{"id":76384,"date":"2016-08-28T08:57:05","date_gmt":"2016-08-28T11:57:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=76384"},"modified":"2016-08-28T08:57:05","modified_gmt":"2016-08-28T11:57:05","slug":"quase-10-dos-concluintes-baianos-do-ensino-fundamental-experimentaram-crack","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2016\/08\/28\/quase-10-dos-concluintes-baianos-do-ensino-fundamental-experimentaram-crack\/","title":{"rendered":"Quase 10% dos concluintes baianos do Ensino Fundamental experimentaram crack"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Clarissa Pacheco (clarissa.pacheco@redebahia.com.br)<\/em><br \/>\n<em>Correio<\/em><\/p>\n<p><strong>Dado \u00e9 apontado pela Pesquisa Nacional de Sa\u00fade Escolar (PeNSE), do IBGE, divulgada nesta sexta-feira (26)<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Quase 10% dos alunos do 9\u00ba ano do Ensino Fundamental matriculados em escolas da Bahia j\u00e1 utilizaram o crack. Os n\u00fameros foram apresentados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) por meio da <a class=\"external-link-new-window\" title=\"Opens external link in new window\" href=\"http:\/\/www.correio24horas.com.br\/detalhe\/brasil\/noticia\/quase-30-de-alunos-do-9o-ano-do-ensino-fundamental-ja-fizeram-sexo-aponta-ibge\/?cHash=df81c7a77b0111d770e438dda3172285\" target=\"_blank\">Pesquisa Nacional de Sa\u00fade Escolar (PeNSE<\/a>). Com 9,9% dos 183.491 estudantes ouvidos declarando que j\u00e1 experimentaram drogas il\u00edcitas e consumiram crack nos dias anteriores \u00e0 pesquisa, feita em 2011, a Bahia fica acima da m\u00e9dia nacional, que \u00e9 de 5,5%.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Quem tamb\u00e9m ultrapassa a m\u00e9dia brasileira \u00e9 a regi\u00e3o\u00a0Nordeste, com 8,6% dos estudantes do 9\u00ba ano tendo declarado que consumiram crack nos 30 dias anteriores \u00e0 pesquisa. Salvador tem m\u00e9dia de 3%, ficando abaixo da m\u00e9dia nacional. Na capital, 5,9% dos que declararam ter usado crack eram do sexo masculino \u2013 nenhuma mulher declarou \u2013 e 14,4% estudavam em escolas da rede privada \u2013 1,1% eram alunos de escolas p\u00fablicas.<\/p>\n<table class=\"middle\" summary=\"\">\n<thead>\n<tr>\n<th scope=\"col\">\n<p class=\"bodytext\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"http:\/\/e-c2.sttc.net.br\/uploads\/RTEmagicC_Crack_Mauro_Akin_Nassor.JPG.jpg\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"246\" \/><\/p>\n<\/th>\n<\/tr>\n<\/thead>\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n<p class=\"bodytext\">(Foto: Mauro Akin Nassor \/ Arquivo CORREIO)<\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p class=\"bodytext\">J\u00e1 quanto ao uso da maconha, s\u00e3o os estudantes soteropolitanos quem ficam acima da m\u00e9dia nacional: 49,9% dos estudantes declararam ter experimentado drogas il\u00edcitas e fumado maconha nos 30 dias anteriores \u00e0 pesquisa. A maioria deles tamb\u00e9m estudava em escolas privadas \u2013 56,3%. A Bahia (43,3%) e o Nordeste (41,6%) ficaram abaixo da m\u00e9dia em percentual de estudantes que contaram ter experimentado drogas e usado maconha. A pesquisa n\u00e3o aponta os meios pelos quais os adolescentes, entre 12 e 16 anos, tiveram acesso \u00e0s drogas.<!--more--><\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Sa\u00fade Sexual e Viol\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p class=\"bodytext\">Do total de baianos alunos do 9\u00ba ano do Ensino Fundamental que respondeu \u00e0 pesquisa, 4,1% disseram j\u00e1 terem sido for\u00e7ado a manter uma rela\u00e7\u00e3o sexual. O percentual na Bahia \u00e9 maior do que a m\u00e9dia nacional, de 4%. Quando a v\u00edtima \u00e9 do sexo feminino, a m\u00e9dia baiana tamb\u00e9m \u00e9 maior \u2013 4,4%, contra 4,3% no Brasil. A maior parte das v\u00edtimas de estupro disse estudar em escolar p\u00fablicas (4,4%), contra 2% em escolas privadas.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Em Salvador, a m\u00e9dia \u00e9 abaixo das capitais nacionais (3,7%). Mesmo assim, 3,3% estudantes disseram ter sofrido rela\u00e7\u00f5es sexuais for\u00e7adas e a m\u00e9dia de meninas \u00e9 ainda maior (3,9%) \u2013 4,2% estudam em escolas p\u00fablicas e 1,7% em escolas particulares.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Do total de meninas baianas que disseram j\u00e1 ter tido rela\u00e7\u00f5es sexuais, 15,6% contaram j\u00e1 ter engravidado. O percentual \u00e9 acima da m\u00e9dia nacional (9%). J\u00e1 em Salvador, 6,2% das meninas que afirmaram\u00a0ter tido rela\u00e7\u00f5es sexuais engravidaram.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Clarissa Pacheco (clarissa.pacheco@redebahia.com.br) Correio Dado \u00e9 apontado pela Pesquisa Nacional de Sa\u00fade Escolar (PeNSE), do IBGE, divulgada nesta sexta-feira (26) Quase 10% dos alunos do 9\u00ba ano do Ensino Fundamental matriculados em escolas da Bahia j\u00e1 utilizaram o crack. Os n\u00fameros foram apresentados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) por meio da Pesquisa Nacional de Sa\u00fade Escolar (PeNSE). Com 9,9% dos 183.491 estudantes ouvidos declarando que j\u00e1 experimentaram drogas il\u00edcitas e consumiram crack nos dias anteriores \u00e0 pesquisa, feita em 2011, a Bahia fica acima da m\u00e9dia nacional, que \u00e9 de 5,5%. 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