{"id":84938,"date":"2018-01-05T11:33:20","date_gmt":"2018-01-05T14:33:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=84938"},"modified":"2018-01-05T11:33:20","modified_gmt":"2018-01-05T14:33:20","slug":"familias-com-renda-ate-25-salarios-minimos-tiveram-inflacao-de-207-em-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2018\/01\/05\/familias-com-renda-ate-25-salarios-minimos-tiveram-inflacao-de-207-em-2017\/","title":{"rendered":"Fam\u00edlias com renda at\u00e9 2,5 sal\u00e1rios m\u00ednimos tiveram infla\u00e7\u00e3o de 2,07% em 2017"},"content":{"rendered":"<header>\n<div class=\"node-info\"><em><strong>da Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/em><\/div>\n<\/header>\n<div class=\"content\">\n<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor \u2013 Classe 1 (IPC-C1), que mede a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os da cesta de compras para fam\u00edlias com renda at\u00e9 2,5 sal\u00e1rios m\u00ednimos, fechou 2017 com uma taxa de 2,07%. Segundo a Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), o \u00edndice ficou abaixo dos 6,22% acumulados em 2016.<\/p>\n<figure class=\"teaser\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"Image img__fid__113209 img__view_mode__teaser attr__format__teaser\" title=\"\" src=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/_agenciabrasil2013\/files\/styles\/interna_grande\/public\/tnrgo_120420176069.jpg\" alt=\"Diversas folhas org\u00e2nicas, como ch\u00e1 de erva cidreira, alface e espinagre, em banca de feira de reforma agr\u00e1ria\" width=\"580\" height=\"388\" \/><figcaption>Pre\u00e7o dos alimentos foi o principal respons\u00e1vel pela redu\u00e7\u00e3o<span class=\"author\">T\u00e2nia R\u00eago\/ Ag\u00eancia Brasil<\/span><\/p>\n<\/figcaption><\/figure>\n<p>O IPC-C1 tamb\u00e9m ficou abaixo do \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor \u2013 Brasil, que mede a infla\u00e7\u00e3o para todas as faixas de renda e que fechou o ano de 2017 em 3,23%.<\/p>\n<p>O recuo da taxa do IPC-C1 entre 2016 e 2017 foi provocado principalmente pela defla\u00e7\u00e3o (queda de pre\u00e7os) de 2,06% dos alimentos no ano passado. Em 2016, o grupo de despesas alimenta\u00e7\u00e3o havia registrado infla\u00e7\u00e3o de 7,10%.<\/p>\n<p>Os produtos e servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m passaram de uma infla\u00e7\u00e3o em 2016 (3,10%) para uma defla\u00e7\u00e3o em 2017 (-0,31%).<\/p>\n<p>As outras seis classes de despesas do IPC-C1 tiveram infla\u00e7\u00e3o, mas cinco delas tiveram uma alta de pre\u00e7os mais moderada em 2017 do que em 2016: vestu\u00e1rio (passou de uma infla\u00e7\u00e3o de 3,59% para uma taxa de 1,48%), sa\u00fade e cuidados pessoais (de 9,73% para 4,49%), educa\u00e7\u00e3o, leitura e recrea\u00e7\u00e3o (de 8,88% para 5,14%), transportes (de 7,80% para 4,72%) e despesas diversas (de 11,21% para 3,87%).<\/p>\n<p>A \u00fanica classe de despesas que teve aumento da taxa foi a habita\u00e7\u00e3o, cuja infla\u00e7\u00e3o passou de 2,90% em 2016 para 4,49%.<\/p>\n<p>Em dezembro, o IPC-C1 teve uma defla\u00e7\u00e3o de 0,03%, abaixo da infla\u00e7\u00e3o de 0,21% registrada no m\u00eas anterior.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>da Ag\u00eancia Brasil O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor \u2013 Classe 1 (IPC-C1), que mede a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os da cesta de compras para fam\u00edlias com renda at\u00e9 2,5 sal\u00e1rios m\u00ednimos, fechou 2017 com uma taxa de 2,07%. 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