{"id":78575,"date":"2016-12-07T14:13:22","date_gmt":"2016-12-07T17:13:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=78575"},"modified":"2016-12-07T14:13:22","modified_gmt":"2016-12-07T17:13:22","slug":"bahia-perdeu-164-mil-empregos-na-industria-em-2016-pib-devera-fechar-com-baixa-de-45","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2016\/12\/07\/bahia-perdeu-164-mil-empregos-na-industria-em-2016-pib-devera-fechar-com-baixa-de-45\/","title":{"rendered":"Bahia perdeu 16,4 mil empregos na ind\u00fastria em 2016; PIB dever\u00e1 fechar com baixa de 4,5%"},"content":{"rendered":"<div class=\"box-title\">\n<p><em>por Estela Marques<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"box-body\">\n<div class=\"text-center\">\n<div class=\"box-img\"><img decoding=\"async\" class=\"img-center img-responsive\" src=\"http:\/\/imagem.bahianoticias.com.br\/fotos\/principal_noticias\/199955\/IMAGEM_NOTICIA_5.jpg?checksum=1481121954\" alt=\"Bahia perdeu 16,4 mil empregos na ind\u00fastria em 2016; PIB dever\u00e1 fechar com baixa de 4,5%\" \/><\/p>\n<div class=\"img-legenda\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ PMC<\/div>\n<div class=\"img-legenda\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"text-descricao\"><strong>O mercado industrial baiano perdeu 16,4 mil postos de trabalho em 2016, dos quais cerca de 13,9 mil apenas na constru\u00e7\u00e3o civil. Conforme a curva de empregos na ind\u00fastria entre 2009 e 2016, a queda nos postos de trabalho do setor \u00e9 uma realidade desde 2014, quando foram gerados 431,5 mil empregos ante 439,1 mil no ano anterior. Os dados foram apresentados na manh\u00e3 desta quarta-feira pelo presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado da Bahia (Fieb), Ricardo Alban, na sede da entidade. Outra queda relevante \u00e9 a do Produto Interno Bruto (PIB) baiano, que dever\u00e1 fechar ano com queda de 4,5% em rela\u00e7\u00e3o 2015. A proje\u00e7\u00e3o \u00e9 superior \u00e0quela estimada para o Brasil, que dever\u00e1 cair 3,4%. Por outro lado, a Bahia dever\u00e1 registrar crescimento de 1,6% em 2017, superior \u00e0 do Brasil, projetada para 0,8% a 1,0%. A seca no Oeste do estado \u2013 prejudicial \u00e0 agricultura \u2013, a parada da Braskem para reformula\u00e7\u00e3o interna e a extin\u00e7\u00e3o do terceiro turno da Ford podem explicar o baixo desempenho. Para Alban, a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 \u201cperfeitamente fact\u00edvel\u201d se os fatores clim\u00e1ticos n\u00e3o se repetirem e com a retomada das atividades da Braskem, que possui peso significativo no PIB, e a reinser\u00e7\u00e3o do terceiro turno da Ford em fun\u00e7\u00e3o da demanda argentina. \u201cNa hora de fazer combina\u00e7\u00e3o desses fatores, \u00e9 perfeitamente fact\u00edvel\u201d, refor\u00e7ou. A ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o da Bahia tamb\u00e9m tem perdido representatividade, saindo do patamar de 16,9% (2005) para 8,1% (2014), mas n\u00e3o \u00e9 algo que preocupe o setor. \u201c\u00c9 normal em qualquer economia do mundo a ind\u00fastria perder participa\u00e7\u00e3o relativa, porque cada vez mais a ind\u00fastria com sua especializa\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o em cadeias produtivas \u2013 n\u00e3o s\u00f3 formada por fornecimento de produtos de transforma\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m por servi\u00e7os \u2013, \u00e9 normal que um segmento que seria ind\u00fastria passe a ser entendido como segmento da presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os a n\u00edvel mundial\u201d, explicou Alban. A produ\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o baiana dever\u00e1 cair 5% em 2016, enquanto a brasileira dever\u00e1 sofrer redu\u00e7\u00e3o de 6,5%. Por outro lado, ambas dever\u00e3o registrar crescimento de 1% em 2017. \u201cA m\u00e9dio prazo temos otimismo que nos permite achar que podemos ter desempenho melhor que a m\u00e9dia nacional, na perspectiva 2017, uma vez que \u00e9 normal e esperado que nesse primeiro momento de 2017, onde ainda existem muitas interroga\u00e7\u00f5es e pouca confian\u00e7a, abaixo do que seria necess\u00e1rio, seguramente o que vai acontecer \u00e9 capacidade ociosa no setor industrial. Da\u00ed o investimento em infraestrutura se torna necess\u00e1rio pra movimentar engrenagem dos investimentos\u201d, disse Alban, como uma das perspectivas para a ind\u00fastria na Bahia. Outros fatores tamb\u00e9m s\u00e3o vistos no futuro do setor no estado, como a explora\u00e7\u00e3o de oportunidades externas, aproveitando o c\u00e2mbio favor\u00e1vel; o desenvolvimento da gera\u00e7\u00e3o e\u00f3lica e solar, j\u00e1 que a Bahia tende a ser protagonista na gera\u00e7\u00e3o destas energias renov\u00e1veis; promo\u00e7\u00e3o de concess\u00f5es em sua infraestrutura; e trabalho cont\u00ednuo no adensamento das cadeias industriais existentes, como a Petroqu\u00edmica, t\u00eaxtil-algod\u00e3o e alimentos-latic\u00ednios. Fonte: Bahia Not\u00edcias<\/strong><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>por Estela Marques Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ PMC O mercado industrial baiano perdeu 16,4 mil postos de trabalho em 2016, dos quais cerca de 13,9 mil apenas na constru\u00e7\u00e3o civil. 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