{"id":84051,"date":"2017-10-24T16:24:37","date_gmt":"2017-10-24T19:24:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=84051"},"modified":"2017-10-24T16:24:37","modified_gmt":"2017-10-24T19:24:37","slug":"mpt-lanca-campanha-contra-nova-classificacao-de-trabalho-escravo-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2017\/10\/24\/mpt-lanca-campanha-contra-nova-classificacao-de-trabalho-escravo-no-brasil\/","title":{"rendered":"MPT lan\u00e7a campanha contra nova classifica\u00e7\u00e3o de trabalho escravo no Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"text-center\">\n<div class=\"box-img\"><img decoding=\"async\" class=\"img-center img-responsive\" src=\"http:\/\/imagem.bahianoticias.com.br\/fotos\/justica_noticias\/57662\/IMAGEM_NOTICIA_5.jpg?checksum=1508803179\" alt=\"MPT lan\u00e7a campanha contra nova classifica\u00e7\u00e3o de trabalho escravo no Brasil\" \/><\/p>\n<div class=\"img-legenda\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"text-descricao\">\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT) lan\u00e7ou uma campanha contra a nova classifica\u00e7\u00e3o de trabalho escravo. Nas pe\u00e7as, o \u00f3rg\u00e3o lembra que condi\u00e7\u00e3o degradante, jornada exaustiva, trabalho for\u00e7ado e servid\u00e3o por d\u00edvida, cada uma das caracter\u00edsticas descritas no artigo 149 do C\u00f3digo Penal, s\u00e3o caracter\u00edsticas de trabalho escravo. A campanha \u201c\u00c9 trabalho escravo sim\u201d foi lan\u00e7ada nesta segunda-feira (23), e ser\u00e1 veiculada nas redes sociais do MPT. Com imagens que retratam essas situa\u00e7\u00f5es assim consideradas como trabalho escravo pela legisla\u00e7\u00e3o atual, a campanha tem o objetivo de sensibilizar e esclarecer \u00e0 sociedade sobre a import\u00e2ncia da revoga\u00e7\u00e3o da Portaria n\u00ba 1.129\/2017 do Minist\u00e9rio do Trabalho, que restringe o conceito de trabalho escravo. O MPT possui 709 procedimentos sobre trabalho escravo, sob acompanhamento, no pa\u00eds. Desses, 72% envolvem condi\u00e7\u00f5es degradantes, 14,8% s\u00e3o de jornada exaustiva, 10,1% servid\u00e3o por d\u00edvida e 3,6% sobre trabalho for\u00e7ado. Pelo teor da portaria, cerca de 90% dos casos de trabalho escravo n\u00e3o seriam assim considerados. Apesar de a portaria s\u00f3 ter validade no \u00e2mbito do Minist\u00e9rio do Trabalho, pois \u00e9 um ato administrativo daquele \u00f3rg\u00e3o, o MPT quer refor\u00e7ar, com a campanha, a recomenda\u00e7\u00e3o para que ela seja revogada, uma vez que o texto afeta a fiscaliza\u00e7\u00e3o e, portanto, o combate ao trabalho escravo. As pe\u00e7as da campanha podem ser visualizadas durante a semana nas p\u00e1ginas do Facebook do MPT e nos perfis do Twitter.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Divulga\u00e7\u00e3o O Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT) lan\u00e7ou uma campanha contra a nova classifica\u00e7\u00e3o de trabalho escravo. 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