{"id":76596,"date":"2016-09-06T17:40:37","date_gmt":"2016-09-06T20:40:37","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=76596"},"modified":"2016-09-06T17:40:37","modified_gmt":"2016-09-06T20:40:37","slug":"janot-se-manifesta-contra-anulacao-do-impeachment-de-dilma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2016\/09\/06\/janot-se-manifesta-contra-anulacao-do-impeachment-de-dilma\/","title":{"rendered":"Janot se manifesta contra anula\u00e7\u00e3o do impeachment de Dilma"},"content":{"rendered":"<div class=\"featured-image\">\n<div class=\"image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"attachment-featured-image  wp-post-image lazyloaded\" title=\"alx_rodrigo-janot-20151216-0002_original.jpeg\" src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2016\/07\/alx_rodrigo-janot-20151216-0002_original-e1472299845261.jpeg?quality=70&amp;strip=all&amp;w=680&amp;h=453&amp;crop=1\" alt=\"O procurador geral da Rep\u00fablica (PGR), Rodrigo Janot\" width=\"486\" height=\"324\" data-src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2016\/07\/alx_rodrigo-janot-20151216-0002_original-e1472299845261.jpeg?quality=70&amp;strip=all&amp;w=680&amp;h=453&amp;crop=1\" data-srcset=\"\" data-sizes=\"\" \/><\/div>\n<p class=\"caption\">O procurador geral da Rep\u00fablica (PGR), Rodrigo Janot (Divulga\u00e7\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil)<\/p>\n<\/div>\n<p>Em manifesta\u00e7\u00e3o encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da Rep\u00fablica, Rodrigo Janot, se posicionou contr\u00e1rio \u00e0 anula\u00e7\u00e3o do<a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/politica\/ao-vivo-por-61-votos-a-20-senadores-cassam-dilma-rousseff\/\"><strong> impeachment de Dilma Rousseff<\/strong> <\/a>por causa da atua\u00e7\u00e3o do ex-presidente da C\u00e2mara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje afastado do cargo. Segundo Janot, Dilma citou em sua defesa reportagens jornal\u00edsticas que s\u00e3o \u201cincapazes\u201d de demonstrar como a oposi\u00e7\u00e3o de Cunha foi determinante para o aval da C\u00e2mara ao processo de impeachment.<\/p>\n<p>Em maio, a defesa da petista havia apresentado um mandado de seguran\u00e7a pedindo a anula\u00e7\u00e3o de todos os atos praticados por Cunha relacionados ao processo de impeachment, desde o recebimento da den\u00fancia at\u00e9 a vota\u00e7\u00e3o final pelo plen\u00e1rio da C\u00e2mara dos Deputados.<!--more--><\/p>\n<div class=\"widget-news widget-box no-margin no-border\"><span class=\"widget-news-title content-box-title\">Veja tamb\u00e9m<\/span><\/p>\n<ul class=\"widget-news-list\">\n<li class=\"widget-news-item with-border\"><a class=\"widget-news-thumb mini\" href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/politica\/quatro-caminhoes-fazem-mudanca-de-dilma-para-porto-alegre\/\" rel=\"bookmark\"><img decoding=\"async\" class=\"attachment-widget-thumb size-widget-thumb\" title=\"Caminh\u00f5es ba\u00fa entram no Pal\u00e1cio da Alvorada, em Bras\u00edlia (DF)\" src=\"https:\/\/abrilveja.files.wordpress.com\/2016\/09\/brasil-politica-mudanca-dilma-rousseff-20160906-01.jpg?quality=70&amp;strip=all&amp;w=165&amp;h=110&amp;crop=1\" alt=\"Dois caminh\u00f5es ba\u00fa entram no Pal\u00e1cio da Alvorada, em Bras\u00edlia (DF), para realizar a mudan\u00e7a da ex-presidente Dilma Rousseff - 06\/09\/2016\" \/><\/a>\n<div class=\"widget-news-info\"><a class=\"widget-news-item-category color-theme\" href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/brasil\">Brasil<\/a><span class=\"widget-news-item-title\"><a href=\"http:\/\/veja.abril.com.br\/politica\/quatro-caminhoes-fazem-mudanca-de-dilma-para-porto-alegre\/\">Quatro caminh\u00f5es fazem mudan\u00e7a de Dilma para Porto Alegre<\/a><\/span><span class=\"widget-news-item-date-container\"><i class=\"material-icons\">query_builder<\/i><span class=\"widget-news-item-date\">6 set 2016 &#8211; 09h09<\/span><\/span><\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p>A defesa de Dilma alega que Cunha, ent\u00e3o presidente da C\u00e2mara, \u201catuou de forma viciada no processo\u201d entre 17 de julho de 2015 e 16 de abril de 2016, per\u00edodo que abrange desde a expedi\u00e7\u00e3o de of\u00edcios para instar autores a aditar suas den\u00fancias contra Dilma at\u00e9 a vota\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio da comiss\u00e3o especial no plen\u00e1rio da C\u00e2mara. De acordo com Dilma, os v\u00edcios de Cunha podem ser explicados por tr\u00eas quest\u00f5es: a decis\u00e3o do peemedebista de declarar-se oposi\u00e7\u00e3o ao governo; o fato de Cunha estar na mira da Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato; e as movimenta\u00e7\u00f5es do ent\u00e3o presidente da C\u00e2mara em atrapalhar o andamento do processo instaurado contra ele no Conselho de \u00c9tica da Casa, \u201csitua\u00e7\u00e3o em que barganhou politicamente seus interesses em troca ora do avan\u00e7o, ora da obstaculiza\u00e7\u00e3o, do processo de impedimento da Chefe do Poder Executivo Federal\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOs ind\u00edcios para nulifica\u00e7\u00e3o dos atos perpetrados na Presid\u00eancia do Deputado Eduardo Cunha, por\u00e9m, s\u00e3o basicamente reportagens jornal\u00edsticas correntes, incapazes de demonstrar como o antagonismo pol\u00edtico e o interesse da autoridade coatora em eximir-se de responsabiliza\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-administrativa no Conselho de \u00c9tica foram determinantes para a obten\u00e7\u00e3o do sim da C\u00e2mara como requisito para o prosseguimento do processo de impeachment\u201d, sustenta Janot.<\/p>\n<p>Para o procurador-geral da Rep\u00fablica, a pretens\u00e3o de Dilma Rousseff de anular o impeachment em virtude da atua\u00e7\u00e3o de Eduardo Cunha esbarra ainda em dois problemas. \u201cPrimeiro, o de que o ju\u00edzo emitido pela C\u00e2mara dos Deputados, naquela circunst\u00e2ncia, era eminentemente pol\u00edtico, situa\u00e7\u00e3o em que oposi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e desvio de finalidade se colocam em zona fronteiri\u00e7a de dif\u00edcil distin\u00e7\u00e3o\u201d, argumenta o procurador-geral da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>\u201cSegundo, o de que \u00e9 improv\u00e1vel falar em direito l\u00edquido e certo \u00e0 nulifica\u00e7\u00e3o de atos que, embora pass\u00edveis, em tese, de influ\u00eancia da autoridade coatora, sucederam-se dentro dos par\u00e2metros da legalidade, com a participa\u00e7\u00e3o colegiada de diversos outros agentes, at\u00e9 atingimento do qu\u00f3rum plen\u00e1rio qualificado que endossou o julgamento da den\u00fancia pelo Senado Federal\u201d, conclui Janot.<\/p>\n<h3><strong>Tempo<\/strong><\/h3>\n<p>De acordo com o procurador-geral da Rep\u00fablica, a an\u00e1lise da mat\u00e9ria ainda esbarra na \u201cimpossibilidade de retroa\u00e7\u00e3o\u201d do exame de fatos que voltem no tempo mais de 120 dias atr\u00e1s, \u201co que exclui, por si s\u00f3, a aprecia\u00e7\u00e3o, na via mandamental, da suposta exist\u00eancia de desvio de poder no ato de recebimento parcial da den\u00fancia, pelo Presidente da C\u00e2mara dos Deputados.\u201d Fonte: Veja on line<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O procurador geral da Rep\u00fablica (PGR), Rodrigo Janot (Divulga\u00e7\u00e3o\/Ag\u00eancia Brasil) Em manifesta\u00e7\u00e3o encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da Rep\u00fablica, Rodrigo Janot, se posicionou contr\u00e1rio \u00e0 anula\u00e7\u00e3o do impeachment de Dilma Rousseff por causa da atua\u00e7\u00e3o do ex-presidente da C\u00e2mara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje afastado do cargo. Segundo Janot, Dilma citou em sua defesa reportagens jornal\u00edsticas que s\u00e3o \u201cincapazes\u201d de demonstrar como a oposi\u00e7\u00e3o de Cunha foi determinante para o aval da C\u00e2mara ao processo de impeachment. 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