{"id":72980,"date":"2016-04-06T07:38:07","date_gmt":"2016-04-06T10:38:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=72980"},"modified":"2016-04-06T07:38:07","modified_gmt":"2016-04-06T10:38:07","slug":"pesquisa-usa-plantas-da-amazonia-para-produzir-larvicida-contra-o-aedes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2016\/04\/06\/pesquisa-usa-plantas-da-amazonia-para-produzir-larvicida-contra-o-aedes\/","title":{"rendered":"Pesquisa usa plantas da Amaz\u00f4nia para produzir larvicida contra o Aedes"},"content":{"rendered":"<header>\n<div class=\"node-info\"><em><strong> da Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/em><\/div>\n<\/header>\n<div class=\"content\">\n<p>Pesquisadores da Universidade Federal do Amap\u00e1 investigam o potencial de plantas da Amaz\u00f4nia no controle de mosquitos vetores no Brasil \u2013 em especial, o <em>Aedes aegypti<\/em>, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do v\u00edrus Zika. O estudo analisa extratos vegetais e \u00f3leos essenciais das plantas e sintetiza as chamadas nanoemuls\u00f5es \u2013 subst\u00e2ncias concentradas e que t\u00eam princ\u00edpios ativos que podem, por exemplo, matar larvas de mosquito ou afastar picadas de inseto.<\/p>\n<p>Em entrevista \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>, o professor do Departamento de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas e da Sa\u00fade, Raimundo Nonato, informou que a equipe \u00e9 composta por aproximadamente dez pessoas \u2013 tr\u00eas profissionais da biologia e sete da \u00e1rea de ci\u00eancias farmac\u00eauticas. A pesquisa, segundo ele, est\u00e1 em andamento h\u00e1 pelo menos 12 meses. Recentemente, um artigo sobre os avan\u00e7os alcan\u00e7ados pelo grupo foi publicado na revista norte-americana Plus One.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 temos mais de cinco subst\u00e2ncias que se mostraram extremamente eficientes na atividade larvicida e que s\u00e3o oriundas de plantas testadas\u201d, disse Nonato. \u201cA prioridade foi dada por causa da necessidade iminente de desenvolver subst\u00e2ncias que possam colaborar para o controle das larvas de forma ecologicamente mais correta, causando danos menores ao meio ambiente\u201d, completou.<\/p>\n<p>Pelo avan\u00e7o dos trabalhos, a previs\u00e3o do pesquisador \u00e9 de que, com mais um ano de estudo, a equipe consiga chegar \u00e0 formula\u00e7\u00e3o final desses produtos. Em seguida, inicia-se o processo de pedido de patente e o registro na Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). \u201cSendo otimista, mais dois anos, no m\u00e1ximo\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA \u00cdndia, o Paquist\u00e3o e alguns grupos de pesquisadores nos Estados Unidos j\u00e1 t\u00eam estudos bastante avan\u00e7ados na produ\u00e7\u00e3o de repelentes a partir de extratos naturais e \u00f3leos vegetais\u201d, comentou Raimundo Nonato. \u201cA produ\u00e7\u00e3o, nesses casos, tende a ter um custo menor, mas n\u00e3o \u00e9 algo simples de se fazer. Para que se produza um inseticida natural em grande escala, \u00e9 necess\u00e1rio dominar t\u00e9cnicas de cultivo e um conhecimento paralelo da parte agron\u00f4mica\u201d.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>da Ag\u00eancia Brasil Pesquisadores da Universidade Federal do Amap\u00e1 investigam o potencial de plantas da Amaz\u00f4nia no controle de mosquitos vetores no Brasil \u2013 em especial, o Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do v\u00edrus Zika. O estudo analisa extratos vegetais e \u00f3leos essenciais das plantas e sintetiza as chamadas nanoemuls\u00f5es \u2013 subst\u00e2ncias concentradas e que t\u00eam princ\u00edpios ativos que podem, por exemplo, matar larvas de mosquito ou afastar picadas de inseto. 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