{"id":69621,"date":"2015-10-21T14:29:48","date_gmt":"2015-10-21T17:29:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/?p=69621"},"modified":"2015-10-21T14:29:48","modified_gmt":"2015-10-21T17:29:48","slug":"policia-federal-prende-14-suspeitos-de-fraudes-em-concursos-publicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.walcordeiro.com.br\/v1\/2015\/10\/21\/policia-federal-prende-14-suspeitos-de-fraudes-em-concursos-publicos\/","title":{"rendered":"Pol\u00edcia Federal prende 14 suspeitos de fraudes em concursos p\u00fablicos"},"content":{"rendered":"<p>A Pol\u00edcia Federal (PF) prendeu hoje (21) 14 pessoas acusadas de fraudar provas de concursos p\u00fablicos para ingresso em v\u00e1rias \u00e1reas, principalmente do Judici\u00e1rio. As pris\u00f5es ocorreram nos estados de S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Alagoas, Rio de Janeiro e Rond\u00f4nia, durante a Opera\u00e7\u00e3o Afronta. Entre os presos, dez eram candidatos que pagaram valor dez vezes acima do que iriam receber como sal\u00e1rio nos cargos pretendidos.<\/p>\n<p>A PF investigava a a\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o criminosa h\u00e1 cerca de quatro meses. Segundo o delegado Victor Rodrigues Alves Ferreira, 50 suspeitos est\u00e3o sendo investigados. O l\u00edder da organiza\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o teve o nome revelado, continua foragido. De acordo com o delegado, o l\u00edder \u00e9 alagoano, mas transitava entre Alagoas e Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>Conforme o delegado, o grupo agia h\u00e1 pelo menos quatro anos. Em caso de condena\u00e7\u00e3o, os criminosos poder\u00e3o pegar pena de quatro anos de reclus\u00e3o e ainda ter de responder por forma\u00e7\u00e3o de quadrilha.\u00a0Os candidatos envolvidos ser\u00e3o submetidos a an\u00e1lise de cada caso. Victor Rodrigues Alves afirmou que n\u00e3o h\u00e1 liga\u00e7\u00e3o com os organizadores do concurso p\u00fablico ou com os tribunais.<\/p>\n<p>A descoberta da fraude ocorreu ap\u00f3s o Tribunal Regional Federal da 3\u00aa Regi\u00e3o suspeitar da semelhan\u00e7a do texto discursivo da prova de candidatos da cidade de Sorocaba, que disputaram vagas para os cargos de analista judici\u00e1rio e t\u00e9cnico judici\u00e1rio.<\/p>\n<p>Para garantir a aprova\u00e7\u00e3o do candidato, a organiza\u00e7\u00e3o criminosa inscrevia alguns de seus integrantes com a miss\u00e3o de entrar na sala de concurso como se fossem fazer a prova. Na verdade, eles s\u00f3 fotografavam as quest\u00f5es por meio de um microc\u00e2mera.<\/p>\n<p>Uma hora depois de iniciado o teste, eles saiam do local e enviavam as quest\u00f5es para outros integrantes, que se encarregavam de enviar as respostas corrigidas aos candidatos. Estes recebiam os dados por meio de pontos eletr\u00f4nicos, que, segundo o delegado, precisavam de im\u00e3s no momento da retirada. Fonte: Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Pol\u00edcia Federal (PF) prendeu hoje (21) 14 pessoas acusadas de fraudar provas de concursos p\u00fablicos para ingresso em v\u00e1rias \u00e1reas, principalmente do Judici\u00e1rio. As pris\u00f5es ocorreram nos estados de S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Alagoas, Rio de Janeiro e Rond\u00f4nia, durante a Opera\u00e7\u00e3o Afronta. Entre os presos, dez eram candidatos que pagaram valor dez vezes acima do que iriam receber como sal\u00e1rio nos cargos pretendidos. A PF investigava a a\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o criminosa h\u00e1 cerca de quatro meses. Segundo o delegado Victor Rodrigues Alves Ferreira, 50 suspeitos est\u00e3o sendo investigados. 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