{"id":73138,"date":"2016-04-13T11:27:16","date_gmt":"2016-04-13T14:27:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=73138"},"modified":"2016-04-13T11:27:16","modified_gmt":"2016-04-13T14:27:16","slug":"muculmanos-querem-o-direito-de-matar-suas-mulheres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2016\/04\/13\/muculmanos-querem-o-direito-de-matar-suas-mulheres\/","title":{"rendered":"Mu\u00e7ulmanos querem o direito de matar suas mulheres"},"content":{"rendered":"<div class=\"thumb\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images.gospelprime.com.br\/xUiMEkq_os6_ZJoUeI1QgVOH0h4=\/250x0\/smart\/filters:strip_icc()\/noticias.gospelprime.com.br\/files\/2016\/04\/naila-farhat.jpg\" alt=\"Mu\u00e7ulmanos querem o direito de matar suas mulheres\" \/><\/div>\n<div class=\"thumb\">Mu\u00e7ulmanos querem o direito de matar suas mulheres<\/div>\n<div><\/div>\n<p>Existe limite para a barbarie? Aparentemente n\u00e3o. Extremistas isl\u00e2micos no Paquist\u00e3o protestaram recentemente para ter o direito de abusar e matar suas esposas e filhas.<\/p>\n<p><a class=\"external\" title=\"\" href=\"http:\/\/nypost.com\/2016\/04\/06\/there-are-muslim-men-fighting-for-the-right-to-kill-their-wives\/\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">Segundo o New York Post<\/a> tudo come\u00e7ou quando o governo daquele pa\u00eds aprovou uma lei pela defesa e prote\u00e7\u00e3o das mulheres, criminalizando a viol\u00eancia no Punjab, a regi\u00e3o mais populosa do Paquist\u00e3o.<\/p>\n<p>O que foi visto em todo o mundo como um avan\u00e7o, para os extremistas foi um motivo para protesto, pois na vis\u00e3o deles, proteger as mulheres \u00e9 \u201cdestruir o sistema familiar no Paquist\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Os protestos acontecem desde 1\u00ba de mar\u00e7o quando a lei foi promulgada, desde ent\u00e3o os extremistas tentam revogar a lei para continuarem maltratando suas esposas e filhas.<\/p>\n<p>A lei em quest\u00e3o pune toda e qualquer forma de abuso contra mulheres praticados por homens. Quer seja a viol\u00eancia dom\u00e9stica, emocional, psicol\u00f3gica ou ainda os crimes cometidos pela internet.<\/p>\n<p>O projeto fez com que o governo criasse ainda um n\u00famero de telefone para que as mulheres possam denunciar os abusos e ajudar as autoridades a identific\u00e1-los e pun\u00ed-los.<\/p>\n<p>Entre as puni\u00e7\u00f5es para o crime est\u00e1 o uso de pulseiras com GPS e ainda o impedimento de fazer compras de armas.<\/p>\n<p>No Paquist\u00e3o a viol\u00eancia contra mulheres \u00e9 citada pelos ve\u00edculos internacionais como \u201cend\u00eamica\u201d, pois elas s\u00e3o tratadas como propriedades dom\u00e9sticas.<\/p>\n<p>O que se tem de not\u00edcias sobre os crimes mais comuns s\u00e3o os crimes de honra, ataques com \u00e1cidos, queimaduras de noivas, casamento com crian\u00e7as, abuso sexual e muitos outros.<!--more--><\/p>\n<p>S\u00f3 na prov\u00edncia de Punjab, onde a lei j\u00e1 est\u00e1 valendo, foram relatados 7.010 casos de viol\u00eancia dom\u00e9stica segundo o relat\u00f3rio de 2014 da Aurat Foundation.<\/p>\n<p>J\u00e1 pelos relat\u00f3rios da Comiss\u00e3o de Direitos Humanos Independente do Paquist\u00e3o, foram 1.100 mulheres mortas no pa\u00eds no ano de 2015.<\/p>\n<p>O que choca nesses \u00edndices \u00e9 que na maioria dos casos as mulheres foram mortas por um membro pr\u00f3ximo de sua fam\u00edlia do sexo masculino.<\/p>\n<p>Quem \u00e9 a contra a defesa das mulheres afirma que a lei \u00e9 anti-isl\u00e2mica, por contradizer alguns versos do alcor\u00e3o que autorizam a viol\u00eancia contra as mulheres.<\/p>\n<p>\u201cA lei parece ter o objetivo de empurrar as mulheres para fora de casa, e aumentar os seus problemas\u201d, disse Muhammad Khan Sherani, um dos parlamentares do Paquist\u00e3o.<\/p>\n<p>Para o cheque do partido Jamiat Ulema-e-Islam-Fazl, Maula Fazlur Rehman, a lei pode inverter os valores do pa\u00eds. \u201cMarido e mulher s\u00e3o considerados parceiros no Ocidente, mas n\u00e3o \u00e9 o caso no Paquist\u00e3o\u201d, diz ele que defende o Alcor\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cSe voc\u00ea bater em uma pessoa na rua, \u00e9 uma agress\u00e3o criminosa. Se voc\u00ea bater em algu\u00e9m no seu quarto, voc\u00ea est\u00e1 protegido pela santidade da sua casa. Se voc\u00ea matar um estranho, \u00e9 assassinato. Se voc\u00ea atirar na sua pr\u00f3pria irm\u00e3, voc\u00ea est\u00e1 defendendo a sua honra\u201d, afirmou Mohammed Hanif ao New York Post.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mu\u00e7ulmanos querem o direito de matar suas mulheres Existe limite para a barbarie? Aparentemente n\u00e3o. Extremistas isl\u00e2micos no Paquist\u00e3o protestaram recentemente para ter o direito de abusar e matar suas esposas e filhas. Segundo o New York Post tudo come\u00e7ou quando o governo daquele pa\u00eds aprovou uma lei pela defesa e prote\u00e7\u00e3o das mulheres, criminalizando a viol\u00eancia no Punjab, a regi\u00e3o mais populosa do Paquist\u00e3o. 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