{"id":82011,"date":"2017-06-13T07:18:31","date_gmt":"2017-06-13T10:18:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=82011"},"modified":"2017-06-13T07:18:31","modified_gmt":"2017-06-13T10:18:31","slug":"achados-arqueologicos-comprovam-relatos-biblicos-de-exodo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2017\/06\/13\/achados-arqueologicos-comprovam-relatos-biblicos-de-exodo\/","title":{"rendered":"Achados arqueol\u00f3gicos comprovam relatos b\u00edblicos de \u00caxodo"},"content":{"rendered":"<figure class=\"pull-left thumb-sm\"><img decoding=\"async\" class=\"img-rounded img-responsive\" src=\"https:\/\/images.gospelprime.com.br\/nZJd3iVnQscqj344seDBMjl-ZYg=\/370x0\/smart\/filters:strip_icc()\/noticias.gospelprime.com.br\/files\/2017\/06\/dr-taylor.jpg\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<p>Entre os estudiosos n\u00e3o h\u00e1 um consenso sobre por que n\u00e3o h\u00e1 provas inequ\u00edvocas de registros arqueol\u00f3gicos mostrando como foi o per\u00edodo em que os judeus foram escravos no Egito. Mais ainda, por que n\u00e3o h\u00e1 relatos sobre a sa\u00edda deles e as pragas que antecederam o \u00caxodo.<\/p>\n<div id=\"postmobile\"><\/div>\n<p>Em geral, argumenta-se que os povos antigos n\u00e3o costumavam registrar suas derrotas, apenas as vit\u00f3rias. Contudo, o doutor John H. Taylor, curador do Departamento do Egito no Museu Brit\u00e2nico em Londres, afirma que existem v\u00e1rias evid\u00eancias que o relato b\u00edblico \u00e9 historicamente consistente.<\/p>\n<p>No museu, por exemplo, h\u00e1 cerca de 20 tijolos de barro gravados com um selo real que diz \u201ccasa de Rams\u00e9s II\u201d. Com tr\u00eas mil\u00eanios de idade, eles ficam conservadas nos cofres subterr\u00e2neos do museu e n\u00e3o s\u00e3o exibidos ao p\u00fablico. Submetido a um teste de data\u00e7\u00e3o de carbono, ele pertence ao per\u00edodo de escravid\u00e3o judaica no Egito.<\/p>\n<p>Taylor lembra que os israelitas n\u00e3o constru\u00edram as pir\u00e2mides, como normalmente se pensa. As pir\u00e2mides foram constru\u00eddas cerca de 100 anos ap\u00f3s a sa\u00edda dos israelitas do Egito. Mas h\u00e1 ind\u00edcios que eles constru\u00edram cidades, com esses mesmos tijolos de barro misturados com palha. Isso ecoa os relatos dos primeiros cap\u00edtulos de \u00caxodo.<!--more--><\/p>\n<div id=\"postmobile-1\"><\/div>\n<figure class=\"thumb-lg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-56720 img-responsive aligncenter\" src=\"https:\/\/images.gospelprime.com.br\/crWJxH5hXpXHqr2qFneTIgdVqQ4=\/650x290\/smart\/filters:strip_icc()\/noticias.gospelprime.com.br\/files\/2017\/06\/mural-egipcio.jpg\" alt=\"\" width=\"650\" height=\"290\" \/><figcaption class=\"legenda\">Mural eg\u00edpcio de trabalho.<\/figcaption><\/figure>\n<p>No museu h\u00e1 ainda um mural mostrando como era a vida dos escravos no Egito, que embora n\u00e3o use a palavra \u201cjudeus\u201d, mostra que o processo de manufatura dos tijolos coincide com o per\u00edodo que os israelitas ali viveram.<\/p>\n<p>O curador apresenta outra pe\u00e7a curiosa. Trata-se de uma barra de ferro de quatro metros de comprimento, em forma de cobra, encontrada em um t\u00famulo numa pir\u00e2mide. A ponta do bast\u00e3o tem forma da cabe\u00e7a de uma naja, serpente comum no pa\u00eds. Possivelmente eram assim os bast\u00f5es dos \u201cencantadores eg\u00edpcios\u201d, mencionados em \u00caxodo 7:11-12.<\/p>\n<div id=\"postmobile-2\"><\/div>\n<figure class=\"thumb-lg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-56722 img-responsive aligncenter\" src=\"https:\/\/images.gospelprime.com.br\/Gwt0LnMnpupvG_I263U2vnHSnyU=\/250x187\/smart\/filters:strip_icc()\/noticias.gospelprime.com.br\/files\/2017\/06\/vara-com-a-cobra.jpg\" alt=\"\" width=\"250\" height=\"187\" \/><figcaption class=\"legenda\">Vara com cabe\u00e7a de cobra.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Outra pe\u00e7a em exibi\u00e7\u00e3o no museu \u00e9 um \u201cespelho de bronze\u201d, que eram usados ??pelas mulheres eg\u00edpcias para embelezar-se. Sua exist\u00eancia \u00e9 mencionada em \u00caxodo 38: 8, quando as judias entregaram todos os seus espelhos para que fossem feitas pe\u00e7as para o Tabern\u00e1culo no deserto. <em>Com informa\u00e7\u00f5es <a class=\"external\" href=\"http:\/\/www.aishlatino.com\/h\/pes\/a\/El-Museo-Britanico-y-la-evidencia-de-la-esclavitud-judia-en-Egipto.html\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Aish Latino<\/a><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre os estudiosos n\u00e3o h\u00e1 um consenso sobre por que n\u00e3o h\u00e1 provas inequ\u00edvocas de registros arqueol\u00f3gicos mostrando como foi o per\u00edodo em que os judeus foram escravos no Egito. Mais ainda, por que n\u00e3o h\u00e1 relatos sobre a sa\u00edda deles e as pragas que antecederam o \u00caxodo. Em geral, argumenta-se que os povos antigos n\u00e3o costumavam registrar suas derrotas, apenas as vit\u00f3rias. Contudo, o doutor John H. 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