 em Jesus.<\/p>\n<p>Os rohingya s\u00e3o majoritariamente mu\u00e7ulmanos, mas h\u00e1 crist\u00e3os convertidos na tribo. Por causa da f\u00e9, eles enfrentam uma press\u00e3o crescente vinda de outros refugiados, autoridades locais e grupos isl\u00e2micos radicais, como o\u00a0<em>Arakan Rohingya Salvation Army<\/em>\u00a0(ARSA, em ingl\u00eas). Por estarem em um campo de refugiados, eles t\u00eam poucas op\u00e7\u00f5es para recorrer e buscar uma mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>Saiful Peter est\u00e1 entre os 2.000 crist\u00e3os que vivem em Kutupalong, o maior campo de refugiados do mundo em Cox Bazar, uma cidade no Sudoeste de Bangladesh. Eles dividem a \u00e1rea com mais de um milh\u00e3o de mu\u00e7ulmanos. &#8220;N\u00f3s, crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos, vivemos juntos h\u00e1 muitos anos, mas o ARSA est\u00e1 nos atacando quase todos os dias no campo e aos domingos durante os cultos. Somos discriminados pelos rohingya mu\u00e7ulmanos porque somos crist\u00e3os\u201d, disse Peter ao site de not\u00edcias\u00a0<em>Church Militant<\/em>.\u00a0<!--more--><\/p>\n<p><strong>Ataques aos crist\u00e3os<\/strong><\/p>\n<p>Em janeiro,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.portasabertas.org.br\/noticias\/cristaos-perseguidos\/igreja-e-casa-de-cristaos-sao-atacadas-em-bangladesh\">tr\u00eas crist\u00e3os foram sequestrados durante um ataque<\/a>. O paradeiro de dois deles \u00e9 desconhecido e a comunidade teme por sua pr\u00f3pria vida. Uma garota de 14 anos tamb\u00e9m foi capturada, convertida \u00e0 for\u00e7a e obrigada a se casar com um dos militantes do ARSA.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o ataque, cerca de 25 fam\u00edlias crist\u00e3s foram coagidas a se mudarem para outro campo, administrado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). Os ataques e o ass\u00e9dio, no entanto, continuaram. &#8220;Funcion\u00e1rios da ONU nos disseram que v\u00e3o construir um campo separado para n\u00f3s, a fim de garantir nossa prote\u00e7\u00e3o&#8221;, contou Peter.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitos fatores que contribuem para a vulnerabilidade dos crist\u00e3os entre os rohingya, de acordo com um analista da Portas Abertas. \u201cO que torna a situa\u00e7\u00e3o mais complexa \u00e9 a presen\u00e7a de grupos militantes como o ARSA, radicalizando os mu\u00e7ulmanos rohingya e policiais de Bangladesh que n\u00e3o se preocupam em proteger um grupo religioso minorit\u00e1rio&#8221;, finaliza.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/www.portasabertas.org.br\/doe\/campanhas\/bangladesh-ajuda-emergencial\">Socorro para os crist\u00e3os de Bangladesh<\/a><\/strong><\/p>\n<div>O ciclone\u00a0<u><a tabindex=\"-1\" title=\"https:\/\/www.portasabertas.org.br\/noticias\/cristaos-perseguidos\/ciclone-amphan-afeta-india-e-bangladesh-durante-quarentena\" href=\"https:\/\/www.portasabertas.org.br\/noticias\/cristaos-perseguidos\/ciclone-amphan-afeta-india-e-bangladesh-durante-quarentena\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Amphan<\/a><\/u>\u00a0e a COVID-19 aumentaram a vulnerabilidade dos crist\u00e3os no pa\u00eds. Muitos s\u00e3o negligenciados do aux\u00edlio do governo e pressionados a voltar ao isl\u00e3 para receber ajuda. Sua ora\u00e7\u00e3o e contribui\u00e7\u00e3o s\u00e3o fundamentais para que a Portas Abertas possa assisti-los.\u00a0<u><a tabindex=\"-1\" title=\"https:\/\/www.portasabertas.org.br\/doe\/campanhas\/bangladesh-ajuda-emergencial\" href=\"https:\/\/www.portasabertas.org.br\/doe\/campanhas\/bangladesh-ajuda-emergencial\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ao doar<\/a><\/u>, voc\u00ea auxilia na distribui\u00e7\u00e3o de alimentos, materiais sanit\u00e1rios e outras necessidades b\u00e1sicas das fam\u00edlias crist\u00e3s.<\/div>\n<p><strong>Pedidos de ora\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Clame a Deus para que visite os crist\u00e3os rohingya, trazendo paz e esperan\u00e7a aos cora\u00e7\u00f5es, para que permane\u00e7am firmes na f\u00e9.<\/li>\n<li>Interceda por aqueles que cuidam dos campos de refugiados, para que tenham sabedoria para administrar o local visando o bem de todos.<\/li>\n<li>Ore pelos rohingya extremistas, para que conhe\u00e7am a palavra de Jesus e sejam transformados por ele.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Fonte: Portas Abertas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cerca de 2.000 crist\u00e3os vivem em Kutupalong, o maior campo de refugiados do mundo em Cox Bazar, no Sudoeste de Bangladesh Em 2017, militares de\u00a0Mianmar\u00a0for\u00e7aram os crist\u00e3os da tribo rohingya a deixar as casas que moravam. 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