{"id":85057,"date":"2018-02-08T14:49:13","date_gmt":"2018-02-08T17:49:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=85057"},"modified":"2018-02-08T14:49:13","modified_gmt":"2018-02-08T17:49:13","slug":"producao-industrial-fecha-2017-com-crescimento-em-12-locais-pesquisados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2018\/02\/08\/producao-industrial-fecha-2017-com-crescimento-em-12-locais-pesquisados\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o industrial fecha 2017 com crescimento em 12 locais pesquisados"},"content":{"rendered":"<figure class=\"teaser\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"Image img__fid__115443 img__view_mode__teaser attr__format__teaser\" title=\"\" src=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/_agenciabrasil2013\/files\/styles\/interna_grande\/public\/sede_suzano_celulose_mucuri_ba_03-850x567.jpg\" alt=\"Amanda Oliveira\/GovBA\" width=\"580\" height=\"388\" \/><figcaption>Dados foram divulgados hoje (8) pelo IBGE\u00a0<span class=\"author\">Amanda Oliveira\/GovBA<\/span><\/p>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p>Dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal de Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica (PIM-PF), 12 tiveram expans\u00e3o no \u00edndice acumulado em 2017, que fechou o ano com crescimento de 2,5% na m\u00e9dia nacional. Os dados foram divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O destaque de crescimento foi o Par\u00e1, com 10,1%.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m apresentaram crescimento acima da m\u00e9dia nacional as localidades de Santa Catarina (4,5%), Paran\u00e1 (4,4%), Rio de Janeiro (4,2%), Mato Grosso (3,9%), Amazonas (3,7%), Goi\u00e1s (3,7%) e S\u00e3o Paulo (3,4%). Cear\u00e1 (2,2%), Esp\u00edrito Santo (1,7%), Minas Gerais (1,5%) e Rio Grande do Sul (0,1%) tamb\u00e9m fecharam o ano com resultados positivos.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, o dinamismo registrado foi influenciado pela alta na fabrica\u00e7\u00e3o de bens de capital, principalmente os voltados para o setor de transportes, constru\u00e7\u00e3o e agr\u00edcola; de bens intermedi\u00e1rios, como min\u00e9rios de ferro, petr\u00f3leo, celulose, siderurgia e derivados da extra\u00e7\u00e3o da soja; de bens de consumo dur\u00e1veis, como autom\u00f3veis e eletrodom\u00e9sticos da linha marrom, que engloba televisores, som e v\u00eddeo; e de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, como cal\u00e7ados, produtos t\u00eaxteis e vestu\u00e1rio.<\/p>\n<p>A Bahia teve a maior queda ( -1,7%) e, incluindo Pernambuco (-0,9%) e a regi\u00e3o Nordeste (-0,5%), foram os \u00fanicos decr\u00e9scimos acumulados em 2017. O resultado da Bahia foi pressionado pela diminui\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o dos setores de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis e de metalurgia, que s\u00e3o as barras, perfis e vergalh\u00f5es de cobre e de ligas de cobre.<\/p>\n<p>No acumulado dos \u00faltimos 12 meses, o crescimento de 2,5% em dezembro foi o maior desde julho de 2011, quando o \u00edndice ficou em 2,8%.<\/p>\n<p><strong>Varia\u00e7\u00e3o mensal<\/strong><\/p>\n<p>Na varia\u00e7\u00e3o de novembro para dezembro, dos 14 locais analisados, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 dados de Mato Grosso para o m\u00eas, oito apresentaram aumento, somando 2,8% na produ\u00e7\u00e3o nacional no per\u00edodo. Rio Grande do Sul, com 6,8%, e Amazonas, com 6,2%, apresentaram os maiores crescimentos. Tamb\u00e9m tiveram taxas positivas o Cear\u00e1 (4,9%), S\u00e3o Paulo (3,0%), Santa Catarina (1,6%), Paran\u00e1 (1,6%), Rio de Janeiro (1,0%) e Minas Gerais (0,2%).<\/p>\n<p>A maior queda no m\u00eas foi em Goi\u00e1s, com -2,7%, e tamb\u00e9m ficaram com taxas negativas o Par\u00e1 (-1,8%), Pernambuco (-1,8%), Esp\u00edrito Santo (-1,7%), Bahia (-1,5%) e regi\u00e3o Nordeste (-0,2%).<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com dezembro de 2016, a ind\u00fastria nacional cresceu 4,3% em dezembro do ano passado, com taxas positivas em oito dos 15 locais pesquisados. As maiores altas nesse caso foram de Amazonas (10,9%), impulsionado pelos setores de equipamentos de transporte, equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos; e S\u00e3o Paulo (10,1%), com destaque para a produ\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias, produtos aliment\u00edcios e metalurgia.<!--more--><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m cresceram acima da m\u00e9dia nacional os estados do Rio de Janeiro (7,2%), Par\u00e1 (6,1%) e Mato Grosso (5,8%). Os outros locais com crescimento no m\u00eas foram Goi\u00e1s (4,0%), Santa Catarina (3,9%) e Rio Grande do Sul (0,3%).<\/p>\n<p>A maior queda no m\u00eas de dezembro, comparado com 2016, foi no Esp\u00edrito Santo (-5,1%), pressionado pela ind\u00fastria extrativa, de celulose, papel e produtos de papel e de produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos. Tamb\u00e9m tiveram queda Pernambuco (-2,5%), regi\u00e3o Nordeste (-2,3%), Bahia (-1,8%), Minas Gerais (-1,5%), Paran\u00e1 (-0,5%) e Cear\u00e1 (-0,1%).<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise trimestral, o crescimento m\u00e9dio da ind\u00fastria brasileira no quarto trimestre de 2017 foi de 4,9%, a taxa mais alta desde o segundo trimestre de 2013, quando o \u00edndice ficou em 5,1%. A an\u00e1lise mostra tamb\u00e9m que a taxa manteve a tend\u00eancia positiva dos tr\u00eas primeiros trimestres de 2017, na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo do ano anterior: janeiro-mar\u00e7o (1,3%), abril-junho (0,4%) e julho-setembro (3,2%). Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados foram divulgados hoje (8) pelo IBGE\u00a0Amanda Oliveira\/GovBA Dos 15 locais analisados pela Pesquisa Industrial Mensal de Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica (PIM-PF), 12 tiveram expans\u00e3o no \u00edndice acumulado em 2017, que fechou o ano com crescimento de 2,5% na m\u00e9dia nacional. Os dados foram divulgados hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O destaque de crescimento foi o Par\u00e1, com 10,1%. Tamb\u00e9m apresentaram crescimento acima da m\u00e9dia nacional as localidades de Santa Catarina (4,5%), Paran\u00e1 (4,4%), Rio de Janeiro (4,2%), Mato Grosso (3,9%), Amazonas (3,7%), Goi\u00e1s (3,7%) e S\u00e3o Paulo (3,4%). 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